JMangá3

Olá pessoal, tudo bem com vocês? Estão gostando da JMangá? Eu estou gostando de faze-la. Para essa edição, uma análise mais que especial para uma edição especial. Irei analisar a tão falada Black Edition de Death Note lançada pela Editora JBC. A edição ainda não está à venda, eu comprei no evento Henshin+. Já se encontra a venda na Saraiva. Agora chega de falação e vamos ao que interessa.

Formato

Para esse edição foi adotado o formato 13,5 x 20,5 cm, que é o atual tamanho padrão da editora. Para efeito de comparação, é o mesmo utilizado em Card Captor Sakura e Freezing. O papel escolhido para a edição é o Lux Cream, “um papel de luxo para publicação de livros com baixa reflexibilidade” (palavras do Cassius). Devo dizer que a escolha do Lux Cream foi perfeita, realmente ajudou a valorizar a edição. A edição tem cerca de 400 páginas sendo 8 delas coloridas.

Tradução/Adaptação

A tradução é a mesma utilizada na versão anterior feita pela Rica Sakata e eu não notei nenhuma grande diferença. Não tem os famigerados honoríficos, o que EU acho bacana pois combina com o teor da obra. Uma questão que pode voltar a ser polemica é a escolha por Light e não Raito e Ryuk e não Ryuuku. Pessoal, a romanização dos nomes foram escolhas dos autores então xinguem eles e não a JBC.

Outras considerações

A capa tem impressão fosca mas tem impressão brilhante nas partes brancas da capa. Não entendeu? Simples, veja o vídeo abaixo. Outra coisa que eu gostaria de ressaltar é a qualidade da impressão. É muito superior comparada as publicações normais e até as republicações. Isso fica muito claro nas páginas coloridas. Acho que a qualidade só poderá ser admirada com o mangá em mãos.

 

 Considerações finais

Quando a Editora JBC anunciou que lançaria essa edição de luxo de Death Note eu fiquei com uma pulga atras da orelha. Eu realmente não sabia como ela iria sair e eu não me baseei pela edição americana porque são realidades diferentes. E eu fui surpreendido.
A capa está simplesmente maravilhosa, o papel é de extrema qualidade e a impressão está primorosa. É uma edição a altura de Death Note. Dito isso, a nota para a edição não podia ser outra a não ser…

5 JW

Cinco JW’s

 

Não podia dar outra nota para a Black Edition. Foi feito um trabalho realmente para colecionador, para você colocar na estante para ser admirado. Um trabalho de altíssima qualidade da Editora JBC. Podia ser melhor? Podia, poderia ter as bordas pintadas de preto  mas o custo aumentaria e muito como foi explicado pela própria editora. Eu preferiria orelha nas capas. Enfim, espero que a edição venda bem e que venham mais publicações no mesmo formato.

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About Bruno Fernandes

Assíduo colecionador de mangás desde 2001 e eterno amante da cultura japonesa. Viciado em AKB48, Games e Blu-ray.

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8 Comments on “Review | Análise Death Note Black Edition”

  1. Opa…sou eu de novo…. A edição ficou show e este é um título que merece essa atenção. Neste caso, diferente do que foi comentado na resenha da nova edição do Love Hina, os honoríficos não fazem falta devido ao tema e ambientação (muito diferente do que temos com Keitaro e cia). Ótima resenha…. já é uma de minhas seções preferidas de resenhas de mangás na rede!

  2. Só pra tirar uma dúvida. Qual que é a melhor edição? A americana ou a brasileira? (desconsiderando as bordas pretas)? Li pela Henshin que na brasileira tem uma ilustração exclusiva que nem uma outra edição estrangeira tem.

    1. Então, eu acho que não dá pra comprar as edições mas elas são muito semelhantes. A nacional não perde em nada para a americana!

      Não é bem uma ilustração, a pagina do índice é colorida. Coisa que a americana não tem. Veja na galeria!

  3. Pelo jeito, a JBC tem algo contra costura das páginas, porque, ao que parece, Death Note Black Edition não as possui?! Sério, hot melt dá uma tristeza, ainda mais quando se trata de uma versão de luxo. Holt melt deveria ser proibido, porque sempre há o risco das páginas descolarem uma a uma. Gostaria que a JBC se mirasse na NewPOP nesse quesito, porque em questão de acabamento gráfico de mangás, eles são os melhores no Brasil, ainda mais considerando que até os mangás "comuns" da casa possuem atualmente o PADRÃO de costura e papel off-set, por exemplo, ao custo de 12 reais, quase o custo de um mangá da JBC com papel jornal (ou qualquer coisa parecida) e holt melt!

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