Início Site Página 1588

Frozen II ganha pôster e novo trailer!

A Disney Brasil mostrou o primeiro pôster nacional do filme Frozen II como também revelou mais detalhes da história em seu segundo trailer.

Continuação mais esperada de todos os tempos, Frozen é um filme recente da Disney que já ocupou a lista de favoritos do lado de outros clássicos da Disney.

Trazendo tensão e seriedade, a nova história promete aventura em lugares bem distantes daqueles que conhecemos no primeiro filme.

Frozen 2 será lançado em janeiro de 2020.

FROZEN 2

WALT DISNEY ANIMATION STUDIOS

Data de Lançamento no Brasil: 2 de Janeiro de 2020

Dirigido por: Chris Buck, Jennifer Lee

Produzido por: Peter Del Vecho

Saga clássica X-Men: Fênix Negra ganha versão em capa dura!

X-Men: Fênix Negra  estreou nos cinemas em junho trazendo uma despedida o universo criado lá em 2000 pela Fox. Adaptando pela segunda vez uma das sagas mais famosas dos personagens, a Editora Panini está trazendo esse material clássicos no Brasil em um formado mais que merecido… Em capa dura.

Na saga, temos a personagem Jean Grey que obtém poderes quase absolutos, ao ser escolhida pela entidade cósmica conhecida como Fênix para ser sua hospedeira.

Com roteiro de Chris Claremont e desenhos de John Byrne, a publicação com 284 páginas desperta muito entusiasmo e energia para salvar o universo. Todo o poder adquirido pela Fênix tem seu preço, e a X-Man acaba se tornando alvo dos shiars – raça alienígena que deseja destruí-la – e tem seus pensamentos manipulados pelo Mestre Mental, que pretende usá-la para atingir seus próprios objetivos malignos. Com sua mente corrompida, Jean se transforma na Fênix Negra e ameaça consumir o Universo. Agora, os X-Men têm de fazer uma escolha impossível: para salvar toda a existência, eles terão de sacrificar sua amada colega!

X-Men: A Saga da Fênix Negra

Formato: 18,5 x 27,5 cm
Tipo de capa: capa dura
Tipo de lombada: 
quadrada
Tipo de papel: couché
Estrutura: 
280 + 4
Preço: R$ 94,00

Panini lança Batman: O Messias, Superman: Realidades Paralelas e Shade, A Garota Mutável !

Batman: O Messias, Superman: Realidades Paralelas e Shade, A Garota Mutável chegam em capa dura e com páginas extras

No início de junho, a Panini traz três lançamentos para os fãs da DC: Batman: O Messias, Superman: Realidades Paralelas e Shade, A Garota Mutável vol. 1. As HQs chegam às bancas e livrarias em edições especiais, com formato de capa dura e, como é o caso de O Messias, com páginas extras – que incluem artes do livro original, um texto de introdução do criador Jim Starlin e a biografia dos autores.

Na saga controversa Batman: O Messias, o Cavaleiro das Trevas de Gotham City confronta-se com o carismático líder religioso Blackfire, uma figura com um misterioso passado. Com suas raízes profundamente entranhadas na cidade, o diácono está prestes a criar um exército formado por indigentes e párias.

Preso nos esgotos da cidade pelo vilão, longe de seu mundo habitual, o Homem-Morcego se vê repleto de demônios e à beira da loucura, e procura uma forma de recuperar seus dias de herói intocável. Esse é o clima que prevalece nessa edição com 204 páginas, com artes de um dos mestres do terror, Bernie Wrightson.

Seguindo a ideia de realidades paralelas, a criação de Dave Gibbons, Steve Vance e do artista José Luis García-López, Superman: Realidades Paralelas traz situações hipotéticas que poderiam ser vividas pelo ícone da DC.

O que aconteceria se Superman chegasse à Terra em plena Idade Média e fosse adotado por um casal de humildes camponeses e, com o passar do tempo, despertasse a ira de um terrível nobre chamado Luthor? E se um alienígena vindo do distante planeta Krypton aproveitasse seus fabulosos dons para se tornar rico e famoso? As respostas a essas perguntas estão nas 188 páginas da obra, que chega ao público no dia 29 de maio.

