O Halloween está chegando, e a Sony Interactive Entertainment preparou uma seleção de nove jogos independentes de terror para quem pretende passar a data diante do PlayStation 5. A lista vai além dos tradicionais sustos e reúne experiências que exploram desde o medo de ficar sozinho até situações em que enfrentar monstros com amigos pode acabar em confusão.
Entre os destaques estão Phasmophobia, conhecido pelas investigações paranormais em equipe, The Midnight Walk, que utiliza personagens e cenários modelados em argila, e Reanimal, aventura cooperativa que aposta em uma atmosfera perturbadora.
A seleção também reserva espaço para jogos que utilizam o Halloween como inspiração visual, mas deixam o terror em segundo plano.
Escape the Backrooms
Inspirado nas Backrooms, uma das lendas mais conhecidas da internet, Escape the Backrooms coloca os jogadores em um labirinto de ambientes aparentemente intermináveis.
São mais de 30 fases com quebra-cabeças, criaturas e situações que exigem atenção constante. É possível explorar tudo sozinho ou reunir até quatro participantes no modo cooperativo.
O detalhe está no chat de voz por proximidade. Os jogadores precisam se comunicar para encontrar a saída, mas fazer barulho demais pode atrair as entidades que circulam pelos cenários.
Phasmophobia
Se investigar casas mal-assombradas parece uma boa ideia, Phasmophobia coloca essa coragem à prova.
O jogo permite reunir até quatro investigadores paranormais para identificar fantasmas utilizando equipamentos como câmeras, termômetros e lanternas ultravioleta.
A comunicação é parte importante da experiência, especialmente porque as entidades podem reagir às vozes dos participantes. O que começa como uma investigação organizada pode rapidamente se transformar em uma tentativa desesperada de escapar.
Reanimal
Dos criadores de Little Nightmares, Reanimal acompanha dois irmãos órfãos que precisam atravessar uma ilha assustadora para encontrar amigos desaparecidos.
A aventura combina furtividade, exploração e quebra-cabeças, com situações que exigem cooperação entre os personagens.
O jogo aposta em criaturas grotescas e cenários sombrios, mas também utiliza a relação entre os irmãos como elemento central da narrativa.
The Midnight Walk
Uma das produções visualmente mais diferentes da seleção, The Midnight Walk apresenta um mundo de fantasia sombria construído a partir de esculturas reais de argila, posteriormente digitalizadas em 3D.
O jogador acompanha Potboy, uma pequena criatura cuja chama ajuda a iluminar os caminhos e superar obstáculos.
Com exploração em primeira pessoa, quebra-cabeças e furtividade, a aventura lembra uma animação em stop-motion que ganhou vida, aproximando o terror da estética de filmes como os de Tim Burton.
Silver Pines
Misturando terror de sobrevivência com elementos de Metroidvania, Silver Pines acompanha Red Walker, um investigador particular que chega a uma cidade montanhosa praticamente abandonada.
Sua missão é descobrir o paradeiro do músico Eddie Velvet, mas a investigação acaba revelando ambientes cada vez mais estranhos.
A exploração acontece em rolagem lateral, com hotéis abandonados, túneis inundados e criaturas que dificultam a busca por respostas.
Hunter’s Moon
Nem todo terror precisa depender de monstros aparecendo de surpresa.
Hunter’s Moon utiliza o folclore britânico e os conflitos de uma comunidade rural para construir uma experiência de suspense mais lenta e atmosférica.
A proposta envolve conversar com moradores, explorar caminhos e descobrir histórias locais, enquanto situações de furtividade acrescentam momentos de tensão.
O destaque está na maneira como as crenças e os costumes da comunidade influenciam a narrativa.
CloverPit

Em CloverPit, uma máquina caça-níqueis pode representar a diferença entre continuar vivo ou cair em um abismo.
O jogador está preso em uma sala enferrujada e precisa conseguir moedas suficientes para pagar uma dívida crescente.
A mecânica mistura sorte e estratégia, já que amuletos e combinações de bônus podem alterar as possibilidades de cada rodada.
Apesar da aparência de jogo de azar, trata-se de um roguelite de sobrevivência em que cada tentativa permite experimentar novas estratégias.
Graveyard Keeper 2
Administrar um cemitério e reconstruir uma cidade medieval com a ajuda de mortos-vivos pode não parecer uma atividade relaxante, mas essa é justamente a proposta de Graveyard Keeper 2.
A sequência mistura gerenciamento de recursos, construção e missões em um mundo de fantasia com humor sombrio.
O jogador pode organizar seu cemitério, produzir equipamentos e utilizar criaturas reanimadas para ajudar nas tarefas.
É uma alternativa para quem gosta da estética do Halloween, mas prefere uma experiência menos assustadora.
Fangtopia
Fechando a seleção, Fangtopia transforma monstros em habitantes de um reino que o próprio jogador precisa construir.
A proposta é organizar peças hexagonais para criar florestas, montanhas, cidades e ferrovias, formando um cenário ocupado por lobisomens, pés-grandes e outras criaturas.
Sem limite de tempo, o jogo aposta em quebra-cabeças e planejamento, oferecendo uma experiência mais tranquila.
É a opção para quem quer entrar no clima do Halloween sem precisar enfrentar perseguições ou sustos inesperados.
Terror para diferentes estilos de jogadores
A seleção da PlayStation mostra como os jogos independentes conseguem explorar o terror de maneiras diferentes. Enquanto Phasmophobia e Escape the Backrooms utilizam a comunicação entre amigos para criar tensão, The Midnight Walk e Hunter’s Moon apostam principalmente na ambientação.
Já CloverPit, Graveyard Keeper 2 e Fangtopia demonstram que o Halloween também pode servir de inspiração para experiências que não dependem diretamente do medo.
Os nove títulos fazem parte da seleção de Halloween 2026 divulgada pela Sony Interactive Entertainment para o ecossistema PlayStation. A disponibilidade de cada jogo deve ser consultada individualmente na PlayStation Store.


