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13º Festival do Japão – WCS 2010: Etapa JBC Brasil

Pela primeira vez em sua história, o Festival do Japão incluiu em sua programação uma atração voltada aos adeptos do cosplay. E justamente a maior de todas: a final brasileira do World Cosplay Summit (WCS).
O concurso mundial de cosplay fechou o evento no domingo (18/07), e trouxe, ao todo, nove duplas de cosplayers, que se classificaram em seletivas realizadas nos quatro cantos do país.



Novamente, Kendi Yamai foi o mestre de cerimônias do concurso, a exemplo do dia anterior, quando apresentou o Miss Nikkey. Desta vez, ele surpreendeu a todos, surgindo no palco vestido a caráter, caracterizado de ninja.

Kendi Yamai e seu “cosplay” de ninja

E a disputa foi bastante acirrada. Os participantes realizaram performances bastante criativas e até ousadas, com figurinos vistosos, cenários, efeitos especiais e boas interpretações.
O resultado foi um espetáculo de encher os olhos do público.

Geraldo Cecílio e Renan Aguiar, campeões do ano passado,
fizeram uma performance do anime Full Metal Alchemist

Nathalia Lelis e Gabriela de Lima, como personagens do game Odin Sphere

Maurício e Mônica Somenzari, que já foram campeões mundiais,
com sua apresentação baseada no game Sengoku Musou

Petra Leão e Alessandra Fernandes, com Kimba – o Leão Branco

Tamires Posenato e Renato Lopes, com Fairy Tail

Uma das apresentações mais aplaudidas foi a da dupla Carolina Michelli e Loren Louro, que, com uma performance hilária, interpretaram no palco os personagens Jesse e James, de Pokémon.

Carolina e Loren arrancaram risos e aplausos do público com seu cosplay da Equipe Rocket

Mas quem acabou levando a vaga para a final mundial de Nagoya foi a dupla formada por Gabriel Niemietz e Gabrielle Valério, que interpretaram personagens do game Valkyrie Profile, com uma performance marcada por fantasias caprichadas e também pela ousadia. Durante a apresentação, Gabrielle levantou vôo no palco (literalmente), deixando o público de queixo caído.


Além das apresentações, o WCS também contou com algumas atrações extras. O grupo Harajuku Lovers realizou um desfile baseado na moda do famoso bairro de Tokyo, e a cantora japonesa Tsubasa e o apresentador Yudi, do SBT, soltaram a voz no palco.

O Harajuku Lovers apresentou a moda jovem do Japão

A cantora Tsubasa, atração internacional do WCS

Yudi Tamashiro também deu o ar da graça no WCS

A final mundial do WCS será disputada no dia 1º de agosto. Gabriel e Gabrielle irão disputar o título mundial com representantes de outros 14 países. O Brasil é o único país que ganhou a competição por duas vezes, e sempre entra forte na briga pelo título.
Parabéns aos vencedores e boa sorte em agosto!

Gabriel vibra na hora do resultado final

Os vencedores recebem a passagem para o Japão…

…e o troféu do World Cosplay Summit

E esta foi a cobertura J-Wave do 13º Festival do Japão. Um evento fantástico, que sempre evolui com o passar dos anos, inovando e sempre agradando ao seu público.
Parabéns à toda comissão organizadora do evento, e esperamos que a qualidade mostrada neste ano possa ser mantida para o ano que vem, e para os próximos conseguintes.

Por enquanto é só, pessoal. Até a próxima!

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Opinião | A morte do Animax como nós conhecemos

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A maioria que gosta de animação japonesa já deve ter recebido a bomba sobre o canal oficialmente jogar os animês para escanteio. Quando escrevi o primeiro “Opinião” sobre a derrota dos Otakus, falei que a derrota do Otaku, fã desse tipo de série, que ele consome produtos ilegais em lojas e eventos, como DVDs piratas, e baixando na internet, não acrescenta em nada como público interessante comercialmente. Porém, a culpa não fica só exclusiva aos otakus, mas também as empresas que administram mal seus canais.

