O suspense policial “Pacto de Redenção” (Knox Goes Away), estrelado e dirigido por Michael Keaton, chega esta semana aos cinemas de todo o Brasil. Com distribuição da Diamond Films, o filme traz uma narrativa intensa, repleta de tensão psicológica, com um elenco de peso e uma história que promete prender a atenção dos espectadores.
Michael Keaton de Volta à Direção
Depois de anos brilhando como ator, Michael Keaton retorna à direção com “Pacto de Redenção”, no qual também interpreta o protagonista John Knox. No filme, Knox é um assassino profissional que enfrenta uma doença rara, comprometendo sua memória em um momento crucial. O reencontro inesperado com seu filho, Miles (interpretado por James Marsden), dá início a uma jornada repleta de desafios, onde ele é solicitado a encobrir um crime.
A Corrida Contra o Tempo
À medida que sua memória falha, Knox corre contra o tempo para salvar seu filho e lidar com os efeitos da doença que começa a afetar suas decisões. A relação entre pai e filho se torna o coração da trama, com riscos emocionais que adicionam uma profundidade inesperada ao suspense policial.
Colaboração Inédita com Al Pacino
Al Pacino entra em cena como Xavier, um velho amigo de Knox, oferecendo apoio ao protagonista nessa jornada turbulenta. Esta é a primeira vez que Keaton e Pacino trabalham juntos, e a química entre os dois promete ser um dos grandes atrativos do filme. O elenco ainda conta com grandes nomes como Marcia Gay Harden, Suzy Nakamura e Ray McKinnon, trazendo camadas adicionais à narrativa.
“Pacto de Redenção” chega aos cinemas esta semana, no dia 26 de setembro, com uma trama que vai envolver os fãs de suspense e drama policial.
“Inverno em Paris”, o novo longa-metragem de Christophe Honoré, estreia em 10 de outubro, trazendo uma história intensa sobre juventude, amadurecimento e relações familiares. O filme, estrelado por Paul Kircher e Juliette Binoche, promete emocionar ao retratar o luto e a busca por autodescoberta.
Lucas e sua Jornada de Descoberta
No coração da trama está Lucas, interpretado por Paul Kircher, um jovem de 17 anos que enfrenta a perda repentina de seu pai. Após receber a notícia da morte através de sua mãe, Isabelle (Juliette Binoche), Lucas se vê desorientado e perdido. É quando seu meio-irmão Quentin (Vincent Lacoste) aparece e o convida para passar uma semana em Paris. A cidade não apenas oferece uma fuga momentânea, mas se torna o cenário de uma jornada de descobertas pessoais, novos relacionamentos e a esperança de um futuro diferente.
O Elenco Brilhante de Honoré
Paul Kircher, que foi vencedor do prêmio César de Melhor Ator Principal por sua atuação como Lucas, traz uma performance comovente e de alta carga emocional. Ao seu lado, Juliette Binoche, uma das atrizes mais consagradas do cinema, interpreta a mãe de Lucas, oferecendo uma atuação intensa e visceral. Com mais de 40 prêmios ao longo de sua carreira, Binoche entrega mais uma vez uma performance marcante. Vincent Lacoste, que já trabalhou em outros três filmes com Honoré, também brilha no papel de Quentin, ampliando o leque de emoções do filme.
Christophe Honoré e seu Toque Pessoal
Christophe Honoré, conhecido por obras como “Canções de Amor” e “Conquistar, Amar e Viver Intensamente”, imprime em “Inverno em Paris” uma sensibilidade única. Inspirado por sua própria juventude, o diretor buscou capturar a essência dos sentimentos adolescentes em toda sua intensidade. Como o próprio Honoré declarou: “Fiz o meu melhor para ser leal ao adolescente que fui e às emoções que ele sentia.” Essa honestidade emocional permeia cada cena, criando uma narrativa envolvente e, ao mesmo tempo, íntima.
Trilha Sonora e Visual Marcante
A trilha sonora de Yoshihiro Hanno complementa a atmosfera do filme, envolta em sentimentos de perda, amor e esperança. A direção de fotografia de Rémy Chevrin ressalta a beleza melancólica de Paris, trazendo uma estética que reflete o estado emocional de Lucas e seu processo de autodescoberta. O figurino, assinado por Pascaline Chavanne, ajuda a reforçar a personalidade dos personagens e os dilemas que enfrentam.
