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Sonic Forces é lançado no Brasil!

Depois do sucesso nostálgico com Sonic Mania, agora temos a chegada de um Sonic com gráficos atuais no Playstation 4 e Xbox One. Ao preço de R$ 149,90, o jogo foi lançado essa semana digitalmente, chegando nas lojas nessa sexta feira.

Sonic Forces é produzido pela mesma equipe do Sonic Colors e Sonic Generations, colocando a responsabilidade lá em cima de entregar um jogo de alto nível.

Aqui os jogadores irão desbrar cenários em ruínas no papel do Sonic Moderno, aventuram-se em plataformas perigosas como Sonic Clássico e utilizam novos e poderosos dispositivos com seus próprios personagens customizados. As batalhas apresentam inimigos icônicos e vilões novos e poderosos, incluindo Dr. Eggman, Zavok e Metal Sonic, todos conduzindo a uma luta contra o adversário mais poderoso que Sonic já teve de enfrentar: Infinite.

Trailer

Além dos consoles
Ta com celular do lado? Então entre na sua loja e baixe o Sonic Forces. Speed Battle para jogar em multiplayer. O jogo será lançado no dia 16 de novembro para iOS e Android.

DLC gratuito
Para os fãs do personagem Shadow, o add-on gratuito Episode Shadow também estará disponível a partir de hoje. Este episódio é focado na misteriosa história por trás da relação entre Shadow e o novo vilão Infinite, e inclui três estágios adicionais para Shadow, além da possibilidade de jogar novamente mais de 10 estágios do Sonic Moderno, mas desta vez como Shadow.

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Cultura Pop Games

Hello Kitty versão Sonic é lançada no Japão


Uma versão, no mínimo, inusitada da famosa personagem Hello Kitty, da Sanrio, está sendo lançada este mês no Japão. A nova bonequinha mistura a personagem com o consagrado porco-espinho dos games da Sega, Sonic.
A criação é o primeiro fruto de uma parceria entre a Sanrio e a Sega, e será vendida com exclusividade nos fliperamas da Sega, no Japão.

As vendas na terra do sol nascente terão início no fim deste mês, e o lançamento mundial está previsto para o ano que vem.

(Fonte: G1)

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Games

Sonic comemora 20 anos e é anunciado novo jogo


A Sega acaba de divulgar o trailer do novo jogo do Sonic, intitulado Sonic Generations.Celebrando o 20º aniversário do Ouriço, o jogo dá aquela sensação de esperança de que “Agora vai!!”. Esperemos mais detalhes.

Fonte: Clarim Diário

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Críticas e Reviews Reviews de Games

Review | Sonic 2

Por: Macgaren

De acordo com a enquete que fiz alí no menu ao lado, a grande maioria dos leitores (uns 5 XD) do Clarim gostaria de ler sobre games aqui. Então pra começar a falar sobre o assunto, irei “recauchutar” alguns posts que fiz para um blog que eu colaborava e que por pura falta de tempo não escrevo mais. E nada melhor do que iniciar com meu jogo preferido:


A primeira vez que fui “apresentado”,por assim dizer, ao Ouriço, foi com a versão do primeiro Jogo para Master System. Depois dele, todos os outros jogos pareceram lentos demais. fiquei viciado na velocidade frenética do personagem título. A partir dali, me tornei fã incondicional.
Em 93 ganhei meu Mega e o jogo que veio com o console foi: Sonic 2. E o que eu achei que já era perfeito melhorou ainda mais.
Em comparação à primeira versão para Master System( e até com a do Mega), Sonic 2 tem várias melhorias significativas. Além dos gráficos e estágios mais elaborados, Novos movimentos foram adicionados, como o Spin Dash, no qual Sonic se torna uma “bola” de espinhos e avança pelo cenário derrotando os inimigos.
Foi neste jogo que Tails, a raposa de duas caudas fez sua primeira aparição. Tails viria a ser personagem constante por todos os outros jogos do Sonic. além dele, um protótipo do Metal Sonic, Um robô “clone”do Sonic, também aparece pela primeira vez neste jogo.


