JMangá #134: Fort of Apocalypse #1


Um dos títulos anunciados pela JBC em 2016, Fort of Apocalypse já está em seu terceiro volume nas bancas brasileiras. Conferimos o primeiro volume e contamos nossas impressões para vocês nesse JMangá.

A história
Yoshiaki Maeda é um jovem de 16 anos que foi condenado à prisão perpétua por assassinato e enviado ao Instituto Shouran, uma prisão para menores infratores. Apesar de jurar ser inocente, é colocado junto com outros jovens detentos na sala quatro e vê logo de cara que sua vida ali não será fácil.

Masafumi Yoshioka, o representante da sala quatro, o recebe com uma cordialidade maquiada por uma personalidade agressiva e cínica. Além dele, os outros colegas de quarto são o taciturno Go Iwakura e o pedante Mitsuru Yamanoi, conhecido também como Neumann.

Já é certo que, no meio de tantos delinquentes provocando uns aos outros o tempo todo à procura de briga, e policiais que não parecem ter real interesse em administrar os problemas, a vida do novato será um inferno… Mas o que Maeda não esperava é que ficaria ainda pior.

No meio de um treino-castigo por terem participado de uma briga no refeitório, Maeda e seus colegas se deparam com algo inusitado: um veículo de escolta bate em um poste dentro do campo e dele saem pessoas cobertas de sangue, que atacam quem está perto com mordidas brutais. Quem é atacado torna-se uma espécie de zumbi e assim o caos se instaura dentro do instituto.

A situação não está fácil para os internos do instituto…

Maeda e seus colegas tentam prevenir os outros internos, mas essa atitude mostra-se contra-producente. Os quatro jovens acabam fugindo de lá, apenas para perceber que a cidade toda está passando pelo mesmo problema.

Melhor aceitar essa ajuda, não?

Agora, os rapazes deverão agir para garantir sua sobrevivência em um inferno pior do que a instituição. Quanto tempo será que eles aguentarão neste mar de sangue e cadáveres?

A edição brasileira
Fort of Apocalypse foi publicado no já conhecido pisa brite, utilizado na maioria das publicações de banca da JBC. A tradução ficou por conta de Jae HW.

Capa brasileira de Fort of Apocalypse

Opinião
Não sou muito fã de história de zumbi, mas essa está um pouco diferente do que estou acostumada a ver por aqui.

Maeda é um protagonista que fica à sombra dos outros colegas de sala, que parecem muito mais interessantes (especialmente Iwakura, que só arrancou um para-raios com as mãos neste volume, coisinha básica). Ele não é inteligente, nem forte, nem atraente, nem rápido, nem nada. É o personagem clássico que serve de comida para zumbi.

Os galãs de Fort of Apocalypse

Exceto pelo fato de que é o protagonista e de que talvez esconda algum segredo (não consigo acreditar 100% na história dele), não imagino que Maeda evolua muito mais na obra, mas sempre tem um plot twist, então estou ansiosa por isso.

Um ponto forte é que não vi (até agora, pelo menos), outro clássico dos mangás de zumbi: meninas com peitos exageradamente grandes (parecendo balões, às vezes), pouca roupa e muita sorte. Espero que continue assim.

Mesmo não sendo fã do gênero, devo dizer que este título é bem interessante e que estou aguada de curiosidade para saber se existe um paciente zero, o que realmente levou os garotos ao instituto e se Maeda é mesmo inocente. Dez volumes é uma quantidade razoável para se desenvolver uma boa história, espero que o final seja de arrepiar os cabelos.

Agradecemos à editora JBC por ter cedido o exemplar para análise.

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