O executivo Sérgio Mancera será um dos destaques da ABRINT 2026, onde apresenta uma nova abordagem de monetização para provedores de internet. Durante painel no dia 6 de maio, o CEO defende que o streaming tradicional perdeu valor competitivo e aponta os minidramas como alternativa para retenção e geração de receita.
A discussão acontece no encontro realizado no Distrito Anhembi, que reúne os principais players do setor de telecomunicações no Brasil.
Streaming deixou de ser diferencial

No painel “Streaming não é diferencial, é commodity”, Mancera argumenta que o modelo atual já não sustenta crescimento para ISPs. A proposta da NXPOP surge como resposta a esse cenário, com conteúdo pensado para consumo rápido e mobile.
A estratégia é simples: formatos curtos aumentam frequência de uso e criam hábito diário, impactando diretamente métricas como retenção e churn.
Minidramas como novo produto
A NXPOP aposta nas chamadas novelas verticais, episódios de curta duração desenvolvidos para smartphones. O formato já é consolidado na Ásia e nos Estados Unidos e começa a ganhar tração no Brasil.
Na prática, isso significa transformar conteúdo em ferramenta de fidelização. Para provedores, o diferencial deixa de ser apenas infraestrutura e passa a incluir experiência e engajamento.
Experiência no evento
Além do painel, a plataforma terá presença ativa no evento com demonstrações e conteúdos originais. O stand contará com participação de Vincenzo Ricchy, responsável por produções do catálogo inicial, como Nosso Horizonte e Sabor de Família.
Movimento de mercado
O avanço de soluções como a NXPOP reforça uma mudança estrutural: ISPs passam a operar também como distribuidores de conteúdo proprietário, buscando novas fontes de receita além da conectividade.


