JMangá #158: Rock Lee e a Primavera da Juventude #1

Mais um lançamento da Panini, dessa vez para os fãs de Naruto. O primeiro volume do divertido Rock Lee – A Primavera da Juventude chegou às bancas e é uma boa opção para quem é fã de histórias divertidas e descompromissadas. Confira um pouco da obra neste JMangá.

A história

O mangá consiste em historinhas cuja trama é resolvida no mesmo capítulo, tendo o ninja Rock Lee e sua equipe como protagonistas.

Praticamente em todos os capítulos, o personagem reforça sua incapacidade de utilizar ninjutsu (técnicas ninja que envolvem heranças sanguíneas ou algum tipo de poder), mas que irá tornar-se um ninja tão poderoso quanto seu mestre, Might Guy, usando somente o taijutsu (técnicas que envolvem apenas habilidades com o corpo, como as artes marciais).

Para compensar a falta de ninjutsu, Lee cria as técnicas mais idiotas possíveis ligeiramente inspiradas nas técnicas dos inimigos ou dos aliados e, na maioria das vezes, consegue convencer e resolver os problemas.

O mangá tem uma pegada um pouco mais infantil; os personagens estão retratados quase em forma SD (super deformed – quando os personagens são retratados como crianças, mas com uma proporção bem achatada) e os capítulos trazem histórias que, em sua maioria, descambam para piadas no estilo Yo-Kai Watch.

Adoraria desver os quadrinhos onde o Lee aparece com esse… saiote…

Mesmo assim, é possível matar as saudades dos personagens da fase Shippuden e ver facetas desconhecidas de personagens como Neji Hyuga, por exemplo.

Byakugan by Rock Lee

A edição brasileira

Assim como praticamente todos os shonen da editora, Rock Lee foi publicado em papel pisa brite.

A tradução ficou a cargo de Felipe Monte e a edicão sob a batuta de Diógenes “Dih” Diogo, que também fez um trabalho bem bacana com a adaptação do mangá.

Opinião

Se você está esperando algo igual à Naruto, pode esquecer. Rock Lee traz muitos personagens da obra principal, mas a semelhança acaba aí.

Você não vai se emocionar com a busca de Lee pela superação nem nada do tipo. O mangá foi feito para ser engraçado e é isso que você vai ver: histórias construídas para fazer rir sem ter muita coerência com a personalidade de alguns personagens (Neji e Kakashi são os maiores exemplos).

Lee usando Kakashi sensei como inspiração

No mais, é um título bem divertido e que cumpre a função de entretenimento. Vale a pena dar uma olhada, especialmente se você é bem fã da história principal e não imagina alguns personagens em certas situações.

Agradecemos ao pessoal da Panini por ter encaminhado o exemplar para análise.

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