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Curso Japonês Expresso: Aprenda básico de japonês em 6 semanas!

Atualmente as passagens para o Japão estão com preço baixo e bate aquela vontade de conhecer o país. Ou cansado de ler mangás em inglês ou português e quer saber o que realmente é falado no texto original?

Foi pensando nisso que o JWave fez uma parceria com Curso Japonês Expresso do Luiz Rafael. Acreditamos que existe um grande público interessado pela cultura japonesa e até conhecer o Japão, mas não sabe por onde começar. Assim, conversando com Luiz Rafael e sabendo do curso sobre noções básicas em japonês, optamos divulgar e vender o curso produzido por ele.

Mas qual o foco desse curso? Você aprenderá frases afirmativas e negativas, contagens em japonês, como comprar em japonês, além de aulas sobre direção e como pegar trem por lá.

O Luiz Rafael é amigo do Giuliano Peccilli, do JWave, há mais de 20 anos e por isso confiamos que ele possa trazer uma bagagem para marinheiros de primeira viagem em japonês.



Falta de escolas na sua região?

Unindo com nosso banco de dados, descobrimos em podcasts recentes que muitos dos nossos ouvintes tem interesse pelo idioma, mas não tem escolas próximas de sua casa.

Comece 2017 com pé direito!

Se inscreva no curso do Luiz Rafael e estude por 6 semanas as primeiras noções de japonês e ele te deixará pronto para viajar pro Japão.

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JWave #332 | Avatar: Livro da Água

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O JWave entra no mês de aniversário e pra abrir as comemorações, o JWavecast estreia a nova série sobre as temporadas de Avatar.

Avatar está há mais de 10 anos no mercado e mudou a forma de analisarmos animês produzidos fora do Japão.

Vamos viajar a um mundo aonde tudo mudou quando a nação do fogo atacou! Podcast com NerdMaster, Fatfrog, Calliban e o Juba.

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K-Culture 2016: Semana de palestras em Centro Cultural Coreano

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O Centro Cultural Coreano que se localiza no Bom Retiro fará uma semana cultural de 10 palestras sobre a cultura pop coreana em geral. Passando pela onda coreana, novelas e principalmente a cultura coreana que anda em evidência no Brasil.

Vale lembrar que as palestras são gratuitas, mas precisa se inscrever antes para poder participar.

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A programação começará todos os dias às 18 horas:

o Dia 21.11 – Intercâmbio e seus benefícios: Experiência de um atleta; e A importância das redes na circulação de produtos Culturais
o Dia 22.11 – Desenvolvimento econômico e o fenômeno Hallyu; e Situação atual da área cultural no Brasil, os intercâmbios culturais
o Dia 23.11 – Tendências e perspectivas dos conteúdos culturais coreanos; e TELENOVELA – Uma Jóia da Globalização
o Dia 24.11 – Literatura Coreana Clássica e Suas Características Culturais; e Atividades e intercâmbio cultural realizados no CCSP
o Dia 25.11 – Atualidade e expectativas sobre Hallyu no Brasil; e Artes, novas tecnologias e o papel da Coreia

Centro Cultural Coreano
Alameda Barros, 192, 01232 São Paulo

Evento no Facebook
Site com mais informações
Site para se inscrever nas palestras

Review | Felizes para sempre? A conclusão de Fábulas

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Eles foram perseguidos por um adversário cruel, cercados pela escuridão, envolvidos em uma briga “literalmente” insana e na luta entre duas irmãs que nunca se entenderam como deveriam… E finalmente tudo terminou.

Fábulas, um dos melhores títulos sob o selo da Vertigo e trazida de forma completa ao Brasil pela Panini Comics, chega ao final de forma discreta, porém efetiva. O JWave releu a trama toda e conta o que achou neste JQuadrinho.

O Adversário e as irmãs gêmeas

Fugindo de um terrível destino, deixando suas histórias, terras, fortunas e algumas lembranças dolorosas para trás, personagens que estão na maioria dos contos de fada que ouvimos desde pequenos chegam ao Novo Mundo. Nova Iorque passa a abrigar essa pequena comunidade mágica em um grupo denominado Cidade das Fábulas. Para as fábulas que não podem passar por seres humanos, existe uma área no campo denominada “Fazenda” e lar de estrelas como os Três Porquinhos.

