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Cobertura do Anime Friends 2018


Em 2018 tivemos a 15º edição do Anime Friends e com ele, o evento ganhou uma nova administração. Prometendo ser o maior Anime Friends, a empresa trouxe mudanças pontuais, trazendo novidades para o maior evento de animê e mangá na cidade de São Paulo.

15 anos de sucesso
Anime Friends surgiu em 2003, sendo realizado no colégio Madre Cabrini na zona sul da cidade de São Paulo. O evento que reuniu amigos e fãs acabou mudando a forma de produzir eventos até então, trazendo artistas do Japão.
O sucesso do evento naquele ano acabou levando no ano seguinte no Espaço das Américas, posteriormente passando pela Universidade Santana, Mart Center, Campo de Marte e por fim Transamerica Expo Center.

Tendo uma nova administração, Anime Friends ganhou outra casa e assim Pavilhão de Exposições do Anhembi foi escolhido já no Ressaca Friends. É um tanto curioso que de diversos lugares que o evento passou, Anhembi acaba sendo próximo da Universidade Santana e do Campo de Marte, assim para quem frequenta o evento desde o começo, não deixa de ser nostálgico em passar nesses lugares.

Agora na administração da Maru Division, o evento volta a ganhar contornos de cultura japonesa mesmo que a cultura coreana com K-POP continue ocupando e até aumentando seu espaço dentro do evento.

Mas será que houve uma renovação do evento em si?
Quem frequenta eventos de animê e mangá há 15 anos, provavelmente reconheceu alguns rostos dos bastidores. É uma empresa nova que está por trás, mas não muda o fato que você não precisa jogar fora um passado, então ver rostos do passado, acaba se percebendo que algumas dessas peças são essenciais para o evento continuar no mercado.

E frequentando shows do Ultraman e da Hatsune Miku se percebeu uma predileção em nostalgia. Seria focando numa nova geração ou numa velha geração que leva sua família para os eventos hoje em dia?

Independente do que for, o Anime Friends movimentou 15 milhões reais, trazendo um público de 50 mil pessoas. Gerando em 4 dias de eventos, o Anime Friends teve 35 shows e 60 painéis, se aproximando muito mais do modelo do CCXP hoje representa no mercado, do que as raízes do evento em 2003.

Se em 2003 o Anime Friends tinha como concorrente o Animecon, o evento teve que se reinventar em 2018 para “brigar” com Brasil Game Show e Comic Con Experience. É verdade que Anime Friends se reinventou algumas vezes no meio do caminho, deixando de lado premiações como Oscar da Dublagem e trazendo pra si concursos internacionais como World Cosplay Summit.

No último ano, Anime Friends havia ganhado contornos de um evento mais sofisticado, trazendo shows e um espaço de exposições, o que agregou, mas também se percebeu um esvaziamento do público, justamente por seguir um modelo de preço mais caro, bastante similar ao Comic Con Experience.

Mas pelo curto tempo que foi anunciado a nova administração do evento em 2017, não se percebeu qual era a intenção dos organizadores. Restando a dúvida de qual estrutura seria seguido em 2018.

Assim o Anime Friends chega ao mesmo espaço que acontece eventos como a Campus Party, porém nem dando dando destaque aos palcos como eram nas edições passadas, mas trazendo painéis de apresentações internacionais, como Ultraman Heroes e Hatsune Miku. E quando se pensa em Ultraman, o evento ainda trouxe museu com itens do herói e uma lanchonete temática com lanches Ultra e de monstros da série de televisão.

Na parte de convidados, tivemos a atriz de Tokusatsu e Dorama, a Ayame Misaki, a cosplayer Lady Lemon, e o ator Takumi Hashimoto. Musicalmente tivemos diversos talentos nacionais, mas quando se fala internacionalmente, os destaques foram a cantora Yumi Matsuzawa, Deadlift Lolita, Myth & Roid, o grupo sul coreano Blanc7, o DJ Hachioji P e as bandas Snowkel e Oreskaband.

Foi interessante ver escolhas atuais como a atriz Ayame Misaki, além de ver shows bastante empolgantes como Oreskaband, Blanc7 e Snowkel. Por outro lado, lamentamos bastante que o show da Yumi Matsuzawa na sexta-feira tenha tido problemas de som e um grupo de dançarinas que não estavam muito empolgadas, além de um telão projetando em looping eterno o nome da cantora. Lógico que são erros que se corrige, sendo que no dia seguinte a qualidade sonora do show estava mais empolgante, além de que o telão ter passado imagens de animês e não só o nome das atrações, assim entendemos que alguns erros foram corrigidos, mas assumimos sentir falta dos palcos antigos do evento.

E um fato bastante curioso foi a excelente praça de alimentação que o evento teve. Tudo bem que os preços talvez estivem altos, porém nada muito diferente de outros eventos do gênero, então tornava uma boa opção pro público ali presente.

Agora se temos algo para aplaudir do novo evento foram as palestras internacionais. Adoramos saber o processo de criação da Hatsune Miku, além do verdadeiro show que o DJ Hachioji P proporcionou dentro do evento. Quanto ao Ultraman Heroes, a nostalgia funcionou e foram excelentes shows pra levar qualquer adulto as lágrimas de tanta emoção.

