Comemorando o Dia do Cinema Brasileiro, a rede Telecine lançou no dia 18 de junho a exibição do filme Bacurau no Youtube. A exibição foi considerada a maior sessão de cinema do país, sendo assistida por 250 mil pessoas. Bacurau é um dos longas mais aclamados da produção audiovisual nacional recebeu legendas em português para promover a inclusão da comunidade surda.
“Estamos em êxtase com o sucesso da live de Bacurau. Como forma de homenagem ao Dia do Cinema Brasileiro, promovemos a maior sessão de cinema do país nesse contexto de pandemia com um filme que reitera a força da nossa indústria. Além disso, diretores e elenco puderam acompanhar e interagir com os espectadores em tempo real, transformando a sessão em uma experiência ainda mais imersiva e próxima para o público.”
A sessão foi gratuita e ainda contou com a possibilidade de interação via chat, ao vivo, com os atores do elenco Silvero Pereira, Thomas Aquino, Karine Telles, e os diretores Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles.
O longa Bacurau estreou em março no streaming do Telecine, já teve mais de 300 mil acessos.
No último sábado, tivemos o primeiro Meet & Greet com ator Hiroshi Watari organizado pela organização do evento Alma Tokusatsu. Fomos convidados a participar dessa live que durou em torno de uma hora e meia.
Tendo 14 pessoas na Live (incluindo o próprio Hiroshi), a conversa foi fluindo e abordando coisas da atualidade e algumas curiosidades sobre as produções que ele participou no passado.
Mas antes de adentrar nesse bate-papo, vamos comentar um pouco do ator.
Quem é Hiroshi Watari?
Ator, cantor, dublador, Watari nasceu em 20 de março de 1963 na província de Niigata no Japão.
O ator ficou conhecido no Brasil pelo personagem Boormerman da série Jaspion de 1985. Em seguida vimos nas séries Sharivan (1982) e Spielvan (1986). Ambas vieram no sucesso de Jaspion sendo não as únicas participações do ator que também apareceu em Metalder.
Mas as participações não pararam por aí, aparecendo em animê Shin Chan, além de aparecer em Boukenger, além do filme Zebraman.
A equipe do Alma Tokusatsu organizou rapidamente um sorteio e assim foi estimulado um tempo de 8 minutos para cada fã conversar com o Hiroshi Watari. Toda conversa teve a ajuda do Ricardo Cruz e da Narumi Tsuruta na tradução, enquanto teve Kai Coelho na questão de respeitar o tempo de cada um.
Metal Heroes liderado por mulheres?
Spielvan inovou em colocar duas personagens femininas heroínas no gênero Metal Heroes
“Sim. Numa época que tem protagonista feminina como Mulher Maravilha. Tanto faz um homem ou uma melhor como protagonista, mas seria muito bacana no momento atual ter uma personagem feminina como protagonista”
Com o retorno dos policiais do espaço, uma das primeiras perguntas é sobre o papel da mulher hoje em dia nas produções. Tendo uma protagonista feminina em Star Wars e considerando que a série Spielvan foi a frente do seu tempo com duas parceiras, que talvez fosse hora de investir numa protagonista feminina.
Hiroshi Watari não só concordou com a sugestão e concordou que novos tempos criam oportunidades e que o retorno do Metal Heroes poderia ser com um personagem feminino ao invés dos tradicionais personagens masculinos.
O ator se machucou durante as filmagens da série Jaspion?
Uma das lendas urbanas é que o personagem Boomberman sumiu da série depois de um machucado durante a exibição da série. Hiroshi Bomberman desmentiu e explicou que na realidade ele havia se machucado em 1984. Na ocasião ele fez uma cirurgia colocando 7 pinos e uma placa de metal, sendo que durante a série Jaspion, ele fez uma nova cirurgia para tirar esses pinos, principalmente para ter liberdade de ir e vir (citando exemplo do constrangimento em aeroportos).
Devido a essa cirurgia, os produtores optaram afastar o personagem da série, sendo que ele retornou em dois episódios no final da série, também por opção da produção (mesmo estando apto).
Momento importante em Sharivan
Uma curiosidade que Watari compartilhou que a produção do Sharivan quando acabou as filmagens se comemorou bebendo um saquê especial por toda madrugada em comemoração. Foi um momento muito especial para o elenco em comemorar o fim da jornada de filmagens.
Qual era a rotina de filmagens no Japão naquela época?
Hiroshi Watari deu uma aula sobre as relações de atores novatos e experientes no contexto japonês. Explicando que mesmo sendo um protagonista em Sharivan, o ator tinha que se arrumar sozinho, ajudar a produção depois das filmagens, como levar café para veteranos entre outros afazeres.
Esse tipo de coisa que talvez soe estranho a ocidentais, Watari fala que é normal quando você começa a trabalhar numa empresa japonesa que o “Kouhai” (novato) faça todo tipo de serviço e isso não isenta atores principais como era o caso dele em Sharivan.
