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JWave #244 | J-Stars Victory Vs+

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O JWave volta a falar de J-Stars Victory Vs+ em uma ação conjunta da Bandai Namco.

Já imaginou um jogo que Goku, Seiya, Tsuna, Naruto, Kenshin, Kenshiro e tantos outros clássicos dos quadrinhos japoneses se reunissem para lutar? Estamos falando de J-Stars Victory VS+ que é a reunião de mais de 30 séries diferentes num jogo de luta de trios.

O jogo ainda poderá ganhar versão em português e está prometido para o terceiro trimestre de 2015. Sua versão japonesa saiu em 2014 e demorou um ano para Namco Bandai conseguir reunir licenciamento para lançar em todo mundo.

Jogamos o jogo até o final no modo aventura-J e comentamos tudo da sua tradução em português, como também dos diferenciais da versão ocidental que inclusive ganhou um port para Playstation 4.

Juba e Sasuke RK se reúnem para falar tudo do jogo que irá agradar os fãs de animê e mangá.

Agradecemos a Namco Bandai pela confiança e esperamos que goste do nosso pequeno resumo sobre o que achamos da versão final do jogo!

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Também ouça JWave #216: J-Stars Victory Vs+
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Giuliano Peccilli será o mediador no Anime Friends 2015!

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Ainda não ganhamos uma palestra no Anime Friends, mas o Giuliano Peccilli irá participar como mediador de “Batepapo das editoras” no evento nesse domingo, dia 19 de julho.

Os representantes da Newpop, Nova Sampa, Panini Comics, Editora JBC (atualmente as maiores editoras de mangás no Brasil) estarão reunidos para um bate-papo sobre o mercado de mangás e as perspectivas de lançamentos para o segundo semestre.

Se você consome mangá ou gosta do JWave, não perca essa chance de conversar e perguntar sobre o nosso mercado brasileiro de quadrinhos japoneses.

A palestra será realizada no auditório do Brasil Comic Con nesse domingo às 15hs.

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BATE-PAPO COM EDITORAS
DIA 19 (DOMINGO)
HORÁRIO: 15:00
Mais informações: http://www.animefriends.com.br/bcc_editoras.shtml#conteudo

Anime Friends 2015
Quando: 10, 11, 12, 17, 18 e 19 de Julho
Horários: Sextas-feiras das 12h às 21h, sábados e domingos das 10h às 21h.
Local: Campo de Marte, em São Paulo – Av. Santos Dumont, 2241 (perto do Metrô Santana)
Valores: Ingressos individuais de R$ 30 a R$ 80 ou o combo para 3 dias de R$ 90 a R$ 180. Ingressos no dia do evento de R$ 50 a R$ 120.
Compre online: http://www.animefriends.com.br/e_ingressoson.shtml#conteudo
Página Oficial: http://www.animefriends.com.br/

Palestra com a equipe do JWave na 21º Fest Comix!

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Essa final de semana será realizado a 21º Fest Comix e ela também celebra 15 anos do evento que reúne o universo dos quadrinhos e mangás no maior Nona Arte do Brasil. Além de fazermos parte dessa história indiretamente ao ajudar a Fest Comix nas edições passada, a equipe do JWave foi convidada para dar uma palestra na edição dessa ano, no caso participar junto dos sites JBox e Genkidama para falar de “A Importância dos sites e blogs especializados em cultura pop”.

Giuliano Peccilli irá representar a equipe do JWave e irá falar no espaço JBC Henshin + junto do Leandro Larc (Do Jbox.com.br), de um responsável pelo site Genkidama, e terá mediação Leo Kitsune (da editora JBC e também membro do site Genkidama).

Anotem e compareça na palestra e conversem com a galera do JWave! Muitos membros do site estarão na plateia durante o batepapo.

A Importância dos sites e blogs especializados em cultura pop
18/07/2015 – Sábado
16:00 às 16:40

Participantes: Leandro Larc, Giuliano Peccilli e Genkidama.

