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Você se lembra de The Super Mario Bros. Super Show?

Em 1989, nascia a primeira animação ocidental baseada no universo Super Mario Bros., que era “The Super Mario Bros. Super Show!”. Mas você deve estar se perguntando “por que animação ocidental?”, não é? Em 1986, Super Mario Bros., acabou virando animação para os cinemas, gerando um mangá baseado no mesmo filme e sendo lançado logo depois do lançamento do jogo em 1985. Além disso, em 1984, existia uma animação americana chamada Saturday Supercade que misturava vários jogos de árcade, e um deles era Donkey Kong, trazendo Jumpman entre os personagens animados, uma versão ainda “rascunhada” do que seria o Mario em 1985.

Voltando ao desenho, ele foi produzido pela DIC e distribuído pela Viacom, sendo lançado no Brasil pela Rede Globo. Sendo exibido no Xou da Xuxa, a série teve 65 episódios, dos quais 52 eram do Mario e os 13 restantes sobre The Legend of Zelda.

O desenho, principalmente, trazia referências de Super Mario Bros. e de Super Mario Bros. 2, misturando personagens como o Rei Koopa com Birdo, além de outras referências que, naquela época, ainda não tinham sido vistas juntas em jogos do Mario.

Live-Action


O Live-action sempre abria o desenho, contando alguma atrapalhada, e repleta de convidados. O lutador Lou Albano fazia o papel de Mario, enquanto Danny Wells fazia o papel do Luigi. Na série tivemos as primas do Mario e Luigi, chamadas Marianne e Luigeena, entre outros personagens criados exclusivos para o Live-action.


Para fãs da série Anos Incríveis, a atriz Danica McKellar que fazia Winnie Cooper, fez a mimada Patty, no segundo episódio de “The Super Mario Bros. Super Show!”.

Outro episódio lembrado pelos fãs é quando o ator Ernie Hudson, que faz o papel de Winston no Caça- Fantasmas, aparece na série pra divulgar o segundo filme deles, em 1989. Bem antes de Luigi´s Mansion existir, nesse episódio Mario e Luigi tem que caçar fantasmas em seu escritório.


Desenho

A série abria sempre com Mario fazendo um resumo de como veio parar lá, e está tentando salvar a Princesa Toadstool das mãos de Koopa para voltar para casa. Ele, Luigi, a Princesa Toadstool e o Toad andavam pelo mundo enfrentando Koopa, que sempre aparecia com algum plano para seqüestrar a princesa.


O primeiro episódio da série é o Toad sendo confundido com o filhote do personagem Birdo, que é míope e confunde os dois. Mario e Luigi encontram o filhote e pedem que Birdo ajude a lutar contra o Koopa.

A série era basicamente assim, com episódios únicos, que poderiam ser acompanhados sem uma ordem específica e sempre traziam de maneira bem humorada o personagem Koopa, que tentava ser rei do Reino dos Cogumelos.

Dublagem

A dublagem realizada nos estúdios Herbert Richers trouxe algumas pérolas, como “Os Bombeiros Super Mario”, um termo regional para se referir a encanadores.

Mario foi dublado por Antonio Patiño, dublador que ficou famoso pela voz clássica do Tio Patinhas, enquanto o irmão Luigi ganhou a voz de Jomery Pozzoli, a voz do Coelho Abel do desenho Ursinho Pooh.


Para a princesa Toadstool, a voz dela era da dubladora Guilene Conte, a voz da Thalia em todas as novelas que passou aqui no Brasil pelo SBT, de Sabrina em Sabrina – Aprendiz de Feiticeira e da mãe do Chris em Todo Mundo Odeia o Chris.

A voz do Toad era o dublador Oberdan Jr., que fez a voz de TinTin, exibido no Brasil pela TV Cultura no começo dos anos 1990.

Por fim, o Koopa, que teve a voz de Paulo Flores, o dublador que ficou eternizado fazendo a voz de “Mufasa”, o pai de Simba em “O Rei Leão”.

Todo o elenco dublou as séries posteriores de Super Mario Bros. que a Dic produziu até Super Mario World e foram exibidas pela Rede Globo.