Na parte de palestras, tivemos diversos anúncios de editoras, agora num espaço que não teve tanta invasão de som como já teve em algumas edições passadas. É verdade que o anúncio do Jaspion roubou holofote no sábado ao reunir no mesmo palco a Sato Company e a Editora JBC, porém também tivemos bons momentos na palestra da Panini Comics e no bate-papo entre editoras no dia seguinte.

Além disso, o evento teve stands bastante bonitos da Editora JBC, Editora NewPOP, Panini Comics, Crunchyroll e da Bandai Namco.

E se de um lado temos um evento que se rejuvenesceu, seguindo uma nova visão de mercado, também temos a sensação que algumas coisas nunca mudam. E pensando nisso que devemos esperar 2019 para entender quais os próximos passos dessas empresas.

O que podemos dizer até aqui é dar os “parabéns” a nova empresa que administra o Anime Friends por trazer de volta a cultura japonesa dentro do evento. Teve pontos positivos? Teve. Teve pontos negativos? Também teve, mas a empresa entendeu durante a feira e muitos deles foram se solucionando sem que o público percebesse. Então só podemos desejar que o evento continue com mesmo entusiasmo que veio em 2018. Assim, esperamos que no ano que vem traga ainda mais atrações únicas para o nosso país.

Sei que estou curioso para ver como o público e os eventos estarão em 2019. Quais serão os próximos passos? Escolhas? Formatos? Mas e vocês? Estão curiosos pelo que vem por aí?

Agradecemos a organização do Anime Friends pela edição 2018 e permitir nossa cobertura no evento.

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Saiba como foi a mesa redonda das editoras no Anime Friends

Domingo é dia de mesa redonda com as editoras de mangá e, desta vez, o mediador foi Fábio, do blog Mais de Oito Mil. O bate-papo contou com a presença de Junior Fonseca, diretor da NewPOP, Marcelo Del Greco, gerente de conteúdo da JBC, Levi Trindade, editor líder da Panini e uma novidade: Paulo Roberto, coordenador de conteúdo da Devir, que iniciou a publicação de mangás no Brasil recentemente. Aqui, seguem os tópicos principais abordados na conversa.

O problema com a distribuição

Como esperado, o tópico distribuição foi abordado e cada uma das editoras falou um pouco sobre suas estratégias para que os produtos cheguem à maior quantidade de leitores possível.

Junior relembra que a NewPOP tirou os mangás da banca visando otimizar a distribuição dos produtos. Paulo, que também atua nesta área (a Devir também realiza a distribuição de alguns produtos em parceria com outras editoras), ressalta que o monopólio foi quebrado quando a Panini criou uma distribuidora própria e aponta as dificuldades que as editoras encontram, preferindo focar na distribuição para lojas especializadas e grandes redes de livraria, já que seu produto tem um formato que permite essa alternativa.

Marcelo revela que a JBC, há pelo menos 10 anos, decidiu não deixar tudo por conta da banca e já investia em pontos de venda alternativos e lojas especializadas, ofertando também produtos diferenciados para cada um desses pontos.

Levi ressalta que a distribuição sempre foi um problema, especialmente pelo tamanho do Brasil. O custo é muito alto pra que as revistas cheguem todas ao mesmo tempo em um país com dimensões continentais. Com a quebra do monopólio da Dinap (atual Total), muitos mangás que eram dados como perdidos reapareceram agora, já que os produtos eram armazenados e esquecidos pela distribuidora, sem nunca chegar ao destino final. A Panini disponibilizou parte do que foi recuperado em seu stand no Anime Friends, como por exemplo Pluto #1 e Berserk #19.

Ainda segundo Levi, mesmo restando uma grande quantidade de bancas no Brasil, é necessário que as editoras continuem abrindo espaço pra outros canais de distribuição e procurando alternativas para atender a todos os leitores, pois a venda em livrarias tem vida longa, mas na banca o máximo são 60 dias.

Marcelo complementou que a margem de lucro da editora é muito baixa e que todas essas coisas influenciam no preço final dos mangás.

A editora é prejudicada se o leitor deixa para comprar várias edições de uma só vez?

Ao ser abordado sobre, Marcelo Del Greco diz não fazer tanta diferença se o leitor compra tudo de uma vez porque as lojas virtuais adquirem pacotes fechados. Paulo acredita que a Amazon pode estar criando um monstro, já que a grande maioria de consumidores espera obter um desconto na compra do produto e isso pode prejudicar a editora a longo prazo.

Para Levi, trata-se de uma prática de negócios, mas para combatê-la, o correto seria fazer uma pré-venda na própria loja da editora por um preço mais razoável, para que pelo menos o primeiro volume fique garantido.

Junior Fonseca revela que nenhuma editora repassa descontos absurdos para Amazon e outras lojas. Na opinião dele, isso é fruto de uma estratégia da loja e, graças à Amazon, as lojas especializadas perceberam a necessidade de se fazer pré-venda.

Ele ainda reitera que cada uma das lojas tem seu cliente fiel e, para todas as editoras, não é interessante que exista monopólio e prefere que comprem os produtos na ocasião do lançamento, pois às vezes o intervalo para que ele consiga medir o desempenho do produto pode ser muito grande. Em uma participação especial, Edi Carlos Rodrigues, marketing da JBC, acrescenta que, quanto antes garantir seu produto, menos manuseado ele estará.