Uma História de Amor e Crescimento
Ao fim, “Inverno em Paris” é mais do que um drama familiar. É uma história sobre amor, tanto o romântico quanto o fraternal, e sobre o crescimento que vem da dor. O filme busca explorar os laços que formamos, mesmo nos momentos mais difíceis, e como esses laços podem nos ajudar a encontrar um novo caminho.
Com estreia em 10 de outubro, “Inverno em Paris” será distribuído pela Pandora Filmes, trazendo uma das histórias mais emocionantes e reflexivas deste ano para o público.
A edição de 40 anos do Rock in Rio, encerrada no dia 22 de setembro de 2024, foi marcada por sete dias intensos, reunindo mais de 750 artistas e um público de 730 mil pessoas. O festival entregou 500 horas de experiências inesquecíveis, reforçando seu lugar como o maior evento de música e entretenimento do planeta.
Com apresentações que iam desde o sertanejo no Dia Brasil até a nostalgia dos anos 2000 com NE-YO, passando pelos shows de Katy Perry, Mariah Carey e Shawn Mendes, a Cidade do Rock foi um verdadeiro encontro de gerações e estilos.
Avaliação Positiva e Retorno em 2026
MUNDO – NEYO – VANSBUMBEERS
De acordo com uma pesquisa do instituto GFK, o público deu ao festival uma nota geral de 9, destacando a satisfação com a experiência. Além disso, 46% dos visitantes vieram de fora do estado do Rio de Janeiro, com pessoas de 31 países diferentes, destacando o impacto global do evento. Roberta Medina, vice-presidente executiva da Rock World, já confirmou o retorno do festival para 2026, prometendo mais emoções.
Inovação e Sustentabilidade
O Rock in Rio 2024 também mostrou seu compromisso com o futuro, implementando inovações focadas em sustentabilidade. Pela primeira vez, o festival contou com copos reutilizáveis em parceria com grandes marcas como Heineken, Coca-Cola e Braskem. No total, foram recolhidos mais de 1,5 milhão de copos, evitando a produção de 14 toneladas de resíduos. A Comlurb também desempenhou um papel crucial, recolhendo 288,5 toneladas de resíduos, dos quais 129,8 toneladas foram recicláveis.
Experiência Gastronômica
Além da música, o público pôde desfrutar de uma experiência culinária diversificada na praça gastronômica, comandada pela Chef Heaven Delhaye. Mais de 130 mil pessoas passaram pelo local, onde foram servidas 7 toneladas de comida. Entre os pratos mais populares estavam a pizza de calabresa e o sanduíche de costela, complementados por mais de 1 milhão de litros de chope e 7 toneladas de molho Hellmann’s.
Shows Memoráveis
MUNDO- LUISA SONZA – FABIANE CINTRA
O último dia de festival foi repleto de emoções. Luisa Sonza abriu o Palco Mundo com um show vibrante, seguida por NE-YO, Akon e Shawn Mendes, que fecharam a noite com chave de ouro. No Palco Sunset, as apresentações de Mariah Carey e Ney Matogrosso foram icônicas, e a homenagem à Alcione reuniu grandes nomes da música brasileira, como Diogo Nogueira e Maria Rita.
Com 40 anos de história, o Rock in Rio 2024 reafirmou seu lugar como um dos maiores e mais importantes festivais do mundo, celebrando música, cultura e a conexão entre pessoas de diferentes gerações. A festa continua, e em 2026 o Rock in Rio estará de volta, pronto para emocionar ainda mais!
O Salão de Baile (This is Ballroom), o primeiro longa-metragem documental sobre a cena ballroom no Brasil, faz sua estreia na Première Brasil da 26ª edição do Festival do Rio. O filme mergulha na cultura voguing, um movimento que emergiu na década de 70 em Nova York, destacando as experiências de pessoas pretas e LGBTQIAPN+ no Rio de Janeiro.
A Cena Voguing em Foco
Com uma abordagem sensível e direta, Salão de Baile oferece um olhar profundo sobre a comunidade ballroom carioca. Através da visão de Juru e Vitã, os diretores que integram essa cena, o filme captura a essência de uma “ball” fluminense. Nesse espaço vibrante, participantes têm a liberdade de explorar suas identidades e expressar sua criatividade em competições que envolvem dança, moda e música. “A ballroom é um lugar de potencialização desses corpos dissidentes”, explica Juru, ressaltando a importância desse ambiente para pessoas trans e pretas.