Publicado originalmente no Portal Nintendo World

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Games

25 anos de Super Mario Bros e vários lançamentos da Nintendo pra comemorar

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No dia 13 de setembro de 1985, chegava as lojas japonesas, o jogo Super Mario Bros, um jogo que mudou a história da industria dos videogames. Desde então, Mario inspirou e ainda inspira jogos das gerações atuais, a cada nova versão de seus jogos.

A Nintendo japonesa comemora essa data com várias novidades, como um lançamento especial de uma linha de produtos baseada no aniversário de seu personagem. Além disso, ela fez um vídeo especial de 5 minutos sobre a história do personagem.

O Club Nintendo, um clube de fidelidade da empresa, aonde você troca pontos obtidos em jogos, acessórios e consoles novos, por produtos exclusivos, acabou de anunciar uma linha especial de 25 anos de Super Mario Bros.

Veja a linha de produtos:

Camiseta
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Bolsas
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Baralho
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A partir de hoje e até o dia primeiro de janeiro de 2011, você poderá trocar pontos no seu Club Nintendo, por esses objetos, lembrando que a tiragem é limitada e vale somente pra quem mora no Japão.

Paralelo a isso, a Nintendo também preparou, o comentado Super Mario Collection Pack que agora é chamado de Mario 25th anniversary collection. Essa coletânea vem com jogos clássicos do Super Mario, baseado no Super Mario All-Stars de Super Nes, mais um livro sobre a história do personagem e um CD com uma coletânea de músicas do personagem, até Super Mario Galaxy 2. Ele custará 2.500 ienes, o equivalente a 30 dólares e ainda não se sabe se ganharemos uma versão ocidental da mesma.
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Se você é fã do Super Mario e tem algum amigo no Japão, talvez pode pedir pra ele, alguns desses produtos exclusivos por lá.
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Lembrando que o J-Wave fez um podcast especial em homenagem aos 25 anos do lançamento de Super Mario Bros. Se quiser ouvir, ouça aqui a parte 1 e 2 do podcast.

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Quadrinhos

Novidades sobre o crossover entre os personagens da Turma da Mônica com os da Tezuka Productions

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O site Animation Info conseguiu algumas novidades, sobre o crossover entre os personagens da “Turma da Mônica” com os personagens de “A princesa e o Cavaleiro”, um encontro que demorou 20 anos pra ser concretizado.

Mauricio de Souza e Osamu Tezuka, dois grandes mestres dos quadrinhos, se conheceram nos anos 80, e planejavam na época, um encontro em versão animada, entre seus personagens, porém com a doença e morte do Tezuka, o projeto acabou sendo arquivado.

Esse ano, Mauricio de Souza, acabou conversando com o pessoal da Tezuka Productions, durante a Feira do Livro em Bolonha, conseguindo autorização para a produção de Hq, em que os personagens se encontrariam, seguindo a idéia original do filme que não ganhou luz do dia.

Agora, o criador da Turma da Mônica está rumo ao Japão com a história quase pronta, para aprovação da Tezuka Production. Lembrando que o projeto era pra ter saído em junho, mas por atrasos em acordo de ambas as partes, no processo contratual, acabou deixando a história bem atrasada e sem data para lançamento.
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Fonte: Animation Info

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Filmes

Remake asiático de Ghost – Do outro lado da vida


A obra de Jerry Zucker, filme de sucesso nos anos 90, Ghost – Do outro lado da vida, estrelando Patrick Swayze e Demi Moore está ganhando um remake asiático. Patrick Swayze e Demi Moore serão substituídos respectivamente pelo ator coreano Song Seung Hun (33) e a atriz japonesa Tanako Matsu (36) com a história ocorrendo no Japão. Também foi revelado que o papel de Whoopi Goldberg será interpretado por Kirin Kiri (67).

O cantor Ken Hirai (38) está providenciando o tema do remake. Será a quinta vez que a mesma faz um tema para filmes de romance, espera-se que a canção seja um hit de sucesso. A canção é intitulada “Aishiteru” e o single será lançado 3 dias antes do lançamento do filme. O filme tem previsão de lançamento para 13 de novembro.