Outra inovação: após recolher todas as sete Chaos Emeralds nos estágios bônus, o Sonic
ganha a habilidade de se tornar o Super Sonic, quando seu corpo se tornava amarelo – ficando ainda mais rápido e invulnerável a ataques por um certo período de tempo

Com o acréscimo do Tails, o game ganhou a opção de jogar em dupla, com um amigo jogando na pele da raposinha. Mas era comum o Sonic ganhar velocidade nas fases e deixar pra trás o Tails, embora fosse perfeito para deixar aquele irmão mais novo (e pentelho, claro) quieto por alguns momentos achando que está jogando.
Foi adicionado também um modo para dois jogadores onde a tela se dividia ao meio e cada jogador, controlando Sonic ou Tails, competiam para ver quem terminava o estágio primeiro..pena que não tem todos os estágios nesse modo do jogo.
A dificuldade sempre foi bem dosada. Com um pouco de treino (e ao custo de algumas vidas perdidas) podia-se dominar as ‘zones’ com relativa facilidade. O complicado mesmo ficava no final quando no ultimo estágio era necessário vencer o Metal Sonic e um robô Gigante do Robotnik sem ser atingindo uma única vez.


Outro ponto digno de nota deste clássico da geração 16 bits é a trilha sonora: ela ajudava a completar os cenários, combinando muito bem com a ‘zone’ onde você se encontrava. Neste ponto, destaque para as músicas das zones de Metropolis , e Emerald Hill..além da musica tema do Super Sonic.
No quesito jogabilidade, (diferente dos jogos mais atuais do Sonic) os controles obedeciam bem aos comandos não causando muita dor de cabeça.
Muitos consideram o Sonic 3, como o melhor jogo do ouriço… eu discordo! para mim, Sonic 2 reina absoluto.

Notícia do MacGarem, do blog Clarim Diário. Para mais notícias de quadrinhos e cinema, visite o Clarim Diário.

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Novas imagens de Sonic Colours


Depois de algum tempo sem muitas informações a Sega divulgou novas imagens de Sonic Colours, novo jogo do Ouriço mais sofrido dos games.

Na “trama” do jogo, Uma espécie de parque de diversões é descoberto orbitando o planeta. O parque é habitado por uma raça de alienígenas coloridos chamados Restar…digo, Wips e que foram aprisionados pelo Dr. Robotinik.Assim Sonic que não tinha nada melhor para fazer resolve ir ao resgate dos ETs.(e frustar os planos do bigodudo pela 32038409574ª vez)

No jogo, Sonic terá a capacidade de absorver os poderes dos Aliens e dependendo da cor,adquirá novas habilidades como correr pelos cenários em forma de Laser(!!) ou cavar novos caminhos através do chão….Er..ok ? o Jogo sairá para o Nintendo Wii e o Nitendo DS.

Curioso também é perceber que quando do primeiro trailer o jogo foi chamado de SonicColors“. Abaixo imagens e o novo Trailer.





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Sonic 4 Imagens e Vídeo da Lost Labyrinth Zone

Tudo bem que os posts sobre jogos da Nintendo estejam aparecendo aos montes aqui no JWave.Mas pra quebrar um pouco essa sequência trago para vocês o recém lançado trailer da Lost Labyrinth Zone do vindouro Sonic 4, Jogo que promete resgatar o Ouriço do mar de jogos idiotas do qual ele vem sendo afogado nos últimos tempos.

Além da bela movimentação do ouriço que agora pode carregar uma tocha para iluminar locais escuros,dá pra perceber que esta Lost Labyrinth é bastante parecida com a Labyrinth Zone de Sonic 1.

Eu particularmente estou com a expectativa alta quanto a esse jogo.Pelos vídeos que vi parece que vem aí um jogo do Sonic como nos velhos tempos.

Sonic 4 Episode 1 estará disponível para download nas redes dos consoles da nova geração no fim do ano. Já estou contando os dias pra jogar.


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SEGAGAGA, um jogo muito bizarro da Sega

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O jogo Segagaga se mistura com a história da Sega e depois de seu fracasso com Sega Saturn. O videogame Dreamcast, mesmo não deixando nada perder a concorrência, perdeu a guerra tornando a disputa Sony X Nintendo.

