Dwayne “The Rock” Johnson retorna aos cinemas em um papel muito diferente dos blockbusters de ação que o consagraram. Em Coração de Lutador – The Smashing Machine (“The Smashing Machine”), ele dá vida a Mark Kerr, um dos pioneiros do UFC, cuja trajetória mistura conquistas impressionantes no octógono e batalhas pessoais longe dele. A estreia no Brasil está marcada para 2 de outubro, com distribuição da Diamond Films.
Entre vitórias e fantasmas
O longa, vencedor do Leão de Prata de Melhor Direção no Festival de Veneza, já é apontado como candidato ao Oscar 2026. Mais do que lutas e cinturões, o filme retrata um atleta em conflito: enquanto acumula vitórias no esporte, Kerr enfrenta o vício em opioides e uma rotina emocionalmente devastadora. Emily Blunt (Oppenheimer) interpreta Dawn Staples, namorada do lutador, enquanto Roberto Cyborg Abreu, Ryan Bader e Igor Vovchanchyn — todos nomes ligados ao MMA — reforçam o elenco.
O game retrô que aquece o público

Para quem não quer esperar a estreia, a experiência já começou online. O estúdio Bug Factory desenvolveu um mini-game gratuito, inspirado nos clássicos dos anos 2000, que simula os treinos de Kerr. No site smashingmachine2000.com, é possível acompanhar Johnson como Kerr levantando peso, treinando golpes, controlando a respiração e até preparando smoothies — elementos que dialogam diretamente com a rotina mostrada no longa.
Arcade em Nova York
Durante o final de semana de estreia nos Estados Unidos, a produção ganhará ainda um espaço físico: um arcade montado em Nova York, onde fãs poderão jogar não só o mini-game, mas também outros títulos vintage. O local contará com objetos históricos do UFC e até um octógono para registros fotográficos.
Do octógono para o cinema
Mais do que um filme esportivo, Coração de Lutador – The Smashing Machine se coloca como um drama humano, explorando o preço da glória e a fragilidade escondida atrás de um campeão. A chegada de Johnson a esse papel promete ser um dos pontos altos de sua carreira, expandindo sua presença além da ação tradicional para um território mais dramático e visceral.