Ghost – Do outro lado da vida, é um filme romantico, estadunidense de 1900, dirigiro por Jerry Zucker, com roteiro de Brune Joel Rubin que conta a história do espírito Sam (Patrick Swayze) que tenta ajudar sua esposa Molly (Demi Moore) que corre risco de vida. Sam conta com a ajuda de Oda Mae (Whoopi Goldberg) que a princípio se mostra uma grande mentirosa, mas no final descobre-se realmente médium.

Fonte: Tokyograph

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Cultura Pop

Marli Bortoletto fala sobre Sailor Moon e a Redublagem da série

A dubladora Marli Bortoletto deixou uma mensagem aos fãs de Sailor Moon comentando da possibilidade de voltar a dublar a personagem. Vale lembrar que o animê quando foi exibido na Rede Manchete, em 1996, teve a voz da dubladora no papel de Serena, a Sailor Moon, na Gota Mágica.

Alguns anos depois, Sailor Moon teve suas temporadas seguintes (da R a Stars), exibidas na Cartoon Network, sendo dubladas na BKS, trazendo uma troca 100% do elenco, como também uma tradução que incomodou os fãs da primeira temporada.

A série está sendo relançada no Brasil e o SOS Sailor Moon está assessorando, para ajudar o estúdio que cuidar das dublagens da série. O SOS Sailor Moon está ajudando para a escolha o elenco que é mais cara do público brasileiro, trazendo o melhor dos dois trabalhos anteriores.

Sailor Moon está sendo relançada no Brasil, pela Toei Animation e Angelotti Licensing, tendo um foco especial no lançamento de brinquedos e DVDs para 2011. No atual momento, a Toei está escolhendo qual estúdio cuidará da série, tendo algumas opções bem conhecidas pelo público brasileiro.

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Música

Miguel Falabella fala de Bonamana, BoA, Koda Kumi e muito mais no seu Twitter

O ator, roteirista, cineasta, escritor e diretor, Miguel Falabella já vem demonstrando interesse por música oriental há algum tempo no Twitter, quando citou Koda Kumi por lá. Recentemente, conversando com uma gama de fãs de música coreana, ele se demonstrou não só interesse como conhecimento por artistas de Kpop.

Ontem ele falou de Jung Ji Hoon, e também sobre ir pra Coreia ver o show de 2NE1. Inclusive ele ainda fala no twitter ontem sobre a chance de ter shows no Brasil, perguntando a pessoas no twitter, se lotaria um estádio, o show de algum artistas coreano.

Conversando ainda sobre música coreana, ele cita a BoA e comenta que estava na Inglaterra, no lançamento do CD dela por lá.

Para completar, o Miguel Falabella fala de Bonamana um dos grandes hits da Coréia do grupo Super Junior e que ele deu entender que teria gostado.

Em época, que o escritor Walcyr Carrasco tomou pedradas por comentar que tem vontade escrever uma novela no Japão, esperemos que Miguel Falabella continue entusiasta pelas produções coreanas, como também as traga para o Brasil. Principalmente, que não exista fãs xiitas e critiquem ele expor seu gosto por música coreana, com receio que isso torne popular no Brasil, fora de seus grupos seletos.

Para quem quer seguir é o @FalabellaReal.

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Artigos

Opinião | Lost mudou o mundo?


Eu sou uma pessoa que acompanhou o lançamento de Lost, lembro perfeitamente da estratégia da Sony em lançar a série em dois canais, colocando na AXN e na Sony Television. Lembro que na época, foi uma atitude arriscada já que AXN era um canal novo do grupo Sony, substituindo o até então Teleuno.

Não continuei acompanhando a série, chegando até a terceira temporada, porém todo esse “aué” que a mídia tem falado em torno dos torrents, downloads ilegais, tenham ganhado força, é exatamente disso que eu vou focar aqui.

Para quem gosta de animê e mangá, está cansado de saber o que é fansub, sobre legendas e a rapidez que temos um episódio traduzido no mesmo dia que saiu no seu país de origem. Enquanto isso, a industria “oficial” demora meses, anos pra trazer uma série, muitas vezes alterada, dublada em inglês pra depois ser dublada em português, com uma imagem aquém (já que lá fora já se utiliza HD, aqui a TV a cabo ainda está caminhando a isso) e sem opção de legendas.