21º Fest Comix
17 a 19 de julho no São Paulo Expo – Pavilhão 2 – Portão 4 – Rod dos Imigrantes Km 1,5 – cep 04329-900
Fone de contato: (11) 3088-9116
Horários 17 e 18 – Das 10 às 20hs
19/7 das 10h às 18hs.
Ingressos: R 40 inteira – R$ 20 meia – Vendas antecipadas R$ 20 no
site www.festcomix.com.br
Vendas antecipadas de 02 de julho a 15 de julho
Combo para 3 dias R$ 50
Menores de 16 anos devem ser acompanhados pelos pais.
Estacionamento no local: R$ 35

Agradecimentos a Editora JBC e a equipe da Fest Comix pelo convite

Assista o trailer do Esquadrão Suicida!

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Semana passada aconteceu o San Diego Comic-Con e a DC divulgou os trailers de Batman V Superman e o Esquadrão Suicida.

Sem mais delongas, assista o trailer de Esquadrão Suicida.

The GazettE lança CD e DVD no Brasil este mês!

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A banda de rock The GazettE está chegando as lojas brasileiras com DVD e CD “Stacked Rubbish” pela Youkai Entertainment. Conhecida internacionalmente e tendo uma grande gama de fãs no Brasil, The GazettE está ganhando lançamento DVD + CD e CD que já se encontram em pré venda nos Livraria Cultura e Livraria Curitiba.

The GazettE – Stacked Rubbish [CD+DVD, Edição Especial]
Livraria Cultura – http://www.livrariacultura.com.br/p/stacked-rubbish-cddvd-42961542
Livraria Curitiba – http://www.livrariascuritiba.com.br/cd-the-gazette-stacked-rubbish–cd—dvd–av100855/p

The GazettE – Stacked Rubbish [CD, Edição Normal]
Livraria Cultura – http://www.livrariacultura.com.br/p/stacked-rubbish-42961543
Livraria Curitiba – http://www.livrariascuritiba.com.br/cd-the-gazette-stacked-rubbish-av100853/p

Agradecimentos a Youkai Entertainment pelas informações

JWave participa no Cidade Gamer de Dragon Ball!

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O prefeito Vivacqua convidou o Juba pra falar dos jogos de Dragon Ball numa conversa descompromissada com a galera do Cidade Gamer.

Deem uma passada no Cidade Gamer e confira um pouco da conversa de mais de 3 décadas de jogos de Dragon Ball nos videogames.

Acesse o Cidade Gamer!

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Sejam bem vindos moradores pixelados da nossa querida Namekusei pixelada, hoje vamos reunir as esferas do dragão para falar de Jogos de Dragon Ball! Então se junte a esses Guerreiros Z!

Para isso, temos hoje no programa os guerreiros, direto do JWave temos o Juba, do Pelada na Net temos Vitor Rossi, e da Cidade Gamer temos Bill Ogro Ed Palhares e o Prefeito Vivacqua!

JWave #243 | Tanabata Matsuri

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O JWave da semana é sobre o “Festival das Estrelas”, ou em japonês Tanabata Matsuri.

Sabia que esse festival tem mais de 400 anos? E como sua lenda se originou?

Como se chama o papel que faz os pedidos? E o que as cores simbolizam?

Juba e Sasuke comentam tudo nesse podcast especial que faz o JWave voltar as raízes e falar de cultura japonesa.

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Review | Piteco – Ingá

JWave Quadrinhos 4 Post

Piteco – Ingá é a quarta Graphic MSP lançada, em 2013. O paraibano Shiko traz uma história exuberante, onde repagina a turma pré-histórica de Maurício de Sousa numa aventura cheia de perigos e ação, porém com uma boa dose de lições de sabedoria e amor.

Nessa história, o povo de Lem precisa migrar sem demora, pois o rio próximo à aldeia está seco. Todos estão realizando os preparativos e Thuga, a xamã da aldeia, quer saber se Piteco irá esperar por ela para finalmente criarem raízes. Como a resposta vem na forma de mais uma evasiva típica, Thuga se vê sem motivo para oferecer resistência aos seus captores, os Homem-Tigre.