O Animax está sofrendo do mesmo mal que o canal Boomerang sofreu há alguns anos atrás, por não ter emplacado no Brasil, como um canal voltado a desenhos antigos, estes limados da programação da Cartoon Network e que estavam à espera de uma nova chance. O canal mesmo que excelente em seu acervo, tinha uma programação confusa, tinha o conceito de não ter intervalos, e tinha campanhas fantásticas pro público adulto que era criança quando foram feitos aqueles desenhos, o resultado foi fracasso. O canal teve que ser repaginado, deixando inclusive de passar desenhos, inserindo em sua programação séries australianas, americanas e até mexicanas, tornando-se mais próximo do público que assiste canais como Disney Channel e Nick. O que aconteceu? Não preciso comentar que Boomerang saiu do vermelho, deu certo, e até pouco tempo, Rebeldes (exibido anteriormente no SBT) era o programa mais assistido do canal.

Com certeza, os fãs de Boomerang se revoltaram, porém o canal afirmou que colocaria seus desenhos antigos de madrugada e na teoria problema resolvido. A questão do Animax é mais delicada, porque o Animax veio ocupando lugar de um canal trash, porém excelente como Locomotion, que dosava animações do mundo inteiro, passava animações dos anos 80 como He-man, She-ra e G-Force, enquanto a noite era dedicada aos animês como Evangelion, Caçadores de Elfa e Bubblegum Crisis: Tokyo 2040.

O primeiro ano do Animax veio com alegria para os fãs, porque era um canal japonês de animes e bom, parecia que ganharíamos um canal de “animê” de verdade. Porém, o buraco é mais embaixo, tínhamos uma grife japonesa sim, porém comandada pelas mesmas pessoas do Sony Television e AXN. O que isso significa? Públicos e experiência totalmente diferentes, o que com certeza foi um pesadelo pra eles. Pode ver que toda “solução” desesperada pra eles, são coisas que passam ou tem cara dos outros dois canais. Faltou pesquisa, faltou personalização, faltou um monte de coisas que o Animax não fez e morreu na praia amargando com campanhas de humor bem duvidoso.
Se por um lado empresas como a Editora JBC anunciavam apoio ao estúdio Alamo para a adaptação de animês para o canal, o que dava confiança do publico brasileiro pelo canal, do outro tínhamos uma falta de experiência e falta de tropeços que marcou esses 3 anos de Animax.

Você reconhece esse Animax aí de cima? Eu não!

Vamos analisar alguns problemas do Animax:

1 – Falta de animês clássicos famosos no Brasil
Um dos problemas do Animax “latino” foi a ausência de animês antigos que passaram pelas emissoras daqui. Um animê como Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball Z, Sailor Moon, Samurai Warriors, Shurato faltou, e o pior, se você assiste o Animax japonês, sabe que ele principalmente é focado nisso.

Um animê desse porte, pode atrair sim um público maior para o canal, porém invés disso, optaram só comprar de forma bem bagunçada os animês de sua programação.

E títulos como Bleach e Death Note, mesmo sendo fortes no exterior no Brasil não são porque não passam na TV a aberta. O bom seria se nesse caso eles fizessem algo ao estilo do Animax espanhol que comprou Naruto Shippuuden, porque o Jetix por lá não quis a série já que Naruto não teve um bom desempenho por lá.

2 – A Falta de animes “shoujos”
Se você ver o Animax de qualquer país, o canal passa produções pro público feminino e bom, só ver nas bancas brasileiras que tem um público fiel de shoujo, além de o crescimento dos leitores de mangá se deve as garotas, pois bem, parece que o canal não sabia disso, ou não queria saber, pois não tinha nada voltado pra elas.

3 – Animax é um canal pra quem?
Se você olhar na sua TV a cabo hoje, vai perceber que o Animax não está perto dos canais infantis como Nick, Disney Channel, Cartoon Network, Boomerang, porque ele passava desenhos adultos.

