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Review | Sword Art Online: Hollow Realization

Nosso “querido” SAO (Sword Art Online) animê esta de volta na sessão game do JWave.

História:
Sword Art Online: Hollow Realization é uma continuação da saga nos video game, não posso dizer que é direita ou apenas um spin off, mas ela leva em conta todas as histórias até agora. (tanto do anime como dos jogos!).

A história em si conta com um novo jogo baseado no primeiro Sword Art Online, Sword Art: Origin, porém agora é apenas um jogo de realidade virtual normal. Eis que aparece um NPC que irá arrepiar essa galerinha do barulho e aprontar altas confusões, sim o tom sessão da tarde é porque a história não é o forte aqui. 

Gameplay:
 Se a história não é o forte, o gameplay é o foco aqui no jogo. Aliás é na minha opinião o melhor gameplay de Sword Art Online: Hollow Realization nos mundo dos games até agora.

O jogo te apresenta uma variedade enorme de armas e técnicas, além do combate em time bem típicas da série. Ok, nem todas são bem funcionais e são pouco confusas, mas mesmo assim é bem possível tirar uma boa diversão desse gameplay.

O grande problema mesmo aqui seja as quests, main ou sub, elas não me atraem tanto pra jogar a longas horas que demora pra finalizar o jogo. Talvez se eu fosse mais fã eu poderia aproveitar, mas não foi o caso.

Gráficos/Som:
Boa dublagem e as músicas que ajudam você a passar pelo momento, nada demais mas também nenhum erro. Talvez a melhor parte seja a nova música da LiSa, mesma cantora que ja fez musicas pro anime.

Considerações finais:
  Se fosse é um fã de Sword Art Online, esse jogo sem duvido é mais divertido de jogar ate o momento e mostra que temos esperanças para algo melhor, mas se você não conhece ou não gosta da série é melhor ficar longe

Galeria
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Nota
3,5/5

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Review | Digimon World: Next Order

História:
Digimon World: Next Order é aquela história básica de digi-escolhido que tem q salvar o digimundo treinando os, ou melhor criando, o seus digimons e resolvendo o problemas e melhorando o mundo ate salvar e concerta esse mundo. Sem duvida história não é o foco, mas temos um traz uma grande nostalgia do que digimon, e não um “clone” de Persona ou Pokemon. Mas sinceramente não me chamou atenção nem para tentar entender o enredo.

Gameplay:
Por ser um “sequência” do primeiro Digimon de Playstation 1, ele segue mais a ideia bichinho virtual, algo que não me agradou. Sendo franco, nem me agrada muito até hoje e prefiro um RPG mais normal como foi o jogo anterior. O grind aqui faz o jogo ser bem lerdo, e o sistema de batalha onde você está no comando mas não controla 100% o seu Digimon. Não é muito chamativo, talvez para um jogo de celular seria muito legal mas para Playstation 4 , não é o tipo de experiência que maioria das pessoas está a procura. O sistema de administração da cidade principal até que legal, mas de novo, apenas deixa mais ainda parecido com os jogos atuais de celular.

Gráficos/Som:
Não muito o que falar aqui, não que seja ruim mas é apenas o padrão.  Temos as vozes em japonês e os gráficos qualidade B-N, que mesmo para um jogo de PS VITA ainda roda bem no Playstation 4, mas se fosse apenas para Playstation 4, seria melhor porém não tem necessidade de gráficos melhores ainda.

Considerações finais:
Se você é fã da série Digimon e curtir bicho virtual, pode ir que sua praia. Mas acho que para maioria das pessoas não deve ser muito chamativo. Talvez se esse jogo fosse para celulares eu teria achado ele muito acima da média, mas para uma experiência de console em 2017 eu acho que não funciona muita. O jogo não eh ruim, ou mal feito mas o estilo de jogo em si que está na plataforma ou tempo errado.

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Nota
2,5/5

 

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Review | Tales of Berseria

História:

 Tales of Berseria se passa muito anos antes no mesmo mundo de Tales of Zestiria, por isso a grande conexão entre os dois jogos, mas a história dos dois não tem uma ligação direta. A história tem um dom bem “dark”, bem diferente da maioria dos tales, com protagonistas que estão mais para anti-heróis que heróis e um história que faz você refletir muito sobre questões moral e o que é o certo a ser feito. Com temas como religião, corrupção, política e discriminação.

Um detalhes para as traduções em pt-br que optou para seguir a tradução fiel do inglês e deixou coisas como Malik (que no original está mais pra celestial e não um substantivo próprio e único ao jogo) talvez para não ter problemas exatamente com esses temas mais polêmicos no ocidente, mas que fazem você sentir a história um pouco diferente.  

