Datas como a sexta-feira 13 carregam, há séculos, uma relação direta com o medo e a superstição. Ao longo do tempo, esse imaginário foi absorvido pela cultura pop e transformou o dia em um verdadeiro ritual para fãs de filmes de terror. Aproveitando o simbolismo da data, o MGM+ reúne em seu catálogo uma seleção de clássicos e franquias que ajudam a atravessar a noite com bons sustos garantidos.
Disponível no Brasil como canal adicional dentro do Prime Video, o MGM+ combina produções históricas do cinema de gênero com títulos que ajudaram a definir subgêneros inteiros do horror. É o caso de Carrie, adaptação do primeiro romance de Stephen King, presente tanto na versão original de 1976 quanto no remake de 2013. Em ambas, o terror nasce do cotidiano, da opressão familiar e do bullying escolar, até explodir em uma violência marcada pelo sobrenatural.
O catálogo também revisita o horror mais direto e popular dos anos 1980. O Brinquedo Assassino, que apresentou ao mundo o boneco Chucky, segue sendo um exemplo clássico do slasher que mistura humor ácido e brutalidade. Já Terror em Amityville aposta no medo psicológico e na ideia da casa como espaço amaldiçoado, inspirada em um dos casos paranormais mais conhecidos da cultura americana.
Para quem prefere criaturas fora de controle e um tom mais próximo da sátira, Piranha, dirigido por Joe Dante, representa um momento em que o cinema de terror dialogava abertamente com o exagero e a crítica social. O filme se tornou referência dentro das produções que transformam a natureza em ameaça.
A franquia Poltergeist também marca presença, reunindo continuações lançadas nos anos 1980 e o remake de 2015. A saga explora o medo do invisível e do sobrenatural que invade o ambiente familiar, um tema recorrente no horror clássico e ainda eficiente para gerar tensão.
Com essa combinação de títulos, o MGM+ oferece um panorama que atravessa diferentes épocas e estilos do terror. Da violência explícita ao suspense psicológico, passando pelo sobrenatural e pelo horror mais fantasioso, a plataforma se coloca como uma opção natural para quem vê na sexta-feira 13 o momento ideal para revisitar filmes que ajudaram a construir o imaginário do medo no cinema.