Pois bem, não seria melhor focar num público criança e adolescente, tendo um canal “infantil” próximo aos demais? Por que investir em besteiras como bloco Lollipop? Animax assim não só afugentou as empresas, que não queriam ter a licença do canal da HBO, como tinha programação infantil de manhã e a tarde, porém não era um canal fácil pra criança achar.

O Animax resumindo, era um canal que tentou investir num público diversificado e caiu do cavalo. Devia ter seguido padrão de outras empresas, optando mesmo que quisesse passar animês mais pesados, apenas na madrugada.

4 – A falta de um Animax Brasil
O Animax por mais que falem continua sendo um canal mais “latino” e menos brasileiro. Somos um povo diferente, e precisamos de blocos personalizados pro Brasil, programas brasileiros durante a programação, tornando o canal mais a nossa cara. Porém, isso tem custo, um custo que o Animax não queria bancar e preferia gravar tudo no México.

Canais como Disney Channel e Nick tem programas no Brasil e ajudam a dar um “jeitinho” brasileiro para o canal.

Isso sem contar que com sucesso comercial de Turma da Mônica Jovem, a Sony podia ter aberto os olhos e ter encomendado um “animê” pro Mauricio de Souza baseado na turma e atrair um novo público com o primeiro “anime brasileiro”.

5 – Os clipes e séries japonesas
Um dos pontos positivos da Sony foi colocar clipes de cantores japoneses no intervalo, foi a primeira vez no país que pudermos ver cantores como Utada Hikaru, Crystal Key e Sowelu na televisão brasileiro.

Já imaginou um programa de clipes de jmusic, com artistas sendo entrevistados? Sim, artistas da Sony Music Japan, que faz música pro Bleach e outros animês da casa, poderiam falar de seu trabalho, convite de trabalhar em tal animê. Bom, parece que Animax daqui não pensou nisso.

O que faltou foi um programa de clipes, uma personalização de conteúdo, indo além dos clipes. Talvez até imitando o que outros Animax optaram fazer agora que é exibir os doramas, em sua programação, por serem derivados de mangá também.

Agora numa opinião pessoal, eu optaria de trazer tokusatsu clássico da Manchete. Pegar as séries da Focus (que só Jaspion pagou as três) e trataria de colocar a noite no Animax pra pegar os nostálgicos de plantão. Logicamente, a intenção não seria ir atrás de material novo, mas apenas antigo, se caso tivesse retorno (até porque é barato) partiria pra algo novo. Nesse caso, séries assim entram no mesmo critério de animês clássicos, trazendo público mais antigo para o canal.

6 – Marketing casado
Tendo tantas séries que foram lançadas em mangás no país, fazer só peça publicitária nos mangás da JBC e da Panini não rola. O Animax tinha que fazer promoções de mangás, e até concursos para cada país.

Outra coisa seria oferecer algo diferenciado aos clientes do ramo no Brasil, o que significa atrair clientes como Playarte, Focus, JBC, Panini, Yamato, que produzem produtos e serviços pro Brasil que envolvem animação japonesa e os levar como anunciantes de seu canal.

Além disso, produções da Sony, deveriam ter tido lançamentos simultâneos por aqui, em DVD, isso sem mencionar empresas como Focus que lançou Full Metal Alchemist no passado, que deveria ser focado no público do canal.

Independente disso, Animax pertence ao grupo Sony, poderia ser usado como meio publicitário da Sony Brasil para Playstation 3, câmera Sony Cybershot, dvds, blu-rays da Columbia e muito mais. Porém, você viu algum comercial da própria empresa no canal? Com exceção da câmera do último do 007, acredito que não.

Conclusão
Existem ainda muitos argumentos a serem questionados do fracasso do Animax, e principalmente se deve a má administração da empresa no canal na America Latina. Concordo que o canal pode crescer com aumento de séries não japonesas, porém além de inserir, tiraram toda filosofia do canal e transformaram numa versão genérica ao estilo da AXN.