Segagaga foi um dos últimos jogos para Dreamcast lançado só no Japão no ciclo final do console da Sega em que o jogador tinha que salvar a Sega da falência em 2025. Trazendo um traço de animê e um universo repleto de easter eggs, como Alex Kidd trabalhando num bar reclamando que Sonic ocupou lugar dele como mascote, Segagaga é um jogo de RPG, estratégia e comédia, que ironiza a concorrente Sony aqui representada como Dogma.
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Uma das sacadas geniais é que o jogo é repleto de mini games e muitas vezes criticas aos jogos de Playstation 1 o que se tornava genial na época. O jogo ainda ganhou uma versão colecionador com diversos itens como buttons com logos de todos os consoles da Sega, sendo realmente o “Game Over” da empresa.

É uma pena que esse jogo nunca ganhou uma versão fora do Japão, como sua proposta inusitada, tenha correspondido com a realidade, com a Sega abrindo mão de ser uma hardware e optando lançar jogos pra diferentes consoles.

Está ai a abertura e o encerramento do Segagaga e tire suas conclusões.

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Novidades de Sonic 4

O site oficial de Sonic 4, jogo que promete devolver ao Ouriço da Sega um pouco da dignidade perdida nos últimos tempos, foi atualizado com algumas novidades. Dentre elas, a confirmação do nome da primeira Zona do jogo, que se chamará “Splash Hill”, e que, como imagens anteriores mostravam, sehuirá o mesmo estilo das primeiras zonas dos jogos anteriores.

No Site também foi disponibilizado para download a música tema de Splash Hill. Uma música bem legal, lembrando as antigas trilhas sonoras dos jogos clássicos.

E o melhor: ao menos pelas imagens, o Tails não aparecerá ,o que é ótimo, pois sempre o detestei, e nada como ter apenas o bom e velho ouriço na tela.

Para os que não estão sabendo, Sonic 4 –Episode 1-, voltará às origens do personagem. com o jogo se passando após os eventos mostrado em Sonic & Knuckles, jogo lançado em 1994 para o saudoso Mega Drive.

Eu sinceramente estou com boa expectativa quanto a esse jogo. Como fã de longa data do Sonic,a esperança de ver o ouriço voltar à velha forma,esquecendo barbaridades feitas com o personagem recentemente, é algo para se comemorar.

E pior do que colocar o Sonic pra dividir jogos ou disputar corridas com um certo bigodudo que gosta de entrar pelo cano, não fica..

Sonic 4 episode 1 (Ainda não se sabe quantos “episódios” serão) será lançado para download no Verão Estadunidense (meio do ano), nas redes Online dos Consoles da geração atual.

abaixo, o trailer do jogo (que não mostra muito) além de mais imagens

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Alex Kidd, o mascote “Renegado” da Sega

Dificil existir aquele que não tenha Alex kidd, seja no Mega Driver ou Master System. Alex Kidd in Miracle World para Master System é com certeza, o jogo mais famoso dele, mas o mais lembrado pelos fãs é o Alex Kidd in the Enchanted Castle para Mega Drive com seu famoso Jakenpo.

Nunca reconhecido oficialmente, como mascote pela Sega, faremos uma homenagem digna ao garoto macaco que foi pro limbo, depois da estréia de Sonic em 1991.

Mascote ou não mascote? Eis a questão.

Para quem acompanhou os videogames dos anos 80 até hoje, sabe que essa época era a Era dos Mascotes. Coisa que a Sony com seu Playstation tentou quebrar anos mais tarde, tentando provar que um videogame não é feito de mascotes.

O sucesso de Mario incomodou a Sega, por isso ela desenvolveu Alex Kidd para obter um sucesso similar ao da Nintendo. No entanto, ele nunca foi reconhecido como mascote e até Sonic surgir, o mascote da Sega oficialmente era Opa-opa, do jogo Fantasy Star e também mascote do jogo e animê Zillion.

Renegado, Alex Kidd entrou no limbo, sendo ressuscitado recentemente para o jogo Sega Superstars Tennis, com todas as franquias famosas da Sega. O jogo seria o “Super Smash Bros” de Tennis da Sega, que fez um bom uso das suas franquias. Agora só basta fazer um jogo novo de Alex Kidd.

Os Jogos

Alex Kidd in Miracle World – 1986, Master System

Lançado em 1986, o jogo veio depois de um ano do lançamento de Super Mario Bros no Japão para o Famicom (Conhecido por aqui por Nes ou Nintendinho).

O jogo foi feito para concorrer com italiano da concorrente, que fazia muito sucesso na época. Independente disso, Alex Kidd in Miracle World era um jogo de aventura 2D que impressionava graficamente, e tinha uma jogabilidade inusitada. Chefes do jogo eram vencidos por Jankenpo.