Dois anos depois em Spielvan, Watari não era mais “Kouhai” e se tornando “Senpai” (veterano), ele teve regalias que pode desfrutar um descanso e não praticar tantas atividades na série, além de ter atores para ajudar a ele se arrumar para as cenas de luta.
O ator podia voltar mais cedo para casa e descansar, coisa que não aconteceu em Sharivan.
Como estaria o personagem Den Iga hoje em dia?
O personagem passou a armadura de herói Sharivan para um novo personagem em 2014, mas fica a dúvida do que realmente ele poderia estar fazendo a exemplo do Kenji Ohba que aparece até hoje em dia nas produções que o personagem Gyaban aparece.
Para Hiroshi Watari, o personagem Den Iga provavelmente seria um professor e treinaria cadetes no espaço. Inclusive, ele comentou que torce que a Toei o convide para reprisar o personagem, seguindo esse estilo sugerido por ele.
Como foram as audições para séries de tokusatsu? E alguma série que desejou muito e acabou não passando na audição?
Ele respondeu que a única série que ele fez audição foi a série do Sharivan em 1982, sendo que mesmo esta, o ator fez audição sozinho, não tendo outros atores competindo pelo papel.
Tanto em Jaspion como Spielvan, a própria produção convidou para esses papéis. Sendo que séries como Boukenger e Kamen Rider Double foram casos similares em que o ator foi convidado para atuar nessas produções.
Qual ator da geração atual ficaria bem num personagem interpretado pelo Hiroshi Watari?
“Não sei. É muito difícil pensar agora no qual ator para o cargo. Esteja entre 20 a 30 anos.“
Hiroshi Watari
Watari não sabia responder essa pergunta, mas depois de um tempo ele sugeriu que o ator Masaki Suda que fez o Philip em Kamen Rider Double seria um ator perfeito para ocupar lacuna em aberto do Sharivan (que o ator de 2014 saiu da produção) ou em novas releituras do Bomberman e Spielvan.
Que tipo de papel gostaria de fazer e nunca teve oportunidade?
Venom
Deadpool
Deadpool foi o primeiro nome que veio em mente, seguido do Venom. Watari gosta dessa camada de anti-herói e gostaria de interpretar um herói que pode utilizar habilidades de outros personagens ou que tem valores tão opostos do que são explorados no tokusatsu.
Em outra oportunidade na entrevista, ele ressaltou que gostaria muito de ter a oportunidade de interpretar um vilão. E perguntaram ele imagina como chefe de uma organização do Mal, mas ele ainda não havia pensado nisso.
Você participaria de alguma produção fora do Brasil?
“Logicamente que sim. Será que o pessoal do filme do Jaspion não vai falar comigo?”
Hiroshi Watari
Depois dessa indireta, acho que a Sato Company precisa fazer um convite oficial para o ator aparecer no filme do Jaspion.
Quais inspirações na infância?
O ator falou em Kamen Rider Ichigo foi sua grande inspiração para trabalhar na área.
Dois atores que gostaria de atuar?
Hugh Jackman
Robert Downey Jr.
Hugh Jackman e Robert Downey Jr.
Ilustração do Meet & Greet
Ilustração do Michel Borges
No final do Meet & Greet o desenhista Michel Borges apresentou uma ilustração com todos os participantes daquela reunião no maior estilo Roda Viva. Ficou sensacional o desenho, não?
Agradecimentos a Alma Tokusatsu
Gostaríamos de agradecer profundamente ao Alma Tokusatsu pelo convite de participar desse Meet & Greet. Nos oferecemos e estamos a disposição para ajudar na divulgação do evento seja físico ou online, além do crescimento do tokusatsu no Brasil.
Mark Millar trouxe seu universo para Netflix e com isso diversas de suas minisséries estão chegando por lá. A Editora Panini está trazendo Bandidas Espaciais, que reúne as cinco edições baseadas na minissérie original em uma única publicação e narra a história de duas das criminosas mais procuradas do universo.
Os artistas consagrados Mark Millar e Matteo Scalera se unem para trazer muitas aventuras galácticas. O título pode ser encontrado nos principais pontos de venda de todo o país.
A história
A novidade aborda a dupla implacável Thena Khole e Cody Blue, criminosas que comandam operações de roubo em toda a galáxia, pulando de navio em navio para transportar tudo o que estiver lá dentro. Quando a gênia do crime e a violenta fora da lei são traídas por seus subordinados, elas só pensam em vingança.
O título de ficção científica com pitadas de humor tem o valor de R$ 59,90, em lojas e em livrarias on-line.
