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Cleo Diára é premiada em Cannes por O Riso e a Faca

Cleo Diára conquistou o prêmio de Melhor Interpretação Feminina na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes 2025 por sua atuação em O Riso e a Faca, dirigido pelo português Pedro Pinho. A premiação, uma das mais prestigiadas do circuito autoral, consagra o trabalho da atriz cabo-verdiana em um longa que provoca, inquieta e emociona. Em cena, Diára é parte de um triângulo de tensões e afetos, contracenando com o português Sérgio Coragem e o brasileiro Jonathan Guilherme, numa história em que política e subjetividade caminham juntas.

Rodado entre a Guiné-Bissau e o deserto da Mauritânia, O Riso e a Faca é resultado de uma coprodução entre Portugal, Brasil, Romênia e França, com distribuição nacional pela Vitrine Filmes. A produção brasileira é assinada por Tatiana Leite, da Bubbles Project, nome importante do cinema independente atual. A narrativa acompanha Sérgio, engenheiro ambiental que se muda para uma metrópole na África Ocidental para trabalhar em uma estrada financiada por uma ONG. Lá, desenvolve um vínculo intenso, mas instável, com dois habitantes locais: Gui, interpretado por Jonathan Guilherme, e Diára, personagem de Cleo Diára.

Inspirado na canção homônima de Tom Zé — um paradoxo lírico entre lirismo e acidez — o título não é apenas referência cultural: é também chave de leitura para um filme que se equilibra entre opostos. Como a música do baiano, o longa de Pinho oferece um retrato caleidoscópico das contradições humanas e sociais. Da mesma forma que a canção aborda a busca por um equilíbrio caótico, o filme mergulha no confronto entre afetos e sistemas de dominação.

Uma equipe que atravessa oceanos

Além de Guilherme, ex-jogador de vôlei que se reinventou como poeta e ator em Barcelona, a produção reúne uma extensa equipe brasileira em cargos-chave. Entre eles, o diretor de fotografia Ivo Lopes Araújo (Tatuagem), a montadora Karen Akerman (O Lobo Atrás da Porta), o editor de som Pablo Lamar (A Flor do Buriti), e mais de trinta técnicos brasileiros. Na produção, nomes como Rodrigo Letier, da Kromaki Filmes, e Eduardo Nasser se juntam à coprodução com a Bubbles Project, firmando um elo criativo transatlântico que vai além da mera colaboração logística.

Outro destaque nacional é a presença do antropólogo Renato Sztutman, que aparece interpretando a si mesmo — um gesto que enfatiza a dimensão documental e reflexiva do projeto.

A direção de Pedro Pinho: entre a política e a poética

Pedro Pinho já havia chamado atenção da crítica internacional com A Fábrica de Nada (2017), vencedor do prêmio FIPRESCI na Quinzena dos Realizadores de Cannes. Com O Riso e a Faca, o cineasta aprofunda sua investigação sobre o poder, os corpos e o discurso num mundo atravessado pelas heranças coloniais.

O novo longa transforma o ambiente de uma obra parada — a estrada que liga o deserto à selva — em metáfora viva de um mundo em disputa. Uma narrativa marcada por ruídos de jipes brancos, festas de expatriados, escritórios climatizados e resistências locais. Nessa paisagem tensa, Diára, Gui e Sérgio vivem uma relação atravessada por assimetrias históricas, afetos genuínos e fragilidades contemporâneas.

A câmera de Pinho não busca respostas fáceis. Ela observa, escuta e resiste. A estrada em construção torna-se o rastro de um mundo onde progresso e ruína caminham lado a lado. O filme, como afirma o próprio diretor, é uma jornada polifônica, onde a fronteira neocolonial não é apenas geográfica, mas atravessa corpos, desejos e silêncios.

Um cinema que escapa às categorias

Mais do que uma narrativa política, O Riso e a Faca é uma experiência sensorial. Em meio ao calor opressivo e ao ruído do asfalto por fazer, brota a ternura — e Cleo Diára é o corpo que catalisa essa experiência. Sua interpretação dá carne a uma mulher que, embora marcada pelo peso das estruturas ao seu redor, nunca é reduzida a vítima. Ao contrário, Diára é presença, força e mistério. A atriz encontra no gesto mínimo, no olhar oblíquo e na pausa certa, a expressividade que faz sua personagem resistir, amar e reexistir.

