Os vídeos curtos já ocupam uma parcela considerável da rotina digital dos brasileiros. Uma pesquisa realizada pelo Kwai for Business aponta que 50% dos entrevistados afirmam passar mais de três horas por dia assistindo a vídeos.
O levantamento também mostra que esse consumo acontece principalmente durante atividades do cotidiano. 32% dos participantes disseram assistir aos conteúdos enquanto realizam tarefas domésticas, enquanto 30% costumam recorrer aos vídeos antes de dormir, como forma de relaxamento.
Vídeos de até um minuto são os preferidos
A pesquisa indica que o público ainda demonstra preferência por conteúdos realmente rápidos. 31% dos entrevistados escolheram vídeos de até um minuto como formato favorito.
Na sequência aparecem conteúdos com duração entre três e cinco minutos (21%) e vídeos de até três minutos (20%).
O levantamento também aponta que o consumo não está restrito ao entretenimento. Quando perguntados sobre os motivos para utilizar redes sociais, 54,7% citaram diversão e 54,3%, busca por informação. Outros 43,1% afirmaram utilizar essas plataformas para aprender algo novo.
Repetição de anúncios incomoda usuários
A pesquisa também investigou a relação dos usuários com a publicidade dentro das plataformas. O principal motivo apontado para ignorar um anúncio foi a exibição excessiva da mesma publicidade, citada por 66,7% dos participantes.
Outros fatores mencionados foram a interrupção do conteúdo que estava sendo assistido (39%) e anúncios considerados longos demais (35%).
Segundo o levantamento, o público mais jovem demonstra maior incômodo com a repetição de anúncios, enquanto usuários mais velhos são os que mais apontam as interrupções como problema.
Como a pesquisa foi realizada
A pesquisa foi conduzida dentro do próprio Kwai, entre 12 e 15 de junho de 2026, com 11.693 usuários ativos da plataforma nos 30 dias anteriores.
A participação ocorreu de forma espontânea, portanto a amostra é não probabilística e baseada em auto-seleção. Os resultados refletem as respostas dos participantes e não devem ser interpretados como uma representação estatística de toda a população brasileira.


