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Por que MIMESIS é o party game perfeito para as festas de fim de ano?

Reunião de fim de ano pede algo além do clássico “vamos colocar qualquer coisa na TV”. É nesse espaço entre conversa alta, gente entrando e saindo da sala e risadas fora de controle que MIMESIS encontra seu habitat natural. O multiplayer desenvolvido pela ReLU Games e publicado pela KRAFTON aposta em uma mistura pouco óbvia, mas extremamente eficaz: terror psicológico, enganação social e espírito de party game.

Ambientado em um mundo afetado por uma chuva misteriosa que transforma pessoas em criaturas capazes de imitar vozes e comportamentos humanos, o jogo propõe partidas cooperativas para quatro jogadores que rapidamente se tornam um teste de confiança. Ou melhor, de desconfiança. Quem é aliado de verdade e quem já foi substituído por um Mimesis?

Acessível para quem joga pouco e instigante para veteranos

Um dos grandes trunfos de MIMESIS é não exigir que todo mundo seja gamer hardcore para se divertir. A curva de aprendizado é direta, o que facilita a entrada de jogadores ocasionais, parentes curiosos ou amigos que só pegam no controle em ocasiões especiais. Em poucos minutos, todo mundo entende o básico e já está envolvido no clima do jogo.

Ao mesmo tempo, a experiência não se esgota rápido. As transformações dos Mimesis, os comportamentos imprevisíveis da IA e as possibilidades de enganação mantêm quem já joga videogame atento o tempo todo. Cada rodada muda o contexto e obriga o grupo a se adaptar, algo que funciona muito bem em ambientes cheios, barulhentos e cheios de interrupções, como as festas de fim de ano.

Partidas curtas que mantêm o ritmo da festa

Outro ponto que faz MIMESIS funcionar tão bem nesse período é o ritmo. As partidas são intensas, mas curtas. Não existe aquela sensação de “precisamos terminar essa fase antes de levantar”. Dá para jogar uma rodada, trocar os participantes, comentar o que deu errado e já emendar outra.

Esse formato favorece a rotatividade, mantém a energia alta e evita que o jogo monopolize a atenção da reunião. Ele entra como mais um elemento da festa, não como algo que isola o grupo em silêncio.

Enganação social, tensão e humor na medida certa

Apesar da base de terror psicológico, MIMESIS entende muito bem o poder do caos compartilhado. Esconder objetos, imitar comportamentos, acusar amigos e provocar situações absurdas fazem parte da experiência. Muitas vezes, o susto vira riso, e a tensão se dissolve em comentários atravessados e acusações exageradas.

A própria estética do jogo ajuda nisso. A ReLU Games descreve o visual como um “absurdo refinado”, com uma seriedade que beira o cômico. O resultado é um terror que não pesa demais, permitindo que o medo e a diversão convivam sem transformar a sessão em algo cansativo ou opressivo.

A IA dos Mimesis, que copia vozes e atitudes dos próprios jogadores, é o motor dessas situações inesperadas. Quando alguém jura que não fez nada estranho e todo mundo começa a desconfiar, o jogo atinge exatamente o tipo de clima que combina com encontros cheios de gente e conversa cruzada.

Um jogo que cria histórias para lembrar depois

Mais do que vencer ou perder, MIMESIS se destaca por gerar histórias. Aquela rodada em que ninguém percebeu o Mimesis, a acusação injusta que eliminou o aliado errado, ou o momento em que todo mundo entrou em pânico ao ouvir a própria voz vinda de outro lugar. São situações que rendem comentários, piadas internas e lembranças que vão além da tela.

Para quem procura algo que vá além do multiplayer tradicional e que realmente funcione como experiência coletiva, MIMESIS se encaixa perfeitamente no clima das festas de fim de ano.

Disponibilidade

MIMESIS já está disponível em acesso antecipado na Steam.

Giuliano Peccilli
Giuliano Peccillihttp://www.jwave.com.br
Editor do JWave, Podcaster e Gamer nas horas vagas. Também trabalhou na Anime Do, Anime Pró, Neo Tokyo, Nintendo World e Jornal Nippon Já.

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