Já no dia 3 de junho, mais um lançamento chega aos fãs. Shade, A Garota Mutável vol. 1, uma das novas séries da DC Comics sob o selo Young Animal, mistura os mundos humano e alienígena em 180 páginas. A HQ traz a história de Loma, uma jovem habitante do planeta Meta mortalmente entediada. Sua solução é largar a escola, dar um pé no namorado e deixar seu planeta natal para trás, com a ajuda do Traje Loucura, do poeta renegado Rac Shade, que é tanto um casaco quanto um portal multidimensional.

Após roubar o traje e projetar-se no espaço, Loma acaba no corpo de Megan Boyer – uma garota terráquea que aparentemente tem tudo: juventude, beleza e um cérebro convenientemente danificado –, no entanto se encontra em um dilema, com duas vidas para administrar.

As emoções e as aventuras desses três títulos poderão ser adquiridas em www.lojapanini.com.br , livrarias ou nas principais bancas de jornal de todo o país.

Batman: O Messias

Formato: 17 x 26 cm

Capa dura

Miolo: couché 90

Páginas: 200 + 4 capas

Preço: R$ 71,00

Superman: Realidades Paralelas

Formato: 18,5 x 27,5 cm

Capa dura

Miolo: couché 90

Páginas: 184 + 4 capas

Preço: R$ 55,00

Shade, A Garota Mutável vol. 1

Formato: 17 x 26 cm

Capa dura

Miolo: couché 90

Páginas: 176 + 4 capas

Preço: R$ 62,00

Razer entra no mercado de bebidas para gamers!

Conhecida por produtos de alta qualidade quando o assunto é games, agora a empresa está entrando no mercado de bebidas. Trazendo a bebida chamada “Respawn”, ela promete melhorar a performance mental dos gamers.

Nascida numa brincadeira de 1º de abril e virou realidade a fim de ajudar os jogadores a manterem o foco e a concentração, especialmente em longas sessões de jogos.

A Respawn é adquirida como um composto em pó que deve ser misturado com água, levou anos para ser desenvolvida e, durante todo o processo, contou com o feedback de atletas profissionais de eSports e de influenciadores gamers, que testaram opinaram sobre o gosto e a eficiência do produto. A bebida já está disponível nos Estados Unidos em quatro sabores: romã com melancia, framboesa azul, abacaxi e maçã verde. Não há previsão para chegar ao Brasil.

Uma bebida que nasceu de sua comunidade

O mais engraçado disso tudo é que a bebida de uma pequena equipe que foi responsável pelo Project Venom, uma brincadeira de 1º de abril que viralizou em 2010 e apresentando uma bebida que melhorava as habilidades dos seres humanos. O feedback foi muito positivo, o projeto ganhou força e o desenvolvimento começou.

Mas qual diferencial do Respawn?

Ela melhora o foco e a atenção, mas sem as desvantagens das altas taxas de açúcar e taurina, ingredientes comuns nas bebidas energéticas. Em vez disso, o produto conta com extrato de chá verde, vitaminas B (como a colina) e 95mg de cafeína. A bebida é zero açúcar e possui apenas 20 calorias por pacote.

No final de 2017, os testes com a comunidade começaram e agora Respawn se tornou um produto independente da Razer, com uma corporação própria e uma equipe focada em trazer performance mental para os jogadores.

Para mais informações, acesse: RESPAWNbyRazer.com.

JWave #432 | Batman vs Tartarugas Ninja

[powerpress]

Neste podcast: JWave dessa semana é sobre a animação Batman VS Tartaruga Ninja lançada esse ano direto para home vídeo. Produção da Warner com a Nick trazendo o primeiro encontro entre o Batman e as Tartarugas Ninjas.

Ps: Esse podcast teve alguns problemas de edição e esperamos que compreendam isso.

Participantes

Juba@juba_kun

Marvin @marvin20XX

Sergio Sampaio @seixao

Redes Sociais

Fanpage do JWave
Grupo do JWavecast
Twitter
Instagram

E-mails

Mande e-mails com dicas, sugestões, críticas para: s
jwavecast@jwave.com.br

Edição do podcast realizado por Giuliano Peccilli

JWave #431 | Túmulo dos Vagalumes – Live Action 2005/2008

[powerpress]

Neste podcast: JWave dessa semana vai para o Japão e fala da história Túmulo dos Vagalumes que virou animê pelo Ghibli, como também filme para televisão em 2005 e filme para os cinemas em 2008. Juba e Sasuke explicam sobre a Segunda Guerra Mundial e a diferença entre os dois filmes.