Devidamente anistiados por transgressões passadas e misturados aos mundanos, as fábulas cuidam de suas vidas, ao mesmo tempo em que um dia sonham em voltar às Terras Natais, tomadas pelo Adversário, uma figura misteriosa e cruel.

Embora a Cidade das Fábulas tenha um prefeito no papel, ela é efetivamente governada pela Branca de Neve, ex-esposa do Príncipe Encantado e com um gênio terrível escondido sob um rosto encantador. Ela manda em tudo e todos, inclusive no xerife e ex-Lobo Mau Bigby, devidamente regenerado. Além dos assuntos políticos que sempre tomam seu tempo, Branca tem um desafeto: sua irmã gêmea, Rosa Vermelha, que faz de tudo para tornar sua vida um inferno.

Um dia, após uma revolução na Fazenda que custou a morte de muitas fábulas, Rosa assume o comando do local e parece finalmente tomar jeito, especialmente após o Adversário declarar guerra à Cidade das Fábulas e Branca ficar grávida de um jeito inusitado e de um parceiro um tanto quanto improvável.

A derrota do Adversário e a ascensão do Senhor Escuro

Foi uma luta sangrenta. Vários perderam as vidas para que as fábulas finalmente fossem livres. Quando o inimigo se revela, planos são traçados, batalhas travadas e esperanças se renovam.

Gepeto é a verdadeira face por trás do Império e, por mais que tente destruir completamente o legado das fábulas sobreviventes, não foi páreo para as estratégias inteligentes de Branca e seus companheiros, nem para as armas modernas que eles aprenderam a usar ao longo dos séculos e muito menos para o poder que mora na lenda de um rei há muito esquecido. Eles vencem; mas na imprudência dos vencedores reside a oportunidade para que uma força maligna há muito selada escape uma vez mais, trazendo novamente o caos: Duladan, o Senhor Escuro.

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Rumando para a destruição

Ao dominar completamente seu poder outrora selado, o Senhor Escuro espalha sua maldade, que toma a vida de alguns e cria influência naqueles que uma vez foram tocados pelas trevas. Mais estratégias são traçadas e equipes formadas ao mesmo tempo em que o passado retorna para atormentar aqueles que estão em paz com ele.

Quando um sacrifício é feito e uma profecia recitada, as fábulas mais uma vez vencem a dura batalha, mas precisam lidar com o fato de que Branca é confrontada com algo que já havia esquecido há muito e, finalmente, entendemos de onde vem a antipatia entre as irmãs que se amavam quando crianças. Rosa precisa assumir um papel desagradável e sua irmã é tragada para, finalmente, fazer as pazes com seu passado.

Um final até que feliz

Branca perdeu uma de suas filhas para que esta se tornasse a rainha de uma terra devastada. Para salvá-lá, seu irmão mais velho deu a vida em um ato heroico e triste. Para piorar, aquele passado do qual Branca mal lembrava volta e lhe tira mais um ente querido, o que ela não pode perdoar e faz com que a engrenagem do destino comece a rodar.

Por causa dessa atitude, mais uma vez a magia anseará por reparação e as duas irmãs se levantarão uma contra a outra, mas em uma batalha que pode ser definitiva até para uma fábula.

Mas dessa vez o final feliz impera; graças à dica de um amigo, Rosa finalmente entende que não precisa de nada disso e encerra a contenda de forma inteligente e convincente, mesmo que para isso precise se separar da pessoa que mais ama.

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Os filhotes de Fábulas

Engana-se quem pensa que Fábulas ficou só na série regular. João das Lorotas ganhou sua própria revista, que explorou sua natureza canalha e trouxe à baila um monte de outros personagens não citados em Fábulas em tramas meio irritantes. Ele volta brevemente à série regular no volume 13 e sua participação dá um empurrãozinho para que Rosa Vermelha comece a mostrar novamente quem manda na Fazenda. No Brasil, a série não foi concluída e não há previsão de retomada.

Esclarecendo melhor alguns pontos obscuros da série regular (como a relação entre alguns personagens e os destinos que eles tiveram em determinados pontos da trama), surgiu o spin-off “As Mais Belas Fábulas” (Fairest, no original), que de longe é o melhor de todos os que foram publicados aqui (destaque para a aventura de Rapunzel com as fábulas japonesas), faltando um volume para sua conclusão.