Gameplay:

 Berseria melhora e corrigi os pouco problemas que tinhamos no Zestiria, uma grande evolução da série comparado com Vesperia ou Xillia, porém ainda na minha opinião menos satisfatório que Grace, pelo simples motivo de que temos muitas mecânicas mas exceto se fosse jogar nas maiores dificuldades você não precisa aprender a usar tudo.

O jogo me deixou com dois sentimento sobre isso, ou você joga no normal e tem uma jogabilidade boa pra aceitável ou joga no hard e tem um bom desafio com um jogabilidade profunda.Então vai do gosto do cliente, mas de longe chega a ser algo ruim.

Gráficos/Som:

 Por ser um jogo ainda com base no Playstation 3, o gráfico mesmo que cell shading é visível o desgaste comparado a jogo mais recentes do Playstation 4. Mas mesmo assim um belo gráfico e animações (tanto dos modelos 3D como as em anime)

 No quesito som eu só tenho o que falar bem, seja pela abertura cantando pela banda FLOW ou pelo dual-audio e até mesmo pela dublagem em inglês que ficou boa(coisa rara, mas ainda prefiro em japonês)

Considerações finais:

 Mesmo eu dando nota máxima para o jogo, ele possui defeito como por exemplo um engine claramente velha e não otimizada para o ps4(afinal o jogo é de ps3 ainda) e muito backtrack, porém são defeito que não tiram o brilho desse maravilhoso jogo(ainda mais se vc tiver no ps3). Não posso esquecer do materiais promocionais do jogo que contou com episódios especiais no anime de Tales of Zestiria, que vale a pena ser conferido

Aproveitando, assista o review do amigo Maito sobre o jogo

Nota

5/5

Agradecimentos a Bandai Namco pelo jogo

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Review | Mighty Morphin Power Rangers: Mega Battle

Você cresceu com Power Rangers nas manhãs da Globo? Ou voltando da escola na Fox Kids? Ou você já é da geração em que seus pais assistiam Power Rangers? Independente do que for, Power Rangers comemoram mais de 20 anos, tem reboot nos cinemas e segue com sua tradição pelas últimas décadas.

Nos videogames, Power Rangers tiveram produção de diferentes empresas, mas a grande maioria lembra dos primeiros jogos produzidos pela Bandai que esse novo jogo tem muito a ver com esse estilo.

Produzido pela Bamtang, o jogo é distribuído pela Bandai Namco e pode ser jogado por até 4 pessoas.

Um recomeço?
Seguindo o tradicional beat´em up, Power Rangers ganhou uma versão condessada e atualizada da sua primeira temporada lá de 1993. A história é a clássica em que Rita Repulsa se libertou e para salvar a Terra, temos Zordon recrutando 5 jovens com garra.

Nesse ponto, percebemos que por mais que o jogo apele pela nostalgia dos jogos clássicos, ele traz uma mecânica atualizada e conversa com público atual. Trazendo personagens que evoluem como um RPG, além de seus personagens terem uma diversidade de golpes, ataques e defesas que precisam ser destravadas com moedas das fases.

O jogo é curto, trazendo 6 longas fases que cada uma é dividida em 3 fases menores. Nesse ponto, o jogo lembra por demais Scott Pilgrim que também tinha suas fases divididas em fases menores.

Jogabilidade
Os controles respondem bem aos comandos, porém no começo pela restrição de golpes, acaba ficando um pouco travado. Não estranhe, porque abrindo outros golpes e ataques, acaba tornando a experiência bem mais agradável.

Falando em Bandai Namco, percebemos a influência de alguns outros jogos da empresa. A briga com Megazord, lembra inicialmente jogos de naves, mas inegável não comparar que da metade pra frente lembre os momentos de apertar os comandos certos da série Naruto.

Trilha sonora
A série Mighty Morphin Power Rangers tinha uma tradição de ter uma trilha sonora de rock que dava uma certa agilidade e até um tom dinâmico, quando comparado com a série original Zyuranger.

No jogo, um dos pontos altos é exatamente em trazer uma trilha sonora que lembra muito a clássica, trazendo um tom de nostalgia, porém não parecendo vintage.

Pontos altos
O jogo tem uma animação belíssima dos personagens e que dá vontade de assistir um desenho animado com esse traço utilizado. No momento, temos uma série de quadrinhos publicado nos EUA (que também tem um traço belíssimo), mas ambos os desenhos são bem diferentes.

Jogabilidade prática e direta ao ponto, também acaba trazendo um ponto positivo ao jogo.

Por fim temos a trilha sonora e funciona como nostalgia aos fãs antigos.

Pontos baixos
No começo o jogo acaba exagerando um pouco no tutorial, o que acaba tornando um pouco lerdo as coisas. Além disso, ele acaba sendo bem mais divertido em jogar com amigos do que sozinho, porém ele não tem online, o que acaba não funcionando pros jovens hoje em dia que estão tão acostumados com online.

