O filme O Aprendiz (The Apprentice), dirigido por Ali Abbasi (Holy Spider), mergulha na juventude de Donald Trump, explorando sua ascensão na Nova York das décadas de 1970 e 1980. Retratando o caminho de um dos personagens mais polêmicos da política contemporânea, o longa é um verdadeiro estudo de personagem que mostra como Trump se tornou uma figura tão influente e controversa.
Duas Indicações ao Oscar
A produção garantiu duas indicações ao Oscar 2025. Sebastian Stan, que interpreta Trump, concorre a Melhor Ator por sua performance que captura as nuances do jovem magnata. Jeremy Strong também se destaca como Roy Cohn, mentor e advogado de Trump, recebendo uma indicação a Melhor Ator Coadjuvante. Ambos os atores entregam interpretações intensas que trazem complexidade à história.
Roy Cohn: O Mentor Polêmico
Roy Cohn é uma figura central na narrativa. Conhecido por seus métodos agressivos nos tribunais e sua influência nos bastidores, ele moldou Trump de maneira decisiva. Interpretado de forma brilhante por Jeremy Strong, Cohn é retratado como um estrategista que não tinha medo de manipular as regras do jogo.
Nos anos 1950, Cohn ganhou notoriedade ao atuar como promotor em casos de espionagem e, mais tarde, se tornou advogado de poderosos, incluindo mafiosos e políticos influentes. Ao conhecer Trump, ele viu potencial em seu jovem cliente e compartilhou lições que se tornaram o alicerce de sua abordagem ao poder: “Ataque, ataque, ataque. Não admita nada, negue tudo. Sempre clame a vitória e nunca admita a derrota.”
A Dinâmica entre Mentor e Pupilo
A relação entre Cohn e Trump é o coração do filme. Segundo o diretor Ali Abbasi, a dinâmica entre os dois é mais complexa do que aparenta. “Não é apenas uma história sobre ascensão ao poder. É sobre como uma relação pode transformar ambos os lados,” comenta Abbasi.
O filme mostra como Trump, interpretado por Sebastian Stan, lida com os desafios de comandar os negócios imobiliários da família em um cenário competitivo e repleto de adversidades. Sob a influência de Cohn, Trump aprende a navegar pelos bastidores do poder, desenvolvendo as táticas que o acompanhariam ao longo de sua carreira.
Elenco de Peso
Além das performances de Stan e Strong, o elenco inclui Maria Bakalova como Ivana Trump, a primeira esposa de Donald Trump. A atriz, indicada ao Oscar anteriormente, traz profundidade ao papel, mostrando os aspectos pessoais da vida de Trump que se entrelaçam com sua ambição.
Com estreia marcada para 6 de março nos cinemas brasileiros, Better Man – A História de Robbie Williams se destaca como uma das cinebiografias mais ousadas do ano. Dirigido por Michael Gracey (O Rei do Show), o filme narra a trajetória do icônico cantor britânico por meio de uma abordagem que mistura criatividade e emotividade. Entre as maiores surpresas está a representação de Robbie como um macaco gerado em CGI, uma escolha simbólica que reflete a maneira como ele se via durante parte de sua carreira. Essa abordagem inusitada garantiu ao longa uma indicação ao Oscar 2025 na categoria de Melhores Efeitos Especiais.
A Ousadia de Michael Gracey
Michael Gracey, conhecido por sua direção em O Rei do Show (2017), traz para Better Man sua característica capacidade de unir musicalidade e narrativa ousada. Segundo o produtor Paul Currie, “Michael traz uma energia única para suas produções. Ele transforma personagens em figuras idealistas e incríveis.” Essa visão foi essencial para dar vida à história de Robbie Williams.
A ideia para o filme surgiu durante as filmagens de O Rei do Show, quando Gracey percebeu que a vida do cantor estava repleta de histórias que mereciam ser contadas. Com acesso íntimo às experiências de Williams, o diretor transformou esses relatos em cenas visuais grandiosas e profundamente emocionais.
Mais que um Pop Star
Jonno Davies as “Robbie Williams” in Better Man from Paramount Pictures.
Better Man vai além de ser apenas uma cinebiografia de um ícone pop. O longa explora as contradições, vulnerabilidades e sonhos que moldaram Robbie Williams. Desde sua infância em Stoke-on-Trent, marcada por desafios pessoais, até o enfrentamento do peso da fama, o filme retrata a complexidade de um homem que alcançou o topo, mas precisou lidar com suas próprias inseguranças e traumas.
Um dos aspectos mais inovadores da produção é a representação do cantor como um macaco. Essa escolha criativa simboliza a sensação de exposição constante e a falta de controle que Williams sentia sobre sua imagem pública. Essa perspectiva não apenas torna o filme visualmente singular, mas também reflete a profundidade emocional da jornada do cantor.
Da Amizade ao Cinema
A amizade entre Robbie Williams e Michael Gracey foi um dos elementos cruciais para a produção do filme. Williams compartilhou histórias íntimas e, muitas vezes, escandalosas, permitindo que o diretor criasse uma narrativa fiel à sua vida. “Robbie não só sabe contar histórias, como tem algumas das mais incríveis que já ouvi,” afirma Gracey.
