Japão: Sim, nós fomos na Jump Festa – parte final


Encerrando os posts na Jump Festa, falaremos da comemoração de 10 anos de Naruto no Japão. A importancia de Naruto e seus 10 anos era tão importante, que no logotipo do evento estava o logotipo especial dos 10 anos de Naruto.

Parece que Naruto está em reta final na Jump, mas isso não muda o fato as atrações que Naruto tinha dentro do evento. Pra você ver, eu e o Renato recebemos uma peça de quebra cabeça que deveria ser usado numa tela q a gente viu depois, aonde montavam imagens do Naruto, com peças que eles davam ao público.


Sobre o público, Renato tinha falado que os únicos que são “sem educação” são os otakus (nerds), que batem nas pessoas sem pedir desculpa. Mesmo assim, não aconteceu, mas ele me deu o aviso. Agora, pra quem visita eventos no Brasil, na boa, se aquilo foi falta de educação no Japão, se eles viessem pro Brasil, seria o que?

No evento eu encontrei o Chise, figura conhecida da Otakunet, graças a ele postar muitos animes na internet. Graças a ele, os doramas ficaram conhecidos, já que ele ajudou no lançamento de Densha Otoko pelos fansubbers brasileiros. Chise é um cara muito engraçado e já tinhamos conversado algumas vezes pelo skype e no evento marcamos de se encontrar. O amigo dele, também brasileiro estava de cosplay de Tsuna, da série Reborn.

Fomos depois no stand da Square Enix, e os preparativos era pro jogo novo no DS de K. Hearts. O stand chamava a atenção, principalmente com o telão passando duelos do jogo Dissidia para PSP.

Como fomos também pra comprar coisas, decidimos ir para a fila de comprar na Jump Festa, assim saimos do evento e fomos pro outro lado. Confesso que tomei um susto da organização japonesa. Ficamos num lugar imenso, separados por fitas, aonde deveriamos escolher o que tem no catalogo da jump, pagar no caixa e ir retirar os produtos num deposito depois. Peguei baralho do reborn, dois posteres de reborn, 4 cartoes postais de reborn. Pior que era a unica série q eu queria algo, pq se tivesse produtos do Dragon Ball, eu teria comprado.

Assim, ainda voltamos pra dar uma olhada pela ultima vez no evento. O evento acabou, fez uma fila imensa no metro, portanto decidimos andar no shopping ao lado do evento. Lá eu acabei me apaixonando por uma mala da Nike, do tipo que os alunos japoneses usam na escola, e comprei. Tudo bem que tem gente zuando até agora que tenho uma mala de estudante, mas to nem ai.

Quando o metro esvaziou, voltamos e pegamos o trem rumo a Tama. Portanto, fomos sentido a Musashi Sakai, e mudamos de companhia de trem, pegamos a Seibu, de lá, fomos até Tama. A região de Tama parece uma cidade de interior e foi muito legal ficar lá. Dormi num hotel com ofuro e foi a primeira vez que eu usei ais o nihongo do que de costume.

Era domingo de manhã, sai do hotel, minha tia me ligou e ficamos uma meia hora no telefone. Enquanto isso o Renato chegou e tomamos café numa padaria francesa ali perto. O sistema de pegar pãos é exatamente como a padaria Itiriki da liberdade copiou dos japoneses.

Conheci a namorada do Renato, lembro que pensei que ela tinha me interpretado mal, mas o Renato disse o que aconteceu. So que infelizmente nao posso citar aqui por falta de educação e falta de privacidade.

De lá fomos rumo a meca Otaku, o bairro de Akihabara. Esse era meu terceiro dia em Tokyo, excitante, não?

Vale uma nota final, dias depois eu conheci um garoto chamado Keita, que faz faculdade de lingua portuguesa na faculdade que eu acabei dormindo na semana que fiquei em Tokyo. Bem, Keita me explicou que os japoneses usam a palavra Festa do espanhol/portugues, no enfase de parecer uma grande festa, diferente de party ou algo do tipo. Em resumo, mesmo que esse seja o sentido de Jump Festa se chamar Jump Festa e não Jump Party, fica uma nota pessoal que quero mais “festas” assim e não a bagunça que alguns traduzem no Brasil, como evento de anime e mangá.


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