Reimpressões de mangá

Levi afirma que a Panini pensava em reimprimir alguns títulos, mas quando a distribuidora devolveu grande quantidade de mangás que eram dados como perdidos, decidiu-se por não reimprimir a princípio. Agora, estão realizando um trabalho de busca para tentar localizar e reaver outros produtos que possivelmente tiveram o mesmo destino, para estudar se a reimpressão será necessária mesmo.

Como em todas as palestras de que participa, Junior relembra que a New Pop sempre tenta seu catálogo disponível, tanto devido às distribuidoras, como para obter novos leitores. O volume 1 de GTO será reimpresso porque atualmente encontra-se esgotado e, como a série tem 25 volumes, todos os números precisam estar disponíveis para que novos leitores não desanimem se tentarem comecar a coleção agora.

Ele conta que cada caso é analisado para ver se realmente há necessidade de reimpressão. Speed Racer ficou três anos esgotado e retornou agora.

Paulo diz que nem sempre há recursos disponíveis para imprimir tudo o que gostaria, devido aos custos, porém não tem tantos problemas como as outras editoras, já que a maioria das publicações é volume único. Assume que Ancient Magus Bride teve um desempenho acima do esperado e que por isso, o primeiro volume se esgotou muito rápido, mas será reimpresso.

Para Marcelo, é difícil fazer a manutenção de séries muito longas. Os casos mais pontuais são Hunter X Hunter (hiatos longos entre cada volume prejudicam o planejamento de uma reimpressão), Nana, Bastard e X (estes três últimos, em hiato no Japão, deixando a editora de mãos atadas).

Ele ainda ressalta que os contratos possuem uma série de detalhes e não permitem que um volume específico seja que reimpresso. Sendo assim, a JBC prefere dar um upgrade em determinada série, revitalizando a franquia e trazendo oportunidade para novos leitores e para aqueles que perderam algumas edições.

Sobre o novo papel da Panini

Segundo o Levi, os novos lançamentos estão em off white porque os leitores pediam algo de maior qualidade. Ele ainda esclarece que os contratos ditam a forma como o título é negociado. Os títulos publicados em papel off-set já deveriam ter sofrido reajuste, mas o preço foi mantido por questões contratuais (embora alguns leitores não acreditem, já consta nas propostas que a editora envia ao Japão, itens como preço e formato do produto). A maioria das editoras absorve o custo o maior tempo possível.

Marcelo conta que o projeto de Lost Canvas foi totalmente revisto pois era um lançamento direcionado às bancas. As páginas coloridas são um bônus (não estarão em todos os volumes) e o papel também foi alterado porque o preço dos papéis cotados anteriormente subiram de forma considerável.

Capa e sobrecapa da edição brasileira de Nonnonba

Mangás custando acima de 50 reais

Paulo ressalta que a Devir já tinha criado o selo Tsuru apostando em público diferenciado e visando as livrarias.

Marcelo Del Greco conta que o kanzenban também foi planejado para venda em livrarias e lojas especializadas, assim como Akira e Ghost in the Shell.

E… Quanto à vinda de mais títulos shoujo para o Brasil?

Levi diz que, anteriormente, a Panini trouxe muitos títulos shoujo e houve reclamação por parte dos leitores e, agora que as séries em andamento estão chegando ao final, os leitores acreditam que a editora não vai mais trazer.

Tanto ele como Marcelo e Junior afirmaram que todos os títulos têm chance de vir, independente da demografia. Só precisa ser feita uma análise de viabilidade para que não tenha risco de cancelamento.

Formato digital

Para a Panini, salvar mangás dados como cancelados através da publicação digital pode ser uma opção, mas primeiro tem que analisar se o contrato permite, além de ver questões de licença, quais os custos pra digitalizar tal material, entre outros itens. A título de curiosidade, Marcelo conta que Fairy Tail foi totalmente revisado e rediagramado para a versão digital. Ele também ressalta que os softwares e hardwares estão em constante mudança, e que isso dificulta na hora de converter os arquivos.

Esses foram os principais tópicos abordados na tradicional mesa redonda das editoras!
Esperamos que tenham curtido nossa nova forma de cobertura.

Tem algo a acrescentar? Não concorda com algo que foi dito? Vamos continuar o bate-papo nos comentários!

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Cobertura Brasil Game Show 2017

Esse ano o Brasil Game Show comemorou 10 anos e com ele, temos uma história de sucesso que nasceu no Rio de Janeiro e se encontrou em São Paulo. Seguindo a formula de eventos como Rock in Rio, Brasil Game Show tem um histórico de eventos bem diferente daqueles que nasceram na cidade de São Paulo.

Depois de uma edição no São Paulo Expo, Brasil Game Show, o evento retorno ao Expo Center Norte. E a primeira conclusão que tiramos é que nunca foi uma escolha tão bem acertada. Se a maioria dos eventos acontecem no São Paulo Expo, Brasil Game Show funciona muito bem do outro lado da cidade, não devendo nada ao seu “irmão” mais famoso.

Do lado do maior shopping da América Latina, Expo Center Norte, lembra vagamente o espaço de maior evento de games do planeta a E3, além disso o evento tem uma enorme equipe para assessorar jogadores e jornalistas.