Apesar de não dar o braço a torcer, Piteco não pode permitir que levem Thuga e, juntamente com o inventor Beleléu e a guerreira Ogra, parte em uma perigosa jornada para resgatá-la.

A trama toda é muito bem montada e ilustrada. Shiko manteve a essência dos personagens, entretanto incutiu neles um toque que os aproximou mais da brasilidade ao qual estão ligados, considerando a intenção de Mauricio de Sousa em mostrar uma pré-história genuinamente brasileira.

Aproveitando o rico folclore indígena brasileiro, a existência real da pedra do Ingá e sua origem nordestina, Shiko não poderia ter criado algo menos estonteante, digno da grandiosidade de nossa rica cultura.

Thuga ficou incrível como xamã, mesclando a sabedoria dos antigos com sentimentos que só uma mulher verdadeiramente apaixonada poderia exprimir. Piteco, o exímio caçador, continua incapaz de fugir em definitivo daquela que, um dia, será a dona do seu coração. Beleléu é retratado como um inventor corajoso, porém ingênuo quanto às armadilhas do caminho. Ogra ficou sensacional como guerreira, com um visual feminino e belicoso ao mesmo tempo. Só faltou mesmo o parceiro de Piteco na maioria das aventuras, o pacífico Bolota, não retratado nesta história.

Shiko publicou alguns trabalhos independentes e hoje colabora como ilustrador. Já teve experiências como roteirista e diretor e participou da trilogia MSP 50 com uma história do Astronauta. Também adaptou a obra “O Quinze” para quadrinhos.

Com seu Ingá, Shiko trouxe uma história repleta de lições, tanto para os personagens quanto para os leitores, pois independente da bela mensagem que ela nos deixa, nunca devemos deixar de valorizar o que há em nossa cultura, tão ou mais rica quanto a de outros países. Ingá deixa evidente o que todos nós deveríamos ter em maior quantidade: orgulho de nossas raízes e respeito aos que nos antecederam.

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JWave #40: Wish

JWave Manga 40 Post
Você salva uma criatura esquisita, porém engraçadinha de um apuro; ela lhe diz que é um anjo e que, em agradecimento, irá realizar qualquer desejo seu; o que você pediria? Essa é a história de Wish, mais um lançamento da editora JBC (que, gentilmente, cedeu o exemplar à equipe do JWave para análise) no ano do seu 20º aniversário.

Tudo começa quando Shuichiro Kudo, um médico caladão porém bonzinho, salva um ser indefinido das garras de um corvo malvado. A criatura apresenta-se como Kohaku, revela que na verdade é um anjo e que pode realizar um desejo como agradecimento pela sua ajuda.

Apesar de encarar a revelação de maneira cética no começo, Shuichiro permite que Kohaku fique morando em sua casa enquanto não cumpre sua verdadeira missão: localizar um arcanjo desaparecido. O anjo, por sua vez, deixa sua incumbência um pouco de lado porque quer retribuir a ajuda prestada por Shuichiro, que insiste não precisar de nada (na verdade, acredita firmemente que devemos realizar nossos desejos através de nosso próprio esforço). A partir daí, os dois vão se conhecendo melhor e aprendendo a conviver juntos. Kohaku passa a apreciar a presença de Shuichiro, que também passa a aceitar com naturalidade todo o pacote de bizarrices que veio de brinde junto com o anjo, bem como outras criaturas fantásticas que aparecem no pedaço: o demônio Kouryu e suas fofíssimas ajudantes Ruri e Hari (só para começar, diga-se de passagem).

Wish é uma obra do estúdio CLAMP, que dispensa apresentações. Apesar do traço ser um pouco mais simples do que o habitual em suas obras, ainda assim a arte é de encher os olhos. Os personagens secundários dão um show a parte, com destaque especial aos passarinhos que aconselham Kohaku; impossível não rir com o modo como eles agem com o anjo, que está sempre inseguro de sua própria capacidade de fazer qualquer coisa.