Lost fez que a mídia olhasse que a Disney/ABC teve que fazer acordos no mundo inteiro, para exibir a série ao mesmo tempo, porém a pergunta fica sobre legendas. Por que a industria americana acha que todos nós temos que saber inglês? A Viz não trouxe animês exibidos no mesmo dia no Japão em seu site, porém legendados em inglês. Por que não lançar em japonês? Não é um idioma tão “universal” como inglês? Lógico que não, e um atraso de 48 horas como a AXN anunciou no Brasil é legal, mas mesmo assim é tarde. Sabemos que em algumas horas a legenda em português e o episódio em alta definição vai estar disponibilizado em algum lugar da internet.

As empresas tem que mudar seu formato de pensar, e não adianta olhar o idioma inglês como uma solução universal. Talvez o seu produto vai ter que ser pensado, planejado e lançado, a partir do seu ponto de origem, com suporte a idiomas no mundo inteiro. Como? A televisão a cabo vai ter q se adaptar a essa realidade, como também lojas online como iTunes, vão ter que se acostumar também com esse suporte. Saber inglês é necessário pra sua profissão, mas muitas vezes, você não quer chegar em casa e assistir uma série inglês, o mais rápido possível. Convenhamos, a rapidez é boa, mas tem que ser feita com um serviço decente e dando suporte ao que você procura, e não tem nada mais básico que oferecer ao seu idioma nativo, português.

Esse ano teve apelo das editoras japonesas em não ler scans, por causa da baixa de vendas, isso é uma realidade, porém enquanto as empresas não mudarem sua forma de trabalho, e até oferecendo scans em outros idiomas e legalizados, disponibilizando em seus sites, por preços módicos, a pirataria não será combatida.

Se o pessoal fala de Lost e séries americanas, olhem um pouco melhor que existem séries do mundo inteiro, aonde fãs traduzem pra português porque não existe mercado oficial por aqui. São séries britânicas, coreanas, tailandês e japonesas, que são séries ignoradas pela indústria local, porém tem sua gama de fãs.

Eu por exemplo, estou assistindo uma série japonesa, chamada Sunao ni Narenakute, sobre 5 amigos que se conheceram no Twitter. A série é exibida no Japão toda quarta a série é exibida por lá, sendo até o final de semana, a legenda em inglês, seguida de outros idiomas, já está disponibilizada na internet. É ilegal? Sim, porém essa série nunca vai ser lançada no Brasil comercialmente e os fãs sabem disso e não só apóiam como disponibilizam o conteúdo da série em outros idiomas, para que outros tenham acesso.

Será que já não passou o tempo das massas? Trazendo uma personalização cada vez maior do seu consumidor, temos que esperar a indústria tomar uma atitude sobre o que devemos assistir? A internet tirou esse filtro, hoje não somos obrigados a esperar o que um canal de televisão quer que nós assistamos.

Numa era, que muitos criticam o papel de produções brasileiras, como novelas, e seu antigo papel social para a população brasileira, a internet fez com que mesmo de forma ilícita, pudéssemos ter acesso a um conteúdo diferenciado e até que adequasse o gosto particular de cada um.

Já se perguntou o sucesso do animê Naruto no SBT e Cartoon Network? Não foi lá que eles fizeram sucesso, mas em japonês e legendado em português na internet, não sendo a toa que a empresa que lançou em DVD, sabendo das alterações feitas pela edição americana, optou lançar no mercado a versão “sem cortes”.

E olha que nem estamos entrando em mérito ao “presente” que o governo brasileiro nos deu, ao criar a classificação etária, utilizando restrições que tornaram bem mais atraentes comprar séries “editadas” pelos americanos, do que comprar uma japonesa e ter que fazer edições aqui no país pra ser exibida no horário “infantil”.

A verdade que séries como Lost está fazendo que nossas televisões pegarem poeira e irmos atrás do computador pela rapidez. É uma pena que não exista um mercado tão ágil assim e legalizado aqui no país que ofereça séries em qualidade HD com legendas de qualidade. E olha que não seria uma idéia ruim, com adaptações como suporte a cartão de crédito e a cartões pré-pagos para utilização do serviço.