Indicação ao Oscar
A abordagem criativa e o uso de CGI para dar vida ao protagonista garantiram ao longa uma indicação ao Oscar na categoria de Melhores Efeitos Especiais. Essa conquista reforça o apelo visual e narrativo de Better Man, que promete surpreender tanto os fãs de Robbie Williams quanto o público em geral.
Estreia Nacional
Distribuído pela Diamond Films, maior distribuidora independente da América Latina, Better Man – A História de Robbie Williams estreia nos cinemas brasileiros em 6 de março de 2025. Além de emocionar, o filme promete oferecer uma experiência cinematográfica única, revelando o lado mais íntimo de um dos maiores ícones da música pop mundial.
Com estreia marcada para 13 de fevereiro no Brasil, Sing Sing já chega aos cinemas com grande destaque. O filme garantiu importantes indicações no Oscar 2025, incluindo Melhor Ator para Colman Domingo, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Canção Original, com “Like a Bird”. As nomeações reforçam o impacto de uma obra que mistura emoção, crítica social e a força transformadora da arte.
A História por Trás de Sing Sing
O drama, inspirado em fatos reais, acompanha Divine G (interpretado por Colman Domingo), um homem condenado injustamente à prisão. Ele encontra um novo sentido para sua vida ao ingressar em um grupo de teatro formado por outros presos. A chegada de Clarence Maclin, um detento recém-chegado, desestabiliza o grupo, levando todos a confrontar suas próprias histórias e a explorar a comédia como uma forma de lidar com suas dores.
O filme se baseia no programa “Rehabilitation Through the Arts”, que usa o teatro como ferramenta de reabilitação dentro do sistema prisional. Por meio dessa abordagem, Sing Sing explora temas como resiliência, humanidade e o impacto da arte na reconstrução pessoal, mesmo em ambientes adversos.
Colman Domingo: A Escolha Ideal
Greg Kwedar, diretor do longa, afirmou que Colman Domingo foi sua primeira escolha para interpretar Divine G. Segundo ele, Domingo possui uma habilidade rara de se conectar com seus personagens, trazendo camadas profundas de emoção de forma natural. Além disso, sua paixão pelo teatro e pelo acesso democrático à arte complementam perfeitamente o espírito do filme.
Reconhecimento Antes Mesmo da Estreia
Antes de chegar ao público, Sing Sing já coleciona prêmios e indicações. O longa foi celebrado no Gotham Awards, um dos maiores eventos de cinema independente, e rendeu a Colman Domingo uma indicação ao Globo de Ouro. As indicações ao Oscar consolidam o filme como um dos grandes destaques do ano, tanto por sua qualidade artística quanto pela relevância de sua narrativa.
Mais do que um Filme, um Retrato de Superação
Sing Sing não é apenas um drama poderoso sobre o sistema prisional. É uma história sobre pessoas, suas lutas e a capacidade da arte de transformar vidas. A trajetória de Divine G e seus companheiros convida o público a refletir sobre temas como empatia, injustiça e a importância da expressão artística.
Com oito indicações ao Oscar 2025, Conclave já entrou para a lista dos filmes mais comentados do ano. O drama, dirigido por Edward Berger (Nada de Novo no Front), concorre nas categorias Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Ator (Ralph Fiennes), Melhor Atriz Coadjuvante (Isabella Rossellini), Melhor Montagem, Melhor Direção de Arte, Melhor Trilha Sonora Original e Melhor Figurino. Não é à toa que o longa está chamando atenção de cinéfilos e críticos.
Trama de Poder e Mistério
Baseado no romance de Robert Harris, Conclave leva o espectador para um dos eventos mais secretos da Igreja Católica: a eleição de um novo Papa. O Cardeal Lawrence (Ralph Fiennes), que está lidando com a morte inesperada do Sumo Pontífice, precisa organizar o conclave. O que parecia ser apenas uma formalidade religiosa logo se transforma em um labirinto de conspirações, segredos e jogos de poder, colocando em risco a fé de Lawrence e os próprios alicerces da Igreja.
Um Elenco Para Ficar de Olho Além de Fiennes no papel principal, o filme traz grandes nomes como Stanley Tucci, Isabella Rossellini, John Lithgow, Sergio Castellitto e Carlos Diehz. As atuações carregam o peso emocional da história, enquanto o roteiro habilmente tece intrigas e dilemas morais, dando espaço para o elenco brilhar em momentos intensos e memoráveis.
Premiações e Reconhecimento
Depois de estrear no Festival de Toronto em 2024 e marcar presença no Festival do Rio, Conclave deslanchou na temporada de premiações. O filme já venceu o Globo de Ouro de Melhor Roteiro e recebeu outras seis indicações, reforçando sua força como candidato ao Oscar. Críticos elogiaram a direção de Berger e a capacidade do filme de equilibrar drama político e reflexões espirituais.