O prêmio em Cannes é, portanto, o reconhecimento de um cinema que ousa pensar e sentir o mundo com complexidade — e que encontra, na performance de Diára, um eixo potente para suas múltiplas camadas.

Caminhos que se cruzam

Entre desertos e selvas, entre Europa e África, entre o riso e a faca. O novo longa de Pedro Pinho é uma obra que não se deixa capturar por categorias fáceis. É cinema em estado bruto e lírico, político e íntimo. É um filme sobre construção: de estradas, de vínculos e de futuros possíveis. E Cleo Diára, com seu prêmio em Cannes, ajuda a abrir essa estrada.

Guardians | Príncipe William lança série documental e destaca a luta indígena no Brasil

A partir desta sexta-feira, 23 de maio, o canal BBC Earth no YouTube começa a exibir Guardians, série documental criada pela Royal Foundation e apresentada pelo Príncipe William. Dividida em seis episódios, a produção acompanha o trabalho silencioso – mas vital – de guardiões da natureza ao redor do mundo. O último episódio, com estreia marcada para 27 de junho, foca na Terra Indígena Caru, localizada no Maranhão, dentro da Amazônia Legal, e mostra o esforço contínuo da comunidade indígena para proteger suas terras contra a destruição ambiental.

A proposta da série é clara: dar visibilidade a quem arrisca a vida para garantir a preservação dos ecossistemas mais ameaçados do planeta. Esses guardiões atuam em regiões remotas e enfrentam caçadores ilegais, perda de habitat e conflitos territoriais, muitas vezes sem o devido reconhecimento.

Uma visão global da linha de frente da conservação

Guardians leva os espectadores a locais como o Himalaia, o Mar de Cortez, o Parque Nacional Kruger e o Sri Lanka, sempre focando nas histórias humanas por trás da proteção ambiental. Cada episódio, com duração entre 6 e 10 minutos, é narrado pelo próprio Príncipe William, que também assina o trailer da produção. A série é fruto de uma parceria entre a Royal Foundation e a premiada produtora ZANDLAND.

Com distribuição global pelas redes sociais da BBC Earth, que soma mais de 13 milhões de inscritos, a série utiliza uma linguagem acessível para apresentar uma realidade muitas vezes invisibilizada: a dos defensores do meio ambiente que atuam com poucos recursos, mas com profundo compromisso com o futuro do planeta.

Terra Indígena Caru no centro do episódio final

No episódio brasileiro, a câmera volta-se para a resistência indígena na Terra Indígena Caru. A região, reconhecida como um dos últimos refúgios de povos indígenas em isolamento voluntário, enfrenta constante ameaça de invasões e desmatamento ilegal. O episódio retrata como a comunidade local se organiza para monitorar, proteger e preservar tanto a biodiversidade quanto seu modo de vida tradicional.

A escolha do Brasil para encerrar a série não é por acaso. O país concentra uma das maiores riquezas ambientais do mundo e, ao mesmo tempo, enfrenta enormes desafios na sua preservação. A Terra Indígena Caru simboliza esse paradoxo e evidencia como os povos originários continuam sendo protagonistas na defesa da Amazônia.

Um chamado à valorização dos guardiões

O Príncipe William, idealizador da série, enfatizou que proteger a natureza se tornou um dos trabalhos mais perigosos do mundo, mas também um dos mais essenciais. Ao longo de sua trajetória com a United for Wildlife, ele conheceu dezenas de guardiões e presenciou os riscos e a dedicação de quem está na linha de frente. Segundo ele, Guardians é um tributo a esses heróis invisíveis que atuam muito além da proteção da fauna: são educadores, líderes comunitários, cientistas e representantes da resistência cultural.

Programação dos episódios

  • 23 de maio – República Centro-Africana: um caçador ilegal que agora protege a vida selvagem
  • 30 de maio – Himalaia, Índia: convivência entre leopardos-das-neves e comunidades locais
  • 6 de junho – Mar de Cortez, México: a história de um pescador que virou guardião do oceano
  • 13 de junho – Parque Nacional Kruger, África do Sul: equipes que enfrentam a caça ilegal
  • 20 de junho – Sri Lanka: veterinários na linha de frente da proteção de elefantes e leopardos
  • 27 de junho – Terra Indígena Caru, Brasil: a resistência indígena frente à devastação ambiental

Guardians reforça o papel estratégico da conservação ambiental como base para a segurança alimentar, acesso à água limpa e estabilidade das economias. A série propõe uma nova narrativa para os rangers – aqui traduzidos como guardiões da natureza – e convida o público global a reconhecer seu trabalho como peça-chave na proteção da vida no planeta.