Os protagonistas já são conhecidos dos leitores brasileiros, pois fazem uma pontinha em Kobato (também publicado por aqui pela JBC, completo em 6 volumes), porém com um “ar” um pouco diferente; em Wish, Kohaku aparentemente não tem sexo definido, porém em Kobato é retratado com uma aparência mais feminina e dá a entender que não é a primeira vez que tem um relacionamento com Shuichiro. Uma vez que o CLAMP adora brincar com o conceito de que a mesma pessoa pode existir em vários mundos distintos (Tsubasa manda beijos), só iremos saber se é esse o caso quando a história avançar mais.

A edição brasileira ficou muito linda. Apesar de não trazer o mesmo papel utilizado em Chobits, conta com páginas coloridas e a qualidade gráfica ficou ótima. Diferente de Kobato, optou-se por traduzir o termo “hôgan” para “invocação”, o que não atrapalha em nada a compreensão da história.

Independente de ser fã das “meninas” do CLAMP ou apenas um apreciador de histórias com tudo na medida certa, não deixem de dar uma conferida neste lançamento tão bacana. Kohaku ficará muito feliz em saber que se interessou por suas trapal… ops, por sua aventura no mundo dos humanos!

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Review | Operação Big Hero

JWave Manga 39 Post
Baseado na versão Disney para a história homônima da Marvel, o mangá Operação Big Hero é mais uma aposta da editora Abril em seu já diversificado leque de publicações neste segmento.

O mangá conta a história de Hiro Hamada, um gênio que com apenas 14 anos já consegue frequentar a faculdade com seu irmão mais velho e ídolo, Tadashi. Ele é muito inteligente, ama as máquinas e a tecnologia, porém não se importa tanto com os seres vivos. A única exceção é Tadashi, a quem Hiro tem como meta. A natureza calma e gentil de Tadashi contrasta com o jeito explosivo e arrogante de Hiro, que não se preocupa em melhorar o modo como encara a vida ou como trata as pessoas ao seu redor, desde que seu irmão esteja sempre a seu lado.

Ao ser premiado com o primeiro lugar da exposição organizada pela faculdade, Hiro também é convidado para trabalhar no laboratório do renomado professor Calaghan, porém recusa o convite porque não foi estendido a Tadashi. Este, por sua vez., quer que o caçula saia para o mundo e conheça novas pessoas, abrindo novas possibilidades para si. A imaturidade e falta de jeito de Hiro em lidar com os outros faz com que ambos briguem, a ponto de Hiro se recusar a jantar.

Tudo piora quando no meio da noite Tadashi atende uma ligação misteriosa e sai de casa apressado. Hiro o segue e chega a uma espécie de complexo, onde vê uma pessoa mascarada mexendo em algo que lembra um portal. Ele é descoberto e, quando está prestes a ser tragado pela estrutura, Tadashi o salva mas é tragado em seu lugar.

Tomado pela tristeza, ao voltar para casa só encontra consolo em Baymax, o robô enfermeiro criado por Tadashi que, juntamente com seus colegas de faculdade, ajudará Hiro em sua busca por respostas sobre o desaparecimento de seu irmão e também em sua evolução emocional.

A versão mangá de Operação Big Hero traz diferenças essenciais com relação à animação. A maneira como Baymax é introduzido na história, a estrutura familiar de Hiro, o modo como Tadashi “se afasta” da trama e a motivação do vilão sofreram mudanças. O Hiro do mangá é bem mais arrogante e Tadashi parece estar preocupado em fazer o irmão “evoluir” (sentimentalmente falando), para que possa seguir em frente com seus próprios projetos. Ainda assim, a relação entre os dois permanece a mesma na essência.

Para conseguir contar a história toda em uma minissérie de apenas duas edições, Haruki Ueno simplificou alguns aspectos da trama, o que resultou num desfecho que deixou algumas pontas soltas. De qualquer forma, o mangá tem um belo traço, personagens carismáticos e cumpre a tarefa de entreter, porém não chega a emocionar tanto quanto a animação.

Mesmo com esses altos e baixos, a versão mangá como um todo é bem interessante e vale a pena dar uma olhada a título de comparação. Depois nos contem de que versão gostaram mais!

