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Gundam leva “Sweet Child O’ Mine” de volta ao topo e impulsiona números do Guns N’ Roses

A estreia de Mobile Suit Gundam: Hathaway – The Witch of Circe, em 30 de janeiro, teve impacto imediato não só nos cinemas, mas também nas paradas musicais. Em apenas cinco dias em cartaz no Japão, o novo longa da franquia Gundam superou a marca de 600 mil espectadores e 10 bilhões de ienes em bilheteria no período entre 30 de janeiro e 3 de fevereiro, segundo dados da Kogyo Tsushinsha, garantindo o primeiro lugar no ranking nacional de público.

O sucesso do filme refletiu diretamente na música escolhida para o encerramento. Sweet Child O’ Mine, clássico do Guns N’ Roses, registrou um crescimento explosivo nas plataformas digitais após a estreia. Na comparação entre o dia de lançamento do filme e a semana anterior, os downloads saltaram 12.166 por cento, levando a faixa ao 18º lugar no ranking geral do iTunes Store. No streaming, o aumento foi de 410 por cento, colocando a música também entre os destaques de crescimento do Spotify.

O efeito se espalhou para o catálogo da banda. O álbum Appetite for Destruction, lançado originalmente em 1987, chegou à 16ª posição no ranking de álbuns do iTunes Store e voltou a aparecer no Top 200 do Shazam, mostrando que o interesse não se limitou a uma única faixa.

A informação sobre o uso da música no filme foi mantida em sigilo até o próprio dia da estreia. Quando o anúncio foi feito, ao meio dia de 30 de janeiro, a repercussão tomou conta das redes, reunindo fãs de Gundam e do Guns N’ Roses em um mesmo movimento de celebração. Em 2 de fevereiro, um vídeo promocional especial do filme com “Sweet Child O’ Mine” foi divulgado e já ultrapassou 600 mil visualizações no YouTube, com números que continuam crescendo.

Lançada em 1987, “Sweet Child O’ Mine” é considerada um dos maiores clássicos da história do rock e figura na 88ª posição da lista das 500 maiores músicas de todos os tempos da Rolling Stone. Décadas depois, a canção ganha novo fôlego ao dialogar com um dos universos mais icônicos da cultura pop japonesa, provando como o encontro entre anime e música segue capaz de atravessar gerações e criar novos picos de relevância global.

Com informações do PR Times, Rolling Stones e News Livedoor

Giuliano Peccilli
Giuliano Peccillihttp://www.jwave.com.br
Editor do JWave, Podcaster e Gamer nas horas vagas. Também trabalhou na Anime Do, Anime Pró, Neo Tokyo, Nintendo World e Jornal Nippon Já.

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