NieR: Automata chega com tudo em Call of Duty Mobile Temporada 5 – Primal Reckoning

A nova temporada de Call of Duty Mobile chega no dia 28 de maio com uma das colaborações mais inesperadas — e estilosas — do ano: NieR: Automata invade os campos de batalha trazendo skins, operadores e um clima distópico que transforma completamente a experiência do game. Batizada de Primal Reckoning, a Temporada 5 promete agradar tanto quem é fã de ação frenética quanto os que valorizam visual e narrativa.

Uma temporada em clima de fim do mundo

O clima da Temporada 5 é de sobrevivência em um futuro brutal. E não é só na ambientação: o conteúdo in-game foi repaginado para combinar com esse tom. Um dos destaques é o mapa Zoo, novidade no multiplayer que mistura combates intensos em ambientes abertos e fechados, criando oportunidades para estratégias variadas.

No Battle Royale, a principal novidade são as Estações de Compra. Espalhadas pelo mapa, elas permitem que os jogadores utilizem o dinheiro coletado ao eliminar inimigos para adquirir recursos durante a partida. A nova dinâmica adiciona camadas de estratégia e recompensa quem souber equilibrar combate com gestão de inventário.

Nova arma e personalização de equipamentos

A nova submetralhadora VMP entra no arsenal com alto poder de fogo e deve se tornar queridinha dos jogadores que preferem o confronto direto. Além disso, o Machado de Combate e a Granada de Fumaça recebem novas skins, reforçando o estilo agressivo e futurista da temporada.

O universo de NieR: Automata em Call of Duty Mobile

A colaboração com NieR: Automata vai além da estética. O Passe de Batalha apresenta o operador Kui Ji – YoRHa No. 9 Tipo S, e os eventos por tempo limitado trazem os operadores Kestrel – YoRHa No. 2 Tipo B e Fiona St. George – Comandante White em dois sorteios especiais. É o encontro de dois mundos marcados pela guerra, agora no seu celular.

Para quem é fã de NieR, é a chance de ver androides de combate lutando em cenários urbanos recheados de ação. Para quem é fã de Call of Duty, é mais uma temporada que mostra como o game se reinventa e continua relevante.

Trailer

Call of Duty Mobile gratuito para Android e iOS

Call of Duty Mobile está disponível gratuitamente para Android e iOS, e a Temporada 5 – Primal Reckoning mostra que o jogo ainda tem fôlego de sobra, com atualizações constantes, eventos envolventes e colaborações que saem do óbvio.

Se o futuro é incerto, pelo menos você pode enfrentá-lo com estilo.

Blade & Soul NEO expande as Moonwater Plains com duas novas masmorras lendárias

A jornada por Moonwater Plains continua em Blade & Soul NEO, com a chegada da Parte 3 da expansão no dia 27 de maio, gratuitamente pela plataforma PURPLE. A atualização traz duas novas masmorras lendárias — Twisted Labyrinth e Highland Exile — mergulhando os jogadores ainda mais fundo no sombrio Corrupted Dark Realm, onde desafios letais, criaturas amaldiçoadas e uma atmosfera carregada de energia obscura aguardam.

Twisted Labyrinth: Chefes gêmeos e plataformas de vento

Localizado em uma estrutura subterrânea fragmentada por portais sombrios, o Twisted Labyrinth exige mais do que apenas força bruta. São três andares repletos de câmaras interligadas, com inimigos mecânicos, quebra-cabeças verticais e combates que testam a mobilidade com o sistema de windwalking. Aqui, a progressão depende tanto da habilidade em combate quanto da movimentação entre plataformas.

O desafio começa com Minou, uma versão mecânica do lendário Minotauro. Depois vêm Raijin e Fujin, inspirados nos deuses japoneses do Trovão e do Vento. A luta atinge seu clímax quando os dois se fundem no boss final, Tempest Lord, um titã elemental que exige estratégias específicas e atenção ao ritmo do campo de batalha.