Outro ponto alto é a atenção aos detalhes. A recriação dos cenários do Vaticano e os trajes impecáveis dos cardeais ajudam a construir uma ambientação autêntica e imersiva. A trilha sonora original complementa o clima de tensão e mistério, enquanto a direção de arte reforça o peso simbólico das escolhas visuais.
Por Que Assistir?
Se você curte filmes que misturam política, religião e suspense, Conclave é uma ótima pedida. Com um enredo cativante, atuações fortes e uma produção impecável, o longa promete ser uma das grandes experiências cinematográficas do ano. Já está em cartaz nos cinemas brasileiros, então vale garantir o ingresso e conferir o que faz desse drama uma das obras mais comentadas de 2025.
A Bandai Namco lançou o segundo DLC de SWORD ART ONLINE Fractured Daydream, chamado “O Retorno do Diabo”. Essa expansão adiciona dois personagens jogáveis, Pitohui e M, diretamente de Sword Art Online Alternative: Gun Gale Online. Pitohui, com seu estilo misterioso e arsenal poderoso, e M, um veterano estratégico e leal, trazem novas dinâmicas ao jogo.
O conteúdo também inclui um novo cenário, armas, trajes e estampas exclusivas, além de um fundo de cartão de jogador inédito. Para quem gosta de desafios, o nível máximo dos personagens foi aumentado para 130, e o DLC introduz a Categoria Mundial 4, junto com um sistema de ranqueamento de itens que amplia as opções de progressão.
Novos inimigos e histórias para explorar
No modo de Mundo Aberto, jogadores enfrentarão novos inimigos, como A Foice Fatal e Dorz’l, Draco do Caos – Origem. Esses combates prometem ser intensos e recompensadores. Além disso, três histórias inéditas foram adicionadas, aprofundando o universo do jogo e criando mais oportunidades de exploração e narrativa.
Opções para todos os tipos de jogadores
O DLC 2 pode ser comprado separadamente, mas também está incluído em versões mais completas do jogo, como as edições Deluxe e Premium, além do Passe de Personagem Vol. 1. Esse passe combina os dois primeiros DLCs:
Momento Eterno (DLC 1): adiciona a personagem Strea, um novo cenário, trajes, armas e estampas exclusivas.
O Retorno do Diabo (DLC 2): inclui Pitohui e M, junto com novos equipamentos e cosméticos.
Disponível em várias plataformas
SWORD ART ONLINE Fractured Daydream está disponível para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch e PC via STEAM. Independentemente da sua plataforma, o novo conteúdo expande o jogo com desafios, personalização e histórias inéditas.
A desenvolvedora sul-coreana Pearl Abyss, junto com a galera que joga Black Desert Online e Black Desert Mobile, anunciou uma doação de KRW 100 milhões (cerca de R$ 410 mil, na cotação de 22/01/2025) para a Médicos Sem Fronteiras (MSF). Essa colaboração, que já rola há seis anos, mostra que o universo gamer pode ir muito além do entretenimento.
Eventos In-Game Que Fazem a Diferença
Os eventos especiais que rolaram no final de 2024 dentro dos jogos Black Desert Online e Black Desert Mobile deram show. Cada jogo ajudou com KRW 50 milhões (cerca de R$ 205 mil), arrecadados por meio de missões especiais e doações feitas com a moeda interna do game. A comunidade não decepcionou e mostrou que está sempre pronta para fazer parte de algo maior.
Para Onde Foi a Ajuda?
O dinheiro arrecadado foi usado para ajudar pessoas na Nigéria com:
Kits de tratamento para pacientes com Noma, uma doença que afeta a boca e o rosto.
Centros de tratamento para cólera.
Alimentos terapêuticos para combater a desnutrição.
Cuidados de saúde em regiões de conflito.
Essa iniciativa é mais um exemplo do impacto positivo que essa parceria vem trazendo desde 2019, ajudando regiões atingidas por crises como epidemias, desastres naturais e conflitos armados.
Um Obrigado Mais Que Merecido
“A gente agradece muito a todos os aventureiros que participaram desse evento de doação por seis anos seguidos”, disse Semi Kim, Líder de Pessoas e Cultura da Pearl Abyss. Emma Campbell, Diretora Executiva do MSF da Coreia do Sul, também deixou seu recado: “Com o apoio da Pearl Abyss e dos aventureiros de Black Desert, conseguimos salvar vidas em lugares onde a ajuda humanitária é desesperadamente necessária. Com essas contribuições generosas, continuaremos nossos esforços em 2025 e além”.
Quando Gaming e Solidariedade Caminham Juntos
Essas doações mostram que o mundo dos games pode ir muito além de horas de diversão. A parceria entre a Pearl Abyss e sua comunidade gamer é prova de que jogar também pode ser uma forma de mudar o mundo. E, convenhamos, é incrível ver o que essa galera é capaz de fazer quando se une por uma boa causa.