Será que a indústria irá abrir os olhos sobre esse atraso? Provavelmente, o Brasil só vai abrir os olhos, quando tiver prejuízo, ou quando os estrangeiros tiverem criado algo similar.

Enquanto isso, eu não quero saber nada de Passione, porém eu estou doido de curiosidade e estou contando os segundos do próximo episódio de Sunao ni Narenakute.

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Opinião | Blu-ray e o mercado pirata


Será que vamos ver isso nas barraquinhas no futuro?

Costumam chamar de “entusiastas” aqueles colecionadores que já aderiram ao Blu-ray, mesmo a preços impraticáveis quando comparado aos do DVD. Para a indústria, o Blu-ray virou um “DVD para ricos”, assim fazendo lançamentos segmentados. Na prática, o preço dos DVDs está caindo, porém mesmo assim é muito caro, e em relação a Blu-ray, o preço não deveria ser o dobro, ou o triplo como acontece, mas talvez apenas 25% mais caro ao preço de um DVD, como acontece em outros mercados mundiais.

Na prática, o Blu-ray já existe algum tempo no mercado, porém só acho, graças a tecnologia estar se barateando, players dessa nova mídia está chegando a um preço mais acessível. Como qualquer troca de tecnologia, Blu-ray tem relutância, porém no Brasil, parece que o problema é outro, talvez o mesmo empecilho que a TV digital tem por aqui, o que podemos chamar de falta de interesse.


Brasil – Tanto faz?

O Brasil infelizmente talvez por não estiver tão esclarecido com as novas tecnologias, ou por descaso, não aderi à nova tecnologia. O que acontece? A roda não anda assim o preço da tecnologia não desce, não existe demanda, resumindo, não existe mercado.

A dúvida é que no país em que locadoras estão virando artigos raros, e barracas de DVD proliferam a cada esquina, querer pregar uma nova tecnologia é uma grande furada. Convenhamos, a cultura do pirata, do “leve 3 e pague 10 reais” foi criada e a industria nacional não fez nada pra impedir. Alias, acontece o pior, a indústria tentou se comparar ao pirata, trazendo embalagens slim, envelopes de papelão, e toda forma mais grotesca de se vender DVDs oficiais, foi criada por aqui.

Além disso, para ter uma nova tecnologia, precisa de gasto, se você quer ter uma imagem digital, de alta definição, precisa de uma televisão de LCD. E estamos numa transição de tecnologia, aonde mesmo barateando, e oferecendo diferentes formas de pagamento, precisa haver interesse do consumidor (que nesse caso precisa avaliar se vale a pena em seu orçamento) em migrar de tecnologia. No caso de blu-ray, precisa migrar de aparelho, isso sem contar que muitos não entendem porque a imagem fica “feia” quando compra uma Televisão de LCD, porém usa toda uma tecnologia antiga, analógica e não conhece, ou não opta por uma digital.

O resultado disso é uma televisão digital brasileira feita pra gatos pingados, e uma migração que não acontece, o que pode talvez estender a nossa televisão analógica, coisa que não mais acontece nos EUA por exemplo, que foi desligada em 12 de junho de 2009. No Brasil, em tese, a teve analógica será desligada em 2016, porém já se fala em estender esse desligamento, justamente por falta dessa migração.


Os “blu-rays” piratas chineses

Desde 2008, os blu-rays ganharam uma versão pirata na China, em que extraem a imagem do filme e é lançado num formato de alta definição, porém gravado em DVD. O resultado é um falso blu-ray com falta de qualidade na imagem, porém superior ao DVD, custando 7 dólares.

Já se passaram 2 anos desde então e os blu-rays “piratas” não chegaram no Brasil, justamente porque não tem consumidor pra isso. O que pra um lado é excelente para indústria, e algumas empresas como a Disney, tem apoiado e lançado diversos títulos de peso em formatos diferenciados por aqui.

Consumidor – Compras fora do país

Enquanto isso, a melhor solução de comprar blu-ray hoje em dia é nas lojas internacionais como a Amazon. Por causa dos altos preços no Brasil, para se trazer a mídia de fora, e embalar como produto nacional (por falta na época de indústrias no mercado), se torna mais vantajoso você importar o filme com legendas e dublagem brasileira de algum canto do mundo.