Bandidas Espaciais
Roteiro: Mark Millar Arte: Matteo Scalera Formato: 17 x 26 cm Tipo de lombada: quadrada Tipo de papel: couché Tipo de capa: dura Estrutura: 160 + 4 páginas Tipo de distribuição: nacional Periodicidade: especial Preço: R$ 59,90
A Marvel fez 80 anos e a Panini não deixou essa data em branco com lançamento do álbum de figurinhas Marvel Super Heroes.
São 48 páginas trazendo imagens de famosos heróis, como Capitão América, Homem-Aranha, Hulk, Thor, X-Men, Viúva-Negra e Miss Marvel em 192 cromos, sendo destes 64 especiais e metalizados, e 50 cards.
“Para nós, é um imenso prazer poder fazer parte dessa história. Buscamos, cada vez mais, proporcionar diversão em família para todos os tipos de consumidores. Desta vez, além de atingirmos o nosso propósito, estamos fazendo parte da vida de fãs que acompanham a história de Marvel, que tem mais de 8 mil personagens em seu catálogo”, comenta Marcelo Adriano, gerente de marketing da Panini Brasil.
Formato Brochura e forma Capa Dura
A edição contará com duas versões, sendo versão brochura por R$ 9.90, e capa dura, e envelopes com quatro figurinhas mais um card por R$ 3,00.
O produto está disponível nas bancas de jornal.
Marvel Super Heroes
Estrutura: 48 páginas Distribuição: nacional Total de cromos: 192, sendo 64 especiais Total de cards: 50 Envelope com 4 cromos + 1 card: R$ 3,00 Porta cards (fechado): 210 x 230 mm
Capa brochura
Formato: 225 x 287 mm Miolo: LWC 60grs Capa: verniz híbrido, tríplex 250g
Capa dura
Formato: 225 x 287 mm Miolo: couche 150G Capa: laminação + verniz híbrido
Kits álbum oficial Marvel Super Heroes
Cartela com 12 envelopes por R$36,00
Kit livro ilustrado brochura + 12 envelopes por R$45,90
Kit livro ilustrado capa dura + 12 envelopes por R$65,90
Box Premium com livro ilustrado capa dura + 48 envelopes + 5 cards exclusivos extras por R$173,90
O box premium traz 5 cards extras de edição de colecionador, de forma complementar à coleção gratuitamente.
O maior evento de cultura geek do planeta é do Brasil e estamos falando do CCXP que acontece todo mês de dezembro na cidade de São Paulo. Mas será que a cidade está ficando pequena pro evento? Não sabemos, porém o imenso São Paulo Expo provavelmente está.
Acompanhando esse evento em todos esses anos, vimos o São Paulo Expo ser colocado no chão e reconstruído. Vimos outros eventos se adequando ao espaço interno, mas nada supera a logística para ter um CCXP.
Esse ano para não ser diferente, o evento decidiu criar uma ponte provisória na entrada do São Paulo Expo para fluir o público que vai a pé do metrô Jabaquara até as dependências do evento. Assumo que nos dois dias que usei, tive um pouco de medo de andar nela pela trepidação, porém foram colocados seguranças para garantir sem brincadeiras de mal gosto na estrutura. Foi uma novidade que ainda pode ser aprimorado, mas melhorou o fluxo de pessoas ali presente.
Spoiler Night
Na quarta-feira a tarde para noite temos o evento aberto para quem comprou todos os dias e para imprensa. Assim o CCXP abriu as portas pela primeira vez, mostrando todo potencial a um público seleto.
Desde o primeiro ano, eu gostei bastante do Spoiler Night, porque por mais que ele dê uma degustação do que será o CCXP, muitas coisas não estão prontas, podendo comparar esse dia com os dias normais.
Esse ano, acabei tendo a infelicidade de não encontrar o ônibus na estação Jabaquara (coisa que não foi sinalizada e apenas encontrei o ônibus no mesmo ponto de sempre no domingo). Acabei indo a pé e pegando uma fila de credenciamento que para minha surpresa a impressora tinha dado problema, impedindo jornalistas de curtirem o evento.
Assumo que sendo um dia que você tem poucas horas para andar lá dentro, eu fiquei bastante desgostoso sobre a demora para entrada dos jornalistas. Acabou que o problema foi resolvido 19:30 e foi nos liberado o acesso finalmente.
O evento estava bem cheio mesmo para um Spoiler Night, porém o lugar mais cheio era o Artist Alley. Coração do evento, esse ano tivemos nada menos que 500 artistas mostrando seus trabalhos no CCXP. Trazendo diversas calçadas com artistas, Artist Alley foi a região que mais se transformou em cada CCXP, tendo se multiplicado de tamanho cada novo ano.
Eram muitos artistas diferentes e com estilos diferentes, sendo que alguns ali você acabou conhecendo via os álbuns do MSP. E mesmo num dia como Spoiler Night, muitos desses artistas tinham filas de fãs dos seus trabalhos. Definitivamente, cada CCXP percebemos um talento nacional em eterna expansão. E cada novo ano, percebemos que estamos ficando mais e mais independente de amarras de editoras, desenvolvendo material de qualidade de forma autônoma.