Reconhecimento Internacional
Desde sua estreia mundial em março no Festival Internacional de Documentários de Copenhagen (CPH), Salão de Baile já rodou por cinco países, sendo exibido em festivais renomados como o Vox Feminae na Croácia e o TRANSlations: Seattle Trans Film Festival nos EUA. No Brasil, o documentário encerrou a 13ª edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, solidificando sua presença na cena cultural.
Colaboração da Comunidade
Um dos aspectos mais notáveis do filme é sua produção colaborativa. Juru e Vitã enfatizam que mais do que um filme sobre a cena ballroom, a obra foi feita em conjunto com a comunidade. “Queremos proporcionar ao espectador uma experiência de imersão no universo, com o nosso olhar ‘de dentro’”, comenta Vitã. Luis Carlos de Alencar, da produtora Couro de Rato, complementa: “A cena ballroom é talvez a mais radical e interessante do underground fluminense”.
O projeto foi viabilizado com o patrocínio do 2º Edital de Fomento ao Audiovisual da Prefeitura de Niterói e a coprodução da RioFilme, órgão da Secretaria de Cultura da Prefeitura do Rio. Essa parceria destaca a importância do apoio à diversidade e à cultura no Brasil.
Salão de Baile promete uma experiência cinematográfica rica, convidando todos a celebrar a arte e a vida em suas diversas formas. Não fique de fora dessa história poderosa que reverbera na cultura contemporânea.
Shattered Space, a nova expansão da Antologia Animada de Starfield, está programada para 30 de setembro. Essa adição traz um mergulho profundo na história da Casa Va’ruun, oferecendo aos jogadores uma nova perspectiva sobre este intrigante grupo.
A Antologia Animada
No novo episódio, intitulado “Todos Devem Servir”, acompanhamos uma criança de Va’ruun em uma cerimônia na Cidadela Escamada. O evento, que deveria ser um momento de celebração, rapidamente se transforma em uma catástrofe, devastando grandes áreas da capital de Va’ruun e deixando a população em crise. Nesse cenário caótico, os jogadores são desafiados a tomar decisões que podem alterar o destino da Casa Va’ruun.
Para quem deseja se aprofundar na rica história da Casa Va’ruun antes do lançamento de Shattered Space, o Caminho do Ofídio é um recurso valioso. Ele explora desde o misterioso desaparecimento da Arquimedes até os dias que antecedem a expansão. Essa linha do tempo permite que os jogadores entendam melhor os eventos que moldaram a Casa Va’ruun.
Acessibilidade e Itens Digitais
Os jogadores que já possuem as edições Premium ou Constelação de Starfield receberão Shattered Space como parte da compra original. Para aqueles que têm apenas a edição base, é possível adquirir a Atualização Premium, que não só oferece acesso à nova expansão, mas também inclui outros itens digitais, como um livro ilustrado digital, a trilha sonora original, 1.000 Créditos de Criações e o pacote de visuais Constelação.
Com Shattered Space, a Bethesda Game Studios expande ainda mais o universo de Starfield, proporcionando uma nova camada de narrativa e interatividade. Aventure-se na Casa Va’ruun em uma trama repleta de desafios e decisões impactantes. Não perca essa nova jornada que está prestes a ser desbravada!
A espera finalmente acabou! O DLC Kingdom Two Crowns: Call of Olympus será lançado no dia 8 de outubro. Este grande lançamento promete expandir o universo do jogo de estratégia side-scrolling com uma nova jornada mítica, ambientada em uma versão fantástica da Grécia Antiga. Desenvolvido pela Fury Studios e publicado pela Raw Fury, o DLC estará disponível para PC, PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch, iOS e Android.
Uma Nova Campanha Épica
Em Call of Olympus, os jogadores serão desafiados a conquistar e defender suas terras contra os Greed, enquanto exploram ilhas repletas de desafios e quebra-cabeças. A campanha oferece a oportunidade de desbloquear artefatos poderosos por meio de missões que ajudarão na proteção contra as ameaças noturnas. Como monarca, você deve ganhar o favor dos deuses e ascender ao cume do Monte Olimpo.
Além do DLC, uma atualização gratuita 2.0 acompanhará o lançamento. Essa atualização incluirá melhorias como a opção de desativar o fantasma do tutorial e suporte para até 10 espaços de salvamento. Para os jogadores que amam personalização, estarão disponíveis dois pacotes cosméticos: The Archon’s Royal Wardrobe e Regent’s Royal Wardrobe. Esses pacotes oferecem novas opções visuais para os monarcas e apoiam o desenvolvimento contínuo da série.