Uma verdade que seja dita, o mercado brasileiro encolheu por causa da pirataria, porém as empresas optam de lançar produtos aqui pra atender o um público mais amplo, ganhando assim pelo preço “baixo”. O resultado não atrai nenhum público, por um acabamento aquém, falta de extras, e um preço que quem procura preço baixo, não quer e quem é colecionador não quer, porque não é o que esperava.

O mercado dos colecionadores é extenso e representado por sites como “Blog do Jotacê”, que mostram o que é algo bom pro colecionador, e quando não é, for atrás da versão ideal pra o consumidor brasileiro, lá fora.

Talvez seja hora, de empresas como a Universal que não aderiram ao formato no país, ver esse nicho e trabalhar focando nele. As vendas são menores sim, mas nesse caso, o consumidor irá pagar por um produto mais caprichado, enquanto fazer um produto aquém e numa tiragem mais alta tem o risco de ir para nos cestos de liquidação de grandes lojas de departamento no país. Justamente, porque o mercado interpreta blu-ray como “DVD pra rico”. Você concorda? Opine.

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Opinião | A morte do Animax como nós conhecemos

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A maioria que gosta de animação japonesa já deve ter recebido a bomba sobre o canal oficialmente jogar os animês para escanteio. Quando escrevi o primeiro “Opinião” sobre a derrota dos Otakus, falei que a derrota do Otaku, fã desse tipo de série, que ele consome produtos ilegais em lojas e eventos, como DVDs piratas, e baixando na internet, não acrescenta em nada como público interessante comercialmente. Porém, a culpa não fica só exclusiva aos otakus, mas também as empresas que administram mal seus canais.

O Animax está sofrendo do mesmo mal que o canal Boomerang sofreu há alguns anos atrás, por não ter emplacado no Brasil, como um canal voltado a desenhos antigos, estes limados da programação da Cartoon Network e que estavam à espera de uma nova chance. O canal mesmo que excelente em seu acervo, tinha uma programação confusa, tinha o conceito de não ter intervalos, e tinha campanhas fantásticas pro público adulto que era criança quando foram feitos aqueles desenhos, o resultado foi fracasso. O canal teve que ser repaginado, deixando inclusive de passar desenhos, inserindo em sua programação séries australianas, americanas e até mexicanas, tornando-se mais próximo do público que assiste canais como Disney Channel e Nick. O que aconteceu? Não preciso comentar que Boomerang saiu do vermelho, deu certo, e até pouco tempo, Rebeldes (exibido anteriormente no SBT) era o programa mais assistido do canal.

Com certeza, os fãs de Boomerang se revoltaram, porém o canal afirmou que colocaria seus desenhos antigos de madrugada e na teoria problema resolvido. A questão do Animax é mais delicada, porque o Animax veio ocupando lugar de um canal trash, porém excelente como Locomotion, que dosava animações do mundo inteiro, passava animações dos anos 80 como He-man, She-ra e G-Force, enquanto a noite era dedicada aos animês como Evangelion, Caçadores de Elfa e Bubblegum Crisis: Tokyo 2040.

O primeiro ano do Animax veio com alegria para os fãs, porque era um canal japonês de animes e bom, parecia que ganharíamos um canal de “animê” de verdade. Porém, o buraco é mais embaixo, tínhamos uma grife japonesa sim, porém comandada pelas mesmas pessoas do Sony Television e AXN. O que isso significa? Públicos e experiência totalmente diferentes, o que com certeza foi um pesadelo pra eles. Pode ver que toda “solução” desesperada pra eles, são coisas que passam ou tem cara dos outros dois canais. Faltou pesquisa, faltou personalização, faltou um monte de coisas que o Animax não fez e morreu na praia amargando com campanhas de humor bem duvidoso.
Se por um lado empresas como a Editora JBC anunciavam apoio ao estúdio Alamo para a adaptação de animês para o canal, o que dava confiança do publico brasileiro pelo canal, do outro tínhamos uma falta de experiência e falta de tropeços que marcou esses 3 anos de Animax.

Você reconhece esse Animax aí de cima? Eu não!