Participantes

Juba@juba_kun

Sasuke RK @sasukerk

Redes Sociais

Fanpage do JWave
Grupo do JWavecast
Twitter
Instagram

E-mails

Mande e-mails com dicas, sugestões, críticas para: s
jwavecast@jwave.com.brHTML personalizado

Edição do podcast realizado por Giuliano Peccilli

Samurai Shodown está de volta aos consoles! E com legendas em português!

Quando se fala em jogos de luta, normalmente se pensa em Capcom, SNK e Bandai Namco. Agora se falamos de jogos de luta que ficaram imortalizados, provavelmente SNK com The King of Fighters, Fatal Fury, Art of Fighting e Samurai Shodown. Agora temos motivos de comemorar, porque a SNK está trazendo Samurai Shodown de volta. 

Desenvolvido em Unreal Engine 4, o novo Samurai Shodown é uma continuação a série que teve início em 1993. Agora em 3D, o jogo mantém seu estilo clássico, porém com gráficos atualizados.

Chegando no Brasil em mídias físicas e com legendas em português para o PlayStation 4 e Xbox One no dia 28 de junho. 

Mecânica

Temos o Medidor de Fúria, a Explosão de Fúria, o Duelo de Espadas entre outros elementos clássicos do jogo Samurai Shodown. Só que não acaba por aqui, já que introduz novas técnicas como um poderoso ataque de uso único para cada personagem chamado de Super Special Move. 

Personagens

Temos o retorno de 13 icônicos personagens, incluindo Haohmaru, Nakoruru, Earthquake e Galford, que receberão a companhia de três personagens totalmente inéditos na franquia: Yashamaru Kurama, Darli Dagger e Wu-Ruixiang.

Seguindo a tendência atual, os outros personagens extras estarão disponíveis em conteúdos de DLC após o lançamento. 



Dos mesmos criadores do jogo The King of Fighters XIV

Em time que está ganhando não se mexe, assim o novo jogo foi feito pelos mesmos que fizeram The King of Fighters XIV. 

O novo jogo temos os modos: História, Treino, Batalhas Online e diversos outros modos de luta offline. Além disso, temos a chegada do modo “Dojo”, que usa um avançado sistema de aprendizado interno para criar um avatar comandado pelo computador que aprende a partir das ações dos jogadores durante os modos offline e cria um Fantasma de Inteligência Artificial.

Você poderá upar seus Fantasmas para os placares de líderes na nuvem e também baixar os Fantasmas e informações de outros jogadores no mundo todo. Você pode encarar os Fantasmas em batalhas de 1 contra 1 ou até desafiar a si mesmo com o Desafio Ironman e tentar superar até 100 Fantasmas de uma vez.

Samurai Shodown – Ficha técnica

Gênero: Luta 

Plataformas: Versões físicas para Playstation 4 e Xbox One 

Data: 28 de junho de 2019

Desenvolvedora: SNK

Publicadora: Athlon Games

Distribuição no Brasil: Solutions 2 GO

Localização: Legendas em português do Brasil

Preço sugerido: R$249,90 

Lançamento: 28 de junho

Plataformas: Xbox One e Playstation 4

Classificação Indicativa: Recomendado para maiores de 14 anos

Crítica | Godzilla 2: O Rei dos Monstros

Em 2014, Warner Bros Pictures e a Legendary Entertainment apresentaram uma nova versão do Godzilla “americano” aos cinemas. Depois de uma tentativa frustrada Sony Pictures, a Legendary apresentou pontapé inicial de um universo compartilhado de monstros que se moldou nos filmes seguintes da produtora. Agora chegou a vez de Godzilla assumir o trono de rei dos monstros e assim a franquia dá o próximo passo depois de 5 longos anos.

Terceiro filme do chamado Monsterverse, Godzilla 2: O Rei dos Monstros vem para conectar Godzilla com Kong: A Ilha da Caveira e apresentar um universo muito maior de monstros do que você nunca sonhou que existiam.

Para essa continuação, o diretor Michael Dougherty acabou conduzindo sendo responsável. Roteirista de X-Men 2 (2003), Superman: O Retorno (2006) e ajudando em X-Men: Apocalipse (2016), o diretor também é o roteirista de Godzilla VS Kong de 2020, tornando Godzilla 2: O Rei dos Monstros algo como Senhor dos anéis: As Duas Torres. Sim, temos um filme completo, mas que ao mesmo tempo dá um gostinho do que irá acontecer em 2020.