Montarias Lendárias e Desafios Épicos
Em sua jornada, você poderá desbloquear montarias mitológicas, como o temido Cérbero, a aterrorizante Quimera e o majestoso Pégaso. Essas criaturas trarão habilidades especiais que ajudarão na defesa contra os Greed. Enfrente chefões, como a sinistra Serpente, em batalhas desafiadoras e multifásicas, testando suas habilidades e estratégias.
Ascensão ao Olimpo: Artefatos e Sabedoria
Durante a campanha, você deverá provar seu valor a deuses como Ártemis, Atena, Hefesto e Hermes, completando missões que concedem artefatos únicos. Esses itens vão oferecer novas habilidades ofensivas e defensivas contra os Greed. Além disso, um eremita trará tecnologia de fogo, potencializando ainda mais suas capacidades no combate.
A nova mecânica de cerco permitirá que você lidere seus Hoplites em formações Phalanx, alterando a dinâmica das batalhas. Montar uma frota com balistas em navios vai te dar vantagem nos confrontos no mar, permitindo que você transporte seu exército entre as ilhas e enfrente a crescente ameaça dos Greed.
Kingdom Two Crowns: Call of Olympus está prestes a transformar a experiência de jogo, oferecendo novos desafios, montarias e uma narrativa envolvente. Não perca a chance de explorar tudo isso a partir do dia 8 de outubro!
Pela primeira vez, Astro Boy, uma das obras mais icônicas de Osamu Tezuka, está sendo lançado no Brasil pela Editora JBC. Este marco dos mangás chega ao país após décadas de sua criação, trazendo consigo toda a importância histórica que consolidou o gênero como o conhecemos hoje.
Primeira Edição Brasileira do Clássico
O lançamento de Astro Boy marca um momento histórico para os fãs de mangá no Brasil. Apresentado durante a 27ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo em setembro de 2024, o mangá, que revolucionou o mercado japonês e influenciou gerações de artistas, finalmente chega às livrarias brasileiras.
Esse clássico de ficção científica, publicado originalmente entre 1952 e 1968, narra as aventuras de Astro (Atom), um menino robô criado pelo Dr. Tenma. Astro é vendido para um circo, mas, após ser resgatado, começa a usar suas habilidades para proteger os mais fracos, desenvolvendo até mesmo uma impressionante capacidade de sentir emoções humanas.
Duas Edições Especiais com Sobrecapas Diferentes
Capa originalCapa de Vitor Cafaggi
A edição brasileira conta com duas opções de sobrecapa: uma versão clássica, que remete ao estilo original japonês, e uma variante especial ilustrada pelo quadrinista brasileiro Vitor Cafaggi. Esse toque nacional ao lançamento agrega ainda mais valor ao produto, oferecendo uma releitura moderna que dialoga com o público brasileiro.
Além das capas, a edição também traz um marcador de brinde exclusivo e já está disponível em livrarias e comic shops de todo o país.
A Obra de Osamu Tezuka
Osamu TezukaPersonagens do Tezuka
Osamu Tezuka é considerado o “Walt Disney japonês” por sua enorme contribuição para a criação e popularização dos mangás como os conhecemos hoje. Ele estabeleceu o formato e o estilo que se tornaram referência no mundo inteiro. Além de Astro Boy, Tezuka é conhecido por outros clássicos como A Princesa e o Cavaleiro, Buda e Kimba – O Leão Branco, todos já lançados pela JBC no Brasil. Sua capacidade de contar histórias complexas e emocionantes, sempre com um traço único, fez de suas obras verdadeiros ícones culturais.
Detalhes da Edição Brasileira
A edição completa de Astro Boy será publicada em 9 volumes, com formato de 15,0 x 21,0 cm e cerca de 400 páginas por volume. O primeiro volume, que conta com 432 páginas, chega ao mercado com o preço de capa de R$ 94,90. Essa edição especial traz brochura com sobrecapa e é recomendada para leitores a partir dos 14 anos.
Com o lançamento de Astro Boy, a Editora JBC reafirma seu compromisso em trazer os maiores clássicos do mangá para o público brasileiro, e, ao mesmo tempo, apresenta uma nova geração a essa obra que redefiniu o gênero.
O programa The Noite, apresentado por Danilo Gentili, trouxe uma edição dedicada aos fãs da cultura pop japonesa, com um destaque especial para a série Jaspion. Reunindo figuras importantes para o universo do tokusatsu no Brasil, a entrevista mergulhou nos bastidores e no impacto cultural que esse herói teve no país, trazendo novas revelações para os fãs.