O jogo é mediano em sua dificuldade, o que significa que se você jogar sozinho, provavelmente morrerá várias vezes. Numa época em que jogos antigos são difíceis para galera de hoje em dia, acaba não estimulando em completar o mesmo.

Os monstros não tem visual clássico da série e parecem criações próprias do jogo.

Infelizmente o jogo não ganhou localização pro Brasil, por isso o jogo está em inglês. Lembrando que mesmo em inglês, acaba se tornando fácil, por ser uma série infantil.

Conclusão
O jogo é uma boa iniciativa da Bandai Namco para fãs de PS4 e Xbox One e esperamos mais jogos assim ou DLCs que continuem essa história. Se você é um fã de retrô games, provavelmente gostará dessa nova encarnação dos Power Rangers.

Nota
3,5/5

Agradecimentos a Bandai Namco por ter nos enviado o jogo para análise

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Review | Resident Evil 7

Já começamos o ano com um clássico dos mundo dos games, Resident Evil, que volta com uma nova cara (e coloca nova nisso!). Será que teremos a mesma revolução que tivemos com Resident Evil 4 ? Ou seria apenas um Outlast com bugde de AAA ??

História:

A história vem completamente nova e sem uma ligação direita com os outros jogos da série (se restringindo a citações de Raccoon Ciry nos jornais e revistas dentro do jogo). O foco aqui é bem mais pessoal, como era no Resident Evil 1, onde temos que fugir e resgatar de todo essa loucura que nos envolvemos. Não podemos e nem queremos dar spoiler, mas sem duvida  é uma parte bem trabalhada no jogo. Eu pessoalmente não gostei de como ela é apresentada, diferente dos outros da série, em que eram cheio de GC e de cenas para os personagens principais brilharem aqui os inimigos que tem foco. Aliás Ethan, o novo protagonista, quase não fala e sabemos pouco (praticamente nada) dele mesmo. A narrativa geral ficou simples sem duvida bem diferente. 

Gameplay:

E se eu achei diferente a história do jogo a jogabilidade então, completamente diferente em tudo até a interface e os itens, nem mais as ervas vermelhas e verde. Além disso, eu comentei que o jogo ficou em primeira pessoa ?  Por isso muitas comparações com Outlast ou até mesmo o “novo” Silent Hill, só que ao meu ver me lembrou mais um Dead Space com um toque de RE Revelation. Sem dúvida o survive voltou ao jogo, com muito menos munição e até mais exigente com inventário e puzzle bem elaborados. Teve puzzle que eu precisei da ajuda dos “universitários” para resolver.

Nem tudo é maravilha, o jogo é meio curto e não conta com um modo mercenários ou um multiplayer.

Gráficos/Som:

Aqui é o ponto que sem dúvida ninguém diverge. O gráfico e som dão o clima perfeito pro terror e brilham mais ainda no VR (que infelizmente não foi a versão que pude finalizar).

O jogo vem com legenda em português e com opção de audio em várias línguas, menos a nossa, mas quem sabe no próximo.

Considerações finais:

 Não é o novo Resident Evil 4, mas sem dúvida é muito melhor que os últimos jogos da série em geral. Será que posso contar como Resident Evil? A história sem dúvida até o fim do jogo liga-se a mitologia de Resident Evil, mas  apenas olhando/jogando o jogo não iria saber que se trata de um jogo da série. Não que isso seja um defeito, mas quem sabe se fosse uma nova IP ou spin off causaria menos polêmica. Em compensação,  ao mesmo tempo que foi bom renovar a franquia Resident Evil. Complicado, mas vale a pena você ver, ainda mais se você nunca jogou Resident Evil, pois talvez os fãs de longa data vão reclamar(hater gonna hate), mas o jogo é o primeiro must play do ano.  

Nota

4/5

Texto: Marcos Soares (Sasuke RK)

Revisão e edição: Giuliano Peccilli

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Review | God Eater 1 e 2

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Pela primeira vez aqui no JWave iremos falar de um dos gêneros mais bombado no Japão nos últimos tempos. Hunter Games, nesse caso da versão da B-N a qual tem a pegada mais anime de todos, que alias recentemente teve até adaptação para animêgod-eater-characters-anime-wallpaper . Estou falando de God Eater, um grande hit de PSP e PSVITA que recebeu versão ocidental para o Ps4, e não vou falar apenas do 1 mas do 2 também, ate pela demora que tive para avaliar esses 2 grande jogos.