Highland Exile: Espíritos vingativos em forma de árvores demoníacas

Antes um campo de execução, Highland Exile foi corrompido por uma fenda aberta diretamente para o Corrupted Dark Realm. O local, impregnado pelas mortes do passado, atraiu espíritos demoníacos que agora se fundiram com a flora da região, criando monstros grotescos feitos de madeira viva e sombras. A ameaça cresce rapidamente, com risco de espalhar a corrupção por toda a Moonwater Plains.

A nova masmorra é exclusiva da versão NEO e também marca o retorno do icônico NPC Velho Cho. Os jogadores enfrentarão Soul Thresher — uma entidade espectral sedenta por almas — e o gigante Colossal Hexwood, uma amalgama macabra de árvore e espírito que devora tanto vivos quanto mortos para manter sua forma abominável.

Blade & Soul NEO segue em expansão

Lançado em 25 de fevereiro, Blade & Soul NEO mantém o espírito do MMORPG original da NC America, agora com gráficos aprimorados, combate PvP reformulado, windwalk infinito e uma ferramenta de criação de personagens mais robusta. As duas primeiras partes da expansão Moonwater Plains já foram lançadas gratuitamente, e novos conteúdos estão previstos até o terceiro trimestre de 2025.

A Parte 3 marca não só a evolução do enredo, mas também reforça o compromisso da NC America com a continuidade e modernização da franquia. A atualização também reforça o apelo PvE do jogo, com chefes memoráveis e ambientações que ampliam o tom sombrio da história.

Blade & Soul NEO está disponível gratuitamente na plataforma PURPLE da NC America.

A Octomãe | Drama real de Natalie Suleman estreia no Lifetime em filme biográfico comovente

O canal Lifetime estreia no dia 31 de maio, às 22h, o filme A Octomãe (I Was Octomom – The Natalie Suleman Story), um drama biográfico que revisita a trajetória de Natalie Suleman, a mulher que ganhou manchetes em 2009 ao dar à luz óctuplos concebidos por fertilização in vitro — os primeiros sobreviventes do tipo no mundo. O caso, que inicialmente pareceu um milagre da medicina, rapidamente se transformou em uma tempestade de controvérsias, acusações e sensacionalismo.

Interpretada por Kristen Lee Gutoskie (The Handmaid’s Tale, Chicago Fire), Suleman tem sua história contada sob uma nova perspectiva, com o acréscimo valioso de seus próprios depoimentos. O filme busca ir além da imagem que dominou os noticiários, resgatando os bastidores de uma decisão médica incomum e suas consequências emocionais, familiares e sociais.

A mulher por trás da manchete

Quando engravidou dos óctuplos, Natalie Suleman já era mãe de seis crianças — todas também concebidas por FIV. Aos 33 anos, sem companheiro e vivendo com os pais, ela desejava “apenas mais um filho” e voltou ao mesmo especialista em fertilidade. Um erro médico levou à implantação de doze embriões, dos quais sete foram confirmados viáveis. No dia do parto, em 26 de janeiro de 2009, um oitavo bebê foi inesperadamente encontrado, todos nascendo com saúde.

No entanto, a comoção inicial cedeu lugar à condenação pública. Desempregada, sozinha e sem uma rede de apoio forte, Natalie viu sua vida ser invadida e julgada pelos meios de comunicação, enquanto tentava criar 14 crianças. A imprensa a apelidou de “Octomãe” e a colocou no centro de um debate ético, moral e midiático.

Entre a sobrevivência e o colapso

A Octomãe não evita os momentos mais delicados dessa trajetória. O roteiro de Kelly Fullerton e a direção sensível de Brianne Nord-Stewart acompanham as difíceis escolhas que Suleman fez para manter sua família: desde entrevistas pagas e ensaios fotográficos até a controversa decisão de participar de um filme adulto. Essas ações, muitas vezes mal interpretadas, revelam uma mãe desesperada tentando preservar sua casa e sua dignidade.

O filme também apresenta figuras centrais da vida de Natalie: a melhor amiga Beth (Caitlin Stryker), sua mãe Angela (Anita Wittenberg), com quem teve uma relação conflituosa, e o pai Eddie (David Allan Pearson), uma presença afetuosa e constante.

Redenção longe dos holofotes

A exposição intensa levou Natalie a um colapso emocional. Diagnosticada com ansiedade e transtorno de estresse pós-traumático, afastou-se temporariamente dos filhos para se tratar e reconstruir sua vida. Foi nesse momento de introspecção que ela reencontrou sua fé e um novo propósito: viver discretamente e criar seus filhos com amor e estrutura.