Vamos analisar alguns problemas do Animax:

1 – Falta de animês clássicos famosos no Brasil
Um dos problemas do Animax “latino” foi a ausência de animês antigos que passaram pelas emissoras daqui. Um animê como Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball Z, Sailor Moon, Samurai Warriors, Shurato faltou, e o pior, se você assiste o Animax japonês, sabe que ele principalmente é focado nisso.

Um animê desse porte, pode atrair sim um público maior para o canal, porém invés disso, optaram só comprar de forma bem bagunçada os animês de sua programação.

E títulos como Bleach e Death Note, mesmo sendo fortes no exterior no Brasil não são porque não passam na TV a aberta. O bom seria se nesse caso eles fizessem algo ao estilo do Animax espanhol que comprou Naruto Shippuuden, porque o Jetix por lá não quis a série já que Naruto não teve um bom desempenho por lá.

2 – A Falta de animes “shoujos”
Se você ver o Animax de qualquer país, o canal passa produções pro público feminino e bom, só ver nas bancas brasileiras que tem um público fiel de shoujo, além de o crescimento dos leitores de mangá se deve as garotas, pois bem, parece que o canal não sabia disso, ou não queria saber, pois não tinha nada voltado pra elas.

3 – Animax é um canal pra quem?
Se você olhar na sua TV a cabo hoje, vai perceber que o Animax não está perto dos canais infantis como Nick, Disney Channel, Cartoon Network, Boomerang, porque ele passava desenhos adultos.

Pois bem, não seria melhor focar num público criança e adolescente, tendo um canal “infantil” próximo aos demais? Por que investir em besteiras como bloco Lollipop? Animax assim não só afugentou as empresas, que não queriam ter a licença do canal da HBO, como tinha programação infantil de manhã e a tarde, porém não era um canal fácil pra criança achar.

O Animax resumindo, era um canal que tentou investir num público diversificado e caiu do cavalo. Devia ter seguido padrão de outras empresas, optando mesmo que quisesse passar animês mais pesados, apenas na madrugada.

4 – A falta de um Animax Brasil
O Animax por mais que falem continua sendo um canal mais “latino” e menos brasileiro. Somos um povo diferente, e precisamos de blocos personalizados pro Brasil, programas brasileiros durante a programação, tornando o canal mais a nossa cara. Porém, isso tem custo, um custo que o Animax não queria bancar e preferia gravar tudo no México.

Canais como Disney Channel e Nick tem programas no Brasil e ajudam a dar um “jeitinho” brasileiro para o canal.

Isso sem contar que com sucesso comercial de Turma da Mônica Jovem, a Sony podia ter aberto os olhos e ter encomendado um “animê” pro Mauricio de Souza baseado na turma e atrair um novo público com o primeiro “anime brasileiro”.

5 – Os clipes e séries japonesas
Um dos pontos positivos da Sony foi colocar clipes de cantores japoneses no intervalo, foi a primeira vez no país que pudermos ver cantores como Utada Hikaru, Crystal Key e Sowelu na televisão brasileiro.

Já imaginou um programa de clipes de jmusic, com artistas sendo entrevistados? Sim, artistas da Sony Music Japan, que faz música pro Bleach e outros animês da casa, poderiam falar de seu trabalho, convite de trabalhar em tal animê. Bom, parece que Animax daqui não pensou nisso.

O que faltou foi um programa de clipes, uma personalização de conteúdo, indo além dos clipes. Talvez até imitando o que outros Animax optaram fazer agora que é exibir os doramas, em sua programação, por serem derivados de mangá também.

Agora numa opinião pessoal, eu optaria de trazer tokusatsu clássico da Manchete. Pegar as séries da Focus (que só Jaspion pagou as três) e trataria de colocar a noite no Animax pra pegar os nostálgicos de plantão. Logicamente, a intenção não seria ir atrás de material novo, mas apenas antigo, se caso tivesse retorno (até porque é barato) partiria pra algo novo. Nesse caso, séries assim entram no mesmo critério de animês clássicos, trazendo público mais antigo para o canal.

6 – Marketing casado
Tendo tantas séries que foram lançadas em mangás no país, fazer só peça publicitária nos mangás da JBC e da Panini não rola. O Animax tinha que fazer promoções de mangás, e até concursos para cada país.