A Panini também trouxe dois especiais com a Cinderela, que exploram sua atividade paralela de agente secreta e um com Bigby, que lida com a consequência de ter revelado sua natureza de fábula a pessoas selecionadas enquanto sabotava os planos nazistas. Também houve uma participação de alguns personagens em outro título da Vertigo publicado no Brasil, “O Inescrito”, no volume 10 – Fábulas Inescritas. Na minha opinião, esse volume foi um desserviço ao legado das Fábulas, ainda que se considere a natureza da trama de Tommy Taylor.

Por último, mas não menos importante, 1001 Noites de Neve pode ser considerado um piloto para a série. Branca de Neve está tentando fechar um acordo com as fábulas árabes e, enquanto luta pela sua vida, conta histórias da comunidade a um sultão carente de compaixão.

Além dos três últimos volumes de João das Fábulas e do derradeiro volume de Fairest, permanecem inéditos no Brasil “The Wolf Among Us” (O Lobo Entre Nós, 2 volumes) e “Fairest in All the Land” (As Mais Belas de Toda a Terra), uma coletânea de histórias curtas.

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Opinião

Depois de Sandman, Fábulas foi o título da Vertigo que mais me prendeu a atenção. Ver personagens tão familiares tomando rumos totalmente distintos dos que estamos acostumados me despertou os melhores sentimentos.

Os personagens são todos carismáticos e percebe-se um trabalho minucioso dos autores ao pesquisar desde a “super star” Branca de Neve” até o obscuro mas encantador Garoto Azul. Com exceção do arco dos literais (que, cá entre nós, foi um porre), não teve uma só trama que não fosse digna de atenção e que me deixasse desesperada para saber o desfecho.

Não sei como foi o desempenho da obra no Brasil, mas gostaria muito que ela fosse relançada nos mesmos moldes de Y – O Último Homem: em uma versão de luxo destacando as capas deslumbrantes e recheadas com aquela quantidade enorme de extras que todos nós amamos. Espero também que a editora publique no Brasil tudo o que falta da história, pois, mesmo com filhos menos interessantes como o João das Fábulas, é uma trama completa e digna de ser lida em todas as suas manifestações. Vai deixar saudades.

Review | God Eater 1 e 2

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Pela primeira vez aqui no JWave iremos falar de um dos gêneros mais bombado no Japão nos últimos tempos. Hunter Games, nesse caso da versão da B-N a qual tem a pegada mais anime de todos, que alias recentemente teve até adaptação para animêgod-eater-characters-anime-wallpaper . Estou falando de God Eater, um grande hit de PSP e PSVITA que recebeu versão ocidental para o Ps4, e não vou falar apenas do 1 mas do 2 também, ate pela demora que tive para avaliar esses 2 grande jogos.

História:

Num mundo futurístico que devido a uma falha numa pesquisa para revolucionar a biomediciana foram criado criaturas praticamente indestrutíveis e ferozes. Essas criaturas agora caçam a humanidade e mudarão o mundo como conhecemos, os Aragamis. Surgem os God Eater para defender a humanidade dessa nova ameaça. Um ótimo roteiro de filme pós apocalíptico com aquela pitada de anime que a galera adora, e com um abertura de Jpop. Ainda mais na versão resurrection onde tivemos pequenas alterações para ficar mais fiel ao anime e com uma continuação direta no jogo 2.

Com muito personagem num estilo shounen, com direito a Ecchi, irmazonas e todos os clichês favoritos de animê shounen dos anos 90-00. E com uma dublagem e OST muito bom sem duvida o melhor modo história de um “hunter game”, mas com todo “hunter game”, onde temos MUITA missões a historia anda um pouco lerda pra caber nessa longa jornada de grind e boss gigantes em equipe.

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Gameplay:

Mas o que diabos é esse “hunter games” que eu venho falando ate agora ? Basicamente é um genero criado pela serie Monster Hunter no ps2, que vem fazendo tanto sucesso quanto pokemon ou outros grande hit baseado em RPG online/cooperativo. Ainda mais num país como o Japão, onde MMO não são tão bem vistos devido a sua natureza mais grupo grande e pouco ênfase no personagem seu e sim no mundo/servidor todo. Hunter games trouxeram tudo q um bom MMO tem para o jogo solo/co-op, lembrando muito ate a formula de Diablo porem com o foco em grande boss típico de RAID de MMO como World of Warcraft.

