JMangá #145: Nisekoi #1

Uma das obras mais aguardadas e ovacionadas pelos fãs quando anunciada pela Panini, Nisekoi chega às bancas brasileiras para conquistar os fãs de comédias românticas exageradas. Contamos nossas impressões neste JMangá.

A história

Raku Ichijou é um colegial normal como tantos outros, exceto pelo fato de que é herdeiro de uma família yakuza, o que lhe traz um enorme leque de inconvenientes no seu dia a dia.

Além disso, ele fez uma promessa há dez anos com uma garotinha: ele ficaria com o cadeado, e ela com a chave. Quando eles crescessem e se reencontrassem, o cadeado seria aberto e eles se casariam. Tudo muito lindo e romântico, exceto pelo fato de que Raku não se lembra mais do rosto da garota.

Capa brasileira de Nisekoi

Ele tem uma queda por uma colega da escola, Kosaki Onodera. Ela é uma garota educada, esforçada e querida por toda a classe, e é claro que Raku nunca expressou seus sentimentos.

Ao chegar na escola, distraído e pensando na vida, ele é atingido por uma garota aleatória, que pulou o muro e aterrissou bem em cima dele. A garota é Chitoge Kirisaki, sua nova colega de classe e atual fonte dos seus problemas.

Eles nunca mais foram os mesmos depois desse “encontro”…

Como se não bastasse tudo isso, Raku descobre que, para apaziguar a briga entre duas famílias yakuza rivais, terá que namorar com a filha do outro chefe yakuza da região que é ninguém menos que Chitoge.

Ambos terão que fingir muito bem estarem apaixonados, ao mesmo tempo em que Raku tenta descobrir se a garota com quem fez a promessa está por perto… quem sabe?

A edição brasileira

Nisekoi foi publicado no mesmo formato da maioria dos mangás da editora: papel pisa brite, sem orelhas, sem páginas coloridas.

Capa interna da edição brasileira de Nisekoi

A tradução ficou por conta de Fernando Mucioli.

Palavra do autor

Opinião

Apesar do mangá ser bem engraçado, achei esse lance da promessa bem parecido com Love Hina e a Chitoge uma espécie de Asuka: mestiça, bonita, faz pose de educada para fazer amizades mas no fundo é bem grosseira, com alguns momentos fofos (poucos, até o momento).

O lance da família yakuza não é novidade, mas os personagens são um dos alívios cômicos da obra e estão bem nesse papel. Raku é um protagonista interessante e Kosaki pode surpreender se deixar a personalidade “Shinobu” de lado em algum momento e lutar pelo que quer com todas as suas forças.

Divertido, mas não preza pela originalidade. Não estou torcendo para nenhuma das duas no momento, mas a história só está começando.

Agradecemos à editora Panini por ter encaminhado o exemplar para análise.

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