Vindo pro Brasil, pela Tectoy, o jogo foi bastante popular, sendo incorporado na memória do console, nas edições seguintes. Mesmo o jogo sendo traduzido, Alex Kidd tinha um detalhe inusitado, para terminar as fases, ele comia um Onigiri (bolinho de arroz). Só edições posteriores do jogo, substituíram o tradicional Onigiri por um Hambúrguer.

A história era um clichê básico da época, Alex Kidd está atrás de seu irmão desaparecido, Egle que foi seqüestrado por Janken, o grande.

Alex Kidd: The Lost Stars – 1986 Arcade e 1988 Master System

Lançado para os fliperamas originalmente, Alex Kidd: The Lost Stars trazia a busca de Alex Kidd pelos 12 signos do Zodíaco. O jogo trazia uma nova personagem à série, Stella, a namorada de Akex Kidd. Infelizmente Stella foi cortada do “port” do jogo original quando lançado para Master System em 1988.

Alex Kidd BMX Trial – 1987, Master System (Lançado apenas no Japão)

Inédito no Ocidente, o jogo vinha com um controle próprio para jogar, vindo com um enorme direcional e apenas um botão, o controle tornava o jogo ideal para “corrida”. Alias, sendo o único jogo de corrida da franquia. Será essa a grande inspiração de Mario Kart?

Alex Kidd in High-Tech World – 1989, Master System

Você pensava que a Nintendo foi a única que teve coragem de mudar um jogo por completo inserindo os personagens de outra franquia, como em Super Mario Bros 2? Para quem não conhece a história, em 1988, a Nintendo americana vendo que Super Mario Bros 2 japonês era idêntico ao primeiro, mas muito mais difícil, decidir lançar sua própria versão de Super Mario Bros. O jogo não seria feito do zero, assim eles usaram o jogo Yume Kōjō: Doki Doki Panic, substituindo os personagens pelos personagens do universo Super Mario Bros. Mais tarde, o jogo original foi lançado nos EUA, como Super Mario Bros: The lost levels e a versão criada pelos americanos, chegou ao Japão como Super Mario USA.

Voltando para o universo da Sega, e do personagem Alex Kidd. Mas quem diria em? A Sega teve a mesma idéia, e pegou o jogo Anmitsu Hime baseado na versão anime de 1986 produzida pelo Studio Pierrot e a adaptou para Alex Kidd in High-Tech World.

A história foi alterada completamente para adaptar-se ao universo do Alex Kidd. Um dos amigos de Alex Kidd o convidou para ir à nova loja de jogos da cidade. Para ir, Alex Kidd precisa do mapa que foi dividido em oito partes. Respondendo perguntas e charadas, Alex conseguira reunir o mapa e ir jogar fliperama?

Irônico que o jogo mesmo tendo uma história totalmente diferente, os cenários influenciados do Japão tradicional, mantiveram intactos, como também a jogabilidade de RPG. Agora, como um jogo cheio de Ninjas e voltado pro Japão antigo, pode se chamar Alex Kidd in High- Tech World. Essa resposta, só a Sega poderá lhe responder.
Alex Kidd in the Enchanted Castle – 1989, Mega Drive/Genesis

Continuação direta de Alex Kidd in Miracle World, Alex Kidd estreava no novo console da Sega, o Mega Drive.

A história é a premissa de sempre. O pai de Alex Kidd, foi seqüestrado, o Rei Thor, pelo ditador Ashra. Eles estão no Castelo do Céu, no planeta Paperock, aonde seus habitantes resolvem tudo por Jankenpo. Lembrando que Alex reside no planeta Aries.

Pois bem, o jogo dividido em 11 fases, onde Alex Kidd deve ganhar itens apostando dinheiro no Jakenpo com gorilas e terminar a fase pegando o famoso Onigiri.

Nesse jogo que ficou famosa a cena da bigorna caindo em cima de você ou dos gorilas em quem perde no Jakenpo. Agora você sabia que essa não é a cena original? Criada pelos americanos que não aprovaram a versão original, de quem perdia ficava pelado em cena.

