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O JWave dessa semana é sobre o evento Comiket 89 que aconteceu uma semana depois da Jump Festa.

O maior evento de fanzines e quadrinhos independente do mundo, Comiket existe há mais de 40 anos e é uma tradição para os fãs de animês e mangás no Japão.

Juba, Dash e Otávio se reúnem para falar de Comiket e a cultura nerd em torno do evento, como Yaoi, Hentai e Touhou.

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About Giuliano Peccilli

Editor do JWave, Podcaster e Gamer nas horas vagas. Também trabalhou na Anime Do, Anime Pró, Neo Tokyo e Nintendo World.

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10 Comments on “JWave #281 | Comiket 89 (Hentai, Yaoi e Touhou)”

  1. Até parece que os temas tão sendo direcionados para mim XD.
    Recentemente comentei com o Juba, minha paixão por Hentai. Citando sobre traços que já admirava das animações e dos mangás, e que tive outro mundo ao conhecer o tema adulto. Citando como me sentia, falando que tenho meus filtros. Só que realmente, tentáculos são famosos pelo povo hein. Sem mencionar outras loucuras. Mas como citado por nosso amigo que esteve no evento, bacana o fato da conversa dos criadores e dos fãs. Da qual acaba sendo de fã para fã, por mais tentáculos que tenham.

    No outro programa comentou sobre a menina (Ou mulher) com o zíper aberto. E se seria proposital ou algo que não foi notado, e como dito que nunca saberemos sobre isso. Dai até mencionei que levando em conta que é Japão, talvez até poderia ser direcionado a um certo público. Agora não me recordo se a menina citada era um visitante ou alguém que trabalhava por lá. Que foi até citado que tinha crianças no evento. E agora falou que tinha crianças nesse evento, voltado para tais tema. E que mais um pouco de altura a criança veria algo insano, isso se já não viu. Faz muito tempo mais já ouvi alguém comentar que algumas famílias compram Hentai aos seus filhos. Se é verdade não sei, apenas ouvi uma vez.

    Realmente pagar um refrigerante para o travesseiro (Foi isso mesmo?) com a estampa de uma personagem, é ml vezes melhor que sair passando a mão na bunda das meninas que ali andam de bicicleta. É cultural e para nós é estranho, só que se não tá atacando e prejudicando alguém, que mal tem. Digo porque já fui “julgado” na minha própria casa. Uma vez que minha irmã estava aqui na minha casa e ela viu na estante uns mangá (Futari H) e perguntou o que era. Eu disse. E o namorado dela disse: “Não toca nisso amor.” É curioso certos comportamentos. E por mais que sejam culturas diferentes, é possível tirar coisas boas, tendo seus filtros e gostos. Afinal é fácil querer apontar o dedo e julgar, quando nós mesmo não queremos ser julgados por certos hábitos e gostos particulares.

    Olha eu não sei, mais notei isso. Acho que houve uma grande crescente por Yaoi. Porque tempos atrás você pesquisava a palavra hentai, e o que vinha era o de sempre. Agora hoje em dia pesquise e virá um monte de Yaoi. Tanto que está provado nesse evento.

    Muito bom o link das modelos mostrando as calcinhas, relacionadas com cenas de Anime. E as falas de que foi um acidente em vê-la ou olhe minha calcinha XD.

    Juba tem uma certa música de fundo que você tocou, que cara eu lembro bem dela, mais me fugiu em qual anime eu a escutei. É bem aquela música tocada na cena sensual de ecchi com comédia XD.

    Parabéns pelo programa. Espero estar ajudando sempre que comento. Até o próximo. Abraços.

    1. Obrigado por sempre estar presente no podcast.

      Sobre a cultura do evento, ela mostra uma certa caricatura do que realmente temos hoje em dia entre fãs de animê e mangá.

      Sobre a música, por sua descrição é a de Densha Otoko. Sempre coloco a de devoradora de homens (da série) como tema de música safada.

  2. Saudações.
    Qual o preconceito de vocês com pessoas acima dos 40 anos e assalariado? (brincadeira)
    Nunca fui nesses eventos,embora tenha vontade de ir as data nunca batem com as folgas.
    Pelo que entendi,esses eventos são mais para que os fãs se expressem sem serem julgados.
    Trabalho em fábrica e já vi japa chegando para trabalhar com cinto,chaveiros e capinha de celular da hello kitty,carro com o painel cheio de enfeites dos mais variados animes,isso é até normal e ninguém fala nada.
    Gosto de animes,não sou do tipo que compra os produtos,só gosto de assistir,o que se nota,é que tirando os animes infantis,quase todos tem algum nível de sacanagem,sendo poses ou diálogos.
    Só digo uma coisa para quem vier para o Japão,’mente aberta,esteja preparado para qualquer coisa,e por mais estranha que possa parecer,não fique encarando.’
    Vida longa e prospera.