Mas antes de antecipar as coisas, Godzilla 2: O Rei dos Monstros retoma o final de 2014, apresentando novos personagens e continuando a história daqui.

História

A agência Monarca está sendo investigada por ter omitido informações sobre monstros que ela têm investigado. Existem diversos pontos do planeta com aparição de supostos monstros e um total de 17 monstros confirmados, aqui nomeados como Titãs.

Descobrimos também que o casal Mark (Kyle Chandler) e Dra. Emma Russel (Vera Farmiga) tinham desenvolvido um equipamento que “conversava” com as baleias e que poderia ser usado para esses monstros gigantes também. Perdendo o filho mais novo num dos ataques do Godzilla em 2014, o casal se separou e Emma continuou desenvolvimento do equipamento e levando consigo sua filha Madison (Millie Bobby Brown) para China.

É aqui que vemos o nascimento de Mothra, um dos Titãs mais conhecidos do Japão (depois do Godzilla). Primeiramente em seu estado como Larva e o equipamento conseguindo “conversar” com ela. Só que uma organização ecoterrorista acaba invadindo o local, sequestrando Emma e Madison.

No decorrer da trama, Emma acaba ficando do lado dos ecoterroristas, concordando que os Titãs despertaram porque os humanos são o principal mal do planeta Terra. Isso acaba desencadeando o ressurgindo do Godzilla, além do despertar de Ghidorah.

Crítica

Godzilla 2: O Rei dos Monstros vem na tentativa de costurar um universo, como também dar mais voz aos monstros do filme. Reduzindo tramas humanas, o filme tem inúmeras batalhas entre os monstros, em especial Ghidorah na sua posição de Rei dos monstros, tendo Godzilla e Mothra como desafiantes nessa posição de rei.

Devo confessar que por mais que a trama humana tenha se reduzido, o filme acabou se tornando um compilado de luta de monstros. Esse era o objetivo? Então o filme cumpriu o papel dele de tirar os Titãs de um segundo plano, tornando os protagonistas do filme.

Agora, como já dito antes, o Godzilla 2: O Rei dos Monstros tem o problema de parecer um filme do meio da saga. Ele cita tantas vezes Kong e a Ilha da Caveira, que acaba ficando demasiadamente chato a insistência do filme em querer conectar esse universo. Entendemos que Kong é um Titã, como também entendemos que a teoria do planeta Terra ser oco e os monstros viajarem para qualquer canto do planeta por esses tuneis era algo teórico em Kong e confirmado aqui. 

Só que o filme não acaba por ai e a Dra. Chen interpretada pela atriz Zhang Ziyi também fala que é a terceira geração que trabalha na Monarca, mostrando que na realidade são irmãs gêmeas e que ela é especializada em mitologia. Por mais que seja uma modernização das sacerdotisas de Mothra, acaba também utilizado para conectar com personagens de Kong: Ilha da Caveira.

O filme tem diversos pontos positivos na construção desse universo, como a região aonde Godzilla carrega suas energias. Sendo uma civilização perdida, o filme explica que humanos já viveram junto dos Titãs. Ali ainda serviu de despedida do Dr. Ishiro Serizawa (Ken Watanabe) que entende que precisa ajudar Godzilla a se tornar mais forte com uma míssil atômico para enfrentar por uma vez por todas o Ghidorah.

Vale salientar que mesmo reforçando que o filme tenha 17 Titãs, o mesmo não mostra e acaba ficando a curiosidade sobre qual Titã se esconde próximo do Rio de Janeiro. Sim, a cidade maravilhosa aparece diversas vezes no mapa batendo a curiosidade em que se esconde por essas bandas.

Mothra demora para se tornar a borboleta gigante que a conhecemos dos filmes japoneses e assumo ter ficado surpreso que antes dela aparecer propriamente dito, o filme optou por esconder como luz em cena. Nas duas primeiras aparições dela, me questionei porque Mothra havia aparecido como uma entidade de luz, porém quando ela se revela, entendi que era intencional desde o começo em realçar a sua aparição durante o embate que ela colabora com Godzilla contra Ghidorah e Rodan.

Analisando a trilha sonora, Godzilla 2: O Rei dos Monstros vai fundo nas músicas dos filmes do Godzilla japonês.  Reimaginadas pelo Bear McCreary, Godzilla 2: O Rei dos Monstros  acaba ganhando ares épicos, sendo algo que fez diferença nas batalhas e na trama de embate dos monstros.