Alex Kidd in Shinobi World 1990, Master System

Último jogo da franquia, Alex Kidd in Shinobi World sofreu de um problema parecido com Alex Kidd in High-Tech World. Alex Kidd não seria o protagonista desse jogo, mas um personagem chamado Shinobi Kid. Mais uma vez, a Sega analisando o sucesso da concorrência, dessa vez em sátiras de grandes franquias, decidiu fazer a mesma coisa, tirando uma de seu personagem Shinobi. Os jogos de sátira na época que estavam em destaque era Kid Dracula, que zuava Castlevania e Parodius sobre Gladius.

A história para variar, segue a mesma premissa de todos da série. Alex Kidd esta andando com sua namorada pelo Mundo Shinobi, quando um Ninja Negro surge e a seqüestra. Um misterioso Ninja Branco aparece e dá poderes especiais a Alex Kidd que o torna um Ninja invencível atrás de resgatar sua namorada das mãos do poderoso Hanzo.

Vale uma nota interessante, que no jogo original, ainda quando era Shinobi Kid, o primeiro chefe da série, era um certo Italiano vestido de armadura de samurai. Isso mesmo, Mari-Oh, que significa O Rei Mari, numa brincadeira com o mascote da rival Nintendo.

Existem rumores não confirmados até hoje, que esse seria o primeiro jogo de uma série de sátiras que a Sega pretendia fazer usando o personagem. Os próximos da lista, que seriam satirizados seriam Golden Axe e Phantasy Star, mas com o sucesso de Sonic, os planos foram cancelados.

SEGAGAGA

Jogo lançado apenas no Japão para Dreamcast em 2001 merece ser citado e entrar na cronologia de Alex Kidd. Considerado um dos últimos jogos da Sega, antes dela descontinuar o console.

Estamos em Tokyo, no ano de 2025. A Sega está com apenas 3% de mercado, perdendo espaço para concorrente chamada DOGMA (referência a Sony e seu Playstation).

Sega aciona o projeto Segagaga, aonde dois jovens, Taro Sega e Yayoi Haneda são convocados para reerguer a firma. Recheado de participações especiais de mascotes da Sega, como também consoles da empresa, o jogo satiriza diversos jogos produzidos pela concorrente Playstation.

Numa parte do jogo, os protagonistas encontram Alex Kidd que comenta da sua rivalidade com o mascote da empresa rival. Ele também comenta da sua rivalidade com o Sonic e depois sua derrota, levando ao esquecimento. O jogo oficializa toda a trajetória de Alex Kidd até seu fim, tornando com certeza um dos jogos mais nonsense que a Sega já produziu.

Esperamos um dia que Sega corrija essa injustiça e faça novos jogos para a franquia. Com certeza os fãs do “eterno” mascote da Sega, agradeceriam.

Homenagens

Em Altered Beast

– Os dois túmulos que aparecem na primeira fase do clássico jogo da Sega, aparecem gravados os nomes Alex e Stella, em homenagem a Alex Kidd e sua namorada em Stella. O jogo foi lançado em 1988.

Em Keiseiden

– O jogo de samurai, lançado para Master System em 1988, também tem uma pequena homenagem a Alex Kidd. Na terceira fase, aparece o rosto do personagem na lava.

Em Shenmue 1 e 2

– Lançado para Dreamcast, Alex Kidd aparece como brinquedos colecionáveis do jogo.

Em Golden Axe

– Na versão arcade, o personagem Alex que morre na abertura do jogo também é uma homenagem ao personagem Alex Kidd. Essa homenagem foi retirada quando o jogo foi adaptado para Mega Drive.

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Japão: Chegando em Hiroshima


Depois de Nagasaki, fomos para Hiroshima pegando o trem Sonic, seguido de um trem bala para Hiroshima. Vale mencionar aqui, que é impressionante como no Japão as pessoas se encontram, e tanto em Nagano, como Hiroshima, encontramos alguns americanos e franceses que já tínhamos nos esbarrado em Tokyo. Provavelmente, eles estavam fazendo a mesma coisa que a gente, que era viajar pelo Japão todo, com Japan Rail Pass. Portanto, essa questão de viajar pelo Japão de trem bala é uma coisa normal e natural pra qualquer turista que esteja indo conhecer o país.