Direto ao ponto, Conclave é afiado em sua história e narrativa, mostrando os bastidores da escolha do próximo papa. Com direção de Edward Berger, o filme é uma adaptação do livro de 2016 de Robert Harris, com roteiro de Peter Straughan, e não hesita em expor falas preconceituosas, brigas por votos e um suspense de tirar o fôlego.
Premiado em diferentes festivais e agora indicado ao Oscar, Conclave agrada por ser um ótimo filme, mas também enfrenta críticas de religiosos e instituições religiosas ao abordar um dos assuntos mais sensíveis: a eleição do próximo papa. Com resoluções nada ortodoxas, o filme tem despertado a fúria de alguns, enquanto é elogiado e premiado por outros.
Deixando a religião de lado, podemos dizer que Conclave é impecável no que se propõe a fazer.
O filme começa com o papa sendo encontrado morto em seus aposentos. Após a constatação do óbito, a equipe, de maneira fria, remove o anel de seu dedo, simbolizando o fim de uma era e o início de outra.
É nesse contexto que conhecemos o cardeal-decano Thomas Lawrence (Ralph Fiennes), que inicia o processo de comunicação e reunião dos cardeais para a eleição do próximo papa.
Com o quarto do papa falecido agora lacrado, uma investigação revela que seu último encontro foi com o cardeal Joseph Tremblay (John Lithgow), que afirma ter sido apenas uma reunião corriqueira. Pressionado pela urgência do conclave, Thomas não consegue aprofundar a investigação, mas percebe que algo não está certo.
Às vésperas do conclave, Thomas é informado de que o papa havia destituído Joseph de suas funções. Sem provas concretas, ele decide apenas ficar atento às ações do cardeal.
A tensão aumenta com a chegada inesperada do cardeal Vincent Benitez (Carlos Diehz), vindo do Afeganistão. Pela primeira vez, a comunidade descobre que o papa mantinha um cardeal no Afeganistão em segredo, algo que agora seria revelado ao mundo por causa do conclave. Thomas, embora cauteloso, respeita o desejo do papa e comunica a presença do novo cardeal, explicando sua residência no Afeganistão.
Nas primeiras votações, torna-se claro que a escolha do novo papa está entre quatro candidatos: Aldo Bellini (Stanley Tucci), dos Estados Unidos; Joshua Adeyemi (Lucian Msamati), da Nigéria; Joseph Tremblay (John Lithgow), do Canadá; e Goffredo Tedesco (Sergio Castellitto), da Itália.
A trama revela as ambições e os segredos de cada um deles. Joseph esconde informações importantes, Aldo, por seguir a linha do papa anterior, representa pouca renovação, e Joshua enfrenta preconceitos devido à sua cor e a segredos de seu passado. Já Goffredo, o candidato italiano, exibe um discurso retrógrado e preconceituoso, criticando abertamente colegas e exaltando o abandono do latim como símbolo de degradação.
Durante uma discussão acalorada entre os cardeais, um atentado próximo ao Vaticano, que deixa mais de 50 feridos, eleva ainda mais a tensão. Goffredo aproveita o incidente para culpar a liberdade concedida à religião muçulmana.
Num cenário em que as escolhas parecem cada vez mais inadequadas, Conclave mantém o mistério e a adrenalina, mesmo concentrando boa parte de sua trama no claustrofóbico ambiente de deliberação dos cardeais.
Opinião
Existem filmes que suavizam ou evitam críticas diretas, mas Conclave não é um deles. As falas dos cardeais expõem preconceitos e visões conturbadas que revelam os riscos de um possível retrocesso para a Igreja e o mundo.
O filme aborda o peso da Igreja Católica em pé de igualdade com o poder de grandes líderes mundiais, trazendo mistérios e conflitos políticos à tona. Há até mesmo revelações surpreendentes, como cardeais tentando esconder escândalos do passado, incluindo uma gravidez escondida décadas atrás. Questões contemporâneas, como o casamento gay, também são abordadas e tornam-se fatores decisivos na escolha do próximo papa.
O que Joseph Tremblay conversou com o papa antes de sua morte? Essa é apenas uma das muitas perguntas que o filme responde ao longo de uma trama que, longe de ser monótona, é de tirar o fôlego.
Ralph Fiennes brilha como Thomas Lawrence, transmitindo toda a paciência e sagacidade necessárias para lidar com um processo tão delicado. John Lithgow, por sua vez, rouba a cena como o traiçoeiro Joseph Tremblay, cuja postura deixa claro que ele não é confiável. Sergio Castellitto, no papel do preconceituoso Goffredo Tedesco, entrega uma performance tão convincente que sua presença em cena desperta repulsa quase que imediata.
Apesar de Conclave manter o público intrigado com seus mistérios, é o elenco que sustenta o filme tranquilamente. Cada ator entrega uma interpretação tão autêntica que é fácil acreditar que estamos realmente observando cardeais discutindo o futuro da Igreja.
Embora alguns segredos sejam previsíveis, outros, como a relação do cardeal Vincent Benitez com o papa e sua presença no Afeganistão, certamente surpreenderão o público.