Globoplay
O evento sempre tem um enorme estande com atrações da Globo e esse ano tivemos um enorme palco trazendo Altas Horas para dentro do CCXP. Trazendo artistas brasileiros, todos os dias tivemos música e atrações comandadas do palco do Globoplay.
Entre os destaques está na licença do Doctor Who no Brasil, trazendo todas as temporadas recentes da série britânica.
Disney e Disney+
A Disney trouxe seus principais filmes de 2020 na CCXP, além de um enorme telão com propaganda do Disney+. Trazendo vila da Mulan, personagens de Frozen 2, além de juntar pelas primeira vez os filmes da Fox e da Disney no mesmo espaço, o espaço estava repleto de atividades.
Olhando para o teto, você via as primeiras propagandas brasileiras do Disney+, serviço de streaming da Disney que será lançado em novembro no Brasil. Por enquanto os lançamentos da Disney serão lançados na Amazon Prime Vídeo, tendo uma previsão inicial para novembro de 2020 o lançamento do serviço.
Warner
A empresa repetiu a ideia dos últimos anos em fazer um enorme espaço com vários andares e prédios que é basicamente uma cidade própria dentro do CCXP.
O grande destaque estava em Scooby Doo, Arlequina e Supernatural, além de um enorme espaço dedicado a Mulher Maravilha 1984.
Foi bem interessante ver como a Warner continua investindo nesse modelo do CCXP e principalmente trazendo cenários para tirar fotos. Muitos detalhes da série Friends estavam presentes pra tirar foto como a cafeteria Central Perk.
Harry Potter
Mesmo sendo Warner Bros, tivemos a repetição de um cenário baseado nos filmes ao lado da loja com produtos da franquia. Dessa vez tivemos o famoso trem que leva os alunos para Hogwats e o cenário imponente favoreceu para produção de diferentes fotos.
O melhor disso que diversos cosplayers estavam no local e você poderia reproduzir alguma cena de batalha por exemplo.
Universal Pictures
Esse ano a distribuidora montou uma loja de produtos igual as que tem em parques dela nos EUA e no Japão, assim era uma chance única de comprar produtos de filmes como Jurassic Park, De Volta para o Futuro, Meu Malvado Favorito e Aonde está o Wally.
Provavelmente a ideia era exatamente de imitar as lojas nos parques e conseguiu fazer isso muito bem, batendo uma certa nostalgia ao frequentar a loja durante o evento da CCXP.
Netflix
A empresa cada ano aumenta mais seu espaço dentro da feira e dessa vez reproduziu cenários de suas séries em especial Stranger Things, trazendo toda a cara dos anos de 1980 para dentro da feira.
Você podia tirar fotos em diversos cenários espalhados por todo estande da Netflix.
Amazon Prime Video
Se tem uma empresa que aumentou sua expressividade a cada ano foi a Amazon Prime Video e na edição 2019, ela ficou pau a pau a Netflix, ficando claro que a empresa veio para brigar pelo público de streaming no Brasil.
A empresa trouxe um enorme carrossel entre outros itens de suas séries exclusivas, não destacando o até então recém acordo com a Disney de lançar suas produções ao Brasil até o lançamento do Disney + por aqui.
Jaspion na CCXP
Entre as atrações tivemos a roupa original do Jaspion que veio ao Brasil pela primeira vez e estreou na área dos Cosplayers. Trazendo a roupa usada para cenas de poses, podemos perceber desgaste de utilização da roupa na época que está preservada e apresentada para o público brasileiro.
Logicamente que não poderíamos perder a oportunidade e tiramos uma foto com a armadura.
Games no CCXP
Essa foi a edição que CCXP abraçou mais o público gamer, trazendo transmissão de jogos, tendo estandes da Ubisoft e da Warner Games, além da presença da Capcom. É interessante trazer esse frescor de um novo público geek dentro da CCXP, mas devido a proximidade com a BGS, assumo não me surpreendeu e não me conquistou.
Ubisoft fez uma escolha certa e pontual em levar Just Dance para a CCXP. É um público diferente dos outros públicos gamers e continua sendo uma experiência maravilhosa ver o público dançar junto quando sai um novo Just Dance.
Eu não sou o cara ideal de acompanhar transmissões de jogos, mas é inegável que cada ano o evento vem acrescentando e tornando referência nessa linha.
Balanço geral
CCXP por mais que sua essência seja sempre a mesma, eles sempre mudam algumas coisas, dando frescor de novidade ao evento. Já falei algumas vezes aqui que alguns eventos ficam parado no tempo, enquanto outros radicalizam, enquanto CCXP sempre fez mudanças pontuais, que talvez passem despercebidas pro público.