Uma coisa que devo ressaltar que adorei Ghidorah ser visto como alienígena. Sendo um Titã Alpha, ele poderia controlar os monstros (com exceção do Mothra e do Godzilla). Fica implícito que cada planeta tem seu Titã Alpha e que este papel seria do Godzilla, o que resultaria num embate dos dois para se tornar o “Rei dos Monstros”.

Um dos melhores momentos do filme é quando Godzilla arranca as cabeças do Ghidorah e acaba soltando raio na cabeça que estava em sua própria boca. A cena é seguida de todos os monstros ali presentes se ajoelhando e reconhecendo Godzilla como novo rei.

Godzilla 2: O Rei dos Monstros no fim das contas cumpre o que promete e dá gás para imaginário do público ao imaginar que o próximo filme teremos “King Godzilla” contra “King Kong” na posição de Titã Alpha do planeta. Não é o melhor filme do ano e nem tenta ser, mas paga o ingresso do cinema oferecendo diversão.

Devo confessar que mesmo gostando de rever Kyle Chandler (do antigo seriado Edição de Amanhã – Early Edition), como também ter curtido a Vera Farmiga e mesmo Millie Bobby Brown (do Stranger Things), acabei não tendo nenhuma empatia por eles. Acabou sendo só personagens humanos de mais um filme do Godzilla. E não é essa a função deles, mesmo?

O filme planta algumas coisas para serem trabalhadas nos próximos filmes. A organização ecoterrorista consegue uma cabeça do Ghidorah no mercado negro, como também é mostrado que Kong e Godzilla já se enfrentaram antes pela posição de Titã Alpha. Outra coisa que foi mostrada é que mesmo com Mothra morrendo em cena, temos um ovo que pode gerar uma nova Mothra nos próximos filmes.

Que venha Godzilla VS Kong e que vença o melhor monstro!

Crítica | X-Men: Fênix Negra

Alerta: Crítica com Spoilers

Quantas vezes um roteirista tem a chance de recontar sua história no cinema? Sendo franco, as chances são quase zero de você recontar uma história, porém o roteirista Simon Kinberg teve a chance adaptar duas vezes a saga da Fênix.  Uma em 2006 com X-Men:  O Confronto Final em 2006 e outra agora em 2019 com X-Men: Fênix Negra. dddddd

É verdade que 13 anos separa um filme do outro sendo que tivemos quase que um semi reboot com X-Men: Primeira Classe em 2011. Naquela época já se falava em adeus da franquia, mas esse adeus veio somente agora. X-Men em 2000 revolucionou os filmes do gênero e agora 19 anos depois, ao que tudo indica, estaria se encerrando para ganhar um reboot.

X-Men e o legado dos heróis da era 2000

Se existiu Homem de Ferro, três encarnações do Homem Aranha e mesmo uma revitalização dos heróis da concorrência, temos que dar a mão a palmatória e falar que o mérito disso tudo veio de Bryan Singer e seus X-Men em 2000. Tendo roteiro de David Hayter com Joss Whedon (sim aquele que também ajudou a revolucionou o gênero em 2012 com Vingadores), X-Men cruzou obstáculo de tornar possíveis os mutantes no mundo real.

Se X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido serviu pra o elenco original se despedir da franquia, também foi uma forma de dar o próximo passo e deixar para um futuro filme apresentar a equipe que talvez quisemos. Assim em 2016, X-Men: Apocalipse apresentou uma formação próxima do que sempre víamos nos desenhos e nos quadrinhos, tornando os mutantes mais próximos daquilo que víamos no filme de 2000.

Rasgando qualquer cronologia que amarrasse com os filmes originais, X-Men podia andar com suas próprias pernas e assim poderia revisitar histórias que já foram contadas antes.  Chegamos à oportunidade de ver uma nova versão da Fênix Negra. Será que conseguiram acertar dessa vez?

História

A história começa em 1975, quando Jean Grey era uma garota de uns 8 anos de idade e que despertando seus poderes acaba matando seus pais num acidente de carro. Levada para Mansão do Xavier, Jean Grey tem a chance de controlar seus poderes e superar o trauma de ter ficado órfã.

Passado o flashback, agora estamos em 1992 e os X-Men não são mais temidos pela sociedade e o Xavier tem até um telefone direto com presidente americano. Assim, quando astronautas têm problemas no espaço, acaba X-Men sendo a última esperança da Terra.

