O É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários anunciou os vencedores de sua 31ª edição e destacou a força do cinema documental atual. Entre os principais premiados estão o longa internacional Um Filme de Medo, de Sergio Oksman, e o brasileiro Sagrado, dirigido por Alice Riff.
Principais vencedores do festival
Na competição internacional, Um Filme de Medo levou o prêmio principal ao explorar a relação entre pai e filho em um cenário que remete ao clássico O Iluminado. Já entre os curtas, o destaque foi Sonhos de Apagão, que aborda os impactos dos blecautes em Cuba.
No Brasil, Sagrado conquistou o prêmio de melhor longa ao retratar o cotidiano de uma escola pública em Diadema, com foco em educação, resistência e comunidade. Entre os curtas nacionais, o vencedor foi Os Arcos Dourados de Olinda, que mistura humor e crítica social ao abordar a chegada de uma rede global à cidade pernambucana.
Reconhecimento e impacto
Os filmes premiados recebem o Troféu É Tudo Verdade e se tornam elegíveis para o Oscar, já que o festival é reconhecido como qualifying pela Academia de Hollywood.
A edição de 2026 reuniu 75 filmes de 25 países, exibidos gratuitamente em São Paulo e no Rio de Janeiro, além de uma seleção disponível online no Itaú Cultural Play.
Exibições especiais dos vencedores
Os principais premiados ganharam sessões extras no dia 19 de abril nas duas cidades:
São Paulo
Cinemateca Brasileira
16h: Sonhos de Apagão + Um Filme de Medo
18h: Os Arcos Dourados de Olinda + Sagrado
Rio de Janeiro
Estação Net Rio
15h: Sonhos de Apagão + Um Filme de Medo
17h30: Os Arcos Dourados de Olinda + Sagrado
O festival também distribuiu prêmios paralelos e destacou a diversidade estética e temática das obras, reforçando o momento criativo do documentário brasileiro e internacional.