O desfecho de Conclave pode chocar, mas também reforça a coerência e ousadia de sua narrativa. É um filme que não apenas atende às expectativas, mas as supera, tornando-se uma experiência imperdível para quem busca emoção e profundidade no cinema.
Conclave
Direção Edward Berger
Roteiro Edward Berger, adaptado do romance Conclave de Robert Harris
Elenco Ralph Fiennes (Cardeal Lawrence), Stanley Tucci, John Lithgow, Isabella Rossellini, Sergio Castellitto, Carlos Diehz
Gênero Thriller, Drama, Suspense
Duração Aproximadamente 120 minutos (estimativa)
Distribuição Diamond Films
Mais informações
Lançamento 23 de janeiro de 2025
Conclave
Avaliação
5,0/5
★★★★★
JWave
Agradecimentos a Diamond Films pelo convite para produção deste conteúdo
O documentário “Trilha Sonora para um Golpe de Estado”, dirigido pelo belga Johan Grimonprez, conquistou uma indicação ao Oscar 2025 na categoria de Melhor Documentário. A obra, uma das mais impactantes de 2024, examina as conexões entre o jazz, o colonialismo e os bastidores da Guerra Fria, oferecendo uma perspectiva ousada e inovadora sobre eventos históricos cruciais.
Após uma bem-sucedida participação em festivais internacionais e nacionais, o longa estreia nos cinemas brasileiros em 30 de janeiro, distribuído pela Pandora Filmes. Desde sua exibição inaugural no Festival de Sundance 2024, onde recebeu o Prêmio Especial do Júri por Inovação Cinematográfica, o filme acumulou prêmios de Melhor Roteiro e Melhor Montagem pela Associação Internacional de Documentários, além de ser elogiado por publicações como The New York Times e Variety.
Jazz como Resistência e Propaganda
A narrativa central do documentário é ancorada em um protesto histórico de 1961, quando os músicos Abbey Lincoln e Max Roach invadiram o Conselho de Segurança da ONU para denunciar o assassinato de Patrice Lumumba, líder congolês e símbolo da luta pela independência da República Democrática do Congo. O filme expõe a participação da CIA no golpe de Estado que levou ao seu assassinato e investiga como o jazz foi usado tanto como uma ferramenta de resistência cultural quanto como propaganda política durante a Guerra Fria.
Com entrevistas de ícones como Nina Simone, John Coltrane, Thelonious Monk e Louis Armstrong, além de imagens de arquivo entremeadas com performances musicais e animações gráficas, o documentário adota uma narrativa não linear e visualmente cativante. A Variety descreveu a obra como “uma aula de história transformada em espetáculo”.
Reflexões Entre Passado e Presente
O diretor Johan Grimonprez destaca a relevância contemporânea das questões abordadas no filme. Os recursos naturais do Congo continuam sendo alvo de exploração em disputas globais, um reflexo das dinâmicas coloniais que ainda persistem. Este paralelismo entre passado e presente reforça a importância do documentário, que transcende o entretenimento e alimenta debates sobre justiça e memória histórica.
DireçãoJohan Grimonprez
RoteiroJohan Grimonprez, Ila Firouzabadi e Pirouz Nemati
ElencoMalcolm X, Louis Armstrong, Thelonious Monk, Dizzy Gillespie, John Coltrane, Abbey Lincoln, Max Roach, Nina Simone
GêneroDocumentário
Duração150 minutos
PaísesBélgica, Holanda, França
Mais informações
ProduçãoDaan Milius e Rémi Grellety
Ano2024
Trilha Sonora para um Golpe de Estado
Montagem: Rik Chaubet
Pandora Filmes: Uma Tradição de Qualidade
A Pandora Filmes, distribuidora do longa, tem uma história de 35 anos ampliando os horizontes do cinema independente no Brasil. Responsável por trazer ao país nomes como Krzysztof Kieślowski e Wong Kar-Wai, a empresa também relança clássicos restaurados e apresenta produções contemporâneas de impacto global, como Parasita e O Homem que Vendeu Sua Pele.
“Trilha Sonora para um Golpe de Estado” é mais um marco nessa trajetória, reafirmando o compromisso com filmes que desafiam narrativas tradicionais e ampliam debates culturais.
A Kakao Entertainment confirmou que Solo Leveling, uma das franquias mais populares dos últimos anos, ganhará uma adaptação em live-action. O projeto, que está nos estágios iniciais de produção, foi anunciado no site oficial da empresa, junto com outros planos futuros para a série. Detalhes como elenco, equipe técnica e data de lançamento ainda não foram divulgados, mas a novidade já gera burburinho entre os fãs.
Fenômeno Global
Originalmente lançada como web novel em 2016 e posteriormente adaptada para webtoon em 2018, Solo Leveling se tornou um fenômeno global, acumulando milhões de fãs. A história, escrita por Chugong e ilustrada por Jang Sung-Rak, acompanha Sung Jinwoo, um caçador considerado o mais fraco de todos, que vê sua vida mudar drasticamente após um evento em uma masmorra dupla.