Usando sua nave, X-Men usam os poderes combinados da Tempestade, Jean Grey e Noturno conseguindo resgatar todos os astronautas. Só que Jean Grey para conseguir manter controle da nave acaba tendo contato com uma entidade cósmica e ficando inconsciente.

Na Terra, Xavier manda fazer exames e acaba se concluindo que a Jean Grey está mais poderosa que antes, mas não existiam provas o quão mal foi essa contaminação no espaço. Ela estava bem e era isso o que importava para Xavier.

Paralelo a isso, uma nave alienígena que assistiu tudo no espaço, acaba descendo na Terra e se camuflando entre os humanos, adquirindo aparência humana e aprendendo idioma terráqueo.

Enquanto isso, Xavier descobre que não consegue mais entrar na mente da Jean Grey e que todos os muros que ele fez em traumas de infância estão sendo rompidos. Quem é essa entidade que está no corpo da Jean e desfazendo tudo que Xavier fez pra proteger ela?

Produção

X-Men: Fênix Negra era pra ter sido lançado em março de 2018, porém o filme teve que sofrer refilmagens e a demora de reunir todo o elenco fez com que o filme só tivesse refilmagens em agosto do mesmo ano.

Além disso, comenta-se que todo o terceiro ato do filme foi refilmado devido a semelhanças com o filme Capitã Marvel que acabou sendo lançado em fevereiro de 2019.

Crítica

Definitivamente Fênix Negra não foi pensado como filme de despedida dos X-Men. Se existe qualquer intenção de querer comparar com Vingadores: Ultimato, talvez seja algo mais do fã do que do filme propriamente dito.

A grande sensação que o filme transmite é que foi mais uma história dos mutantes e que talvez tivesse outras histórias por aí caso a Disney não tivesse comprado a Fox.

X-Men: Fênix Negra te dá uma chama de esperança em seus minutos iniciais em mostrar um X-Men em que tudo funciona maravilhosamente bem. Aquela energia positiva, vibrante e ver o público vibrando pela equipe, acaba cativando o público, mas também ao mesmo tempo começa a se desfazer quanto mais o roteiro se apresenta.

E temos os primeiros tropeços de roteiro, começando pelo spoiler dado pelo próprio diretor da morte da Mística (Jennifer Lawrence). Empoderada e líder dos X-Men, Mística /Raven quer largar a equipe e pede pro Fera/Hank fazer o mesmo. Sendo os membros remanescentes do Primeira Classe, Mística não vê mais as atitudes do Xavier com bons olhos e quando tenda convencer a Jean Grey acaba sendo acertada e morrendo em cena.

Devo confessar que achei uma das mortes mais sem graça e sem expressão de toda a saga. A saída da Mística poderia ter sido feita de outras maneiras, porque no fim das contas acabou não tendo peso algum no roteiro. Tirando Hank que estava realmente sofrendo com a perda dela, os demais personagens não ficaram abalados com a perda.

O filme teve como destaque a Jean Grey e isso fez com que Sophie Turner tivesse que brilhar nessa transição de personalidade. Ela fez muito bem a personagem e assumo que por mais raso que tenha sido qualquer discussão sobre o passado da personagem, a atriz é um dos pontos positivos do filme.

X-Men: Fênix Negra acaba também se focando na derrocada do Charles Xavier como líder da equipe. Se questionando se os bloqueios que colocou na Jean Grey era algo certo a se fazer e as brigas com a Raven, resultam num personagem que está longe de ser um exemplo a ser seguido.

Agora se o filme tem uma história boa a ser contada, o grande problema do roteiro é não ter conseguido transparecer isso em tempo de cena. Tornando grande parte do elenco em figurantes de luxo, começando pelo próprio Ciclope/ Scott Summers interpretrado pelo Tye Sheridan. Sem um Wolverine para assombrar, Ciclope até que funciona como casal com a Jean Grey, mas está longe de ser o líder que conhecemos nos quadrinhos. Faltou dar chance no roteiro para Tye Sheridan conseguir mostrar um personagem tão forte quanto a Jean Grey feita pelo Sophie Turner.

E falando em figurantes de luxo, temos Magneto interpretado pelo Michael Fassbender que agora cuida de uma ilha pra mutantes cedida pelo governo americano. Descobrindo a morte da Mística, ele acaba querendo vingança em querer matar Jean Grey. Por mais que Michael Fassbender seja um incrível ator e já mostrou isso em Primeira Classe, aqui acaba se reduzindo a cenas sem qualquer brilho, servindo apenas para estar presente na última história da franquia.

