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36ª Bienal de São Paulo abre espaço para crianças explorarem a arte contemporânea

Durante outubro, a 36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática – dedica parte da programação ao público infantojuvenil. Vivências coletivas e oficinas conduzidas pelo arte-educador Thiago Franco convidam crianças a partir de 5 anos a interagir com as obras da mostra, refletir e criar de forma lúdica.

As atividades acontecem no Espaço de Educação, no Pavilhão da Bienal, e todas são gratuitas. As inscrições devem ser feitas presencialmente, com vagas limitadas a 15 crianças por encontro, acompanhadas por seus responsáveis.

Visita temática “Chama chão” – 05/10

O ponto de partida é a obra Terra viva (2025), de Marlene Almeida. A atividade propõe uma reflexão sobre chão, território e pertencimento, estimulando as crianças a questionarem de onde vêm e a importância do espaço para o brincar.

Horário: 10h30 – 12h

Local: Espaço de Educação, térreo

Público: crianças a partir de 5 anos com acompanhantes

Visita temática “O som do invisível” – 11/10

Inspirada em Catástrofe Orquestra (Ato 1), de Antonio Társis, a experiência explora o som, o silêncio e a percepção do espaço. As crianças criam, de forma lúdica, uma paisagem sonora coletiva, usando uma “maleta sonora” que registra os sons produzidos durante o encontro.

Horário: 10h30 – 12h

Local: Espaço de Educação, térreo

Público: crianças a partir de 5 anos com acompanhantes

Visita-ateliê “Estado de pássaro” – 25/10

A atividade parte da obra Irókó: a árvore cósmica (2025), de Nádia Taquary, e propõe uma reflexão sobre migração, liberdade e deslocamento. Por meio de uma narrativa lúdica, as crianças percorrem os três pisos da Bienal, dialogando com a poética do movimento de pássaros e pessoas em trânsito.

Horário: 10h30 – 12h

Local: Espaço de Educação

Público: crianças a partir de 5 anos com acompanhantes

Sobre a 36ª Bienal de São Paulo

Curada por Bonaventure Soh Bejeng Ndikung, com cocuradoria de Alya Sebti, Anna Roberta Goetz, Thiago de Paula Souza e Keyna Eleison, a mostra se inspira no poema Da calma e do silêncio, de Conceição Evaristo. Ao todo, reúne 120 posições artísticas no Pavilhão da Bienal e cinco na Casa do Povo, com foco na escuta ativa da humanidade em constante deslocamento e negociação.

Período: 6 de setembro de 2025 a 11 de janeiro de 2026

Horários: terça a sexta e domingos, 10h – 18h | sábados, 10h – 19h

Local: Pavilhão Ciccillo Matarazzo, Parque Ibirapuera, Portão 3, São Paulo

Entrada gratuita

A iniciativa destaca a aproximação entre infância e arte contemporânea, promovendo experiências que combinam visitação, experimentação e criação coletiva, aproximando o público jovem de conceitos complexos de forma lúdica e sensível.

Giuliano Peccilli
Giuliano Peccillihttp://www.jwave.com.br
Editor do JWave, Podcaster e Gamer nas horas vagas. Também trabalhou na Anime Do, Anime Pró, Neo Tokyo, Nintendo World e Jornal Nippon Já.

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