Com o sucesso das adaptações anteriores, o live-action era bastante esperado e promete trazer uma abordagem nova à história, aproximando ainda mais os fãs do universo que conquistou o mundo.
O Que Esperar?
Embora poucas informações tenham sido reveladas, a principal dúvida é se a produção será sul-coreana, ou se ela será produzida por outro país, como EUA ou Japão. Com o sucesso dos k-dramas e filmes sul-coreanos, a expectativa até pelo contexto da história, se espera pelo menos elenco sul-coreano.
Outro grande desafio é trazer a mistura de batalhas épicas e desenvolvimento emocional do protagonista que são marcas registradas da série.
De Webtoon ao Live-Action
Além do live-action, Solo Leveling continua a se expandir em várias mídias. A primeira temporada do anime, disponível na Crunchyroll, já é um sucesso, e a segunda temporada está em andamento, com novos episódios sendo lançados semanalmente. Um RPG baseado na série também está em desenvolvimento pela Netmarble, prometendo trazer a ação do universo de Solo Leveling para os consoles.
O Legado de Solo Leveling
A trajetória de Solo Leveling é uma história de sucesso que começou em plataformas digitais e conquistou o mundo físico. Com uma narrativa envolvente, personagens carismáticos e um universo cheio de mistérios, a série alcançou milhões de leitores e espectadores. O live-action, ainda em seus estágios iniciais, é mais uma prova do impacto que essa obra teve no cenário global.
Enquanto aguardamos mais informações sobre o projeto, o hype em torno de Solo Leveling só cresce. Seja no webtoon, no anime, no futuro RPG ou no live-action, Sung Jinwoo continua a subir de nível, agora também no coração dos fãs.
Em sua era de ouro no Super Nintendo, a lendária Rare deu vida nova ao macacão da Nintendo com a revolucionária série Donkey Kong Country, que só voltou a ativa depois disso em 2010, quando Donkey Kong Country Returns deu as caras no Wii em 2010. Desenvolvido pela Retro Studios, o grupo por trás de outro revival fantástico, Metroid Prime, o jogo trouxe o personagem de volta ao que faz melhor, o gênero de plataforma, com muito estilo.
Desde então, Donkey Kong Returns já foi relançado como um título do portátil 3DS, onde fez bom uso das capacidades de visão tridimensional do sistema, mas, devido às limitações do aparelho, não era lá uma beleza em termos de apresentação quando comparado ao lançamento original. A Nintendo que não é burra nem nada esperou o momento para voltar ao jogo, e bem como vem fazendo com vários de seus clássicos mais recentes, ela o trouxe de volta, agora no Nintendo Switch.
A terceira vez, mais bela e colorida
Donkey Kong Returns HD é exatamente o que o nome diz, a versão em alta definição do jogo que você provavelmente já conhece, agora no console híbrido da Big N, poucos meses antes de seu sucessor chegar ao mercado. Se trata de um jogo claramente mais bonito e vistoso que as vindas anteriores, mantendo o mesmo conteúdo presente no título de 3DS, ou seja, um modo mais fácil de jogar, com itens adicionais e um mundo a mais com um punhado de fases novas.
Essa aventura do macaco mais querido dos videogames se desenrola de maneira bem parecida aos dos jogos de Super Nintendo. Os vilões da vez são um grupo de instrumentos tiki que hipnotizaram os animais da floresta para roubar a reserva de bananas do nosso amigo. Num surto de fúria, DK parte na ofensiva e, junto de seu amiguinho Diddy, dá o troco aos invasores. As fases de jogo são dispostas em um mapa dividido em áreas temáticas diferentes, culminando em lutas com chefes divertidos.
A jogabilidade é bem parecida com os jogos antigos. Donkey pode rolar e pular em cima de inimigos, carregar e jogar barris neles, além de bater no chão, revelando coisas escondidas. E quando está junto de Diddy, é capaz de planar no ar por um tempinho. A novidade apresentada na versão original, o soprar, continua lá, mas desta vez não é preciso fazer isso no seu controle. Ufa!
Os amigos animais do gorila marrom, como Rambi, o rinoceronte, dão as caras novamente, o que garante ao jogo bastante variedade e muito caos. As fases são dispostas de maneira desafiadora, com muitos segredos escondidos, o que presenteia ao jogador com muito o que fazer no decorrer da jornada pela Ilha DK. Para quem quiser compartilhar a tela com um amigo, é possível jogar de dois também, com um controlando Donkey Kong e o outro, Diddy, simultaneamente.
Há um bom desafio para quem quiser se desafiar
Na contramão de muitos jogos mais atuais da Nintendo, Donkey Kong Returns HD traz um nível de dificuldade mais alto que o comum. Há muitas armadilhas e artimanhas a serem evitadas, requerendo certa precisão na hora de jogar. Para os mais inexperientes ou sem muita paciência, é aí que o modo de jogo remixado entra em cena, onde há mais pontos de vida e bugigangas a serem compradas na lojinha de Cranky Kong. É uma maneira mais tranquila de se jogar, mas quem preferir pode encarar o desafio como ele era na versão do Wii também, com menos pontos de vida e estoque de vantagens menos recheado.
