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Tudo tem um começo e o fim, e agora o JWave se despede de Rurouni Kenshin nos cinemas em seu último filme.

Sim, o JWave está de volta com Rurouni Kenshin: The Legend Ends e contaremos tudo da luta final entre Kenshin e Shishio.

Será que Kenshin foi resgatado por seu mestre? E aonde Kaoru foi parar? Shishio dominará Tóquio?

Juba e Sasuke RK falarão tudo sobre o fim da saga nos cinemas!

PARTICIPANTES

COMENTADO NO JWAVE #211: RUROUNI KENSHIN: THE LEGEND ENDS
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Takeru Sato

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INDICAÇÃO
Rurouni Kenshin – Nº1
Rurouni Kenshin – Nº2
Rurouni Kenshin – Nº3
Kenshin Kaden

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About Giuliano Peccilli

Editor do JWave, Podcaster e Gamer nas horas vagas. Também trabalhou na Anime Do, Anime Pró, Neo Tokyo e Nintendo World.

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10 Comments on “JWave #211 | Rurouni Kenshin: The Legend Ends”

      1. Então cara eu assisti o primeiro filme. E posso dizer que gostei até. Acho que souberam adaptar bem não só os personagens mas a trama em si. É bom que não tem aquela enrolação de desenho japonês.

        1. Eu ví o primeiro e curti. Vi o segundo e achei que o Mook Chivalry ficou um tiquinho desbalanceado, mas gostei mais ainda! To na pilha pro terceiro xD

          1. Não é um personagem, é um detalhe ténico.
            Eu explico.

            Tem uma lógica nos filmes conhecida como Mook Chivalry. Ela é a nossa aceitação de que os capangas não são tão bons quanto o herói. Por exemplo, em filmes de ação, é comum todos os capangas stormtroopers errarem os tiros e o herói acertar quase todos; em video game, os chefões fazem movimentos repetidos, padrões fáceis de antecipar, enquanto o heróis (controlado por você) tem liberdade de contornar esses padrões.

            Mook Chivalry é subjetivo, muda de pessoa pra pessoa e de tempos em tempos. Os espectadores em geral aceitam Mook até um limite, em nome da diversão e de uma boa ficção. Porém, quando a diferença de habilidade entre o herói e os capangas é muito grande, o filme passa desse limite e fica galhofa, vira piada.

            De volta no exemplo dos filmes de ação.
            Nos anos 60, os Westerns tinham um Mook razoável, as pessoas aceitavam que o Clint Eastwood pudesse atirar em 6 pessoas em 2 segundos.

            Nos anos 80, o limite do Mook foi abaixado: os filmes de ação tinham heróis que enfrentavam exércitos sozinhos.

            Hoje em dia, o limite do Mook está mais alto devido a uma tendência realista, por isso os filmes de ação dos anos 80 se parecem mais galhofas aos olhos mordernos doque aos olhos da época.

            No caso do Rurouni Kenshin, os duelos de 1×1 estão MUITO bons. A do mestre ninja foi o meu favorito. Porém, nas cenas de invasão, parecia que era fácil pra qualquer zé mané encarar todos os bandidos. Nessa cena, não ficamos preocupados pela Kaoru ou pela Misao. Parece briga no pátio do colégio.

            Isso é apenas um detalhe técnico. No geral, achei o filme excelente. xD

          2. *aplausos*
            .
            Caraca velho estou impressionado com o TCC do balanceamento de personagens.
            Entendi perfeitamente o que explicou. Inclusive gosto muito do Die Hard 1 por conta da dificuldade do Wills detonar os caras. E se ferrar com isso…
            .
            Eu aprecio muito quando o mundo que me é apresentado tem consequências. E por mais foda que o cara seja, sempre há algo que possa enfraquece-lo de forma a deixar a situação mais tensa ou interessante.

  1. Legal legal, vou assistir os outros filmes.
    Afinal o Battousai somados a outros personagens me ajudaram a criar toda uma história, uma mitologia rsss.

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