Uma das edições que eu mais gostei foi a do ano de 2017 em que eles colocaram diversos mini palcos em algumas áreas do evento, trazendo música de diferentes tipos e tribos. Por exemplo, nesse ano teve Ricardo Cruz cantando músicas de animês junto com outros cantores de animê num desses palcos. Em 2019 não tivemos isso, mas tivemos palco do Youtube que é outra coisa totalmente diferente. Então é uma mudança entre tantas que desconheço a opinião de organizadores, mas faz falta.
Agora o que falar do melhor e maior evento de 2019? Vamos combinar que CCXP não existe um competidor na mesma categoria que ele. Anime Friends abrange público de animação japonesa, enquanto BGS abrange público de gamers, enquanto outros eventos no ano tem suas peculariedades e são diferentes do CCXP. Por causa disso, o CCXP continua disparadamente sendo a melhor opção para o fã que gosta de cinema, quadrinhos e séries.
Mas realmente o evento é só pontos positivos? Não. Falo que a experiência de assistir palestras e painéis no CCXP sempre foi traumático e tirando as menores que você ainda consegue assistir, as outras você precisa escolher se decide andar no evento ou se decide assistir elas. Isso não quer dizer que lá fora seja diferente, sabemos que San Diego Comic-Con é assim, porém acaba sendo uma frustração, quando nos outros eventos que acontecem na cidade de São Paulo, seja muito mais tranquilo entrar num painel do que nela. Mas são de mesma importância? Lógico que sabemos que são níveis diferentes e por isso acessos são diferentes, mas mesmo assim, assumo esperar um dia que o acesso seja mais fácil do que é encontrado hoje na CCXP. Nem que tenha que comprar separadamente um acesso pontual por painel, coisa que hoje só existe um ingresso diferencial para acessar todos painéis.
Outra coisa que não tem nada a ver com a organização do evento, mas sobre o local. Entendemos a ponte que foi instalada na frente em 2019, mas uma coisa não mudou que é desgastante ir embora do CCXP. Seja esperar horas para pegar um ônibus ou andar quase 2 km a pé até o metrô mais próximo. Para uma pessoa que anda todo dia dentro do evento o que ela menos deseja é ter que andar mais ainda para voltar para a sua casa. Esse ano vimos alguns caminhos alternativos dos ônibus, mas ainda está longe de tornar o acesso uma experiência melhor. No mesmo local, numa proporção menor temos o Festival do Japão e a experiência de ir e voltar não é tão traumática como essa. Mesmo quando BGS aconteceu no mesmo local, não teve esse problema, mas sabemos que o público em suas devidas proporções são menores que CCXP. E se o local fez todas essas mudanças para abrigar eventos ainda maiores, talvez as mudanças de acesso ao local não tenham sido feitas na mesma proporção. Então cada ano que vou ao CCXP, eu me questiono se essa experiência se tornará menos traumática.
Agora, gostaria de falar da experiência de domingo. Nunca tinha ido ao evento no domingo, por sempre cair no mesmo dia de outros compromissos e em 2019 pude avaliar e perceber que definitivamente é o melhor dia para o público. Por ser o último, você consegue chegar ao evento mais tranquilamente, além de encontrar descontos em todas as lojas. Sendo o último dia, tive o prazer de encontrar diversas promoções de camisetas, quadrinhos, além de brindes que não tinham nos primeiros dias. Então, caso você prefira escolher um dia para fazer compras no CCXP, definitivamente escolha o último dia (ou o primeiro caso tenha certeza que o produto não esteja disponível no último dia). E também por ser um dia mais “vazio”, acaba sendo mais fácil em tirar fotos com cosplayers e cenários de filmes e séries. Então a dica que eu dou é que aposte em dois dias na feira, sendo um deles no domingo.
Em 2019, o CCXP continua sendo a melhor opção de evento de cultura geek e provavelmente continuará sendo nos próximos anos. É uma experiência única como fã e por isso o evento é a meca de tudo que representa a cultura pop geek mundial aqui no Brasil.
Galeria
Agradecemos a organização do CCXP por permitir a cobertura do JWave na edição de 2019.
Esse ano devido a pandemia tivemos alguns atrasos nos cinemas e Mulher Maravilha estaria retornando com sua continuação se passando em 1984. A Panini provavelmente pensando nisso, reservou esse mês para trazer uma série de títulos da personagem, mas se o filme não chegou nos cinemas, pelo menos teremos boas histórias para ler e colecionar em nossas casas.
A Editora Panini lançou os três títulos: Mulher-Maravilha: Terra Um vol. 2, Mulher-Maravilha: Antologia e Mulher-Maravilha: Volte Para Mim, já disponíveis nos principais pontos de venda.
Quem é a Mulher Maravilha?