Alias, vamos combinar que num quesito que o Brasil Game Show deixa no chinelo todos os eventos da cidade de São Paulo é em como eles cuidam dos jornalistas. Trazendo salas equipadas com baias de trabalho, telas com projeção, além de refeições à vontade, a novidade desse ano era até cadeiras de massagem. Um conforto que não estamos acostumado em outros eventos que acontecem na mesma época. Só que todo ponto positivo tem seu negativo, e quanto a isso, infelizmente temos amigos de profissão que abusam um pouco desse tratamento, o que nos desmerece como um todo. Esperamos que um dia que essas pessoas entendem que não prejudicam só a si mesmos, mas também todos nós, que reconhecemos o bom tratamento que o evento dá a nós, jornalistas.

Convidados internacionais

Brasil Game Show não é Brasil Game Show sem seus artistas convidados. Esse ano tivemos o grande Hideo Kojima, além dele tivemos o Phil Spencer, vice-presidente da Microsoft. Também tivemos o Nolan Bushnell, inventor do primeiro arcade, Computer Space, além de também ter criado Atari 2600.

Entre outros artistas, também tivemos Stephen Bliss, que desenvolve as artes da série Grand Trief Auto, além do jogo LA Noire.

Outro velho conhecido do público brasileiro, também retornou esse ano que é Ed Boon, o co-criador de Mortal Kombat. Desenvolvendo jogos como Injustice 2, ele também deu uma série de entrevistas para programas de televisão brasileiros, como The Noite do Danilo Gentili.

Para fechar, ainda tivemos a presença de David Crane, que foi o designer de Pitfall!, além de Hector Sanches que foi produtor de Injustice e Mortal Kombat X.

Atrações

As grandes atrações são as produtoras de jogos, porém existem espaço para tudo e todos ali dentro. Do PC Gamer, Sonysta ou Caixista, podendo testar e conhecer melhor os próximos jogos a serem lançados.

Um dos espaços mais nostálgicos foi a Arena Arcade Diverbras que trouxe diversos arcades de diferentes épocas. Além do Buscapé Evolução do Videogame que foi a maior exposição de consoles clássicos da história do evento.

No stand da Ubisoft, os destaques estavam para Just Dance 2018 que será lançado esse mês, além de South Park: A Fenda que Abunda Força que foi lançado essa semana e Assassin´s Creed Origins.

Já a Sony trouxe jogos como Gran Turismo Sport, Monster Hunter: World, além dos futuros lançamentos como Detroit: Become Human que tem toda uma pegada de Heavy Rain.

No stand do Xbox tivemos diversos jogos com destaque, como o famoso Cuphead, além de Sea of Thieves, que tinham espaço garantido.

Já os lançamentos da Capcom estavam no Stand da Warner Games que tem uma parceria no lançamento de jogos físicos no Brasil. Assim, podia se ver novos detalhes de Dead Rising 4 que finalmente é lançado para PS4, além do recente lançamento Marvel x Capcom: Infinite.

Entre os destaques da CD PROJEKT RED estava o jogo Gwent: The Witcher Card Game. Multiplayer muito interessante e que cada jogador poderá ter até 40 cards.

Dentro do Brasil Game Show, também tivemos toda uma área indie, em que jogos como Trajes Fatais trouxe novidades como port para Playstation 4. Também tivemos o jogo premiado internacionalmente, No Heroes Here que está chegando para PC e Playstation 4. Mas quanto a isso, o JWave está preparando uma série de vídeos com entrevistas com esses lançamentos indies aqui no mercado brasileiro. Visite o nosso canal de Youtube ou nossa fanpage no Facebook para assistir essas entrevistas.

Vale ainda parabenizar o evento pelo espaço de games produzido na China e Coreia do Sul. Em especial os jogos sul coreanos estavam ali com apoio do governo sul coreano, trazendo localizações em inglês, além de membros de cada jogo ali para apresentar os diferentes jogos.

O evento também marcou o lançamento de algumas empresas no Brasil, como Gamespot. Fortalecendo o mercado brasileiro com sites internacionais que ganham equipes e conteúdo produzido por aqui.

Durante 5 dias, Brasil Game Show teve milhares de pessoas cruzando seus espaços e stands. E num balanço, o evento tinha muita coisa que não se aproveita num único dia, o que faz você dar uma olhada com outro ponto de vista em outros dias do evento.

Agradecemos a honra de trabalhar em mais um Game Show Brasil, sendo que ainda traremos outros conteúdos sobre painéis e palestras que aconteceram por lá. E com certeza nos vemos em 2018!

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Cobertura do show ONE OK ROCK 2017!

Sexta-feira passada tivemos o show do ONE OK ROCK no Cine Joia e estivemos presentes no show.

Não estive na primeira passagem no Brasil, mas tenho uma sensação de nostalgia quando falo dessa banda. Escrevi sobre ela há mais de dez anos atrás na revista Neo Tokyo, sendo que eles estavam no começo de carreira, aonde se falava mais da vida deles antes da banda do que da sua própria trajetória.

Passado tantos anos, ONE OK ROCK construiu uma carreira consolidada, tocando em diversos países, agora retornando pela segunda vez ao país. Além disso, por mais que toquem na trilogia de Rurouni Kenshin, ONE OK ROCK não é uma banda de animesongs, sendo vista como uma banda de rock e é o que definitivamente ela deve ser vista e apreciada.