Mas sinceramente o que mais incomoda do filme é a questão dos alienígenas que deveriam ser Império de Shiar ou sei lá o que queriam passar com eles. Praticamente sem nomes, trazendo apenas uma forma de como se camuflaram rapidamente e chegando atrás da Jean Grey, os personagens são tão apagados que não dá pra sentir nada nas cenas de luta.

Num determinado momento do filme se discute que a revelia da Jean Grey fez com que o governo americano (e de outros países) decidisse criar formas de controlar mutantes perigosos. Porém, não se sabe se isso foi planejado por humanos mesmo ou fazia parte do plano dos alienígenas para capturar a Jean Grey.

O ápice do filme é quando o governo captura todos os mutantes e colocam num trem em direção a um campo onde os mutantes perigosos estão sendo presos. É uma boa sequencia de lutas desde a captura e até mesmo no trem, mas a ausência de carisma da vilã em querer sugar a fênix da Jean acaba prejudicando sentir qualquer empatia por ela.

Discute-se que a fênix é algo que pode criar e destruir, sendo uma entidade que destruiu um planeta antes de ficar na órbita da Terra e parar no corpo da Jean Grey. E que essa entidade poderia reconstruir esse planeta e até mesmo usar a Terra como base dessa raça alienígena, mas só isso mesmo.

Sendo roteirista e diretor desse filme, Simon Kinberg encerrou a franquia com mais uma aventura e não com uma última história. Definitivamente, prefiro esse filme do que X-Men: O Confronto Final de 2006, porém isso não torna esse filme um marco da saga.

Gosto muito do elenco encabeçado por James McAvoy e Michael Fassbender, sendo definitivamente versões “definitivas” dos personagens nos cinemas. É definitivamente uma pena se despedir dessa versão, quando se tem Evan Peters roubando a cena com seu Mercúrio, ou mesmo Alexandra Shipp apresentando uma Tempestade bem consistente.  Mesmo o ator Kodi Smit-McPhee como Noturno funciona muito bem em dupla com a Tempestade sendo um dos pontos altos do filme.

Gostaria de ver mais filmes com esse elenco e sem precisar desses saltos do tempo desnecessários de um filme por década como fizeram desde Primeira Classe. Então se despedir de um elenco tão bacana, mas que ao mesmo tempo não está em seu melhor momento por causa de um roteiro ou de uma direção problemática é algo que gera angustia por querer e torcer que as coisas deem certo, mas não funcionar como você gostaria.

X-Men: Fênix Negra é um filme que você pode se divertir com ele no cinema, mas definitivamente não é a despedida que a franquia merece e muito menos é o fim de uma história. Se esse for realmente o último filme da franquia, a sensação é que a saga dos mutantes foi interrompida sem a chance de se despedir da forma que mereciam. Independente disso, a Disney está ai e agora é esperar o que vem com essa nova administração da franquia nos cinemas.

Agradecimentos a Fox pelo convite de assistir o filme.

JWave #430 | Podres de Rico


[powerpress]

Neste podcast: JWave dessa semana é sobre o sucesso asiático Podres de Rico. Produção com elenco asiático baseado no primeiro livro da trilogia Crazy Rich Asians, o filme foi lançado no Brasil como Podres de Rico, enquanto o livro veio com a tradução de Asiáticos Podres de Rico. Juba e Sasuke falam do filme e dos livros.

Participantes

Juba@juba_kun

Sasuke RK @sasukerk

Redes Sociais

Fanpage do JWave
Grupo do JWavecast
Twitter
Instagram

E-mails

Mande e-mails com dicas, sugestões, críticas para: s
jwavecast@jwave.com.brHTML personalizado

Edição do podcast realizado por Giuliano Peccilli

Anime Friends 2019 está chegando em São Paulo!

A mais nova edição do Anime Friends está mobilizando a equipe da Maru Division no Brasil e uma constelação de estrelas no Oriente. Atores e cantores já estão com o passaporte na mão para embarcar na 16ª edição do evento. É atração de primeira linha que você quer, @? Então, vamos conversar sobre os nomes confirmados para a Terra da Garoa até agora…

Os atores japoneses Takumi Tsutsui e Takumi Hashimoto, respectivamente Jiraya e Manabu da série Ninja Jiraya também estarão juntos na edição 2019 do Anime Friends em São Paulo.

