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Disbond mistura Counter-Strike e zumbis em FPS multiplayer com até 32 jogadores

Desenvolvido por uma única pessoa, jogo aposta em partidas de infecção, oito classes e cenários destrutíveis. Demo gratuita participa do Steam Next Fest de outubro

Imagine começar uma partida de tiro ao lado de outros jogadores e, depois de apenas 20 segundos, descobrir que um deles se transformou em zumbi. Essa é a proposta de Disbond, FPS multiplayer desenvolvido por uma única pessoa sob o nome de Bozz Studio, que combina combates competitivos com mecânicas de sobrevivência e infecção.

Inspirado em clássicos como Unreal Tournament, Doom, Quake e Counter-Strike 1.6, o jogo aposta em partidas rápidas, movimentação ágil e confrontos nos quais os participantes mudam de lado conforme são infectados.

Uma demonstração gratuita está disponível na Steam e participa do Steam Next Fest, realizado entre 19 e 26 de outubro de 2026.

Um jogador vira zumbi e começa a infecção

Em Disbond, todos começam a rodada como humanos. Após 20 segundos, um dos participantes é transformado em zumbi e precisa infectar os demais.

Cada jogador mordido passa para o lado dos infectados, aumentando progressivamente o número de inimigos que os sobreviventes precisam enfrentar.

O jogo oferece dois modos principais. Em Survival, os humanos precisam construir barricadas, comprar armas e resistir até o final da rodada. Já em Escape, o objetivo é atravessar o mapa enquanto os zumbis tentam impedir a fuga.

As partidas comportam até 32 jogadores, com rodadas de até cinco minutos. Uma sessão completa pode durar aproximadamente 30 minutos, e bots ajudam a preencher as equipes quando não há participantes suficientes.

Oito classes divididas entre humanos e zumbis

Uma das diferenças em relação aos tradicionais modos de infecção está na existência de classes específicas para os dois lados.

Os humanos podem escolher entre Gunman, especializado em armas de fogo; Grenade Planter, voltado à mobilidade; Architect, capaz de construir estruturas e armadilhas; e Exploder, que utiliza granadas com maior eficiência.

Os zumbis também possuem quatro opções. O Crawler aposta na velocidade, o Smasher suporta mais dano, o Screecher consegue cegar temporariamente os adversários e o Demon utiliza habilidades de disfarce e invisibilidade.

Cada classe possui características próprias e uma habilidade especial, criando possibilidades diferentes de ataque e defesa.

Barricadas e destruição mudam o andamento das partidas

Além do sistema de infecção, Disbond utiliza objetos com física para modificar os cenários durante os confrontos.

Os humanos podem empilhar estruturas para bloquear passagens e improvisar barricadas. Os zumbis, por sua vez, conseguem utilizar esses mesmos objetos para alcançar locais elevados e contornar as defesas.

O arsenal inclui pistolas, submetralhadoras, escopetas, rifles, lança-chamas e diferentes tipos de granadas.

O jogo também apresenta destruição de partes dos cenários, desmembramento dos inimigos e mecânicas de movimentação que permitem explorar rotas alternativas, incluindo elevadores, teleportes e tirolesas.

Ao todo, estão previstos seis mapas com ambientes distintos, como cidades infectadas, bunkers e laboratórios subterrâneos.

Outra característica é a ausência de sistemas de progressão que ofereçam vantagens permanentes. Segundo o desenvolvedor, todos começam as partidas em condições equivalentes, dependendo principalmente das habilidades adquiridas durante o jogo.

Demo disponível na Steam

Disbond está em desenvolvimento para PC, com lançamento previsto para uma data ainda não anunciada. A página da Steam também permite solicitar acesso ao playtest.

A demonstração gratuita participa do Steam Next Fest de 19 a 26 de outubro de 2026. O jogo possui interface em inglês e outros idiomas, mas não conta com suporte ao português brasileiro.

Acesse a página de Disbond na Steam para baixar a demonstração ou adicionar o jogo à lista de desejos.

Giuliano Peccilli
Giuliano Peccillihttp://www.jwave.com.br
Editor do JWave, Podcaster e Gamer nas horas vagas. Também trabalhou na Anime Do, Anime Pró, Neo Tokyo, Nintendo World e Jornal Nippon Já.

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