Para o Renato, Hiroshima é uma cidade que parece São Paulo, sinceramente existem alguns lugares que parecem, mas discordo um pouco dele. A cidade lembra São Paulo principalmente pela questão do clima meio chuvoso, mas em compensação tem uma arquitetura belíssima e um dos grandes destaques é o transporte público que é um trem batizado por a gente de “bondinho”.

Diferente da cidade de Nagasaki, Hiroshima não tem vestígios da bomba atômica. Com a exceção da Cúpula da Bomba Atômica, que se tornou o símbolo da cidade. Alguns dizem que Hiroshima acaba se tornando uma cidade com uma atmosfera menos densa, por causa disso, mas Nagasaki já não era assim. Verdade seja dita, o museu de Hiroshima, mesmo sendo impressionante, ele não impressiona tanto como o de Nagasaki.

Hiroshima


Fundada em 1589, no mar interino de Seno por Mori Terumoto, que a transformou em capital, após este ter saído do castelo de Koriyama, da província de Aki. O castelo de Hiroshima foi construído rapidamente e Terumoto mudou-se para lá em 1593.

Na batalha de Sekigahara foi uma guerra com uma renovação de poder político, após diversas manifestações e invasões como a da Coréia no Japão. Essa guerra têm diversas figuras, conhecidas, como Miyamoto Musashi que estava entre as fileiras do exercito Ukita Hideie. Nessa época, o samurai que ficaria para os livros de história tinha apenas 17 anos, e escapou ileso da forças inimigas que derrotaram o exercito de Hideie.

O vencedor dessa guerra foi o Ieyasu Tokogawa que tirou a província de Aki das mãos de Terumoto Mori, passando para o daimyo Masanori Fukushima, que havia apoiado Tokugawa no conflito.

Em 1619, Asano Nagaakira passou a ser dono do castelo, como também a ser chamado de damyo Asano, sendo com ele e seus descendentes que a cidade finalmente entrou num período de paz e prosperidade, crescendo e desenvolvendo economicamente.
Essa forma de governo só se alterou com a Era Meiji, no século XIX.

Era moderna

Hiroshima foi capital do domínio de Hiroshima no período Edo, tendo fim em 1871. Os domínios feudais administrados por daimyo eram assim chamados de Han e foram abolidos com a Restauração da Era Meiji. Tendo o fim dessa divisão administrativa, a cidade de Hiroshima se tornou a capital da província de Hiroshima.

A cidade transformou num importante centro urbano, com a transição da economia japonesa, que migrava das zonas rurais para urbanos industriais.

Em 1880, foi construído o porto Ujina, transformando Hiroshima, numa importante cidade portuária.

Outro grande desenvolvimento que veio para cidade foi com a extensão da linha Sanyo Ferroviária. Surgiu em 1888, em Kobe, sendo em 1894, construída a extensão sobre o mar interino de Seto, entre Kobe e Hiroshima. Essa foi a primeira linha ferroviária no Japão, funcionando a vapor.

Esse desenvolvimento custou caro, já que transporte foi usado para transportar militares, para guerra Sino-Japonesa entre 1894 a 1895. Conflito entre o império Qing na China e o império Meiji no Japão, sobre o domínio da Coréia, que ainda teve suas conseqüências na sociedade desses três países. Sendo que sua conclusão foi à independência da Coréia, a China saiu derrotada, assinando um tratado que abriu as relações comerciais entre o Japão e a China.

2º Guerra Mundial

A cidade foi utilizada como centro-chave da navegação, como também foi utilizada como depósito militar. Hiroshima não sofreu ataques aéreos, como Tokyo e outras cidades japonesas, que passaram de 200 mil mortes.

Para se ter uma idéia desses ataques, a cidade de Toyama foi completamente destruída, tendo a morte de 128 mil pessoas, em sua maioria de civis. A cidade de Tokyo com esses ataques teve 90 mil mortes.

A estratégia militar utilizada em Hiroshima, era demolir as casas e criar barreiras. As pessoas que demoliam as casas eram pessoas comuns, como estudantes, donas de casa, enquanto a guerra acontecia em outras regiões no Japão.

Em 6 de agosto de 1945, às 08:05 da manhã, a cidade ataque por parte dos americanos, com uma bomba atômica. Chamada de “Litle Boy”, a bomba matou imediatamente 80 mil pessoas, tornando famosa por essa tragédia. Os efeitos da radiação acabaram totalizando 140 mil mortes, através dos anos.