A personagem Diana Prince, mais conhecida como Mulher-Maravilha, surgiu na década de 1940 para mostrar que mulheres são fortes, independentes, donas de si e não precisam ser salvas por ninguém. Ao longo do tempo, a heroína vem estampando inúmeras produções, HQs e outras coleções, reforçando o movimento feminista no mundo.
Mulher-Maravilha: Terra Um vol. 2
Após deixar seu lar para ajudar a humanidade e conhecer o piloto da Força Aérea Steve Trevor, Diana Prince se encontra no Mundo dos Homens. A guerreira está pronta para qualquer coisa que aparecer, mas será que o mundo está pronto para a Mulher-Maravilha?
Ao longo das 140 páginas, será possível acompanhar os conflitos do governo americano diante da presença da amazona. Como Diana poderá levar à frente sua missão de paz e amor em um mundo que a vê como ameaça?
Com roteiro de Grant Morrison e arte de Yanick Paquette, o volume 2 da saga traz a trajetória da poderosa e icônica personagem Mulher-Maravilha. A publicação tem o valor de R$ 46,00. pt
Mulher-Maravilha: Terra Um vol. 2
Roteiro: Grant Morrison
Arte: Yanick Paquette
Formato: 17 x 26 cm
Tipo de lombada: quadrada
Tipo de papel: couché
Tipo de capa: dura
Estrutura: 136 + 4 páginas
Tipo de distribuição: nacional
Preço: R$ 46,00
Mulher-Maravilha: Volte Para Mim
A famosa dupla de escritores Amanda Conner e Jimmy Palmiotti se juntam a Chad Hardin para o resgate de Steve Trevor. Quando o piloto é chamado para um teste de voo em uma aeronave experimental, ele acaba se perdendo no Triângulo das Bermudas e resta à Mulher-Maravilha e a Etta Candy seguirem seu rastro até uma ilha misteriosa e selvagem.
No decorrer das 164 páginas, a Mulher-Leopardo, inimiga mortal da Mulher-Maravilha, aparecerá para atrapalhar um pouco os planos. O preço do título é de R$ 26,90.
Mulher-Maravilha: Volte Para Mim
Roteiro: Amanda Conner e Jimmy Palmiotti
Arte: Chad Hardin
Formato: 17 x 26 cm
Tipo de lombada: quadrada
Tipo de papel: LWC
Tipo de capa: cartão
Estrutura: 160 + 4 páginas
Tipo de distribuição: nacional
Preço: R$ 26,90
Mulher-Maravilha: Antologia
A publicação apresenta a Princesa Diana, nascida do barro e dotada pelos deuses com poderes surpreendentes, defensora dos fracos e dos oprimidos sob o traje de Mulher-Maravilha, pregando a paz como representante da Ilha das Amazonas, Themyscira.
Desde o início da década de 1940, no meio da Segunda Guerra Mundial, até sua atualização por Brian Azzarello e Cliff Chiang, nos Novos 52: descubra todas as facetas da Princesa Amazona, reveladas por seus maiores autores nesta antologia: William Moulton Marston, Harry G. Peter, George Pérez, Gene Colan, Ross Andru, John Byrne, Mike Deodato, Yanick Paquette, Phil Jimenez e Greg Rucka. O valor sugerido do título é R$ 129,00.
Conhecido por muitos anos no Brasil por Super Campeões, Captain Tsubasa está chegando para invadir seus consoles e pc com lançamento no dia 28 de agosto, trazendo futebol no estilo Tsubasa de ser.
Trazendo lances incríveis, batalhas aéreas intensas e defesas inacreditáveis, seguindo à risca os exageros que nasceu na obra original.
A história de Captain Tsubasa
O título narra as conquistas esportivas de Tsubasa Ozora, seu amor pelo futebol, e suas aventuras enquanto desponta nos ranques das diversas ligas desta modalidade.
Captain Tsubasa: Rise of New Champions mergulha os jogadores em um jogo de futebol repleto de ação, movido por um empolgante modo história, jogadas espetaculares e uma jogabilidade de tirar o fôlego.
Lembrando que o jogo será lançado dia 28 de agosto para Nintendo Switch, Playstation 4 e STEAM no PC.
Os Jogos Olímpicos podem ter ficado para 2021, mas você pode ter o gostinho na palma de sua mão com Sonic e seus amigos. Trazendo desafios e prontos para bater recordes com seus amigos, Sonic chegou a Tóquio numa intensa competição online.
Sucesso em Pré-registros e brindes
Tendo mais de 2 milhões de fãs que fizeram o pré-registro no jogo, o jogo trouxe algumas recompensas especiais que serão desbloqueadas no lançamento.
Faça o download do jogo e logue-se para adquirir extras como Músicas, Badges e Pontos de Treino para liberar novos estágios e habilidades de personagem.