Cine Joia – Um lugar que respira cultura japonesa

Vamos começar falando do Cine Joia que fica entre a Liberdade e a Sé. Escondido atrás do prédio da Ikesaki, Cine Joia nasceu como cinema e foi um dos 4 cinemas que exibia filmes japoneses na cidade de São Paulo.

Numa época que preferimos esquecer, Cine Joia fechou as portas, devido a criação de leis que serviam para proteger o cinema nacional, mas esqueciam cinemas que tinham seu nicho.

Cine Joia ainda guarda resquícios de seu passado, tendo pôsteres de filmes japoneses antigos, porém ele se transformou numa casa de show. E se você olha para a casa identificando que ali foi um cinema, também verá equipamentos que transformam ali num palco que acabou se tornando a casa oficial da banda no Brasil.

As duas apresentações do ONE OK ROCK foram lá e pela casa cheia nesse show mais recente, podemos dizer que a casa está ficando pequena para eles. Além disso, era evidente a quantidade de japoneses que estão trabalhando no Brasil e vieram prestigiar o show, não se limitando a fãs de rock, aonde no seu público se ouvia tanto português como japonês.

Ambitions e uma viagem ao passado
O show começou pontualmente às 21 horas, sendo que eles não fizeram nenhuma parada, fazendo um show de uma hora e meia. Trazendo em especial um set baseado em seu recente álbum, também trouxe sucessos do passado, homenageando fãs de longa data.

Muitas músicas fizeram a casa ir abaixo, mas podemos destacar algumas em especial. Tivemos logo no começo a Clock Strikes lançada em 2013, sendo uma música que mexe com nosso coração.

Grande destaque veio com The Beginning, tema do primeiro filme de Rurouni Kenshin. E quando você pensava que teria acabado, acaba surpreendido com Mighty Long Fall, lançado em 2014 e tema do segundo filme de Rurouni Kenshin.

E se você acha que existe alguma barreira de idiomas, We Are veio na consagração da noite, mostrando que todos ali eram fãs da banda que surgiu em Tóquio.

Mesmo com as luzes apagadas, o show não tinha acabado, assim tivemos o retorno de Taka, Toru Ryota e Tomoya com as camisetas da seleção brasileira e com seus nomes escritos nas costas.

E foram com as camisetas do Brasil que ONE OK ROCK presenteou os fãs com American Girls e Wherever You Are. E o que falar de Wherever You Are? Público cantando e já com os olhos marejados, ONE OK ROCK deixava o palco e se encerrava mais uma turnê no Brasil. Mas o desejo era que eles não demorem tanto tempo para voltar em terras brasileiras.

You guys are AWESOME😂 Thank you soooooo much Brazil!!!!! Photo by @julenphoto #brazil #ユニフォーム嬉しい #🇧🇷

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We have arrived in Argentina😎 アルゼンチンに着きました😎 📸 @julenphoto 📸 #🐴 #🇦🇷

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Agradecemos a Yamato Music e Move Concerts Brasil pelo convite.

Agradecimentos ao Dennis Rodrigues de Souza pelas fotos do show.

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O que rolou no Anime Friends 2017?

Sediado pela primeira vez no Espaço Transamérica (próximo à estação Santo Amaro), a edição 2017 do Anime Friends teve muitas atrações bacanas e emocionantes. O JWave faz um resumo dos destaques deste final de semana de evento.

Na sexta-feira (07/07), o destaque ficou por conta do show da banda Do As Infinity, que fez um show incrível que tocou o coração não só dos espectadores como também da banda, especialmente quando tocaram “Fukai Mori”, trilha do anime Inu-Yasha.

O sábado (08/07) estava repleto de atrações, dentre elas a palestra com Takumi Tsuitsui (protagonista de Jiraya) e o show da banda sul-coreana Blanc7.

Ainda no sábado, a palestra da JBC com os editores Cassius Medauar e Marcelo Del Greco não trouxe anúncios, mas fez uma bela retrospectiva da trajetória da editora até o momento, bem como alguns detalhes sobre os lançamentos Your Name (agosto) e Ghost in the Shell 2.0 (provavelmente dezembro).

Algo bem bacana que rolou durante a palestra da editora foi a tradução para libras feita por uma das staffs. Todos aqueles que fizeram perguntas ganharam uma sacolinha contendo um pôster de Akira e dois marca-páginas bem legais.

A editora Panini também trouxe suas novidades por intermédio dos editores Beth Kodama e Levi Trindade, anunciando os títulos Rock Lee – Spring of Youth, Monsters X Monsters, Mob Psycho 100 (do mesmo autor de One Punch Man), Witches e o esperadíssimo guide de Berserk, todos previstos para lançamento ainda em 2017.

Beth ainda revelou que já tem seis títulos para 2018, mas deixou todo mundo na curiosidade.

Todos os que estavam na palestra ganharam pôsteres bem bacanas dos mangás Slam Dunk, One Piece e Nisekoi.

O show da banda Asian Kung-Fu Generation encerrou o sábado, e trouxe sucessos como Re:write (Fullmetal Alchemist) e Haruka Kanata (Naruto).