Seguindo essa pegada temos God Eater 1 e 2, recém lançados no ocidente, que nunca recebeu muito bem esse gênero. O grande diferencial de GE fica por conta da pegada anime e jogabilidade baseada em combos mais do craft de equipes, onde Monster Hunter se foca. O jogo 2 é muito parecido com 1, e ambos os jogo tiveram expansões no Japão mas ja vieram num grande pacotão para ocidente alem de sairem do portátil para os consoles de mesa. Tudo isso para ficarem mais aceitáveis para o nosso estilo de ocidental.

Eu recomendo muito vocês a testarem esse jogo e com amigos, ainda mais para fã de MMO que hoje não tem tanto tempo para jogar e se dedicar ao jogos. Infelizmente a versão ocidental não possui um demo com a japonesa e nem possibilita jogar com a versão japa, mas acredito que você possa ir na PSN japonesa ou Hong Kong e baixar a demo se quiser ver como é o jogo (porém o seu save não irá com você).

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Gráficos/Som:

Mesmo sendo um jogo inicialmente de PSP, o jogo 1, e de PSVita, o jogo 2, o gráfico no PS4 ficou muito bom e bem aceitável para o padrão atual.  A dublagem japonesa como sempre faz um ótimo papel de passar a história e uma sensação bem vividas dos personagem e ainda temos um remix da musica original do jogo 1 para os fan do Jpop.

O jogo infelizmente não possuiu dual audio, então temos que ficar com vozes em inglês que não estão ruim, porém eu prefiro as vozes japoneses que tem um charme e uma emoção a mais.

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Considerações finais:

Se fosse for um fã de RPG e quer um bom jogo para jogar com os amigos no PS4, fica a dica desses 2 grande clássicos e diferente de Monster Hunter que é um série enorme com mais de 10 jogos atualmente. God Eater soube ser simples e profundo trazendo diversão para os ja fan dos “hunter games” como deixando espaços para os novatos aprenderem e curtirem esse estilo de jogo.

 

Review | Papa Capim – Noite Branca

Exemplar autografado pelos autores

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Uma ameaça antiga que parecia ser apenas uma lenda aparece e demonstra ter poder para destruir toda uma aldeia… Não fosse pela coragem de um curumim.

Noite Branca foi a décima primeira Graphic MSP lançada e, dessa vez, o protagonista é o indiozinho Papa-Capim. Venham comigo fazer parte dessa aventura épica!

A história

Papa-Capim ajudava Cafuné em seu treino para a prova de combate, mas se mostrava um tanto quanto desconcentrado por conta da lembrança de Jurema, a dona de seu coração. Ao darem o treino por encerrado, são surpreendidos por algo inusitado: um índio caído no chão, aparentemente delirante, repetindo apenas as palavras “Noite Branca”.

Intrigado com tal encontro, Papa-Capim discute o assunto com seus amigos e tenta saber o significado das enigmáticas palavras, mas é habilmente enrolado pelo pajé, que tem seus próprios planos para colocar em prática e, assim, tentar proteger a tribo.

Papa-Capim fica um pouco decepcionado e, naquela noite, tem um sonho estranho, no qual vê a morte de um papa-capim e a sua própria. Ao acordar, o indiozinho vê o cadáver do pequeno pássaro debaixo de sua rede e conta tudo ao amigo Cafuné, que o orienta a falar com o pajé. Este, ocupado com a segurança da aldeia, mais uma vez não dá atenção ao curumim, que se ressente e coloca uma pedra no assunto, enterrando o corpo do animalzinho.

Após uma tarde de distração com Jurema, Papa-Capim vai dormir e é surpreendido por algo terrível: Jurema foi possuída por um espírito maligno que lhe traz um recado de destruição. O indiozinho cai doente e só então o pajé resolve reconsiderar suas atitudes, mas já é tarde. A Noite Branca virá e só um verdadeiro guerreiro terá forças para impedir a aniquilação de toda a tribo, mesmo sendo apenas uma criança.

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Os autores

Marcela Godoy é uma veterana nos romances. Já escreveu vários, dentre eles Liah e o Relógio. Nos quadrinhos, roteirizou Romeu e Julieta e Macbeth, ambos para a coleção de clássicos da Nemo, dentre outras obras bem legais.

Renato Guedes já fez ilustrações para inúmeras publicações, dentre elas a Folha, Superinteressante, entre outras, além de ter feito muitos trabalhos para as gigantes DC e Marvel.