Hiroshima teve 69% das estruturas da cidade completamente destruídas, sendo 6,6% das demais em péssima situação. Pessoas se desintegraram, sobrando apenas marcas no chão das pessoas ali presentes.

Em 17 de setembro, a cidade foi atingida pelo tufão Makurazaki, que acabou matando 3 mil pessoas, devastando ainda mais a cidade. Destruindo pontes, estradas e ferrovias.

A cidade foi reconstruída com ajuda do governo nacional, com a lei do Memorial da paz de Hiroshima – Cidade da Reconstrução, aprovada em 1949. O governo doou terras que foram usadas no passado para fins militares, como também financeiramente para a reconstrução da cidade que não esqueceria danos causados pela guerra.

Hiroshima Atual


Um dos símbolos da culinária de Hiroshima é okonomiyaki, que alguns chamam de pizza japonesa, feita na chapa. Prato que pode ser encontrado no Brasil, além de estar presente em diversas produções nipônicas.

Outro grande destaque da cidade é Hidaren Streetcar, que pode ser chamado de bondinho. Implantados na cidade em 1910, os Hidaren Streetcar existiam em diversas cidades japonesas, sendo nos anos 80 que eles foram aposentados, sendo substituídos por trens e metros. Porém, os gastos em Hiroshima, para construção de trem e metro eram muito caros, assim optaram manter os bondinhos. Resultado, hoje é um dos charmes da cidade, andar num Hidaren Streetcar, sendo que alguns imitam os modelos da época, e outros seguem o modelo mais recente. São rápidos e eficazes, sendo uma solução interessante e barata para as grandes cidades.

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Japão: Nagasaki parte 2 – Coco Walk



Conhecendo Nagasaki, eu e o Renato fizemos check in num hotel, que gerou uma história hilário no episódio anterior e logo optamos por conhecer a cidade. Tendo uma temperatura fria amena, achei estranho andar só de camisa comprida, quando dois dias atrás eu estava no meio da neve em Nagano.


Um dos ícones da cidade é o prédio Coco Walk, que tem uma roda gigante no topo externo do prédio. Tendo cinemas da Toho no térreo, o prédio tinha uma exposição sobre pipas, além de outra mostrando festivais do Japão antigo, repleto de restaurantes típicos num cenário imitando esse Japão antigo.



Achei engraçado uma das lojas se chamar “Mercado”, mas lembrando que esta é uma cidade que foi colonizada português não é impossível achar coisas no nosso idioma.


Destaque para o Sega World no topo do prédio, decidimos ir lá jogar videogame mais uma vez. Quem conhece a história desde o começo sabe que eu joguei fliperama pra caramba no Japão. Pois bem, aqui tiramos muitas fotos da Sega World pra mostrar um pouco como é uma dessas fascinantes lojas de fliperama.

Logicamente para os funcionários da Sega World, tanto eu como Renato devemos ter parecido dois retardados, mas não escondo que foi muito divertido tirar as fotos por lá.


Vocês estão vendo caça niquel da Koda Kumi, maquina pra trocar dinheiro do Sonic, fliperama da Sega do Rambo, muita coisa legal que tem no Japão e que nunca vai chegar no Brasil. Acho que esse post é bem esse intuito, de deixar as pessoas com vontade de jogar fliperama.

Vale um aviso especial, em todos esses lugares sempre tinha um aviso na parede para os alunos não virem de uniforme, porque seriam punidos. Na ocasiao encontramos alguns colegiais jogando lá dentro, parece q a placa é bem estilo brasileiro, porque como tem máquinas de aposta, se os alunos nao tiverem de uniforme não podem ser punidos. Entendeu? Os japoneses são espertos!


Eu não preciso contar aqui, que joguei Taiko no Tatsujin 12, Tekken 6 entre outros jogos de praxe. Infelizmente em Nagasaki não tinha máquinas de Street Fighter IV e não entendi porque, já que os arcades sairam nas lojas em julho de 2008.

Hoje foi mais um retorno, prometo na próxima postagem voltar a contar um pouco dos pontos principais que visitei em Nagasaki na programação normal do J-Wave.



Esse foi um post curto, mas peço desculpa pelo atraso de postar no J-Wave, aconteceram muitas coisas recentemente, que me obrigaram a ficar longe do blog. Até a próxima.