No domingo, tivemos a palestra da New Pop com o editor Junior Fonseca, que também aproveitou para fazer uma retrospectiva, atualizar cronograma de lançamentos e anunciar “No Game no Life Desu”.

Além disso, Junior ainda prometeu anúncios no evento de lançamento da novel Re:Zero e disse que estão de olho em quadrinhos coreanos e que pode haver novidades em breve sobre títulos da Jump.

A tradicional mesa redonda aconteceu com a presença de Cassius Medauar, Marcelo Del Greco, Beth Kodama e Junior Fonseca (mesmo com dois lançamentos no AF, Douglas de Souza da Nova Sampa não apareceu) e foi mediada por Graveheart do Genkidama.

O bate-papo transcorreu sem maiores problemas, mas falou sobre assuntos que não são novidade, como a crise financeira que o Brasil atravessa e questões como papel, distribuição e orçamento para novos títulos.

Para encerrar com chave de ouro, TM Revolution fez um show incrível que botou todo mundo para dançar e cantar sucessos inesquecíveis, como temas de Rurouni Kenshin, Soul Eater e Gundam.

Apesar do local ser bem melhor do que o Campo de Marte, a quantidade pequena de banheiros deixou a desejar (a fila estava astronômica) e o preço médio da praça de alimentação me fez passar fome os três dias (pelo menos não furei a dieta XD).

Tirando esses detalhes, o evento foi bem bacana e espero que ano que vem seja melhor ainda!

Agradecemos ao pessoal da Yamato que nos cedeu cortesias para cobrir e curtir o evento.

Agradecemos ao pessoal da Yamato e da NB press que nos cedeu cortesias para cobrir e curtir o evento, além das fotos dessa matéria!

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Brasil sedia Campeonato Internacional de Pokémon TCG e VGC

Nosso colaborador Rafael Akira Yoshioka esteve no evento e nos conta tudo!

O Primeiro Campeonato Internacional de Pokémon TCG e VGC, realizado no Brasil de 21 a 23 de abril, reuniu mais de 1000 jogadores de vários países do mundo. A edição latino-americana do torneio foi a que recebeu o maior número de participantes estrangeiros entre as três etapas já realizadas, superando todos os outros campeonatos realizados até então em quantidade de jogadores.

Dezenove países de todo o mundo reuniram-se para disputar os campeonatos de Video Game (VGC) e Trading Card Game (TCG) no World Trade Center, em São Paulo. Esta edição foi a primeira no continente a conceder dois tipos de premiação distintos: uma em dinheiro para os campeões da categoria Master (adultos) e outra em bolsas de estudos e viagens (crianças) no valor de U$ 10,000 (algo em torno de R$ 22.000,00 já com impostos).

Como era de se esperar, os brasileiros foram a maioria do público e também foram muito bem nas competições, sendo mais de 500 jogadores só na categoria Master.

No primeiro dia, foram 9 rodadas do “suíço”, modalidade na qual os jogadores se enfrentam entre si. Esta etapa durou quase 12 horas 32 competidores “sobreviveram” para se enfrentar em sistema de mata-mata no sábado. Finalmente, no domingo, apenas os 8 melhores em cada categoria jogaram.

O Brasil foi muito bem representado nas três categorias, chegando às finais em 3 delas; na categoria Junior (crianças até 10 anos) perdeu para uma holandesa, sagrou-se campeão contra um britânico na categoria Sênior (até 15 anos) na partida mais polêmica e emocionante do campeonato e, na categoria Master, (Adultos) ficamos com dois representantes entre os 04 melhores: Thiago Giovannetti e Ian Fukuda (derrotado no último turno de jogo pelo chileno Juan Pablo Salas, ganhando o terceiro lugar).

Campeões da categoria Junior
Campeões da categoria Master
Campeões da categoria senior

Além de toda a emoção vivida nestes três dias, o evento também proporcionou à comunidade brasileira de Pokémon a oportunidade de ver o quanto ainda pode crescer e acompanhar estes jogadores talentosos, que merecem ser respeitados e ovacionados pela qualidade das partidas jogadas.

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CCXP2016: Cobertura JWave

20161201_183930O Comic Con Experience chega ao seu terceiro ano e o JWave marcou presença em mais uma cobertura realizada pelo nosso site. Esse ano, diferente dos anteriores, não faremos podcast, mas falaremos do evento em si.

São Paulo Expo
Todos devem lembrar do espaço em construção em 2015, agora completamente construído, podemos aproveitar melhor o evento sem ter que andar longos espaços para chegar a entrada.

Para a galera que foi no Brasil Game Show em setembro, talvez não tenha sido uma novidade, mas pra galera que foi esse ano pode sentir realmente tudo que o lugar tem a oferecer.

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Muito maior e melhor organizado
A edição desse ano dobrou de tamanho, mas o melhor disso foi ver alguns paineis acontecendo no andar de cima, o que deu uma certa mobilidade e espaço para aproveitar o evento.

Outro foco foram os Artists’ Alley que esse ano esteve no centro do evento, o que deu divulgação merecida a essa gama de artistas que tem seu trabalho reconhecido no CCXP.

Criando duas praças de alimentação, o evento também distribui bem as opções de lanches e almoços pelo local, o que facilitou em andar pelas duas praças. Lembrando que ambas as praças estavam efeitadas com estátuas da Cartoon Network, o que dava um “plus” a mais em visita-las.