A Entrevista Exclusiva com Autores e Convidados
A entrevista contou com a participação de Adriano Almeida, Carlos Takeshi, Toshi Egashira e Ricardo Cruz, autores do livro O Guia Definitivo sobre o Jaspion no Brasil. Os convidados compartilharam histórias inéditas sobre a chegada da série ao Brasil, desde a negociação dos direitos até os desafios enfrentados na adaptação para o público brasileiro.
Um dos momentos mais marcantes foi o relato de Toshi Egashira, responsável por trazer Jaspion ao país nos anos 80. Ele explicou como os direitos da série foram adquiridos diretamente da Toei, no Japão, por um valor acessível, revelando detalhes surpreendentes sobre os bastidores dessa negociação. A história, pouco conhecida pelos fãs, mostrou como Jaspion encontrou seu caminho para as telas brasileiras.
Os Desafios da Dublagem e a Carreira de Carlos Takeshi
Carlos Takeshi, que foi responsável por dublar Jaspion no Brasil, também teve espaço na entrevista para relembrar os desafios de adaptar os diálogos japoneses para o português. Ele mencionou as dificuldades técnicas e a necessidade de improvisar em algumas situações para garantir a sincronia das falas. Takeshi também revelou que interpretou o herói em apresentações circenses no Brasil, levando Jaspion para os palcos de forma inovadora.
O Guia Definitivo sobre Jaspion
O livro O Guia Definitivo sobre o Jaspion no Brasil foi um dos grandes destaques da entrevista. Adriano Almeida e Ricardo Cruz, coautores da obra, revelaram alguns dos segredos por trás das gravações da série, incluindo improvisações nas cenas de luta e curiosidades dos bastidores. A obra, que traz imagens inéditas cedidas pela Toei, é considerada um item essencial para os fãs e colecionadores da série.
O clima de nostalgia foi complementado com uma pitada de humor. Diguinho, integrante do programa The Noite, interpretou o vilão Satan Gordo em uma encenação divertida que arrancou risadas da plateia. Além disso, itens raros da série, como a máscara do Black Kamen Rider, foram exibidos, empolgando os fãs que acompanhavam o programa.
Desmentindo o Mito de Jaspion Brasileiro
Durante a entrevista, os convidados esclareceram um dos mitos mais antigos sobre a série: Jaspion não é brasileiro. Eles explicaram como essa lenda surgiu e destacaram as verdadeiras raízes japonesas do herói, reforçando sua origem e o impacto que teve ao ser adaptado para o público brasileiro.
Carlos Takeshi ainda relembrou sua participação no famoso quadro Sonho Maluco, do apresentador Gugu Liberato, onde ele vestiu novamente a armadura do herói. Esse momento, que emocionou os fãs, marcou mais um ponto alto da carreira de Takeshi no Brasil.
O Futuro com Jiraiya
Além da homenagem a Jaspion, o programa trouxe outra notícia animadora para os fãs de tokusatsu. A Editora Mozu anunciou que está trabalhando em um novo projeto focado em Jiraiya, o Ninja, outro clássico da cultura pop japonesa que fez sucesso no Brasil. O projeto promete trazer mais uma contribuição ao registro histórico dos heróis japoneses no país.
O especial de The Noite reafirmou o legado de Jaspion no Brasil e que o herói continua sendo uma figura marcante na memória dos fãs de tokusatsu, e sua influência na cultura pop brasileira segue forte.
Criado pela mente brilhante de Tatsuki Fujimoto, responsável por Chainsaw Man, a adaptação que chega aos cinemas tem o objetivo de aprofundar e tornar ainda mais visceral a relação dos personagens criados em 2021.
Adaptação do one-shot publicado na Shōnen Jump+, da mesma família de revistas que deu origem a sagas como Cavaleiros do Zodíaco e Dragon Ball, em Look Back o foco não está em aventuras épicas, mas na amizade de duas meninas que poderá mudar a indústria de mangás no Japão.
A produção da animação foi feita pelo estúdio Durian e lançada em junho de 2024 no Japão, chegando agora ao público brasileiro. A animação será exibida nos cinemas em cópias legendadas e dubladas.