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Japão: Chegando em Beppu – Parte 1



Com certeza, Beppu não é uma cidade muito conhecida para os brasileiros que apreciam o Japão, mas é uma cidade muito visitada por ser a maior com numero de fontes termais.

Chegamos em Beppu, depois de um dia gelado em Nagano. Fomos dormir em Hekinan, e de lá, fomos pra Nagoya, pegamos trem bala rumo a Beppu. Mas infelizmente as coisas não são assim tão facil, já que pra chegar em Beppu, não tem trem bala, por isso, descemos numa estação e pegamos Sonic, um trem azul (Sega é foda!) e fomos em direção a Beppu.

Irônico nessa história toda, que o Sonic é um trem que divide em dois, e alusões a robo gigante aqui são muitas. Renato foi perguntar, como vamos a Beppu e o segurança da estação explicou que de 1 a 4, ia para Beppu, de 5 em diante ia pra outra direção. Assim fomos ver como era essa coisa, e realmente, aconteceu que numa estação, tivemos que mudar os bancos pra o lado oposto, pq o trem parou e continuou num trilho diferente, enquanto a outra metade foi pra outra direção.

Chegamos em Beppu, era noite, e andamos em diversas ruas escuras cheias de Sunako e cinemas adultos (em volta da estação de trem, tinha diversos). Andando pela cidade, os moradores falavam “sejam bem vindos”, e foi muito hospitaleiro. Diante a estação, havia uma pedra, onde podiamos lavar as mão, dela saia água quente.

Procuramos um hotel pra nos hospedar e achamos um hotel pequeno e confortavel, onde um senhor de idade, quis conversar com a gente em inglês. Realmente é uma honra pra eles receber estrangeiros e devemos respeitar a vontade e tentativa de falarem inglês conosco.

Fomos num konbini comprar jantar, e agora um garoto falava “Osu”, pra a gente. Mais uma forma de ser bem recepcionado na cidade. Lembro que havia duas garotas revelando fotos na maquina da kodak dentro do konbini, e uns garotos bêbados, atazando elas. Compramos um lamen da regiao, como também um nikkuman.


A cidade sendo ao sul do Japão era bastante quente, e isso era bom, pq podiamos andar praticamente sem blusa, já que mesmo sendo inverno na região, o tempo por lá é bastante quente.

Chegando no quarto, descobrimos que a televisão tinha um lugar pra colocar moedas. Adivinha pra quê? Pra assistir porno, e bom, decidimos ver quanto tempo ia durar a brincadeira. Renato colocou 100 ienes, e havia dois canais, sendo um de colegiais. Renato gritou “Ninguem muda esse canal”, mas não deu nem 5 minutos, acabou o tempo. O quarto era grande e bem diferente nos outros lugares do Japão, já que a hospedagem era bem barata.

Andando pela cidade de madrugada, vimos a Beppu Tower, com a propaganda da Asahi. Como de praxe, toda cidade do Japão, tem sua torre e é uma belissima torre por sinal. Irônico que bem quando estavamos chegando perto, as luzes da torre se apagou.

Decidimos aproveitar a cidade, acordando mais cedo. Assim, no dia seguinte, tomamos café, no Mister Donut, uma franquia bastante popular de Donuts no Japão. Foi engraçado que pedimos de forma meio aleatoria, e a vendedora tava em treinamento, ela se atrapalhou toda. Uma supervisora veio ajudar ela e transformou nossos pedidos em set, pra ficar mais barato pra a gente.


De lá pegamos um ônibus para a o Onsen que o pessoal do Turismo de Beppu recomendou a gente ir. Passamos por uma belissima praia e subimos uma montanha. Percebemos como Beppu é realmente grande e belissima ao mesmo tempo.

Descemos perto do Onsen e acabamos nos perdendo dando varias voltas em círculo na montanha, até finalmente conseguirmos achar o Onsen. Irônico que as calçadas soltavam vapor, e logo vimos um Akita solto deitado na calçada. Realmente é um cachorro lindo e nunca vi essa raça no Brasil.


Finalmente nos encontramos no mapa e conseguimos achar aonde iriamos.

Amanhã continuamos as aventuras em Beppu.

Contarei como foi entrar num Onsen que era a cara da Pousada Hinata do mangá Love Hina.

Também contarei a história de Beppu e porque a cidade se tornou um grande icone do turismo japones.

abraços.