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Telecine
Trazendo tema de Assassin’s Creed, tivemos provas e até um salto de uma torre, trazendo todo vigor da série de jogos e agora do cinema para o evento. Era uma adrenalina intensa assistir os saltos, mas a nossa equipe não teve coragem de saltar não.

Sanrio
A Sanrio esse ano com a Hello Kitty e o Gudetama, anda conquistando públicos diferentes e mostrando uma versatilidade que impacta o público de diferentes formas.

Se na Hello Kitty, tinhámos a temática de Circo, trazendo a gatinha mais simpática do Japão para uma sessão de fotos e atrações ímpar na feira, do outro lado tivemos Gudetama com sua dança engraçada, além de uma série de estátuas para posar ao lado do ovo mais preguiçoso de todo mundo.

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Harry Potter
A Warner estava presente no evento em diferentes stands, mas não dá pra ignorar a loja de produtos do Harry Potter construída para o evento. Inclusive o primeiro dia, os produtos da loja esgotaram, o que fizeram a loja ser fechada mais cedo.

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Warner e os heróis da DC Comics
Trazendo os heróis da DC Comics, tanto nas séries de TV, como no cinema, a Warner impressionou com seu stand. Na parte de heróis tivemos inclusive as roupas da Mulher Maravilha dos anos 70, ao lado da atual Mulher Maravilha nos cinemas.

Agora, nada supera em ver as roupas de Arrow, Flash e Supergirl na entrada do stand da Warner. Mostravam só o começo das surpresas que tinham em todo stand, como as roupas do elenco de Animais Fantásticos e onde habitam.

Não podemos deixar de lado o espaço para o Esquadrão Suicida em que você podia se tatuar (de brincadeira) e tirar fotos em um cenário do filme.

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Disney
O Stand da Disney tinha em seu centro a loja repleta de séries famosas dela, enquanto ao seu redor, você poderia tirar fotos no cenário do próximo Piratas do Caribe, como também em Rogue One. Também havia um telão apresentando Carros 3 e também material do filme Thor Ragnarok.

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Netflix
No stand da Netflix, tivemos destaque para as séries “Desventuras em série”, “3%” e “Sense 8”. Parecido com os outros anos, a Netflix aposta em jogos com seu público, produzindo perguntas e respostas para brindes que todo fã do serviço deseja em casa.

A empresa anunciou a segunda temporada da série nacional “3%”, além de falar mais detalhes de “Sense 8” que teve cenas filmadas no Brasil em sua segunda temporada.

No final de semana, a Netflix confirmou a segunda temporada de Luke Cage, além de mostrar uma cena de Punho de Ferro para o público da feira.

Turma da Mônica
A feira marcou o lançamento de dois volumes do MSP, além de confirmar os próximos 4 volumes para 2017 e 2018. Tivemos a confirmação de um novo desenho animado, além de um pequeno vídeo com uma das personagens em Live Action da Turma da Mônica -Laços.

Mattel
A empresa trouxe seus personagens na feira e podia jogar em realidade virtual com os personagens dos Transformers. Além disso, tinhamos cenários com Max Steel para ajudar as crianças andar por lá.

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30 anos de Cavaleiros do Zodíaco
É inegável dizer que essa edição tivemos um grande destaque da cultura japonesa dentro do CCXP. Ao termos as 12 armaduras dos Cavaleiros de Ouro, além de diversos itens raríssimos como DVD do musical dos Cavaleiro do Zodíaco, blu-ray entre tantos outros itens de fazer inveja.

O diretor da Toei também veio ao Brasil para dois painéis sobre Cavaleiros e Dragon Ball, trazendo diversas novidades anunciadas em primeira mão no Brasil. Tivemos o anúncio do remake de Cavaleiros do Zodíaco, novo filme em CGs, além de um live action em produção.

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Editora JBC
A feira contou com um espaço que lembrou uma estação de trem no Japão criado pela JBC para seu espaço de concurso de cosplayers, dança de kpop, além de palestras.

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Lounge da Cavalera
Uma das grandes surpresas do CCXP foi o palco da Cavalera que tivemos a presença de Larissa Tassi, Rodrigo Rossi e Ricardo Cruz. Eles cantaram grandes sucessos de Cavaleiros do Zodíaco nos quatro dias de evento, fazendo a alegria e nostalgia de quem passasse perto do palco deles.

Riachuelo
A empresa abraçou a cultura nerd, fechando parceria com a Nintendo e trazendo para o evento as camisetas dos jogos de Super Mario Bros e Donkey Kong. Além disso, a Riachuelo trouxe coleções de Harry Potter, DC Comics e Star Wars para a feira, sendo alguns produtos comercializados exclusivamente por lá.

Balanço geral
A feira teve pontos positivos e acertou em grande parte das decisões para esse ano. O CCXP agora não será só em SP, anunciando que sua próxima edição será no nordeste em abril.

Do ponto de cobertura do evento, a CCXP só nos deixou na mão em reduzir nossas credenciais. Normalmente fazemos coberturas em duas pessoas para produção de podcasts, dividir e cobrir diferentes áreas do evento, porém com a redução de credenciais, acabou prejudicando a nossa cobertura. Agradecemos a organização do evento por permitir nossa cobertura, porém ficamos um pouco decepcionados com a redução da nossa equipe.

