A Activision e a Infinity Ward revelaram novos detalhes do DMZ de Call of Duty: Modern Warfare 4, apresentando como funcionarão a progressão, a Base de Operações Avançada e o mapa de Hajin, região que terá mais de 60 pontos de interesse.
O modo mantém a proposta de extração em mundo aberto, colocando os jogadores em incursões nas quais será necessário procurar recursos, completar objetivos, enfrentar forças controladas pelo jogo e outros Operadores e conseguir sair do mapa com o equipamento obtido.
A diferença é que essas incursões agora estão diretamente ligadas à evolução de uma Base de Operações Avançada, a FOB, que funciona como centro de comando entre uma partida e outra.
Uma base que evolui com o jogador

A FOB começa como uma instalação relativamente simples e ganha novas funções conforme o progresso em Hajin. Ao todo, serão mais de 12 estações especializadas.
Desde o início será possível gerenciar Operadores, organizar armas e itens no Armazém, selecionar as Ordens DMZ e testar equipamentos em uma Galeria de Tiro com alvos posicionados a mais de 100 metros.
Outras estruturas precisam ser desbloqueadas. Entre elas está uma Impressora 3D, usada para fabricar equipamentos e melhorar estações com materiais encontrados durante as incursões.
O Armeiro permite comprar e instalar acessórios ou construir armas após a obtenção de Manuais de Armas. Haverá ainda um vendedor com estoque atualizado diariamente, painel para localizar chefes, expositor das Dog Tags retiradas de outros Operadores e uma tabela dedicada aos jogadores que se destacarem no PvP.
O DMZ também terá progressão própria do nível 1 ao 70, separada dos demais modos. O desempenho considera três pilares: combate, saque e objetivos. Uma boa combinação deles pode resultar em uma classificação S no relatório apresentado depois da mobilização.
Hajin terá mais de 60 áreas

As incursões acontecem em Hajin, região dividida entre territórios da Coreia do Norte e da Coreia do Sul e formada por mais de 60 áreas nomeadas.
Cada região possui seu próprio nível de ameaça. Quanto maior o risco e a agressividade do jogador, mais pesada será a resposta das forças inimigas, que podem chamar reforços e até esquadrões de caça.
Entre os locais apresentados está a Prisão Política No. 14, instalação de ameaça crítica que abriga o complexo fortificado conhecido como La Ciudadela. A Base Aérea Chang-san esconde uma rede subterrânea de túneis maior que sua estrutura na superfície.
No lado sul-coreano, o Centro Nuclear Haneul exige máscaras de gás e equipamento para lidar com a radiação. Já The Grid aposta em arranha-céus e confrontos verticais, enquanto o Centro Comercial NuriGO possui uma rede subterrânea que precisa ser explorada com equipamentos de visão noturna.
O mapa também terá chefes itinerantes. Colossus, Deathstalker e um tanque de batalha norte-coreano estão entre as ameaças que podem conceder equipamentos de maior valor e materiais utilizados na FOB.
Entrar, conseguir recursos e sair vivo

Além dos objetivos principais, os jogadores poderão encontrar operações secundárias durante a exploração, procurar chaves para áreas escondidas e disputar Supply Drops cuja raridade aumenta com sucessos consecutivos.
A travessia pelo mapa poderá ser feita com veículos terrestres, helicópteros e embarcações. Entre as opções estão sedãs, caminhões, veículos militares, o SUV tático Dreadnought, helicópteros leves e pesados e lanchas RHIB. Combustível e reparos também fazem parte da administração dos veículos durante as incursões.
Call of Duty: Modern Warfare 4 será lançado em 23 de outubro. Quem fizer a pré-compra digital das edições Padrão ou Cofre terá acesso antecipado à campanha a partir de 16 de outubro. O jogo terá preço sugerido a partir de R$ 299 no PC e R$ 349 nos consoles.