História:

Num mundo futurístico que devido a uma falha numa pesquisa para revolucionar a biomediciana foram criado criaturas praticamente indestrutíveis e ferozes. Essas criaturas agora caçam a humanidade e mudarão o mundo como conhecemos, os Aragamis. Surgem os God Eater para defender a humanidade dessa nova ameaça. Um ótimo roteiro de filme pós apocalíptico com aquela pitada de anime que a galera adora, e com um abertura de Jpop. Ainda mais na versão resurrection onde tivemos pequenas alterações para ficar mais fiel ao anime e com uma continuação direta no jogo 2.

Com muito personagem num estilo shounen, com direito a Ecchi, irmazonas e todos os clichês favoritos de animê shounen dos anos 90-00. E com uma dublagem e OST muito bom sem duvida o melhor modo história de um “hunter game”, mas com todo “hunter game”, onde temos MUITA missões a historia anda um pouco lerda pra caber nessa longa jornada de grind e boss gigantes em equipe.

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Gameplay:

Mas o que diabos é esse “hunter games” que eu venho falando ate agora ? Basicamente é um genero criado pela serie Monster Hunter no ps2, que vem fazendo tanto sucesso quanto pokemon ou outros grande hit baseado em RPG online/cooperativo. Ainda mais num país como o Japão, onde MMO não são tão bem vistos devido a sua natureza mais grupo grande e pouco ênfase no personagem seu e sim no mundo/servidor todo. Hunter games trouxeram tudo q um bom MMO tem para o jogo solo/co-op, lembrando muito ate a formula de Diablo porem com o foco em grande boss típico de RAID de MMO como World of Warcraft.

Seguindo essa pegada temos God Eater 1 e 2, recém lançados no ocidente, que nunca recebeu muito bem esse gênero. O grande diferencial de GE fica por conta da pegada anime e jogabilidade baseada em combos mais do craft de equipes, onde Monster Hunter se foca. O jogo 2 é muito parecido com 1, e ambos os jogo tiveram expansões no Japão mas ja vieram num grande pacotão para ocidente alem de sairem do portátil para os consoles de mesa. Tudo isso para ficarem mais aceitáveis para o nosso estilo de ocidental.

Eu recomendo muito vocês a testarem esse jogo e com amigos, ainda mais para fã de MMO que hoje não tem tanto tempo para jogar e se dedicar ao jogos. Infelizmente a versão ocidental não possui um demo com a japonesa e nem possibilita jogar com a versão japa, mas acredito que você possa ir na PSN japonesa ou Hong Kong e baixar a demo se quiser ver como é o jogo (porém o seu save não irá com você).

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Gráficos/Som:

Mesmo sendo um jogo inicialmente de PSP, o jogo 1, e de PSVita, o jogo 2, o gráfico no PS4 ficou muito bom e bem aceitável para o padrão atual.  A dublagem japonesa como sempre faz um ótimo papel de passar a história e uma sensação bem vividas dos personagem e ainda temos um remix da musica original do jogo 1 para os fan do Jpop.

O jogo infelizmente não possuiu dual audio, então temos que ficar com vozes em inglês que não estão ruim, porém eu prefiro as vozes japoneses que tem um charme e uma emoção a mais.

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Considerações finais:

Se fosse for um fã de RPG e quer um bom jogo para jogar com os amigos no PS4, fica a dica desses 2 grande clássicos e diferente de Monster Hunter que é um série enorme com mais de 10 jogos atualmente. God Eater soube ser simples e profundo trazendo diversão para os ja fan dos “hunter games” como deixando espaços para os novatos aprenderem e curtirem esse estilo de jogo.

 

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Review | JoJo’s Bizarre Adventure: Eyes of Heaven

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Pela primeira vez temos um dos melhores animês Shounen (e um dos mais diferentes), sendo comentado aqui por causa de seu jogo. Estou falando de Jojo’s Bizarre Adventure, um mangá muito importante, que só ganhou reconhecimento no ocidente nos últimos anos devido a sua adaptação recente para animê (e sua primeira temporada é de se tirar o chapéu!).

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História

Nesse novo jogo temos uma história inédita, que se localiza após o fim da terceira temporada e que se encaixa perfeitamente com as loucuras costumeiras da série e ainda liga todas as temporadas já existentes no mangá.

Mas como é a história? Basicamente um novo artefato mágico aparece no mundo, um que tem o poder de reviver as pessoas e abrir portais temporais entre outras coisa, dando a desculpa perfeita pra termos um crossover entre todas as gerações. Se você é fã da série, o modo história vale a pena a ser jogado, como se fosse um OVA bem divertido para rever seus personagem favoritos.