História de terror genuinamente brasileira

Noite Branca, para mim, fecha um ciclo nas Graphic MSP: tivemos aventura, comédia, drama, romance… Mas nada de terror. Papa-Capim e sua turma nos trouxeram uma obra repleta de referências à cultura indígena brasileira, que não apenas enriqueceu a trama como a deixou pronta para um roteiro de filme.

O realismo do traço de Renato Guedes aliado à história envolvente de Marcela Godoy fazem de Noite Branca uma obra incrível, daquelas que te deixam sem fôlego a cada página. A coragem de Papa-Capim e sua dor ao enfrentar alguém querido, que foi tomado por algo maligno, faz o coração do leitor bater mais forte. Fiquei tão frustrada quanto o protagonista quando o pajé meio que o joga pra escanteio e vibrei ao ver que sua determinação e o amor que sente pelos seus lhe trouxe um poderoso aliado.

Exemplar autografado pelos autores
Exemplar autografado pelos autores

A história não cai em momento algum e o final é mágico, me fazendo lamentar por não ver mais obras que dêem destaque ao folclore brasileiro, tão rico com suas histórias impressionantes. Se vocês ainda não leram, não sabem o que estão perdendo. Sério.

Review | Henshin Mangá #2

Menções honrosas para aqueles que não conseguiram dessa vez

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Demorou um tiquinho, mas finamente saiu!! Já está nas bancas o Henshin Mangá #2, com os vencedores do segundo BMA. As histórias trazem temas e estilos bem variados, para todos os gostos. Além dos já conhecidos Cassius Medauar e Arnaldo Oka, participaram do corpo de jurados Marcelo Cassaro (roteirista de Holy Avenger e Turma da Mônica Jovem), Guilherme Kroll (dono e editor da Balão Editorial) e Marcelo Bouhid (integrante do Social Comics).

Capa e contra-capa do Henshin Mangá #2
Capa e contra-capa do Henshin Mangá #2

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O JWave agora vai dar uma de jurado e falar um pouco do que achou sobre a compilação, vamos lá?

Uma opiniãozinha de leve =)
Uma opiniãozinha de leve =)

5* Lugar – Maria (Fabiano Ferreira)

Maria é uma garota um tanto quanto diferente. Ela é uma lobisomem, a sétima filha de uma família com seis filhos homens. Após a morte da mãe, passa a proteger a vila onde mora e seus habitantes como seguidora de Nhanderú, aquele que protege a vida.

Em um dia que parecia normal, surge uma ameaça; Iara, seguidora de Anhangá (aquele que traz a morte), aparece para tomar a vida de Maria e, no processo, causar muitos problemas. Caberá agora à garota-lobisomem fazer as pazes com suas escolhas e proteger aqueles que dela dependem, independente das consequências.

Opinião

A história tem aquele quê de fofinha, mas faltam alguns elementos para dar uma “encorpada” melhor: não achei legal o modo como a batalha entre Maria e Iara terminou, esperava mais da protagonista e até mesmo da vilã. Considerando que Maria seria a protetora da vila, como vai ser na ausência dela? Enfim, assunto para se explorar em uma série, mas que poderia ter ficado um pouco mais explicado.

4* Lugar – As Loucas Aventuras de Joy Comet (João Eddie)

Joy Comet e seu assistente Gatinho receberam uma missão especial: eles precisam resolver a briga entre dois países vizinhos, que estão em guerra por causa do roubo de um objeto valioso.

O único problema é conseguir realizar uma missão dessas quando tudo com o que você pode contar é uma heroína estabanada, vaidosa e sem noção, acompanhada por um assistente que mais reclama do que age. Um verdadeiro desafio, resolvido da forma mais nonsense possível.

Opinião

Joy foi claramente inspirada nas heroínas de Toriyama (voto na Lamchi, mas posso estar errada), mas com uma pitada generosa de falta de noção. Já o Gatinho é uma espécie de Grilo Falante com mania de grandeza e que é especialista em soltar frases desvalorizando a opinião ou as atitudes da protagonista. No geral, tem potencial para se tornar algo maior e melhor, sem depender apenas das piadas (que nem sempre são legais).

