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“The Rose: Come Back To Me” estreia nos cinemas em fevereiro

Para quem acompanha The Rose além dos palcos e playlists, a história da banda finalmente ganha espaço nas telonas. O documentário The Rose: Come Back To Me estreia nos cinemas brasileiros no dia 14 de fevereiro, trazendo um retrato honesto do hiato, das batalhas fora dos holofotes e do retorno do grupo em seus próprios termos.

Mais do que um registro de turnê, o filme acompanha de perto o período mais delicado da trajetória do The Rose. Formada em 2017, a banda conquistou fãs ao fugir do molde tradicional do K-pop, mas acabou sendo forçada a pausar a carreira no auge, após conflitos contratuais com a antiga gravadora e o cumprimento do serviço militar obrigatório na Coreia do Sul.

Do silêncio ao recomeço, agora na tela grande

O documentário mergulha nesse intervalo que muitos fãs viveram com angústia. Tem frustração, dúvidas reais sobre o futuro e conversas difíceis que normalmente não aparecem em conteúdos oficiais. A câmera acompanha Woosung, Dojoon, Hajoon e Taegyeom enquanto eles tentam entender se ainda fazia sentido continuar como banda depois de tudo.

A virada acontece em 2022, quando o The Rose retorna de forma independente, criando sua própria estrutura e retomando o controle criativo. Esse processo culmina no álbum HEAL, que marcou não só o retorno musical, mas também a reconexão com os Black Roses ao redor do mundo. Nos cinemas, o público vê como esse comeback foi construído passo a passo, longe da ideia de “volta triunfal instantânea”.

Um filme pensado para fãs, não para manual de K-pop

“The Rose: Come Back To Me” não tenta explicar a banda para quem nunca ouviu falar. O foco é falar com quem acompanhou o hiato, esperou notícias e sentiu o impacto do retorno. O documentário também joga luz sobre a chamada “gaiola dourada” da indústria coreana, mostrando o custo emocional de seguir fora do sistema tradicional.

Ver essa história na tela grande reforça o peso do que o The Rose viveu. Não é só sobre música, mas sobre escolha, autonomia e o risco de recomeçar quando tudo poderia ter acabado.

Com estreia confirmada nos cinemas em 14 de fevereiro, o documentário vira um encontro entre banda e fãs, agora mediado pelo cinema.

Giuliano Peccilli
Giuliano Peccillihttp://www.jwave.com.br
Editor do JWave, Podcaster e Gamer nas horas vagas. Também trabalhou na Anime Do, Anime Pró, Neo Tokyo, Nintendo World e Jornal Nippon Já.

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