Hoje, com os óctuplos prestes a completar 16 anos e os filhos mais velhos já adultos, Natalie ressurge com um olhar mais maduro e generoso sobre sua própria história. Mais do que uma curiosidade médica ou um escândalo, A Octomãe revela o drama humano de uma mulher que ousou desafiar convenções e pagou um preço alto por isso.

Além do sensacionalismo: uma história de amor materno

Mais do que reviver um caso que dominou a mídia, A Octomãe oferece um raro retrato de resiliência feminina diante do julgamento público. É uma narrativa sobre a maternidade levada ao limite, sobre erros e sobrevivência, mas também sobre empatia e perdão. Uma história que convida o espectador a olhar além das manchetes e compreender as camadas de uma vida marcada pela exposição e, finalmente, pela busca de paz.

Ficha Técnica
A Octomãe (I Was Octomom – The Natalie Suleman Story, 2025, EUA)
Direção: Brianne Nord-Stewart
Roteiro: Kelly Fullerton
Elenco: Kristen Lee Gutoskie, Caitlin Stryker, Anita Wittenberg
Classificação indicativa: 14 anos
Gênero: Drama biográfico
Estreia: 31 de maio, sábado, às 22h, com exclusividade no Lifetime

Temporada 2 de SYNDUALITY Echo of Ada chega com áreas brutais e Magus inéditos

A nova temporada de SYNDUALITY Echo of Ada já está entre nós, e a Bandai Namco não economizou no desafio. Jogadores agora encaram novos mapas impiedosos e IAs inéditas em um mundo onde errar é sinônimo de derrota – e vencer exige estratégia, coragem e uma boa dose de munição.

O destaque da Temporada 2 é o lançamento da Punishing Land, um campo de batalha de alta dificuldade projetado para quem já domina as mecânicas do jogo. É um ambiente onde os Enders não perdoam e os prêmios estão à altura do risco. Se você achava que já tinha visto de tudo, é hora de repensar sua build.

Novos mapas, mais perigo

Além da Punishing Land, dois novos locais foram adicionados ao jogo. O primeiro é o Underground Arsenal, uma zona industrial tomada por inimigos que guardam equipamentos de alto nível. O segundo é a Dream Island, uma cidade arruinada flutuando sobre águas tóxicas – e qualquer deslize ali significa morte instantânea. Em contrapartida, a recompensa é generosa, com itens exclusivos para quem sobrevive.

Uma das novidades mais interessantes para os fãs da franquia é a chegada de novos Magus baseados no anime SYNDUALITY Noir. Os jogadores podem agora formar equipe com personagens como Lynn e Ciel, trazendo novas possibilidades estratégicas e expandindo o lore dentro do game.

Trailer

Polimento e melhorias

A atualização também traz correções técnicas e ajustes de gameplay, mantendo a experiência fluida e balanceada. A segunda temporada reforça o compromisso do jogo em manter um ritmo constante de evolução e desafio.

SYNDUALITY Echo of Ada está disponível para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam.

O Encanto da Sereia | Versão de terror de “A Pequena Sereia” já está disponível nas plataformas digitais

O Encanto da Sereia chegou às principais plataformas digitais no dia 22 de maio, trazendo uma mistura envolvente de fantasia e terror que conquista os fãs do gênero. Dirigido por Leigh Scott, o filme acompanha o arqueólogo Dr. Eric Prince, que descobre vestígios de uma civilização pré-histórica em uma ilha no Caribe. Sua investigação se transforma em um suspense inquietante com a aparição de Aurora Bey, uma mulher sedutora que esconde um segredo sombrio: ela é uma sereia predadora ligada a uma antiga maldição.

A narrativa se desenvolve em torno do dilema de Eric, dividido entre o amor pela misteriosa Aurora e os avisos do seu mentor sobre o perigo real que ela representa. Essa tensão entre paixão e ameaça sustenta a trama, explorando mitos ancestrais e o confronto entre razão e sobrenatural.

Com 89 minutos de duração e classificação indicativa para maiores de 14 anos, a produção dos Estados Unidos e São Cristóvão e Névis conta com um elenco que inclui Mike Markoff e Lydia Helen, entregando uma história que une suspense, romance sombrio e uma atmosfera exótica.