Logicamente que às vezes isso não é nem culpa de quem ficou responsável pelo canal no Brasil, já que sendo um canal voltado pra América Latina, às vezes você tem pouca liberdade, ou talvez nenhuma pra personalizar o canal e a Sony falhou.

Agora quem pensa que o Animax é um grande canal, bom é sim, mas sabe quem é anunciante Lá? Empresas ao estilo da Polishop, se você já assistiu Animax japonês, deve ter visto aqueles aparelhos de ginástica e outros aparelhos estranhos sendo vendidos no Animax de lá. Então mesmo o canal dando certo no seu país de origem, você pode dizer que também não tem anunciantes muito fortes por lá.

Obs: Se quiser ler mais sobre o Animax, leia o texto do portal Jbox sobre a reformulação.

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5º Nikkey Matsuri – saiba o que rolou no evento

No último final de semana (24 e 25/04) foi realizada a quinta edição do Nikkey Matsuri, evento de cultura japonesa, no Clube Escola Jardim São Paulo, zona norte da capital paulista. O evento contou com atrações bastante diversificadas, e também com a presença de algumas autoridades. Um grande número de pessoas compareceu ao local no último dia. Ao todo, mais de 40 mil pessoas compareceram nos dois dias do evento.

Além das atrações culturais, o evento contou também com uma praça de alimentação, onde o público pôde apreciar alguns pratos típicos, como yakissoba e onigiri. Houve ainda um enorme stand montado pelo famoso salão de cabeleireiros Soho, que promoveu o programa “Soho Solidário”, realizando cortes de cabelo a preços populares, com toda a renda sendo revertida em favor de entidades assistenciais.

O “Soho Solidário” promoveu cortes de cabelo a preços populares

Vários grupos tradicionais de dança e de música da comunidade se apresentaram ao longo do evento.
E, além deles, uma das atrações principais foi o cantor Joe Hirata, famoso por interpretar canções sertanejas.

O cantor Joe Hirata marcou presença no Nikkey Matsuri

O Consulado Geral do Japão também realizou uma exposição temática dentro do evento, com roupas tradicionais, objetos do cotidiano, gravuras e algumas maquetes de palácios e monumentos, como o Genbaku Dome de Hiroshima.



Alguns objetos expostos pelo Consulado Geral do Japão


Maquete do “Genbaku Dome”, de Hiroshima,
que resistiu à explosão da bomba atômica

Os fãs de anime/mangá também tiveram seu espaço dentro do Nikkey Matsuri. Um palco extra foi montado logo na entrada do evento, e houve apresentações de animekê livre e shows de bandas diversas, que levantaram o público com temas de séries famosas, como Dragon Ball GT e Full Metal Alchemist.

Apresentação de animekê livre


Bandas como a Owari (na foto de cima) e a Acid Shot
animaram o público

Várias autoridades estiveram presentes no evento, tais como o vereador Gilberto Natalini (PSDB), que veio representando o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, além dos também vereadores Jooji Hato (PMDB) e Ushitaro Kamia (DEM) e o deputado federal Walter Ihoshi (DEM-SP), que ressaltou a importância cultural do evento. “Vários povos ajudaram a construir a cidade de São Paulo, tais como os imigrantes italianos, os portugueses, e os japoneses. A comunidade japonesa é uma comunidade bastante presente na cidade, e a cultura japonesa tornou-se integrada à dos paulistanos. Eventos como este ajudam a divulgar o trabalho das entidades ligadas à comunidade, mostrando toda a cultura, a música, a dança, a gastronomia, que interessam a um povo bastante misturado culturalmente, como o paulistano”, diz o deputado.

