A história de “Link Click”, uma das animações chinesas mais comentadas dos últimos anos, acaba de ganhar versão em quadrinhos no Brasil. A NewPOP Editora lançou por aqui o webtoon oficial da obra, adaptando para o formato impresso a trama criada por Li Haoling.
O título chega às livrarias e lojas especializadas após o sucesso do donghua (animação chinesa) lançado em 2021 pelo Studio LAN, que rapidamente se tornou um fenômeno online.
Uma loja de fotografia… que atravessa o tempo
A história acompanha Cheng Xiaoshi e Lu Guang, dois jovens que administram o curioso Estúdio de Fotografia Tempo.
Por fora, o lugar parece apenas mais uma loja comum. Na prática, porém, a dupla possui uma habilidade muito peculiar: entrar em fotografias e reviver momentos do passado.
A missão deles é ajudar clientes que querem descobrir algo sobre eventos antigos ou resolver pendências emocionais. O problema é que mexer no passado nunca é simples, e qualquer pequena mudança pode gerar consequências inesperadas.
A trama mistura suspense, drama e elementos sobrenaturais, explorando temas como arrependimento, escolhas e os impactos emocionais de revisitar memórias.
Do streaming para os quadrinhos
A versão em quadrinhos preserva a essência da animação, mas adapta a narrativa para o formato de manhua, termo usado para quadrinhos chineses.
A obra foi produzida pelo BeDream Studio e pelo Inplick, mantendo o estilo visual característico que ajudou a popularizar a franquia.
Edição brasileira

A edição publicada pela NewPOP aposta em um formato voltado para colecionadores, com acabamento diferenciado.
| Detalhe | Informação |
|---|---|
| Título | Link Click |
| Autores | BeDream Studio e Inplick |
| Editora | NewPOP |
| Páginas | 216 |
| Formato | 15 x 21 cm |
| Papel | Couché |
| Acabamento | Capa cartonada com efeito holográfico |
| ISBN | 978-8583627364 |
O volume já está disponível na Amazon, livrarias e comic shops brasileiras.
Para quem acompanha a expansão da cultura pop chinesa no ocidente, o lançamento marca mais um passo na chegada de donghua e manhua ao mercado brasileiro.

