JMangá #111: Slam Dunk #1

Depois de lançar Vagabond em formato acessível para os órfãos das edições da Conrad e da Nova Sampa, a Panini entra em campo mais uma vez e relança um dos mangás mais legais que já passaram por aqui. Slam Dunk retorna em uma edição parecida com a de Vagabond e One Punch Man para nos ajudar a matar a saudade das confusões de Hanamichi Sakuragi. Vamos conferir?

A história

Depois de levar o quinquagésimo fora consecutivo no ginasial, Hanamichi Sakuragi já não quer mais saber de se apaixonar. Para piorar, o objeto de sua afeição preferiu um membro do time de basquete, fazendo com que nosso pobre protagonista passasse a alimentar ódio pelo esporte.

Ao passar para o colegial e com a fama de encrenqueiro que trouxe do ginásio, Hanamichi passa a arranjar confusão com qualquer um que mencione a palavra (ou algo parecido) e está disposto a permanecer assim, até que encontra a meiga Haruko Akagi, que quer saber se ele gosta de basquete.

Instantaneamente curado de sua aversão ao jogo e apaixonado mais uma vez, Hanamichi resolve tentar impressionar a menina e fazer de tudo para entrar no time do colégio, cujo capitão é ninguém menos do que o irmão mais velho dela. Agora, nosso herói (?!) irá se esforçar para aprender a jogar e lidar com o fato de que Haruko gosta dele apenas como amigo. Prepare-se para tiradas geniais e jogos emocionantes, neste que é um dos melhores relançamentos do ano.

 

Página de abertura do capítulo da reedição

O relançamento

A primeira passagem de Slam Dunk no Brasil foi pela editora Conrad, já no formato tankohon, mas com papel jornal. As capas eram molinhas e a primeira edição veio com um chaveirinho bem legal.

Na versão da Panini, optou-se por uma versão baseada no kazenban, mas não necessariamente neste formato: a edição foi publicada em off-set, com páginas coloridas e orelhas, com imagens na capa exclusivas para esta reedição. Houve uma revisão na tradução (que novamente ficou a cargo da Drik Sada) e a edição foi compartilhada entre Beth Kodama e Victor Barbosa.

Versão pré recall

Um parêntese sobre o recall

Como é do conhecimento de todos, o lote enviado para a Comix estava com um probleminha de descolamento, entretanto a editora prontamente identificou a ocorrência e disponibilizou um endereço de e-mail para solicitar um recall, o qual pedi. Recebi meu exemplar alguns dias depois, mas fui obrigada a pedir um novo porque o cantinho do exemplar veio amassado, com aquela temida marca de pressão (mas um tantinho exagerada).

Agora espero a chegada de outro exemplar e desejando fortemente que seja o definitivo. Deixo claro que isso ocorreu comigo e que não tenho conhecimento de outros casos semelhantes. Convido vocês a compartilharem conosco suas experiências com a primeira edição do relançamento de Slam Dunk.

páginas coloridas da reedição brasileira

Opinião

Slam Dunk é um mangá excelente. A saga de Sakuragi para se tornar um jogador é deliciosa de acompanhar e sempre te deixa ansioso pelo próximo capítulo.

Não tem um personagem que não seja bacana (ansiosa pelo retorno de um certo personagem que está internado) e, a cada passo que Sakuragi dá em direção ao seu sonho (?!), a gente vibra como se fosse um jogo ganho. Qs disputas entre os colégios também são sensacionais e os times, espetaculares.

Não acho que se deva comparar Kuroko no Basket com Slam Dunk, pois são apelos diferentes; de qualquer forma, fico feliz pela republicação e torço para que ela abra caminho para a vinda de outro mangá de basquete de Inoue que eu amo: Real.

Espero que as próximas edições venham ainda melhores e que todos aqueles que não tiveram a chance de acompanhar pela Conrad, consigam se deliciar com esta nova oportunidade.

Texto: Luana Tucci
Edição e Diagramação: Giuliano Peccilli

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