O charme da Nintendo permanece intacto nesse jogo. É extremamente colorido e repleto de personagens bonitinhos e engraçados, começando pelo próprio DK, que faz tudo ao seu redor balançar quando anda. Apesar de uma repetição exagerada dos inimigos em cada fase, o jeito com que eles são dispostos faz com que eles tenham mais utilidade em meio aos pulos e porradas. A fantástica trilha sonora presente nos jogos da Rare volta remixada, dando aquela sensação gostosa de nostalgia toda vez que elas tocam.
O relançamento vale a pena?
A parte chata desse relançamento é o preço. Ele chega às lojas com a etiqueta cheia, apesar de ser um remaster, o que pode não agradar a todos os fãs do Switch, mesmo sedentos por novos lançamentos. Ainda mais porque esta não é a primeira vez que ele volta ao catálogo e tirando os visuais em alta definição, não há conteúdos novos nem nada. E, para o mercado brasileiro, outro desencanto com Donkey Kong Country Returns HD é a falta de legendas em português, algo que a Nintendo vem cada vez mais incluindo em seus jogos, mas que não fez aqui.
Junto de Donkey Kong Country Tropical Freeze HD, outro relançamento, só que da continuação deste no Wii U, Donkey Kong Country Returns HD finalmente completa a série no Switch. Os dois são grandes jogos que são muito bem-vindos ao sistema, mesmo que tenha demorado até os últimos tempos de vida dele para isso acontecer. Com a contagem perto do fim até o Switch 2 bater na nossa porta, mas com a notícia de que seu sucessor terá retrocompatibilidade quase que total, a vida e legado do “antigo” continuarão firmes e fortes nos anos que estão por vir.
Donkey Kong Country Returns HD
DesenvolvedorasRetro Studios (versão original) e Forever Entertainment
PublicadorasNintendo of America
PlataformaNintendo Switch
GêneroPlataforma
Lançamento16 de janeiro de 2025
Mais informações
Ficha técnica:
Nome completo: Donkey Kong Country Returns HD
Avaliação
4,0/5
★★★★☆
JWave
Agradecemos a assessoria da Nintendo no Brasil por ter nos enviado uma cópia do jogo para a produção desta matéria.
A 14ª Temporada de Overwatch 2 já está pegando fogo, trazendo de volta momentos clássicos, novos modos de jogo e recompensas emocionantes. De um meta nostálgico até o retorno das festividades do Ano Novo Lunar, a temporada está repleta de ação e diversão para todos os jogadores. Prepare-se para uma jornada de caos, diversão estratégica e muito mais.
O Retorno do Meta da Mercy
Entre 4 e 17 de fevereiro, o “Overwatch Clássico: Meta da Mercy” trará à tona as melhores e mais caóticas memórias da história do jogo. A lendária Mercy, com sua ressureição ultrarrápida, estará de volta, dominando as batalhas em equipe e criando aquele caos tão querido pelos jogadores. Para completar, heróis como Doomfist (DPS) e Symmetra, com seu Gerador de Escudos, também fazem um retorno triunfal ao campo de batalha.
Esse modo não é só sobre a jogabilidade, mas sim sobre reviver os melhores momentos de Overwatch. Completando desafios especiais, os jogadores ganham recompensas exclusivas enquanto mergulham na nostalgia das primeiras temporadas. E, claro, os mapas favoritos como Oásis, Eichenwalde e Junkertown estarão disponíveis para aproveitar a jogabilidade clássica.
6v6 Mín. 1 e Máx. 3
Se você sente falta do velho 6v6, mas quer algo com mais flexibilidade e estratégia, o novo modo 6v6 Mín. 1 e Máx. 3 é a escolha perfeita. Disponível até 3 de fevereiro, essa versão traz uma dinâmica única, permitindo composições mais adaptáveis e trocas de funções durante a partida. A mistura do estilo clássico com as atualizações do Overwatch moderno cria uma experiência ainda mais envolvente, fazendo com que cada partida seja uma nova experiência.
Ashe Recebe um Novo Visual de Arma Mítico
A ganância da Gangue Deadlock e as raízes aristocráticas de Ashe nunca pareceram tão bem representadas. O novo Visual de Arma Mítico, Rosa de Chumbo, traz um design impressionante e uma progressão que combina a criação refinada com a personalidade ousada de Ashe. Cada um dos quatro níveis do visual é uma obra de arte em si mesma: a textura de rosa reativa no Nível Dois, o floreio provocador no Nível Três e o efeito de abate explosivo no Nível Quatro, onde pétalas explodem a cada eliminação. Uma verdadeira fusão de beleza e brutalidade, disponível agora no jogo.
Ano da Serpente e Travessura Lunar
O Ano da Serpente chega com o modo “Travessura e Magia”, que mistura furtividade e estratégias de esconde-esconde. As Ladinas precisam se disfarçar e escapar dos Cavaleiros em uma verdadeira guerra de nervos. Mas, claro, a diversão não acaba por aí, com modos festivos como Capture a Bandeira e Caçador de Recompensas também retornando.