3* Lugar – Träumen (Oro8oro)

O protagonista é um rapaz autointitulado “simples”, que só quer realizar seu sonho de infância de construir uma casa na árvore e viver uma vida tranquila. Atrapalhado por um motivo bizarro, ele tenta a todo custo voltar ao seu objetivo original, embora os percalços do caminho não permitam.

Opinião

É uma história até que bacana, mas que deveria ter terminado três páginas antes, quando ocorre uma determinada coisa que fecha um ciclo dentro da história. O estilo do herói me lembrou de longe One Punch Man, mas nada que não possa ser melhor trabalhado. A ideia é bem bacana, mas de repente seja melhor tomar outro caminho se for iniciar uma série.

2* Lugar – Chuva de Meteoros (Rafael Brindo)

Samantha e seu cão falante Champ precisam levar um objeto importante para sua mãe, mas terão que enfrentar alguns obstáculos no caminho. Os dois têm uma ligação muito forte e não medirão esforços para concluir aquilo que começaram, mesmo que tenham que desmantelar uma quadrilha malvada antes.

Opinião

O cenário me lembrou um pouco Meteor Strike, uma história curta do Watsuki sensei (publicada no último volume de Rurouni Kenshin), especialmente pelos capacetes. Seria legal explorar mais as circunstâncias pelas quais Samantha e Champ se juntaram e a dimensão de sua ligação. Fiquei curiosa para ver no que iria dar.

1* Lugar – Escarra Brasa (Rafa Santos)

Escarra Brasa é um cangaceiro temido e cruel. Ele e seus capangas tocaram o terror durante muito tempo, até o dia em que ele desapareceu misteriosamente.

Dez anos depois ele reaparece um tanto quanto diferente; será que essa mudança foi o motivo do seu sumiço ou existe algo mais para ser revelado?

Opinião

A história mereceu o primeiro lugar. Mesmo precisando de alguns ajustes (mais com relação ao traço do que a outros pontos), ela está bem redondinha e pronta pra ganhar uma série. O motivo da “mudança” do protagonista me lembrou um pouco a situação de Manji, protagonista de Blade, mas bem de longe, apenas como referência pessoal minha. No geral, vale muito a pena ver uma continuação.

No geral…

Considerando a obra como um todo, são histórias distintas, com temas distintos, ficando difícil uma comparação mais exata; existem aquelas que precisam melhorar mais a história em si, algumas em que faltam um certo direcionamento e aquelas que precisam apenas de alguns ajustes.

Menções honrosas para aqueles que não conseguiram dessa vez
Menções honrosas para aqueles que não conseguiram dessa vez

De qualquer forma, parabenizo todos os vencedores, pois não é fácil dar o primeiro passo. Torço para que aceitem as críticas como conselhos e força para seguirem adiante com seus sonhos. O empurrãozinho já foi dado e espero vê-los nas bancas em breve.

JWave #331 | Entrevista com Ricardo Cruz

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JWave chega em novembro a volta das entrevistas com “JWave Entrevista”.

Nosso primeiro entrevistado é o Ricardo Cruz, que é cantor, tradutor, jornalista, professor entre outras funções que acabou se desenvolvendo com contato da cultura japonesa.

Ricardo Cruz que acabou de abrir o curso online NihonGO, mas que faz parte de muitos fãs de cultura japonesa. Trabalhou na revista Herói, traduziu mangás para as principais editoras de mangás do país, além de virar cantor da banda japonesa JAM PROJECT e hoje ter um curso de japonês online.

Juba e o Dash entrevistam o Ricardo Cruz e descobrem um pouco do passado desse nosso primeiro entrevistado.

obs: O bloco correios está no final do podcast devido ao formato desse podcast ser diferente do nosso JWavecast tradicional. Comentem e falem o que acharam desse novo formato pro JWavecast!

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Ricardo Cruz – On The Rocks (Official Music Video)

Curso de japonês com Ricardo Cruz no Canal NihonGO

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JWave #330 | Stranger Things

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Hoje é oficialmente o Dia das Bruxas e para fechar essa data, o JWave optou viajar aos anos 80 e falar desse clássico da Netflix.

Vamos viajar para Hawkins, Indiana e encontrar Will Byers nesse estranho mundo invertido.

Juba, Calliban, Mavericko e Ronnie Pedra encerram o mês das bruxas em mais um especial de mês das bruxas.

Ficou afim de assistir Stranger Things?

Acesse a Netflix!