O Encanto da Sereia está disponível para aluguel e compra nas plataformas digitais, oferecendo uma experiência única para quem busca um filme que mistura mistério, horror e fantasia de forma original e cativante.

DIREÇÃOLeigh Scott

ROTEIROLeigh Scott

ELENCOMike Markoff, Lydia Helen, Jeff Denton, Sean-Michael Argo, Winston Crooke, Wayne Gordon, Manon Laurent, Leigh Scott, Samuel Selman, Dwayne Strawn

GÊNEROFantasia, Terror

DURAÇÃO89min

PAÍS/ANO DE PRODUÇÃOEUA, São Cristóvão e Névis, 2025

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PRODUÇÃOPhilippe Martinez

CLASSIFICAÇÃO: 14 anos

Filhos | Estreia nos cinemas em julho com thriller psicológico escandinavo intenso

No dia 3 de julho, o drama Filhos (original Vogter) chega aos cinemas brasileiros trazendo um suspense psicológico envolvente, produzido pela França, Dinamarca e Suécia. Dirigido por Gustav Möller, conhecido pelo aclamado O Homem do Norte, o longa apresenta uma narrativa tensa e impactante ambientada em uma prisão.

A história acompanha Eva, uma agente penitenciária idealista vivida por Sidse Babett Knudsen, que enfrenta um conflito emocional ao ter um jovem do seu passado transferido para o mesmo presídio onde trabalha. Sem revelar sua ligação, Eva se oferece para atuar no bloco mais violento da prisão, o que desencadeia uma trama cheia de dilemas éticos e desafios pessoais.

Com roteiro assinado por Gustav Möller e Emil Nygaard Albertsen, Filhos explora temas como justiça, moralidade e os limites do perdão dentro do sistema penitenciário. O elenco também conta com Sebastian Bull, Dar Salim, Marina Bouras e Olaf Johannessen, entregando performances intensas que sustentam a atmosfera claustrofóbica do filme.

Com 100 minutos de duração, o longa é uma ótima pedida para quem curte filmes que misturam suspense psicológico e dramas profundos, reforçando a força do cinema escandinavo no cenário internacional. Distribuído pela Mares Filmes, Filhos promete mexer com o público e trazer reflexões sobre os conflitos humanos em situações extremas.

Direção Gustav Möller

Roteiro Gustav Möller, Emil Nygaard Albertsen

Elenco Sidse Babett Knudsen, Sebastian Bull, Dar Salim, Marina Bouras, Olaf Johannessen, Jacob Lohmann, Siir Tilif

Distribuição Mares Filmes

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FILHOS

França – Dinamarca – Suécia | 2024 | 100 min. | Drama

Título Original: Vogter

Stella: vítima e culpada | Filme alemão retrata a história de Stella Goldschlag e chega aos cinemas em junho

Nebenstrasse Wilmersdorf Feb 1943 Stella und Aaron Salomon beobachten, wie Juden abgeholt werden. Aaron Salomon ( Bekim Latifi) Stella Goldschlag (Paula Beer)

O drama histórico Stella: vítima e culpada (Stella. Ein Leben.), baseado em uma história real, estreia nos cinemas brasileiros em 19 de junho e promete provocar discussões profundas sobre moralidade, sobrevivência e culpa em meio aos horrores do nazismo. Com direção de Kilian Riedhof, o filme é uma coprodução entre Alemanha, Áustria, Suíça e Reino Unido, e chega ao Brasil com distribuição da Mares Filmes.

Com 121 minutos de duração, o longa acompanha Stella Goldschlag, uma jovem judia que cresce em Berlim durante o regime nazista. Apaixonada por jazz, ela sonha em seguir carreira na música, mas vê sua vida virar um pesadelo quando, em 1943, é capturada pela Gestapo. Torturada e ameaçada, Stella é forçada a escolher entre a deportação para Auschwitz junto com seus pais ou colaborar com os nazistas, denunciando judeus escondidos pela cidade.

Last Song for Stella Germany 2021
Photo Christian Schulz/Letterbox/ Majestic Film

A protagonista é vivida por Paula Beer (Undine, Frantz), que entrega uma performance densa e carregada de emoção. Ao lado dela estão nomes como Joel Basman, Jannis Niewöhner e Katja Riemann. O roteiro, assinado por Riedhof em parceria com Jan Braren e Marc Blöbaum, aposta em uma narrativa que não simplifica os dilemas morais da personagem. O resultado é um retrato angustiante de uma jovem que viveu entre o desejo de sobreviver e as consequências devastadoras de suas escolhas.