A história
Em uma metalinguagem, Look Back nos apresenta as primeiras tiras de estudantes do colégio, onde existe uma “competição silenciosa” entre as alunas Ayumu Fujino e Kyomoto. Diria que essa competição vinha mais da Fujino, pois Kyomoto admirava Fujino, mas tinha um foco total em cenários e artes, o que destacava cada vez mais sua técnica em relação às histórias de Fujino.
Para não perder a “batalha”, Fujino abriu mão de tudo para melhorar suas técnicas e evoluir suas histórias, o que a fez avançar dois anos na trama. Nessa fase, encontramos uma Fujino muito mais preparada. No entanto, a pressão social, vinda de amigas da escola, da irmã e dos pais, a levou a desistir de desenhar naquele momento.
A vida segue até que, na formatura, o professor pede para Fujino entregar o diploma de Kyomoto. É aqui que temos o principal gatilho da história: ao entrar na casa vazia de Kyomoto e ver seus cadernos de estudo, Fujino desenha uma pequena tira incentivando Kyomoto a sair do quarto. O que Fujino não esperava era que essa tira passaria por debaixo da porta, e em uma corrida, Kyomoto a alcançaria, declarando sua admiração por ela.
O que começa como uma rivalidade logo se transforma em uma conexão profunda, levando ambas a explorarem seus próprios limites como artistas. Assim, Fujino e Kyomoto se unem para desenvolver mangás, numa amizade que serve tanto como motivação quanto como fonte de questionamentos sobre o que significa criar arte e qual é o verdadeiro preço da dedicação.
O primeiro sucesso vem com a vitória em um concurso da Shonen Jump, o que as incentiva a se prepararem para sua primeira série semanal na revista. Extremamente jovens, a relação começa a se desgastar quando Kyomoto decide parar e se dedicar à faculdade de artes. Paralelamente, Fujino segue em frente com um título que faz alusão à própria obra de Fujimoto, Chainsaw Man (aqui representado como Shark Kick).
O segundo ponto de virada da história ocorre quando Fujino vê na televisão que uma faculdade foi invadida e vários alunos morreram em um atentado. Sua mãe liga em seguida, confirmando que Kyomoto estava entre as vítimas, o que faz Fujino questionar se fez a coisa certa ao tirar Kyomoto de seu quarto na época da formatura.
Opinião
Look Back, ao tocar na pergunta “o que você faria se pudesse mudar o passado?”, dilacera ao abordar um ponto sensível que todos já enfrentaram na vida. Com sua metalinguagem, ao fazer Fujino voltar àquele momento, a personagem põe no papel todo o seu sofrimento e luto, tentando reescrever a história e mudar o futuro.
O filme explora esse tema de forma semelhante ao mangá original, aprofundando e acrescentando camadas à história, mas mantendo sua essência: superar o luto e seguir em frente.
A experiência é profundamente tocante e devastadora, levando Look Back a ser uma reflexão não apenas sobre a obra, mas sobre a vida de todos que já viveram algo e desejaram que fosse diferente.
Com uma narrativa extremamente poderosa e emocionante, que vai além da superfície de uma história sobre mangás, Look Back oferece camadas de autodescoberta e aceitação.
A animação é belíssima e faz você se sentir dentro das páginas dos mangás, abusando da metalinguagem. É fato que, ao comparar com o mangá, este último leva vantagem por permitir que você determine o ritmo da leitura, mas a animação consegue emular muito bem essa sensação, embarcando o espectador no sonho das duas amigas.
Para fãs de mangás, a obra tem vários easter eggs de personagens do mangá Shonen Jump, podendo encontrar Luffy (de One Piece), Goku (Dragon Ball) e até mesmo a Anya de Spy x Family em capas de revistas durante o filme.
Look Back definitivamente não é um filme para todos, por ser denso, pesado e talvez essencial para os amantes de histórias profundas. Se você aprecia tramas desse tipo, vá ao cinema, mas não se esqueça do lenço.
Look Back
Autor Tatsuki Fujimoto
Diretor Kiyotaka Oshiyama
Música composta por haruka nakamura
Roteiro Kiyotaka Oshiyama
Estreia26 de setembro
Mais informações
Nota – 4,5 (de 5)
Look Back
Data de lançamento: 26 de setembro de 2024 (Brasil)
Numa produção conjunta entre China e Espanha, A Menina e o Dragão aterrissa nos cinemas com a ousada missão de adaptar a saga de livros da autora Carole Wilkinson. O filme é uma verdadeira ponte entre culturas, trazendo uma animação vibrante que mescla o melhor do Ocidente e do Oriente.