    1. Saudações, Inoue.
      Bacana isso que dividiu aqui.
      Eu sou do tipo que gosto e vou atrás dos produtos. Mais como moro no Brasil nem sempre fica barato importar. Mas quem sabe um dia com minha namorada, por ser japonesa, eu consiga viajar para ai. E assim comprar o máximo que puder.

      Realmente é algo cultural. Qualquer lugar que formos iremos nos deparar com algo que possamos achar estranho, ficarmos desconfortáveis. Muito pode ser difícil de entender, que é até mais complexo. Já outras coisas, e como você bem disse, mente aberta. Até porque podes acabar gostando.

      Falando de Brasil, e por vivência. Aqui num país onde temos funk, crianças cantando músicas com teor adulto. O que por si só já causa polêmica mais ainda assim não se faz tanta vista grossa.
      Mais basta falar de Animê, mangá e ecchi, e hentai. Tu já es julgado dos pés a cabeça. Até tu disse muito bem. Maioria dos Animê e Mangá, tem seu nível adulto. Eu já sinto o julgamento só por conta de ser algo animado. Porém existe muitos que gostam, só que ainda no meio desses, ainda exista os que julguem e tenham medo de dizer o seu próprio gosto. A cultura nerd viveu muito disso, e hoje é tratada como merece. Mais eu ainda sinto que quando falamos de Japão, em relação a tudo que já citamos na conversa, ainda sinto um grande preconceito.

      Não digo que ai não exista. Mais em relação a minha visão e opinião sinto um pouco disso ainda aqui no Brasil. E se tratando de culturas o errado para uma é o certo para outra. E no fim o que mais pesa é sua índole e bom senso. Porque tentar entender as culturas do mundo não é uma obrigação, mais sempre estamos aptos a julgar. Eu, você, é da natureza humana.

      Um dia quero conhecer e entender mais sobre a cultura japonesa, para poder entender e apurar mais minha opinião. Que é a de um leigo. Só sei que por meus gostos eu me sinto julgado, e eu mesmo já me julgo.

      Acho que tenhamos a mente mais aberta para tudo nessa vida e mundo.

      Obrigado, e desculpe se pareci pesado. Só foi o que me veio a mente no momento em que escrevo.

    2. Inoue,

      Eu acho que o problema do brasileiro é analisar muito a forma que a vida dos outros levam. Bem que falam que os japoneses se preocupam muito com a forma que os outros estão pensando.

      Sobre assalariado, eu não tenho nada contra e acho que a pessoa tem que ser feliz da forma que achar melhor. Tanto que citei meu amigo que faz cosplayer feminino no cast, e por mais estranho que eu tenha achado no início por ele parecer extremamente tímido, eu acho que se ele ta feliz, ele tem que fazer mesmo.

      Eu estava muito preocupado com as brincadeiras sobre Yaoi e tocar YMCA, mas foi a forma que eu encontrei de brincar com a trilha sonora da mesma.

      Acredito que coisas “que fogem do normal” existem em todos os países e me incomoda muito quando brasileiros gostam de exaltar o lado bizarro dos japoneses sem mostrar o lado bom das coisas. No JWave, tentamos traçar um paralelo do Comiket com FIQ em BH e CCXP, exatamente porque queremos que as pessoas vejam as coisas boas e ruins de um evento.

      Temos que ter a mente aberta em qualquer país e agradeço muito ao seu comentário. Esperamos ter traduzido o sentimento de ir ao evento e saber brincar com isso, mesmo que seja tão diferente da nossa realidade.

      1. É Brasileiro é muito disso. Sim, e como gostam de exaltar o que é diferente de sua terra. Dando a entender que o que é nosso é melhor do que o do outro país. Lamentável. Por isso que falo tanto do preconceito. E focam sempre no que é diferente. As vezes até dando informações erradas.
        Isso ocorre muito com os games, porque o lado que sempre tentam ver e expor é: Jogos violentos influenciam.
        Infelizmente vejo muito disso no Brasil, agora pelo mundo a fora não sei. Mas aqui é assim mesmo “foge do normal” já tá errado e que venham os julgamentos.
        O que não deixa de ser parte da nossa cultura, e de como nossa sociedade foi formada.

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