Ao invés de glamourizar o passado, Stella: vítima e culpada mergulha na complexidade dos fatos históricos com um olhar humano e doloroso. O filme não julga, mas também não poupa: expõe a pressão imposta sobre Stella e o peso de cada decisão, convidando o espectador a refletir sobre como situações extremas podem empurrar indivíduos a fazerem o impensável.

Para quem se interessa por cinema europeu, histórias da Segunda Guerra Mundial e filmes baseados em fatos reais, Stella: vítima e culpada é uma estreia imperdível em junho. O longa se junta a outras produções recentes que resgatam vozes femininas silenciadas pelo tempo, e certamente vai emocionar e chocar o público brasileiro.

Direção Kilian Riedhof

Roteiro Kilian Riedhof, Jan Braren, Marc Blöbaum

Elenco Paula Beer, Joel Basman, Jannis Niewöhner, Katja Riemann, Lukas Miko, Bekim Latifi, Damian Hardung, Gerdy Zint

Distribuição Mares Filmes

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STELLA: VÍTIMA E CULPADA

Alemanha – Áustria – Suíça – Reino Unido | 2023 | 121 min. | Drama

Título Original: Stella. Ein leben.

Memórias de um Caracol | Do mesmo criador de “Mary and Max”, estreia nos cinemas com animação premiada em

O cinema australiano retorna às telonas brasileiras com uma animação que promete tocar o público com delicadeza, humor e emoção. Memórias de um Caracol (Memoir of a Snail), novo filme do premiado diretor Adam Elliot, chega aos cinemas do Brasil com distribuição da Mares Filmes, depois de conquistar prêmios e indicações em festivais pelo mundo. O filme chega dia 5 de junho de cinemas.

A história acompanha Grace Pudel, uma jovem tímida e introspectiva que coleciona caracóis ornamentais e encontra conforto nos livros. Desde que foi separada de seu irmão gêmeo, Gilbert — um pirofagista com espírito rebelde —, Grace vive mergulhada em solidão e ansiedade. Tudo muda quando ela conhece Pinky, uma senhora excêntrica que entra em sua vida trazendo cor, coragem e afeto. É o início de uma amizade improvável que reacende a esperança e transforma completamente o caminho de Grace.

Dirigido e roteirizado por Adam Elliot — conhecido por Mary and Max e vencedor do Oscar por Harvie Krumpet —, o longa utiliza a técnica de animação em stop-motion para construir um universo visual artesanal, detalhista e profundamente humano. A estética peculiar reforça o tom íntimo da história, que se desenrola como páginas de um diário sincero e por vezes doloroso, mas sempre cheio de ternura.

Com vozes originais de grandes nomes como Jacki Weaver, Sarah Snook (Succession) e Charlotte Belsey, Memórias de um Caracol emociona não apenas pela trama, mas também pela construção sensível dos personagens, que lidam com traumas, perdas e descobertas com uma honestidade rara nas animações contemporâneas.

O filme foi aclamado no Festival de Annecy, onde venceu o prêmio de Melhor Filme, e também levou o troféu de Melhor Direção na 48ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Além disso, chegou forte na temporada de premiações com indicações ao Oscar 2025 e ao Globo de Ouro como Melhor Filme de Animação, sendo lembrado em mais de 70 premiações internacionais.

Memórias de um Caracol chega em 5 de junho nos cinemas brasileiros e é uma pedida imperdível para quem busca uma animação fora do convencional — com emoção verdadeira, personagens memoráveis e uma estética que transforma fragilidade em arte.

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Direção Adam Elliot

Roteiro Adam Elliot

Distribuição Mares Filmes

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MEMÓRIAS DE UM CARACOL

Austrália | 2024 | 94 min. | Animação

Título Original: Memoir of a Snail

Vozes Originais: Jacki Weaver, Sarah Snook, Charlotte Belsey, Agnes Davison e Mason Litsos

Fallout 76: Temporada 21 Com Fissão traz pescaria, novos desafios e recompensas a partir de 3 de junho

A partir de 3 de junho, Fallout 76 mergulha em um novo conteúdo com o lançamento da Temporada 21: Com Fissão, trazendo um dos passatempos mais inesperados e relaxantes dos Ermos — a pescaria! A atualização será gratuita e estará disponível para todos os jogadores nas plataformas Steam, Xbox Series X|S, Xbox One, PlayStation 5 e PlayStation 4.