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Gameplay

Jojo é um animê com muita luta, mas nada convencionais e aqui temos uma jogabilidade que tenta trazer bem isso para o mundo dos games. Diferente do último jogo que era um jogo de luta tradicional numa pega 2,5D, agora temos uma jogabilidade que lembra um pouco “Power Stone” com elementos de Arena Fighters (tipo Gundam ou Jump Stars). Para um modo versus não achei tão atrativo, mas para jogar solo e completar os desafios do modo história e fico muito boa, bem simples e funcional. Talvez a única coisa que eu não tenha gostando muito foi as fases com buracos devido a câmera e a mecânica de focar funciona nesse jogo.

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Gráficos

A Bandai novamente traz um jogo com gráficos perfeitos para a proposta, lembrando mais o mangá do que o animê. O jogo está recheado de personagens (o maior cast dos jogo de JoJo até agora) e estão muito bem representados aqui com suas poses malucas.

Som

Tirando a dublagem do Quarto Jojo, o restante está muito bem. Quem sabe pra ficar melhor, o jogo deveria ter as aberturas do anime, mas como o publico alvo é mais o do mangá, então não estraga a experiência.

Considerações finais

Um jogo obrigatório para todo fã da série. É um bom ponto de partida para os que ainda não conhecem a obra, mesmo com os spoiler massivos. É um bom jogo para se finalizar e jogo solo, ainda mais nessa época de online e versus.

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Review | Street Fighter V

JGames POST 2016 16

Até que enfim viemos aqui falar de Street Fighter V, aka SFV. Mas sabe qual o principal motivo dessa demora? É devido ao modo cinematográfico não ter saído antes e tal, mas também por motivos pessoais. Mas  vamos logo para o que interessa!

História:

O grande problema aqui foi o Hype, porque o modo não foi tão ruim e é até que um filminho legal, mas não ao nível de Mortal Kombat X ou até mesmo ao clássico Street Fighter Victory Road (aquele desenho que você pensou mesmo). O modo tem uma pitada de enredo do Street IV e do III para que as coisa façam mais sentido, mas o grande problema é a jogabilidade no meio do modo.

As lutas entre as cenas são 1 round simples e em 2 dificuldades, ridiculamente fácil ou muito difícil. Por ser algo que você joga com diversos personagens, pode ser algo bem frustrante. (Para mim jogar com Nash contra o Bison foi sofrido)

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Gameplay:

Esse é o melhor Street até o momento. Isso quer dizer que o jogo é perfeito ? Não, nem pro pro-player como era o Street III e nem pro casuais, ainda mais devido a falta de modo single player. Porém ambas as categorias ganharam muito com SFV, tanto por todo apoio ao competitivo (on e off) como pela facilitação de combos e para os novatos (claro que podia ser mais fácil ainda e ter um tutorial melhor).

O jogo trás o sistema de V-skill, V-trigger, V-reversal. O sistema mais simples e funcional que o street ja teve e que varia conforme o personagem, dando uma personalidade e um jogabilidade variada ao cast.  

Gráficos:

 O jogo de luta mais bonito atualmente, feito totalmente pensando no PS4 (e portado para o PC).  Os gráficos ainda continuam com um tom de cartoon mas agora um pouco mais “realista”, sendo os únicos pontos negativos: os cabelos (vide Ken e Alex).

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Som:

O que mais chama atenção aqui são as musicas clássicas dos guerreiros, principalmente do Ken e do Guile, remixadas e algumas novas muito boas, como do Kanzuki Beach. De resto o jogo conto com a dublagem japonesa e inglesa no mesmo estilo do jogo anterior

Considerações finais:

Esse jogo chegou prometendo muito por trazer um modo diferente de comercializar o jogo. Só que não foi bem entendido pelo publico que estava chamando o jogo de Street Beta V e tal. Claro que o modelo tem altas falhas (que ao meu ver chega a ser bem besta para um jogo de 2015), mas que a Capcom esta tenta arrumar (não tão rápido, até porque para lançar atualizações na PSN tem várias regras e dificulta interações mais rápidas), mas que no fim trouxe a luz do dia ao melhor Street já feito. (Mesmo com a falta do modo arcade e os polêmicos 8 frames de delay)

É um ótimo jogo de luta para os veteranos e um bom início para os casuais que querem entrar nessa nova febre dos jogo de luta. (Ainda mais com ESPN do USA transmitindo a EVO desse ano e um recorde de inscritos no campeonato)

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Review | One Piece Blood Burning

JGames POST 2016 15
Já falamos muito de One Piece aqui no Jwave, então acho que não preciso explicar muito sobre o animê dessa vez. Parar pra pensar, até porquê é o animê/mangá shounen mais popular de todos os tempos e o grande título carro-chefe da Shounen Jump. Dessa vez os piratas aparecem, depois de  muito tempo, num jogo de luta pra os consoles caseiros (os últimos de lutas foram para os portáteis da Nintendo) e com versão também pra o PS Vita.