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Agradecimentos ao Bruno Seidel pela ajuda com as fotos do evento e esperamos encontrar vocês na feira no anos que vem.

 

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Cobertura do JWave na Campus Party!

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O JWave esteve na Campus Party 2016 e fez uma série de entrevistas com podcasts, roteiristas, videocasts e tal.

Nesse primeiro vídeo, temos Rebeca Puig, Alice G. Mattosinho, Marcos Castro (A Lenda do Herói), Matheus Castro (A Lenda do Herói), Marcelo Cassaro e Alexandre Ottoni (Jovem Nerd).

O vídeo teve filmagem de Mariah S Vicente e edição de Josué Gomes Ribeiro (Dash).

Musicas de Fundo:

Agradecimentos especiais:

Rebeca Puig

Alice G. Mattosinho

Marcos Castro (A Lenda do Herói)

Matheus Castro (A Lenda do Herói)

Marcelo Cassaro

Alexandre Ottoni (Jovem Nerd)

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Comiket 89: Cobertura de fotos

©Humberto Coga

O evento que aconteceu em dezembro lá no Japão teve cobertura do site JWave. Além do review do Rafael Vinicius Martins, vídeo do Sasuke RK e do podcast com Otávio, temos também a cobertura com fotos do Humberto Coga.

Mas o que é o Comiket? O evento é a maior feira de dōjinshi do mundo, que acontece duas vezes por ano em Tóquio, Japão. Também um dos eventos mais antigos no país, começando em 21 de Dezembro de 1975. O evento conta hoje com meio milhão de pessoas que vão atrás de itens muito raros, como os próprios dōjinshis que raramente são reimpressos.

Desfrute um pouco do que foi o Comiket 89 pelas fotos do Humberto Coga. Agradecemos ao Humberto por mais um ano de cobertura para o site JWave.

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WCS 2015: Fotos do evento

©Humberto Coga

Pedimos desculpa pela demora, mas estamos cobrindo evento WCS 2015 com nosso correspondente Humberto Coga, que irá cobrir para o JWave diretamente do Japão.

O evento aconteceu no dia 1 de agosto no Aichi Arts Center Main Hall em Nagoya e a dupla brasileira Diego Pereira e Fernando Henrique esteve presente e marcou presença com outras duplas de outros países.

O resultado ficou para México em primeiro lugar, seguido da Itália em segundo e a dupla dos EUA em terceiro lugar.

Vale lembrar que esse é um ano de despedidas e de recomeços, porque a Editora JBC está cuidando da última dupla que irá pro Japão, enquanto em 2016 isso ficará a cargo da Yamato Comunicações.

Agradecemos Humberto, a equipe de produção do WCS , por conseguirmos cobrir e trazer essa cobertura pra vocês.

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Comiket 88: Cobertura do evento

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Com os nossos correspondentes lá no Japão, Humberto Coga e o Yanagisaka Massao, o JWave esteve presente no evento que aconteceu em Tóquio focado em fanzines. Para quem não conhece, Comiket acontece duas vezes ao ano em Tóquio desde 1975 e em 2015 bateu recorde de 550 mil pessoas.

Lembrando que Japão está tendo nessa época do ano dias bastante quentes e que no dia que ambos colaboradores foram ao Comiket 88, a região estava nada menos que 38 graus. Inclusive Humberto relatou que duas garotas desmaiaram com excesso de calor ali presente.

Comiket sempre aparece em animês e mangás que relatam dia a dia de otakus, como Genshiken, por isso recomendamos que quem deseja saber mais sobre o formato do evento, assista ou leia esse tipo de obra, principalmente para entender a dinâmica e a forma que os personagens se comportam.

O Comiket 88 aconteceu em Koto-ku, Tóquio, e foram nos dias 15, 16 e 17 de agosto, tendo um público de 180 mil pessoas na sexta feira, 160 mil no sábado e no domingo teve os impressionantes 210 mil pessoas.

Agradecemos a Comiket 88 por deixar realizar a cobertura do JWave, como também os correspondentes Humberto Coga e Yanagisaka Massao por cobrirem o evento para nosso site.

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WCS 2015: Cobertura da Cerimônia de Abertura

©Humberto Coga
Repetindo parceria com o correspondente Humberto Coga, o JWave irá cobrir mais uma vez o WCS diretamente do Japão.

Começa pelo evento de abertura do WCS que aconteceu no Laguna Ten Bosch na cidade de Gamagori, prefeitura de Aichi, em que a dupla brasileira Diego Pereira e Fernando Henrique esteve presente e marcou presença com outras duplas de outros países.

O evento contou com a presença do governador de Aichi, Omura Hideaki e o prefeito de Nagoya, Takeshi Kawamura.

Vale lembrar que esse é um ano de despedidas e de recomeços, porque a Editora JBC está cuidando da última dupla que irá pro Japão, enquanto em 2016 isso ficará a cargo da Yamato Comunicações.

A final do WCS acontece hoje no Japão e assim que tiver mais informações o JWave irá atualizar vocês.

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Agradecimentos ao Humberto Coga pela parceria de tantos anos em cobrir o WCS diretamente do Japão para o nosso site.