Faixas musicais
Ocean View de Team Sonic Racing Reach For The Stars de Sonic Colors Glimmering Gift – Super Transformation de Sonic Mania Badges:
“Miraitowa”, a mascote dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 Sonic Clássico Super Sonic Pontos de Treino:
1200 pontos Os Jogos Olímpicos foram adiados, mas por enquanto por favor aproveite este jogo.
Sonic nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 apresenta os populares personagens da franquia Sonic The Hedgehog em 15 Eventos Olímpicos, incluindo eventos inéditos de Tóquio 2020 como Karatê e Escalada Esportiva.
O jogo traz alguns bônus como “Eventos EX”, que apresentam desafios cheios de diversão direto do universo de Sonic! Os rankings de líderes permitem que jogadores, países e regiões disputem uns contra os outros pela glória.
Alma Tokusatsu está de volta em 2020 e trouxemos algumas informações em como será o Meet & Greet com o ator Hiroshi Watari. Ele é conhecido por ter interpretado Boomerman em Jaspion, além de ser o protagonista de Sharivan e Spielvan.
O que é Tokusatsu?
Tokusatsu é um termo em japonês para filmes ou séries live-action (com atores reais), que faz grande uso de efeitos especiais. Os mais populares no Brasil, são as séries de TV sobre super-heróis como: Jaspion, Changeman, Jiraiya, Ultraman, Power Rangers, sendo alguns destes exibidos em canais de rede aberta (TV Bandeirantes) e filmes de monstro, como por exemplo, Godzilla.
Alma Tokusatsu 2019
O Alma Tokusatsu nasceu em 2019 para unir o mercado de Tokusatsu no Brasil, agregando todos os grupos de fãs brasileiros em um local de encontro, não apenas incentivando novas amizades entre todos os apaixonados pelo tema, como também promovendo pela primeira vez um evento em forma de convenção composto por estandes, shows, talk shows de artistas, apresentações, venda de comida e bebida, desfile de cosplays, dentre outras atrações totalmente voltadas para o Tokusatsu.
Além de reunir os fãs do segmento, o Alma Tokusatsu ajuda instituições carentes arrecadando alimentos não perecíveis. Durante o período de isolamento, realizou uma live de caridade com ajuda de diversos grupos, artistas e dubladores, colocando na prática o espírito heróico que o Tokusatsu nos ensinou, arrecadando dinheiro para ajudar as comunidades de São Paulo.
Alma Tokusatsu terá Meet & Greets em formato online?
Não existindo a possibilidade de um evento presencial devido à pandemia, o Alma Tokusatsu fará um encontro de forma online com Hiroshi Watari, o maior ator de Tokusatsu dos anos 80, que atuou como protagonista de seriados como: Spielvan, Sharivan, e também, o Boomerman no seriado do Jaspion. Será a estréia de um Meet & Greet Online no Brasil com atores japoneses, que de forma inovadora trará outras possibilidades de estilos de eventos neste país.
O ator fará um encontro em salas virtuais fechadas com fãs brasileiros, contando suas histórias de trabalho e respondendo suas perguntas através de conferência de vídeo, diferente dos eventos tradicionais de cultura pop japonesa, onde os Meet & Greets acontecem de maneira rápida e com pouco envolvimento e com o ídolo. O Alma oferece um tempo determinado conforme o pacote selecionado para que os fãs possam interagir diretamente e promove, de fato, um bate papo com Hiroshi Watari.
Cada sessão terá 1h30 (uma hora e trinta) de duração e cada participante terá seu tempo garantido para interagir, fazer perguntas, demonstrar sua paixão e admiração. Durante o encontro online, o meet também contará com o cantor Ricardo Cruz, membro da famosa banda japonesa JAM Project, para auxiliar na conversa como intérprete.
Ricardo Cruz está de volta em mais um lançamento no mercado nacional. Conhecido como cantor e compositor, ele é o único estrangeiro da cultuada banda japonesa JAM Project e autor da música tema oficial mundial da segunda temporada do anime One-Punch Man. Agora, Ricardo volta para lançar seu novo trabalho solo – Invasion Zone – homenageando monstros gigantes japoneses em parceria com a nova coleção Ikoria – Terra de Colossos de Magic: The Gathering.
Sobre Invasion Zone
O novo trabalho é lançado na forma de Lyric Video e ele se inspira na estética dos clássicos filmes de monstros gigantes que também é o tema da coleção Ikoria – Terra de Colossos, lançada recentemente pela Wizards of The Coast no Magic: The Gathering. A coleção também inclui uma exclusiva parceria com a tradicional produtora cinematográfica japonesa TOHO CO., de onde nasceram personagens icônicos, como Godzilla, Rodan e Kingdra, entre outros – agora transformados nas estrelas de cards especiais dentro da coleção – e já disponíveis tanto para o MTG quanto para o MTG Arena.