História
A história do jogo foca nos evento da saga da “Guerra dos Melhores”, o que deixa repetitivo, por ter mais sagas pra serem abordadas. Vale ressaltar que mesmo se limitando a “Guerra dos Melhores, o jogo conta com os personagem até o fim da saga “Dressrosa”.

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Gameplay
Por ser uma franquia nova ninguém sabia que esperar aqui, mas temos um jogo no estilo Naruto Storm para Pokken. O jogo conta com um grande lista de personagem selecionáveis, alem de ajudas que são invocadas no meio da luta para um moral. Um ótimo uso do variado e carismático elenco do animê, além do que os personagens usam bem suas habilidades de usuário de frutas demoníaca como haki, porém o jogo mesmo com essa grande quantidade parece meio repetitivo no fim das contas. Possivelmente por ser um franquia nova e já desde do começo ter tanto personagem, o jogo sofre um pouco de um falta de um mecânica mais refinada, mas confesso que para você que quer jogar o jogo casualmente não irá sofreu muito com isso.

O jogo tem comando bem simples, e até que fáceis de aprender, por serem batalhas em Trio e cheio de poderes bonitos. Você demora a se cansar do jogo no modo solo e ainda possui um modo versus online, mas como eu disse antes, One Piece Blood Burning acaba se tornando bem casual.

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Gráficos
Sendo um jogo que também saiu para o PS Vita, o gráfico esta fantástico. Não é o mesmo detalhamento de Naruto Storm, mas bem parecido com Dragon Ball Xenoverso. A Bandai Namco acertou muito aqui, pois um jogo de animê tem que agradar o fã.

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Som
A dublagem é a oficial japonesa para todas as versões e som clássicos do animê, e nesse ponto não tem nada demais, mas também nada a desejar aqui. Por se tratar de um animê a qual a versão nacional não deu certo, então ficamos com dublagem japonesa mesmo, o qual eu pessoalmente adoro.

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Considerações finais
Esse é o primeiro jogo de uma provável franquia e depende das vendas do mesmo, e um jogo de animê não um novo jogo de luta com personagem licenciados como Pokken. É um jogo casual e com muito fanservice, como DLC de roupa de banho entre outras versões dos personagens presentes no jogo. A Bandai Namco entrega um produto acima da média desse nicho, não testei muito o online para ver como anda o netcode, mas que eu saiba é do nível de Naruto Storm.

Talvez o grande problema aqui ao meu ver seja a câmera, que é meio estranha. Eu pessoalmente não tive muito problemas, mas teve amigos que não gostaram muito.

É One piece e é um jogo de luta, e fazia anos que eu queria isso. Já temos a série Musou (Pirate Warriors no USA), mas faltava muito um jogo de luta. Espero que tenahmos um jogo 2 e um balanço melhor no elenco para dar mais competitividade ao jogo. (Também digo isso para CDZ também, alias mais lá do que aqui)

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Nota:

4/5

Agradecimentos a Bandai Namco pelo envio do jogo a equipe do JWave.

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Review | Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 4

JGames POST 2016 14
Naruto é Naruto, não é mesmo? A espera de ver Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 4 veio logo em seu anúncio há um ano. Sendo o primeiro jogo para Playstation 4 e Xbox One, Naruto estava sendo vendido pela Namco Bandai como próximo passo da nova geração.

E a produtora cumpriu o que prometia? Sim. Naruto chegou a um nível de definição técnica tão alto que nunca estivemos tão perto do limite de uma animação e um jogo de luta.

Naruto voltou para contar o fim da saga, seus dois filmes, além de um modo história com Naruto e Sasuke, trazendo duas linhas de histórias que se cruzam. O que já gera horas e mais horas de uma história que está em seu auge, fechando as pontas criadas pelo Masashi Kishimoto.

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Café da Manhã da Bandai em 2015
Logo quando foi anunciado no Japão, os jornalistas brasileiros tiveram a chance de jogar a primeira demo em um evento fechado pela Namco Bandai. Na ocasião, não poderiam nem fotografar a tela, porém na época não sabíamos que estávamos jogando literalmente a primeira cena do novo jogo.

A cena em questão é a briga entre dos amigos que fundaram a vila da folha e saberíamos ali o que gerou a briga que ecoa até hoje na geração de Naruto e seus amigos.

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Maior jogo possível
É inevitável não comparar com outro lançamento do mês, e nesse ponto quando comparado com Street Fighter V, temos um jogo muito mais robusto, porque foi lançado atrasado para ter mais horas de jogo do que antecipado, como foi o caso do jogo da Capcom.

Mas isso é bom ou ruim? Depende do jogador que você é, porque Street Fighter V foi lançado para o público que procura embates onlines, enquanto Naruto foi lançado tanto para jogador online, como jogador que joga off-line. Resta ao jogador escolher o que te encaixa mais, porém não nego que Street Fighter V decepciona quando você procura muitos embates no off-line.

