“Terror em Shelby Oaks” chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (30), em pleno clima de Halloween, prometendo mexer com a nostalgia dos fãs de filmes de terror psicológico e found footage. Distribuído pela Diamond Films, o longa marca a estreia na direção de longas-metragens do youtuber e crítico de cinema Chris Stuckmann, conhecido por seu olhar analítico sobre o gênero.
A produção executiva é assinada por Mike Flanagan — o mesmo nome por trás de “A Maldição da Residência Hill” e “Doutor Sono” —, o que já indica o tipo de atmosfera que o público pode esperar: tensão crescente, drama emocional e um horror que brinca com o que é real e o que é imaginado.
A busca por uma irmã desaparecida
A trama acompanha Mia (Camille Sullivan), uma mulher atormentada pelo desaparecimento de sua irmã mais nova, Riley (Sarah Durn). Riley fazia parte do grupo The Paranormal Paranoids, que produzia vídeos de caçadas sobrenaturais para a internet. Durante uma das gravações, ela simplesmente desaparece, deixando para trás apenas um vídeo perturbador.
Anos depois, uma fita misteriosa reaparece, reacendendo em Mia a esperança de encontrar Riley viva. A partir daí, ela mergulha em uma investigação que mistura luto, trauma e fenômenos inexplicáveis — um convite para o espectador se perder junto com a protagonista na fronteira entre o natural e o sobrenatural.
Ecos de clássicos do terror
Chris Stuckmann constrói “Terror em Shelby Oaks” com claras homenagens a obras que moldaram o terror moderno. As influências de “A Bruxa de Blair” (1999), “O Segredo de Lago Mungo” (2008) e “O Bebê de Rosemary” (1968) são perceptíveis tanto na linguagem visual quanto na forma como a tensão psicológica se sobrepõe ao susto fácil.
O resultado é um filme que aposta mais no desconforto e na paranoia do que no gore, dialogando diretamente com quem cresceu acompanhando o terror dos anos 2000 e busca algo mais cerebral para o Halloween.
A força da Diamond Films no gênero
Responsável por trazer ao Brasil títulos como “Presença”, “Juntos” e “Animais Perigosos”, a Diamond Films reforça sua presença entre as distribuidoras que mais apostam no terror contemporâneo. “Terror em Shelby Oaks” chega para consolidar essa trajetória, oferecendo uma experiência que mistura o terror clássico com o horror digital dos tempos atuais.
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Um novo nome para ficar de olho
Com uma carreira marcada pela crítica e agora pela direção, Chris Stuckmann transforma seu amor pelo cinema de horror em algo pessoal e visualmente inquietante. “Terror em Shelby Oaks” não é apenas um filme de Halloween — é uma carta de amor sombria a todos os que cresceram assistindo a VHSs arranhados e vídeos misteriosos na internet.
Nos cinemas a partir de 30 de outubro, o longa promete ser uma das experiências mais atmosféricas do Halloween de 2025.