“A ideia de fazer algo referenciando os filmes de monstros já existia na minha cabeça. Em uma reunião com a Wizards of The Coast, descobri a coleção Ikoria e o casamento foi perfeito”, revela Ricardo Cruz.
Produção driblando a pandemia
A produção do lyric video e a mixagem da música aconteceu em meio a pandemia, fazendo com que designers, artistas digitais e músicos trabalharam junto com o Ricardo, mas cada um em sua casa.
Em breve o trabalho será lançado nas principais plataformas digitais, como Spotify, Deezer e Apple Music.
Invasion Zone – Kaiju Zone
Sobre Ricardo Cruz
Ricardo Cruz tem uma carreira musical no Japão desde 2005 quando se tornou integrante da banda Jam Project, grupo vocal formado por veteranos do pop daquele país interpretando temas de filmes, séries, animações e jogos. Em 2019 Ricardo compôs e interpretou a música Uncrowned Greatest Hero, o tema da segunda temporada de One Punch Man, que foi lançada mundialmente pela Netflix.
No Brasil, Ricardo já gravou versões oficiais em português para temas conhecidos de muitos desenhos japoneses entre eles Cavaleiros do Zodíaco, Hunter X Hunter e Dragon Ball Super.
O primeiro single autoral do cantor, On The Rocks foi lançado em 2014 juntamente com um clipe inspirado na estética das séries de tokusatsu, como Jaspion e Changeman, e estrelado pelo ator japonês Hiroshi Watari, que interpretou alguns desses heróis originais nos anos 80.
Em 2018 lançou o seu canal no Youtube com mais de 100 mil inscritos, onde divulga semanalmente suas novas músicas e homenageia os clássicos do gênero.
Invasion Zone é o seu segundo lançamento do Ricardo Cruz como cantor solo.
A Ongame Entretenimento lamenta anunciar hoje que um dos jogos consagrados de seu catálogo, Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seiya Online, encerrará suas operações globais em junho. Por razões que não competem à Ongame Entretenimento, o game deixa o catálogo após decisão da desenvolvedora e da licenciadora decorrentes de questões contratuais.
O jogo continua em operação em todo país até o dia 30 de junho de 2020, data em que os servidores serão descontinuados. A operação da loja do jogo já foi suspensa e atividades especiais em curso, tais como quests e desafios, continuarão em curso normalmente até duas datas previstas.
Desde seu lançamento no país pela Ongame em 2017, Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seiya Online tem sido um dos MMORPG líderes do mercado. Contando com dois servidores exclusivamente dedicados ao Brasil, o sucesso das operações da Ongame com o jogo refletiu toda a popularidade da marca consagrada por uma série de conteúdos de entretenimento como a série animada e os mangás.
Completamente ambientado no universo do mangá e da série criada por Masami Kurumada, o jogo expandiu o universo dos heróis Seiya, Shiryu, Hyoga, Shun e Ikki ao colocar o jogador na pele de um autêntico cavaleiro para que este pudesse viver aventuras nunca vistas em outras mídias.
A Ongame Entretenimento lamenta não continuar oferecendo o jogo aos seus fãs e agradece imensamente pelo carinho e pelo tempo dedicado por todos. Ícaro Campos, Product Manager na Ongame, acrescentou, “Queremos agradecer à incrível comunidade que apoiou os heróis de Athena nesses últimos anos. Foi incrível receber tanto amor por esse jogo e por esse universo. Esperamos que os fãs aproveitem esse restante de tempo para viver mais algumas aventuras. Mais uma vez, obrigado a todos os jogadores e mantenham seus cosmos acesos!”
Reforçando o compromisso com seus fãs, a Ongame Entretenimento informa que continua normalmente com as operações de Point Blank, Metin 2, Aika Online e seu mais novo sucesso, o hero shooter Trigger Run.
A Bandai Namco anunciou que Doraemon Story of Seasons será lançado nas Américas para a plataforma PlayStation4 em 4 de Setembro de 2020. O título já está disponível para Nintendo Switch e PC via STEAM.
Desenvolvido em colaboração com a Marvelous Inc., Brownies e Bandai Namco Entertainment, Doraemon Story of Seasons conta com a presença do popular personagem de anime Doraemon, um gato robótico do século 22 que deve ajudar o jovem protagonista do game, Nobita Nobi (ou “Noby”), a trabalhar e cuidar da manutenção de uma próspera fazenda. Jogadores poderão curtir as atividades tradicionais de Story of Seasons, como: cultivar, construir suas fazendas, explorar, caçar insetos e muito mais.
Noby e outros rostos familiares da franquia Doraemon marcarão presença nesta emocionante jornada – que inclusive se passa em uma cidadezinha local já conhecida por fãs. Jogadores poderão desenvolver esta cidade — assim como suas próprias fazendas — enquanto interagem e formam laços com outros moradores locais. As engenhocas secretas de Doraemon também serão destaque ao longo de Doraemon Story of Seasons.