Com aquela vibe clássica de “Sessão da Tarde”, a produção dirigida por Jianping Li e Salvador Simó promete encantar públicos de todas as idades. No Brasil, a protagonista Ping ganha vida na voz da atriz Bella Chiang, já conhecida pela garotada por suas atuações em As Aventuras de Poliana e Escola de Gênios.
A História de A Menina e o Dragão
Ambientada na China antiga, a trama nos apresenta Ping, uma órfã que cresce em um mundo onde humanos e dragões outrora conviveram em harmonia, mas que agora estão em pé de guerra e até escravizados pelos humanos. Ping, que foi deixada como bebê em um vilarejo, é uma serviçal discreta até que um dia, por uma reviravolta do destino, ela se vê ligada a dois dragões em cativeiro.
Já debilitados, têm apenas uma esperança que é um ovo de dragão, que guarda o futuro da sua espécie. Ao ser incumbida de alimentá-los, Ping descobre uma profunda conexão com os dragões e percebe que está destinada a ser sua guardiã. Quando um dos dragões morre, cabe a Ping proteger o ovo e acompanhar Danzi, o dragão sobrevivente, em uma jornada épica para recuperar o ovo roubado por um feiticeiro implacável.
No caminho, Ping descobre antigos segredos e tem que despertar os próprios poderes para proteger o que resta da nobre raça dos dragões. Sua jornada é marcada por encontros mágicos e desafios que irão moldar o futuro não só dos dragões, mas de toda a humanidade.
Opinião
Visualmente estonteante, A Menina e o Dragãonos transporta diretamente para a China milenar com cenários deslumbrantes e uma animação de tirar o fôlego. A Espanha, que já tem um histórico respeitável em animações, coloca todo o seu primor na produção, garantindo uma qualidade que não fica atrás dos grandes estúdios americanos.
Os dragões aqui possuem uma construção fascinante. Danzi, por exemplo, segue a estética dos dragões orientais, longilíneos e majestosos, remetendo a clássicos como Dragon Ball. Embora a amizade entre humanos e dragões já tenha sido explorada em outras obras, o frescor cultural desta produção traz uma profundidade inédita à relação.
A dublagem brasileira se destacou ao escolher Bella Chiang para o papel de Ping, conferindo naturalidade ao personagem. Aliás, a seleção de elenco foi muito acertada, proporcionando uma adaptação ao português que vai além de uma mera tradução – um aspecto crucial para conquistar o público infantil.
É fato que, por fugir do eixo das produções americanas, A Menina e o Dragão toca em temas mais delicados, como o comércio ilegal de dragões mortos (que me lembrou bastante Círculo de Fogo). No entanto, em sua essência, o filme segue a clássica jornada do herói, repleta de descobertas.
Carismático e com um sabor de continuação, A Menina e o Dragão aborda a força interior e o poder da amizade. É um filme para todas as idades, que acerta tanto nas cenas de ação quanto em sua trama, deixando o público ansioso por uma possível sequência no futuro.
A Menina e o Dragão
DireçãoSalvador Simó, Li Jianping
RoteiroCarole Wilkinson, Pablo Castrillo, Ignacio Ferreras, Rosanna Ceccini, Wang Xianping
GênerosAnimação, Aventura, Fantasia
Duração99 minutos
PaísEspanha, China
Direção ArtísticaElisabeth Castro
Mais informações
ProduçãoLarry Levene, Song Weiwei
Ano2024
Estreia19 de abril de 2024
Nota
4 (de 5)
A Menina e o Dragão
Baseado no Livro: Dragonkeeper de Carole Wilkinson
O Rock in Rio 2024 encerrou com o anúncio dos vencedores do Prêmio Rock in Rio Atitude Sustentável, que há anos valoriza os parceiros que se destacam em práticas ambientais e sociais. A premiação reconhece patrocinadores, fornecedores e apoiadores que adotam soluções inovadoras e sustentáveis, tanto dentro quanto fora da Cidade do Rock.
Quem Subiu no Pódio da Sustentabilidade?
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Na categoria “Patrocinador”, quem levou o troféu foi Doritos, da PepsiCo Brasil, marcando presença pelo terceiro ano consecutivo. A empresa tem reforçado sua atuação em causas ligadas à diversidade e inclusão, inserindo no evento a nova marca TOSTITOS, também da PepsiCo. Já na categoria “Parceiro, Operador e Fornecedor”, a vencedora foi a Best Ocupacional, que se destaca pela gestão de segurança do trabalho no evento. Globo conquistou o prêmio na categoria “Apoiador e Media Partner”, mostrando seu compromisso com a diversidade em seu ambiente de trabalho.
