Red caça o Demônio Raposa e, no meio do caminho, descobre que sua existência inteira foi escrita por outra mão. A premissa de Realm of Ink já começa com uma virada existencial, e o jogo usa isso como motor narrativo para cada ciclo de morte e renascimento. Cada derrota leva de volta à Estalagem, onde novas formas de combate, relíquias e habilidades se desbloqueiam, transformando cada tentativa em algo diferente da anterior.
O visual é o que chama atenção de cara: estética de pintura tradicional chinesa em apresentação 2,5D, com inimigos e ambientes que parecem ter saído de um manuscrito. Não é só cosmético, o tom sombrio e o folclore oriental permeiam também os quatro chefes, as mais de 20 criaturas míticas e as quatro regiões exploráveis.
Builds, gemas e um pet que evolui conforme você joga
O sistema de combate tem nove estilos distintos, cada um com armas e identidade próprias, mais de 40 Gemas de Tinta elementais como Tigre, Dragão e Veneno de Tinta, e mais de 200 habilidades desbloqueáveis. Os Pets de Tinta evoluem para até 15 formas diferentes dependendo das combinações escolhidas, o que significa que duas runs raramente vão parecer iguais.
Para quem conhece BlazBlue Entropy Effect: Oread, chefe do Estágio 4 daquele jogo, chega como forma jogável em Realm of Ink via colaboração com a 91Act, trazendo novas gemas, skins e habilidades exclusivas.
Onde jogar
Realm of Ink está disponível agora na versão 1.0 para PC via Steam e Epic Games Store, PlayStation 5, Xbox Series e Nintendo Switch.


