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realme leva tecnologia e experiências únicas para o Carnaval 2026

No meio da multidão, do calor e do som alto dos blocos de rua, uma pergunta simples ajuda a entender a proposta da realme no Carnaval 2026: o celular aguenta o ritmo da festa? Foi a partir dessa provocação prática que a marca decidiu transformar o Carnaval de São Paulo em um grande campo de testes a céu aberto, misturando tecnologia, cultura pop e interação direta com o público.

Em parceria com o tradicional bloco Vou de Táxi, a realme ocupou as ruas não só com logotipos, mas com experiências pensadas para quem passa horas na rua, grava tudo, compartilha cada momento e não quer se preocupar com bateria, chuva, suor ou bebida derramada. A ideia foi simples e direta: mostrar, na prática, como seus produtos se comportam no cenário mais caótico possível.

Carnaval como laboratório a céu aberto

Crédito: Fabiane Cintra/realme

O bloco Vou de Táxi desfilou com trio elétrico personalizado, estandartes da marca e a icônica Brasília Amarela, em uma homenagem aos 30 anos da despedida dos Mamonas Assassinas. Dentro do carro alegórico, um destaque chamou atenção: uma réplica de 1,5 metro do realme C85, smartphone que simbolizou toda a ação da marca no evento.

A escolha não foi aleatória. O C85 é apresentado como o primeiro smartphone do Brasil com bateria de 7.000 mAh combinada à certificação IP69 Pro, e a realme decidiu comunicar isso do jeito mais direto possível. Em alusão à bateria, o bloco levou para a rua a maior bateria entre os blocos paulistanos, com mais de 120 integrantes, parte deles formada por estudantes da USP, reforçando a conexão com o público universitário.

Entre as ativações, a marca apostou em interação física e imediata. A “Pescaria de Celular” colocou aparelhos realme C85 submersos em um cooler, permitindo que foliões testassem, sem discurso técnico, a resistência do aparelho à água. O modelo suporta contato com até 36 tipos de líquidos, incluindo cerveja, energético e café, algo bem alinhado à realidade de um bloco de rua.

A festa ainda marcou a primeira aparição do realmeow em tamanho real. A mascote da marca circulou entre os foliões, reforçando o tom irreverente e ajudando a criar pontos de contato visuais e compartilháveis, especialmente nas redes sociais.

Brasil como peça central da estratégia

Crédito: Fabiane Cintra/realme

A presença no Carnaval também escancara o peso do Brasil na estratégia global da realme. O país está hoje entre os cinco principais mercados da marca, que atua localmente desde 2021. Além de parcerias com varejistas como Mercado Livre e Fast Shop, a empresa inaugurou no ano passado sua primeira fábrica de smartphones nas Américas, em Manaus, em parceria com a Digitron.

Essa estrutura permite reduzir custos logísticos, praticar preços mais competitivos e adaptar produtos às necessidades reais do mercado brasileiro, algo que se reflete em ações como a do Carnaval. A marca também mantém diálogo constante com sua base local por meio de iniciativas como o realme Fan Festival, o realme Friends Club e o realme City Challenge, usando feedback direto para ajustar produtos e campanhas.

Um celular pensado para quem fica na rua o dia inteiro

O realme C85 chega ao Brasil com uma proposta clara: resolver problemas cotidianos de quem depende do celular fora de casa. A bateria de 7.000 mAh permite atravessar um dia inteiro de Carnaval sem carregador e ainda oferece carregamento reverso de 10W, útil para socorrer outros aparelhos.

A resistência à água em nível industrial, certificada pelo IP69 Pro, rendeu ao modelo um Guinness World Records pelo maior número de pessoas realizando simultaneamente testes de resistência à água em celulares. No contexto do Carnaval, isso se traduz em menos preocupação e mais liberdade para usar o smartphone no meio da festa.

Ao apostar no Carnaval como vitrine, a realme deixou claro que sua estratégia no Brasil passa menos por promessas abstratas e mais por demonstrações diretas. Em vez de dizer que o produto aguenta, a marca colocou o aparelho no meio da multidão e deixou o público decidir.

Giuliano Peccilli
Giuliano Peccillihttp://www.jwave.com.br
Editor do JWave, Podcaster e Gamer nas horas vagas. Também trabalhou na Anime Do, Anime Pró, Neo Tokyo, Nintendo World e Jornal Nippon Já.

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