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A história
Naruto está em seu melhor momento na história. De um lado temos Sasuke reunindo os antigos Hokages para um confronto final, enquanto Naruto defende a vila ao lado de seus amigos.

Um dos pontos altos do lado do Naruto é quando Kakashi em seu flashback relembra suas primeiras missões com Obito e a Rin. A história avança e sabemos que o trio do Kakashi terá uma tragédia que irá matar Rin e fará Obito se tornar vilão na saga.
As novidades

Lembra de Marvel X Capcom? A novidade que mais chama atenção no novo jogo é exatamente a troca de personagens durante a luta. Antigamente você utilizaria os assistentes, mas aqui você tem os três personagens jogáveis, o que equilibra ainda mais as lutas.

Outra novidade é o retorno do recurso Wall Running que torna as lutas mais intensas. O recurso só esteve presente no primeiro jogo da série.

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A versão brasileira
Naruto é um jogo que acompanhou a localização realizada pela Namco Bandai no Brasil. Tivemos legendas e agora é a primeira vez que um jogo da série ganhou dublagem por aqui.

Diferente de Cavaleiros, o jogo está num momento da história que a animação ainda não chegou aqui. Isso fez com que muitos personagens ganhassem versão brasileira primeiro no jogo do que na série. Isso não impediu do jogo ter baixas, assim tivemos a troca de dubladores, como Élcio Sodré que era o Kakashi na série animada.

Mas a dublagem é boa? Sim. Ela corresponde a série aqui no Brasil, porém ela não gera a mesma nostalgia que Cavaleiros do Zodíaco teve em seu jogo localizado por aqui.

Além disso, as dublagens americanas e japonesas são sensacionais, o que faz com que você acabe optando por elas do que pela nossa. Lógico que isso também tem influência da demora da série ser concluída no Brasil o que fez uma gama de seu público assistir em outro idioma a série.

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Vale a pena?
A CyberConnect2 não decepcionou e entregou um jogo excelente. Jogando durante o mês de março com Street Fighter V, acabou se tornando uma opção bem mais interessante do que o jogo do Ryu.

O ponto alto é para a história e pelas jogabilidades off-line. Por ser o último jogo da série, acaba se tornando ainda mais interessante, principalmente se você não assiste o animê e nem lê o mangá.

Caso você leia ou assista, o jogo ainda te surpreende pelas releituras das lutas serem ainda mais impactantes do que nas suas obras originais.

Naruto não acabou no Japão, agora saindo mangás de outros personagens da série. O que isso significa? Que as chances são grandes desse não ser o último jogo da série.

Ouça o JWavecast sobre o jogo com a entrevista da dubladora a Leticia Celini.

Abertura de jogo

Agradecemos a Bandai Namco pela cópia do jogo Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 4

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Review | Cavaleiros do Zodíaco: Alma dos Soldados

JGames Capa Post

(Texto com colaboração de Giuliano Peccilli)

Cavaleiros do Zodíaco é uma série que é um marco para diferentes gerações. Foi o primeiro animê a fazer um boom nas produções do gênero nos anos 90 pela extinta Rede Manchete, como também foi o primeiro animê a ser redublado e relançado na tv paga quase dez anos depois.

Pensando assim, Cavaleiros do Zodíaco dispensa apresentações, então vamos direto para o jogo em si. Esse é o 3º jogo da série pra Playstation 3 e o primeiro de Playstation 4,  mas esse é uma continuação direta Cavaleiros do Zodíaco: Bravo Soldado, ou talvez devo dizer a versão definitiva do mesmo.

História:

Diferente de Dragon Ball Xenoverse, aqui não temos viajantes do tempo e nem nada do tipo, mas a história como ela aconteceu. Temos todas as sagas: Santuário, Asgard, Poseidon e Hades.

As histórias estão fiéis ao mangá e ao animê, talvez sendo até melhores, a exemplo de Naruto no Playstation 3. Mas não se empolgue com as armaduras divinas e pensar que a história de Cavaleiros do Zodíaco: Alma de Ouro esteja no jogo, porque infelizmente ainda não foi dessa vez.

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Gameplay:

Mesmo que o conteúdo seja enorme comparado com o jogo anterior, o gameplay praticamente não teve mudanças, talvez o jogo esteja mais fluido. Não que seja ruim isso, o “Cavaleiros do Zodíaco: Alma dos Soldados” é bem funcional e junto dos especiais é um show ver as lutas, porém elas são muito simples.