A cantora japonesa Yumi Matsuzawa também já está com as malas prontas para mais uma turnê no Brasil. A cantora está na trilha das séries Cavaleiros do Zodíaco, Nadesico, Gate Keepers e Salaryman Kintaro.

Outra musa dos temas de animê é a Mika Kobayashi. Ela deu voz e identidade para as músicas das séries Attack on titan, Seraph of the End, Kill la Kill e Blue Exorcist.

O Ultraman Heroes está de volta ao Anime Friends. E não é só isso: trata-se de uma apresentação inédita, intitulada “A Vingança de Belial” com a presença de cinco Heróis Guerreiros: Ultraman, Ultraman Seven, Ultraman Mebius, Ultraman Geed e Ultraman Zero.

Fãs de dorama? Esse ano teremos a atriz e modelo Ayaka Komatsu no Anime Friends. Ela ganhou o mundo ao interpretar Minako Aino, a Sailor Venus no live-action Pretty Guardian Sailor Moon. Depois disso, participou de filmes como Buzzer beat, Bambino! e Last Cinderella. Neste ano, estreou no Japão o dorama Hakui no senshi.

E JPOP? Tem também e as meninas do Faky vão subir ao palco do Anime Friends 2019. Outra atração internacional é a banda Snowkel, responsável pelo tema do Anime Friends e por uma das aberturas da série Naruto.

Teremos ainda a dupla mais amada do Kawaii Metal (mistura de metal, pop e danças coreografadas), o fenômeno Deadlift Lolita, com o incrível Ladybeard e a enérgica Reika Saiki. 

A rapper coreana Nada, que despontou no grupo Wa$$up, já está com o seu número pronto para o público de São Paulo. E quer mais Nada? Vai ter sessão de fotos da estrela com os fãs.

E quando o tema é dublagem, o Anime Friends em São Paulo terá a presença de Alfredo Rollo, que dá vida a Poseidon de Os Cavaleiros do Zodíaco e ao príncipe dos Saiyajins, entre outros personagens. E ainda tem mais, outros grandes nomes da dublagem serão anunciados em breve.

E sabe quem também vai colocar o talento tupiniquim a serviço da cultura pop oriental? A Banda Marcial de Cubatão. Serão interpretados temas icônicos de Stars Wars, Jaspion, Power Ranger, Cavaleiros do Zodíaco e Dragon Ball. Definitivamente, não dá para ficar de fora.

O Anime Friends acontece de 12 a 14 de julho no Anhembi, em Santana. São esperados mais de 50 mil visitantes nos três dias de evento e chegar é muito fácil. A estação de metrô Portuguesa-Tietê fica a 1,5 km do espaço, é bem perto para quem optar por transporte por aplicativo. Com transporte público, as linhas que servem o Anhembi saem da estação Carandiru. Elas são 9717-10 (Jardim Almanara) e 9701/10 (Hospital Cachoeirinha), e deixam o visitante na porta do evento.

Anime Friends 2019 – São Paulo

Quando: 12 a 14 de julho. Todos os dias das 10h às 22h. 

Onde: Espaço Anhembi – Pavilhão Norte/Sul. Avenida Olavo Fontoura, 1209 – Santana. 

Quanto: a partir de R$ 40,00 (meia-entrada) 

Mais informações: https://animefriends.com.br/sao-paulo/ 

Kaiba, Biscuit e All Might chegam ao Jump Force!

Jogando Jump Force? Os personagens Seto Kaiba (Yu-Gi-Oh!), Biscuit Kreuger (Hunter X Hunter) e All Might (My Hero Academia) já estão disponíveis como personagens de DLC. E você poderá jogar tanto no PlayStation 4, como no Xbox One e PC (via STEAM).

Lembrando que cada personagem pode ser adquirido individualmente por $3.99 (dólares), ou como parte do pacote com nove DLCs de personagens. Os itens adicionais de customização inclusos no Passe de Personagens do jogo, comercializado pelo valor de $29.99 (dólares).

O jogo comemora o 50º aniversário da revista japonesa Weekly Shonen Jump com a reunião das franquias mais populares desta publicação. De Dragon Ball Z, Cavaleiros do Zodíaco, One Piece, Naruto e muito mais estão nesse jogo pra lá de especial.

Lembrando que o jogo tem legendas em PT-BR e pode ser adquirido p, JUMP FORCE já pode ser encontrado para PlayStation 4, como no Xbox One e PC (via STEAM).