Outra coisa seria oferecer algo diferenciado aos clientes do ramo no Brasil, o que significa atrair clientes como Playarte, Focus, JBC, Panini, Yamato, que produzem produtos e serviços pro Brasil que envolvem animação japonesa e os levar como anunciantes de seu canal.

Além disso, produções da Sony, deveriam ter tido lançamentos simultâneos por aqui, em DVD, isso sem mencionar empresas como Focus que lançou Full Metal Alchemist no passado, que deveria ser focado no público do canal.

Independente disso, Animax pertence ao grupo Sony, poderia ser usado como meio publicitário da Sony Brasil para Playstation 3, câmera Sony Cybershot, dvds, blu-rays da Columbia e muito mais. Porém, você viu algum comercial da própria empresa no canal? Com exceção da câmera do último do 007, acredito que não.

Conclusão
Existem ainda muitos argumentos a serem questionados do fracasso do Animax, e principalmente se deve a má administração da empresa no canal na America Latina. Concordo que o canal pode crescer com aumento de séries não japonesas, porém além de inserir, tiraram toda filosofia do canal e transformaram numa versão genérica ao estilo da AXN.

Logicamente que às vezes isso não é nem culpa de quem ficou responsável pelo canal no Brasil, já que sendo um canal voltado pra América Latina, às vezes você tem pouca liberdade, ou talvez nenhuma pra personalizar o canal e a Sony falhou.

Agora quem pensa que o Animax é um grande canal, bom é sim, mas sabe quem é anunciante Lá? Empresas ao estilo da Polishop, se você já assistiu Animax japonês, deve ter visto aqueles aparelhos de ginástica e outros aparelhos estranhos sendo vendidos no Animax de lá. Então mesmo o canal dando certo no seu país de origem, você pode dizer que também não tem anunciantes muito fortes por lá.

Obs: Se quiser ler mais sobre o Animax, leia o texto do portal Jbox sobre a reformulação.

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Cultura Pop

Novos S.H. Figuarts: Kuuga, Decade, Gills, G3-X e G4

Olá, leitores do J-Wave!
Mais novidades em S.H. Figuarts da linha Kamen Rider!

S.H. Figuarts Kamen Rider Decade Passionate Ver.
Lançamento no final de junho, 2010.
Preço Médio: 2,940 Yen
Pré venda em: Hobby Search

S.H. Figuarts Kamen Rider Kuuga Ultimate Form
Lançamento em junho, 2010.
Preço Médio: 3,465 Yen
Pré venda em: Hobby Search

S.H. Figuarts Kamen Rider Gills
Lançamento em abril, 2010.
Preço Médio: 3,150 Yen
Pré venda em: Hobby Search

S.H. Figuarts Kamen Rider Exceed Gills
Lançamento em julho, 2010.
Preço Médio: 3,465 Yen
Pré venda em: Hobby Search

S.H. Figuarts Kamen Rider G3-X
Lançamento no final de maio, 2010.
Preço Médio: 3,360 Yen
Pré venda em: Hobby Search

S.H. Figuarts Kamen Rider G4
Lançamento no final de maio, 2010.
Preço Médio: 3,360 Yen
Pré venda em: Hobby Search

Imagens do ‘ToyWorld Forum‘.

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Séries & TV

Friends ganha novo Box para Colecionador


A série Friends está comemorando aniversário e ganha um Box juntando as 10 temporadas da série, agora numa caixa aonde cada temporada vem com livro cheio de imagens inéditas.

Para quem não tem a sua coleção ou deseja comprar por ser fã esse novo Box, a data de lançamento é dia 30 de maio e já está a venda em sites brasileiros.

Fonte: Blog do Jotacê

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Filmes

Cartazes de Fúria de Titãs por Masami Kurumada.

Como divulgação do lançamento do filme Fúria de Titãs no Japão,a Warner Bros pediu que Masami Kurumada,o Criador de Cavaleiros do Zodíaco, refizesse os Cartazes do Filme.

Então vejam abaixo o Seiya…digo..Perseu no traço inconfundível(e repetitivo) do Mangaká.

O filme estréia no Brasil dia 21 de Maio

Créditos das imagens do Site Anime News Network