Possivelmente após finalizar o modo campanha e jogar uns contras você não voltará a joga-ló novamente. Uma pena, pois pequenas mudanças poderia deixar o jogo mais competitivo e fazer-ló um jogo pelo menos ao nível da série Naruto Storm.

Gráficos:

Para quem está jogando no Playstation 3 não verá muito diferença do jogo anterior, porém no Playstation 4, o gráfico está bem interessante, porém ainda inferior a outros jogos da Bandai Namco, como Naruto e Dragon Ball.

Som:

Chegamos no motivo pelo qual a maioria dos meus amigos compraram esse jogo, a dublagem oficial em português. Okay, algumas vozes não são as mesmas porque não deu pra trazer todo os dubladores por N motivos.

Mas ela é boa? Em grande parte sim e é fantástico jogar dublado, porém o jogo ás vezes fica com o lipsync correto e as conversas parecem um pouco paradas.

Mas vale a nostalgia? Sim, vale. As músicas eu nem preciso dizer que não teve  porque no Japão as coisa são vendidas separadas infelizmente e por isso não estão no jogo. Mas se tivesse abertura oficial com o Edu Falaschi cantando, eu acho que eu infartava.

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Considerações finais:

Em um frase simples esse jogo ao meu ver entra na categoria: Obrigatório para fãs. Bonito de ver jogar e simples de jogar. Se tratando de um jogo de luta, Cavaleiros do Zodíaco: Alma dos Soldados é uma aventura com adição da dublagem, modo extra e um robusto modo historia. Com tudo isso, o produto se torna algo obrigatório para os fãs de Cavaleiros do Zodíaco.

Sem duvido, esse é o melhor jogo de Cavaleiros do Zodíaco já teve, mas se você não é fã da série possivelmente não terá interesse nenhum em jogar e apreciar a nostalgia presente no Cavaleiros do Zodíaco: Alma dos Soldados.

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Nota:

3,5/5

 Agradecimentos a Bandai Namco pelo envio do jogo a equipe do JWave.

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Críticas e Reviews Reviews de Games

Review | One Piece Pirate Warriors 3

JWave Games Capa Padrao 12

Como assim você não sabe o que é One Piece ? Ou então não conhece a serie Musou (Dynasty Warriors aqui no ocidente) ? Vamos recapitular rapidamente aqui, One Piece é o mangá de maior sucesso até hoje da Shounen Jump. Mesmo não tendo tido uma boa versão ocidental  do animê,  One Piece até hoje é bastante conhecido por aqui.

Já a série Musou vem  bombando desde do inicio do Playstation 2 com uma nova geração de jogos beat up e com outro jogos tais como Zelda, Gundam e é claro One Piece. E aqui estamos com a 3 geração que não invetou a roda nem mudou muito, mas deu uma polida nesse diamante.

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História:

É uma revisita a história do animê até o momento atual e ainda trazendo algumas historias inéditas totalmente fora da cronologia. Pra quem ainda não embarcou nessa grande jornada o jogo serve pra um ótimo resumo da serie.

Lembrando que One Piece conta com mais de 700 episódios, mas que altamente recomendo você ver porque vale cada minuto das aventuras de Luffy e sua turma.

Gameplay:

Começaram as mudanças, principalmente o primeiro Musou que tinha uma cara de jogo mais aventura que beat up, mas que mesmo com a inovação faltava algo.

Esse terceiro jogo pega a formula já renovada do anterior com combos em equipes e dash cancel, mas muda o jeito de usar a equipe, além de uma adição de especiais feito em grande times, não mais apenas duplas, sendo possível usar até 5 personagens juntos num mesmo especial.

Gráficos:

A Nível de Playstation 4 como já esperado, mas claro que Naruto Storm 4 ainda é rei em quesito qualidade técnica, mas o jogo tem cenários bem maiores e com muito personagens. Levando isso em conta o jogo está bem legal com algumas quedas de frame, mas nada que atrapalhe a jogabilidade.

Som:

Aqui talvez poderia ter sido melhor, não que esta ruim mas são as mesmo musicas desde do primeiro jogo. Eu sei que colocar as músicas do anime sai caro devido licenciamento das músicas no Japão, mas pelo a mais atual podia ter né ? Ou novas musicas pro jogo? Então nesse ponto, o jogo perde alguns pontos.

Considerações finais:

Aqui sem duvida acertaram a dose e vale a pena pelo Modo História, ainda mais no meu caso que vi as primeira temporadas a mais de 10 anos, foi um bom refresco.

O modo online que já havia no jogo anterior, voltou e dá um gás pra fazer as missões com os amigos. Ao meu ver, One Piece Pirate Warriors 3 não tinha como ser muito melhor, talvez na parte das musicas, por isso a nota final tão alta e minha grande recomendação a todos os fãs de beat up e de animê.

 Galeria

Nota:

4,5/5