Entre as celebrações, os jogadores podem desbloquear itens cosméticos exclusivos inspirados no Ano da Serpente, capturando toda a vibração da temporada. Esses eventos estarão disponíveis até 3 de fevereiro, então não perca a chance de aproveitar a festividade.
São Valentim em Overwatch: Um Combate de Hanzos Cupidos
Quem não gosta de um pouco de diversão romântica no campo de batalha? De 4 a 18 de fevereiro, o modo “Amor pela Geometria” retorna com equipes de quatro Hanzos Cupidos em um duelo até a morte. Quem será o melhor atirador de flechas do Overwatch? Só o tempo dirá, mas uma coisa é certa: a competição será intensa!
O Último Empurrão da 14ª Temporada
De 11 a 16 de fevereiro, o evento de ímpetos dá aos jogadores a chance de garantir seu lugar na competitiva de Overwatch com o dobro de Pontos do Competitivo. Até 6.000 pontos podem ser acumulados, e isso não é tudo. Os jogadores podem usar esses pontos para desbloquear os cobiçados Visuais de Arma de Jade, itens exclusivos que ficarão guardados no cofre após o fim da temporada.
Cofre de Maximilien
Se você é fã de personalizar seu herói, o Cofre de Maximilien está com ofertas imperdíveis. Esse evento exclusivo permite aos jogadores adquirir visuais personalizados por um preço mais acessível, com descontos adaptados ao estilo de jogo de cada um. O Cofre de Maximilien estará disponível por tempo limitado, e você pode acessá-lo diretamente pela Tela Principal ou pela aba dedicada na loja.
A aguardada Temporada 2 de Call of Duty: Black Ops 6 e Warzone será lançada em 28 de janeiro, trazendo uma vasta gama de conteúdos que prometem renovar a experiência de jogo. Com novos mapas, modos, armas e melhorias no gameplay, os jogadores têm motivos de sobra para mergulhar na nova temporada.
A Nova Era de Avalon e a História por Trás da Temporada
Sevati “Sev” Dumas celebra a recente conquista contra a família Luttazzi, mas a paz dura pouco. A equipe Rogue agora é caçada por um assassino anônimo, enquanto os Luttazzis oferecem uma recompensa por suas cabeças. O jogador precisará decidir em quem confiar neste enredo repleto de traições e perigos.
Mapas Multiplayer Inéditos e Atualizações no BO6
Cinco novos mapas estão no horizonte, com três chegando no lançamento: Bounty (6v6): Um esconderijo luxuoso de um chefão do crime local. Dealership (6v6): Cenário de combate em uma concessionária sofisticada. Lifeline (2v2/6v6): Um iate elegante em chamas após uma missão bem-sucedida. No meio da temporada, dois mapas adicionais serão lançados: Bullet (2v2/6v6): Confrontos intensos em um trem bala em movimento. Grind (6v6): O famoso skatepark de Black Ops II retorna renovado.
Novos Modos de Jogo para o Multiplayer
Sobrecarga: Uma versão inovadora de Team Deathmatch baseada em estrelas. Jogo de Armas: O clássico modo Gun Game, onde todos competem com o mesmo arsenal. Tiroteio – Segurando Vela: Combates 3v3 com temática do Dia dos Namorados. Competção em Dupla: Modos Face Off 2v2 em ritmo acelerado. A Temporada 2 também traz novas vantagens, como Superveloz e Instinto de Caçador, além de atualizações nas partidas ranqueadas e melhorias na jogabilidade.
Modo Zumbis: Novos Desafios em “The Thomb”
O mapa inédito “The Thomb” coloca os jogadores em catacumbas amaldiçoadas, em busca do misterioso artefato “Sentinel”. Destaques incluem: Inimigos Inéditos: Enfrente o aterrorizante “Shock Mimic”. Armas Míticas: Experimente o poderoso Cajado de Gelo. Aetheric Lanterns: Armadilhas controladas pelo jogador adicionam uma camada estratégica. Melhorias na Jogabilidade: Ajustes como pausa em Co-op e rastreamento de desafios estão entre as novidades.
Warzone: Qualidade de Vida e Ajustes Cruciais
A Temporada 2 de Warzone foca em correções de bugs e melhorias gerais para otimizar a experiência. Entre os destaques estão: Novos Mapas: Incluindo Área 99, Urzikstan e Rebirth Island. Eventos Temáticos: Participe de “The Terminator” e “Shadow Hunt” nas primeiras semanas. Novas Vantagens: Experimente a Blindagem Reativa para regenerar armadura e o Discreto para movimentação silenciosa.
Disponibilidade e Plataformas
Call of Duty: Black Ops 6 está disponível para Xbox (Series X|S e One), PC (via Game Pass, Microsoft Store, Battle.net e Steam) e PlayStation (PS5 e PS4). Acesse as redes sociais oficiais em @CallOfDuty para mais novidades.
A verdade mente! Você está pronto para enfrentar o caos?