A Deloitte, parceira de ESG do Rock in Rio, foi responsável por avaliar as empresas com base em diversas práticas sustentáveis, como gestão de energia, mobilidade, uso consciente de água, e inclusão social. O prêmio reconhece ações concretas que diminuem o impacto ambiental e contribuem para uma economia circular e justa.
O Impacto do Rock in Rio no Planeta
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Desde 2001, o Rock in Rio não é apenas um festival de música, mas também um agente de mudança social. Com sua certificação ISO 20121 – eventos sustentáveis, o evento se comprometeu com metas ousadas para 2030. Entre elas estão a capacitação de 100 mil pessoas e a reciclagem de 100% dos resíduos gerados no festival. O projeto Amazonia Live, lançado em 2016, já resultou no plantio de mais de 4 milhões de árvores, e segue como uma das maiores iniciativas ambientais do festival.
O Futuro É Agora
O Rock in Rio continua ampliando seu legado de impacto positivo, tanto no cenário cultural quanto na sustentabilidade. Além de promover grandes shows, o festival abraça a responsabilidade de ser um evento verde e inclusivo, envolvendo seus parceiros e públicos na jornada rumo a um futuro mais equilibrado.
A Editora Panini anunciou durante a Bienal do Livro de São Paulo uma novidade que promete mexer com o coração dos fãs de quadrinhos e literatura infantil. A partir de uma parceria inédita entre Mauricio de Sousa e Ruth Rocha, a amada Turma da Mônica se encontra com Marcelo Marmelo Martelo em uma obra exclusiva, que será lançada em novembro de 2024.
Uma Parceria Inesperada
Esse crossover é o encontro de dois dos maiores ícones da literatura infantil brasileira. A Turma da Mônica, criada por Mauricio de Sousa, é conhecida por suas aventuras atemporais que atravessam gerações, sempre cativando com histórias cheias de humor e amizade. Já Marcelo, personagem criado em 1976 por Ruth Rocha, é um menino esperto e curioso que vive criando palavras e enfrentando desafios em seu dia a dia.
Mauricio de Sousa, ao falar sobre essa parceria, destacou a importância de unir personagens que marcaram a infância de tantos brasileiros. Segundo ele, “é um desejo antigo trazer Marcelo para o universo da Mônica”. Ruth Rocha, por sua vez, ficou encantada ao ver Marcelo nos traços de Mauricio, afirmando que o personagem “ficou muito simpático e engraçadinho”, pronto para viver novas aventuras com seus novos amigos.
Lançamento em Novembro
Com o lançamento agendado para novembro de 2024, a obra já está disponível para pré-venda no site da Panini. Além das opções de capa dura e brochura, os fãs podem garantir exemplares autografados enquanto houver estoque, tornando essa edição ainda mais especial para os colecionadores.
Durante a Bienal, a Panini apresentou um pequeno vislumbre da arte do crossover. A imagem, exibida no estande da editora, mostra Mônica e Marcelo juntos, representados no traço inconfundível de Mauricio de Sousa. Um pôster com o teaser também foi entregue aos leitores presentes, aumentando ainda mais a expectativa para o lançamento.
O Legado de Dois Ícones
Foto: Vinicius Caldas
A Turma da Mônica tem mais de seis décadas de histórias que conquistam gerações, e o impacto cultural desses personagens vai muito além do entretenimento. Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão formam um time que educa, diverte e emociona, com suas personalidades marcantes e valores que permanecem relevantes.
Por outro lado, Marcelo Marmelo Martelo é um marco na literatura infantil, conhecido por seu jeito único de ver o mundo e criar palavras. Suas histórias são amadas por professores e leitores de todas as idades, sempre promovendo a curiosidade e a amizade como valores centrais.
Expectativa e Novas Aventuras
A união desses dois universos é, sem dúvida, uma das colaborações mais esperadas dos últimos tempos. Com o lançamento em novembro, os fãs poderão ver como esses personagens interagem e criam novas aventuras juntos, em uma obra que já está gerando bastante expectativa.
Essa é a chance de ver dois ícones da literatura infantil brasileira compartilhando o mesmo espaço e levando suas histórias para novos leitores, mantendo viva a magia que encantou tantas gerações. Turma da Mônica e Marcelo Marmelo Martelo estão prontos para escrever um novo capítulo na história dos quadrinhos.