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No JWave #330: Stranger Things
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Sandman Vol. 2 – Edição Definitiva
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Naruto Gaiden será lançado semana que vem nas bancas!

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É um fato que Naruto acabou, mas isso não signifca que sua história se encerrou. Novos ciclos começaram em outras publicações no Japão e agora o Brasil recebe o Naruto Gaiden, que é uma das continuações da série.

A Panini Comics teve nada menos que três versões de Naruto nas bancas, sendo a tradicional (concluída em 2015), Pocket (concluída em maio deste ano) e Gold (em andamento, atualmente no volume 16 e disponível). Agora, para complementar a história e a coleção, é lançado pelo selo Planet Mangá o especial Naruto Gaiden: O Sétimo Hokage e a Lua que Floresce Vermelha, de Masashi Kishimoto, que apresenta a nova geração de ninjas descendentes dos já consagrados heróis.

Mas do que se trata Naruto Gaiden?
A série chega com 216 páginas em off-set 90g, no formato 13,7x20cm, capas com laminação fosca e detalhes em hot stamp dourado. A edição brasileira terá um brinde exclusivo que é um pôster colorido que estampa a ilustração da capa completa, sem cortes – seguindo a linha da versão Gold que possui pôster com imagens exclusivas em todas as edições.

Preservando as onomatopeias originais, este volume único mostra que o tempo passou desde a Grande Guerra Ninja que abalou o mundo, e as pessoas desfrutam da paz. Uma nova geração desponta na Vila da Folha. Porém, sombras inquietantes possuidoras do Sharingan começam a agir, e Sarada, filha de Sasuke e Sakura, está na mira delas.

Naruto Gaiden: O Sétimo Hokage e a Lua que Floresce Vermelha
Formato: 13,7 x 20 cm
Páginas: 216
Papel: off-set 90g
Capa: cartão com laminação fosca e hot stamp dourado
Periodicidade: volume único
Valor: R$ 16,90
Distribuição: bancas, principais livrarias e comic shops
Lançamento: a partir de 31/10/2016
Brinde: pôster exclusivo com a ilustração da capa aberta inteira

Agradecimentos a Panini Comics pelas informações

Pokémon Red Green Blue é lançado pela Panini Comics!

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O melhor mangá de Pokémon está chegando ao Brasil pela Panini Comics. Estamos falando de Pokémon Red Green Blue que será publicado em três volumes bimestralmente no Brasil no formato 13,7x20cm com 208 páginas, preço de capa R$ 13,90 e poderá ser encontrada tanto em bancas e comic shops como também nas principais livrarias do País.

Além disso, o leitor de Pokémon poderá também assinar os três volumes de Pokémon Red Green Blue e os quatro volumes de Pokémon Yellow, que será lançado logo na sequência, que também serão em edições bimestrais. E fica a dica que o pacote de assinaturas trará um desconto exclusivo.

Mas do que é o mangá?
Esse primeiro arco das histórias que foram escritas por Hidenori Kusaka e ilustradas por Mato. A saga apresenta Red, um jovem que deseja se tornar o maior Treinador Pokémon de todos. Pra isso, ele parte em uma grande jornada com o objetivo de ser o primeiro a completar a Pokédex, munido apenas de seu conhecimento, coragem e do amor que sente por essas extraordinárias criaturas.

A edição reproduz os extras originais na íntegra, com mapas repletos de marcações para o leitor acompanhar o avanço de Red, sua Pokédex atual, o nível que se encontra e quanto falta evoluir para atingir o próximo, entre outros.

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Formato: 13,7 x 20 cm
Páginas: 208
Papel: jornal
Periodicidade: bimestral
Valor: R$ 13,90
Distribuição: bancas, principais livrarias e comic shops
Lançamento: 25/10/2016

Agradecimentos a Panini Comics pelas informações

JWave participa do podcast “Filmes Musicais” do Projeto X!

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O JWave participou do site Projeto X no podcast sobre filmes musicais. Falamos do gênero, clássicos do gêneros e também comentamos xodó de cada um.

Ouve lá no Projeto X!

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E sejam bem vindos a mais um Projeto X Podcast bem estrelado, com muita coreografia e várias canções. Nessa edição do PXP, confiram o pessoal comentando sobre Filmes Musicais, o estilo, por que gostam do tema e várias indicações para se ver. Boa diversão a todos.