Autoridades presentes no evento

Pelo quinto ano consecutivo, o Clube Escola Jardim São Paulo recebeu o Nikkey Matsuri. Motivo de orgulho para sua diretora, Ana Maria Schiesari, que destacou os benefícios que o evento trouxe para a instituição: “Graças ao evento, conseguimos emendas junto aos vereadores da Câmara para a promoção de reformas nas dependências do Clube Escola. Isto é muito importante, pois o Clube Escola é propriedade da nossa população. E, se todos nós fizermos nossa parte, poderemos progredir ainda mais”, disse.
A diretora falou ainda de sua admiração pela cultura japonesa, e do ambiente familiar do evento: “A cultura japonesa é uma cultura que possui uma filosofia maravilhosa, que valoriza muito a família. A família é o centro de tudo. E o nosso Clube Escola também é um clube da família. Por isso é importante pra nós realizar eventos onde toda família possa estar presente, como o Nikkey Matsuri, pois eles nos mostram a importância do amor da família.”

A seguir, alguns momentos marcantes do evento:

Apresentação de dança (odori) – Fujinkai/Lojinkai Tucuruvi:




Ishin Yosakoi Soran:





Ninjutsu:




Requios Gueinou Doukoukai:




Um evento bastante interessante e diversificado, que tende a crescer a cada ano.
Assim foi o Nikkey Matsuri, que tem tudo para entrar para o rol dos grandes eventos da comunidade nipo-brasileira.

Por enquanto é só, pessoal. Até a próxima! o/

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Música Pesquisas e Top

Top 10 de músicas de anime do karaokê japonês!

A empresa japonesa JoySound lançou o ranking anual de músicas mais tocadas em karaokê, em diferentes listas. Vocês podem conferir a lista aqui:
Top 10.

Infelizmente, só em japonês, mas eu trago a lista abaixo do ranking de músicas de anime:

1-Cruel Angel Thesis, de Evangelion e cantada por Yoko Takahashi
2-Lion, de Macross Frontier e cantada por May’n
3-Genesis of Aquarion, de Sousei no Aquarion e cantada por Akino
4-Ponyo on the Cliff, do anime de mesmo nome e cantada por Fujioka Fujimaki
5-God Knows, de Suzumiya Haruhi no Yuuutsu e cantada por Aya Hirano

(heroína de Macross abaixo)

6-Seikan Hikou, de Macross Frontier e cantada por Megumi Nakajima
7-Touch, de Touch e cantada por Yoshimi Iwasaki
8-Uso, de Full Metal Alchemist BrotherHood e cantada por SID
9-Hare Hare Yukai, de Suzumiya Haruhi no Yuuutsu e cantada por Aya Hirano, Chihara Minori e Yuko Goto.
10-Sobakasu, de Rurouni Kenshin e cantada por Judy and Mary

Termino o post com esse vídeo onde as seiyuus de Suzumiya Haruhi, Aya, Minori e Yuko, cantam e dançam o tema de Hare Hare Yukai.

Fonte:Anime Anime

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Animê & Mangá

Veja os animes que estreiam em Setembro e Outubro na televisão japonesa

O site Otaku World News, revelou as estreias dos animes, que estreiam na temporada de Outono no Japão. Para quem não está acostumado, no Japão as séries são lançadas pelas estações por ano, assim temos grandes lançamentos 4 vezes ao ano.

Relebrando, esse ano tivemos a estreia de Dragon Ball Kai na Primaveira, acompanhado do remake de Full Metal Alchemist, e o remake da série Mazinger Z. Na mesma temporada, tivemos o retorno de Haruhi Suzumiya com episódios da primeira temporada, misturados com a segunda temporada.

Em setembro também se encerra a série Kamen Rider Decade, com o filme nos cinemas e a estreia de Kamen Rider W.

O anime do Stich ganha continuação no Japão em Outono, lembrando que a primeira temporada Stitch está no Brasil pelo Disney Channel.

Para fãs de Clamp, vem a estreia de mais uma personagem com conexões de XXX Holic e Tsubasa, a Kobato. Pessoalmente estou esperando muito dessa série animada.

Para fãs de dorama, a série em anime Winter Sonata, também estreia entre Setembro e Outubro.


Para fãs de Tezuka, vem a estreia de Jungle Emperator Leo, que é uma releitura do personagem Kimba, o leão branco.

Os grandes destaques da temporada são Inuyasha: ato final e Fairy Tail.