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Review | Zetman

JWave Manga 38 Post

Jin é um garoto forte e destemido, dono de um senso de justiça um tanto quanto peculiar e possuidor de uma marca circular no dorso da mão, que acredita ser uma auréola de anjo. Ele mora em uma favela com seu avô, que é seu único “amigo”.

Em um dia particularmente diferente e feliz, Jin e seu avô cruzam com uma criatura esquisita e esse encontro mudará seus dias para sempre. Agora, ele deverá cuidar de si mesmo e aprender como viver em sociedade, já que esse fatídico encontro tirou dele algo muito importante, ao mesmo tempo em que lhe trouxe um sentimento até então desconhecido: a esperança.

Esse incidente também traz à tona fragmentos de segredos de um passado um pouco esquecido, que pode explicar a verdade sobre as habilidades estranhas de Jin, sobre a marca em sua mão e a suposta relação dela com a criatura denominada “Z.E.T”. Essas premissas são o prelúdio de Zetman, um dos mais novos lançamentos da JBC, a quem agradecemos por ter cedido um exemplar para análise.

Zetman é uma obra-prima de Masakazu Katsura (autor de Video Girl Ai e DNA², também publicados no Brasil completos pela JBC). Com influências na origem de Batman e um traço rico em detalhes (que parece mudar para melhor a cada título lançado), Katsura conta a história de um herói que, ainda menino, se vê só em um mundo no qual mal consegue se virar. Jin não sabe nada sobre as coisas mais básicas da vida e tenta compensar a deficiência em expressar seus sentimentos de forma correta por meio da força. Mesmo sentindo que é diferente dos outros, tenta de forma desesperada entender o porquê de ser assim e aplicar o pouco que aprendeu com seu avô nessa nova etapa da sua vida.

A edição brasileira traz páginas coloridas e uma ótima qualidade gráfica. A periodicidade será mensal, o que pode onerar um pouco o bolso dos leitores, já que essa belezinha sairá por R$17,50.
Para quem é fã não só de Katsura, mas também de histórias que pegam de jeito logo de primeira, não poderia indicar outra opção de leitura.

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Zetman de Masakazu Katsura

Review | Zero Eterno

JWave Manga 37 Post

Kentarô Saeki tem 26 anos, está desempregado e já reprovou várias vezes no Exame Nacional de Advocacia. Sua vida começa a chacoalhar quando sua irmã mais velha o recruta para ajudá-lo em uma pesquisa para descobrir mais sobre seu avô biológico, Kyuzo Miyabe, que faleceu na Segunda Guerra como um kamikaze e do qual só souberam da existência após a morte da avó.

Enquanto busca mais informações sobre Miyabe, Kentarô adentra um mundo no qual jamais sonhou um dia poder ou querer conhecer: as histórias reais sobre a Segunda Guerra, contada não através dos livros didáticos, mas por aqueles que lutaram para honrar seu país com suas próprias vidas. Ao mesmo tempo em que monta o intrincado quebra-cabeça que é a vida de seu avô, Kentarô descobre mais sobre si mesmo, entende aspectos de sua personalidade que pareciam obscuros e vence alguns preconceitos que guarda bem no âmago.

Zero Eterno é baseado no romance homônimo publicado em 2006 por Naoki Hyakura, que foi fenômeno de vendas no Japão. Rendeu também uma adaptação para cinema em 2013 e uma minissérie para TV em 2015, ambas também sucesso de público e crítica. A versão mangá conta com a belíssima arte de Souichi Sumoto, que reconta o romance num traço limpo e preciso, que possibilita ao leitor sentir na pele o que cada personagem pensa ou sente em cada um dos quadros.

Com uma edição caprichada feita nos mesmos moldes de Thermae Romae, Zero Eterno é uma excelente pedida para quem gosta de histórias sobre guerra e tem interesse em conhecer um dos muitos pontos de vista sobre uma das páginas mais vergonhosas da história da humanidade.

Agradecemos à Editora JBC que gentilmente nos cedeu um exemplar para análise.

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