Se você achava que já tinha visto de tudo nos Apalaches, é melhor rever seus conceitos. Agora é possível pescar em qualquer local onde seja possível nadar, explorando uma variedade de ambientes e condições climáticas. E não é só jogar a linha e esperar: há uma série de combinações com iscas, varas personalizáveis e tipos de peixes para descobrir.

Logo no começo, os jogadores ganham acesso a uma missão que libera a primeira Vara de Pescar. A partir daí, o sistema permite pescar desde peixes comuns até criaturas raras, como os 12 Axolotes mensais, além das famosas Lendas Locais — aqueles peixes que rendem história boa pra contar no C.A.M.P.

Os peixes não são só decorativos: eles podem ser consumidos para restaurar sua Saúde e Fome, ou usados como ingredientes em receitas que oferecem efeitos adicionais. Também é possível transformar os peixes em Pedaços de Peixe, que podem ser oferecidos para Linda-Lee, uma Caranguejo-eremita Gigante localizada no Descanso do Pescador. Ao alimentar a criatura, você pode receber itens lendários como recompensa.

Além da pesca, a Temporada 21 traz novos desafios temáticos que desbloqueiam melhorias nas varas e itens escamosos para decorar o seu C.A.M.P. É conteúdo de sobra para quem curte caçar conquistas, explorar mecânicas e dar um novo estilo ao abrigo pós-apocalíptico.

E se você joga Fallout 76 via Xbox Game Pass ou PlayStation Plus Extra, já está com acesso garantido à novidade. A diversão começa em 3 de junho — então, prepare a vara, escolha a isca e vá fisgar seu próximo item lendário.

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POPUCOM | Aventura 3D cooperativa chega em 2 de junho com multiplayer e combate colorido

A GRYPHLINE revelou que POPUCOM, seu mais novo jogo multiplayer de aventura em 3D, será lançado mundialmente no dia 2 de junho de 2025 para PC via Steam e Epic Games. Com foco em cooperação e quebra-cabeças, o jogo promete unir jogadores em uma jornada cheia de desafios e visuais vibrantes em um planeta desconhecido.

O título combina elementos de plataforma, exploração e combate em equipe, onde os jogadores são convocados para enfrentar criaturas exóticas e resolver enigmas usando elementos do ambiente — principalmente as cores, que desempenham papel estratégico na jogabilidade. Para avançar, será necessário sincronizar habilidades, ativar mecanismos cromáticos e derrotar inimigos sensíveis a combinações específicas.

POPUCOM traz dois modos principais: uma campanha cooperativa com narrativa para dois jogadores, e um modo festa para até quatro jogadores, recheado de desafios e minigames. Seja desbravando cenários hostis ou apenas se divertindo com os amigos entre uma fase e outra, o game oferece experiências para diferentes estilos de jogadores.

Entre as ferramentas do jogador estão os chamados superartefatos — equipamentos inusitados como a Bombótica, o Capitão Miau, o Proterrobô e o Garoto Brabo. Cada um oferece uma mecânica única para vencer obstáculos e inimigos, criando estratégias diferentes conforme o time evolui.

Além da jogabilidade, o visual é um ponto de destaque. A GRYPHLINE investiu em um sistema de personalização cheio de estilo. Roupas, acessórios e skins estarão disponíveis para deixar seu personagem único — inclusive com a estreia do DLC Too Many Clothes, que traz 4 conjuntos completos e 12 itens cosméticos.

A pré-venda já está disponível nas principais plataformas digitais com 10% de desconto até o dia 15 de junho. Quem comprar e jogar entre os dias 2 e 16 de junho também receberá um pacote exclusivo de skins, com dois trajes e seis variações.

Outro destaque do lançamento é o Programa Oficial de Streamers Parceiros, que convida criadores de conteúdo a mergulharem no universo de POPUCOM desde o primeiro dia. A proposta é expandir a comunidade desde o início, com ações voltadas ao público gamer que valoriza cooperação e personalização.

Se você curte jogos coloridos, com vibe cooperativa e mecânicas criativas, POPUCOM chega como uma boa pedida para jogar com amigos — e brilhar, literalmente, enquanto resolve enigmas em equipe.

Onde comprar: Steam e Epic Games