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Rurouni Kenshin tem mais uma estréia histórica

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O novo filme da série Rurouni Kenshin, Densetsu no Saigo-hen (A Lenda Chega ao Fim) estreou no dia 13 de setembro nos cinemas japoneses. Entre os dias 13 e 15 o filme vendeu mais de 1 milhão de ingressos, arrecadando mais de 1 bilhão e 380 milhões de ienes, superando as expectativas. Só nos dois primeiros dias o sucesso já estava garantido, tendo arrecadado mais de 919 milhões de ienes com cerca de 718 milhões de espectadores. O filme alcançou não apenas a marca de maior bilheteria da semana, como também de maior estréia do ano, superando inclusive a estréia de Umizaru 3: The Last Message em 2010, que atingiu a marca de 900 milhões em dois dias de exibição. Se considerar apenas os filmes da Warner Bros, desde o ano 2000, o único a atingir essa marca foi Rurouni Kenshin: Densetsu no Saigo-hen, com exceção de animês de TV. É um recorde histórico.

O sucesso acompanha o alvoroço causado pelo filme anterior. Ao assistir ao filme anterior o público ficou bastante ansioso pela seqüência, e a propaganda boca-a-boca juntamente com a estréia rápida, garantiu esse grande estouro. Até seu 46º dia, Rurouni Kenshin: Kyoto Taika-hen já foi assistido por mais de 3,7 milhões de pessoas e arrecadou 4,8 bilhões de ienes. Espera-se que em breve alcance os 5 bilhões, marcando 2014 com um grande recorde.

GALERIA
[galeria]

Site oficial: http://www.rurouni-kenshin.jp

(C)Watsuki Nobuhiro/Shueisha (C)2014 Equipe de produção de Rurouni Kenshi Kyoto Taika-hen/Densetu no Saigo-hen
《animeanime》

Dos parceiros Anime Anime.jp

Tradução: Rafael Martins

Edição: Giuliano Peccilli

Death Note: Mangá virá musical e terá Teppei Koike como L

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Você não leu errado, Death Note, obra de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata, vai virar musical. O anúncio desse projeto que surpreendeu a todos foi feito em julho deste ano. Para o papel do antagonista L foi escolhido o famoso ator Teppei Koike.

O visual do personagem já foi divulgado juntamente com o anúncio. A figura de Koike com feições mais sombrias e a postura curvada característica do personagem pode ser conferida na foto acima. (Nota do tradutor: Só eu pensei que era uma mulher a primeira vista?)

Teppei Koike foi vencedor do 14º Junon SuperBoy Contest em 2001 e é popular por sua aparência juvenil. Atuou em séries de TV como Amachan e no filme Black Gaisha ni Tsutometerundaga, Mou Ore wa Genkai Kamoshirenai. Para o papel de Light no musical foram anunciados os nomes de Kenji Urai e Hayato Kakizawa.

A obra original foi publicada nas páginas da Weekly Shonen Jump (Shueisha) entre 2003 e 2006. E conta a história de Light Yagami/Kira, um jovem que encontra o caderno da morte. L é o detetive número 1 do mundo que tenta capturá-lo. Eles se enfrentam em diversos duelos de inteligência que determinará quem vive e quem morre.

A série vendeu mais de 30 milhões de volumes só no Japão e foi adaptada para um animê de enorme sucesso entre 2006 e 2007. No Brasil o mangá foi publicado pela JBC em 2 edições diferentes, a edição comum em 13 volumes e a de luxo, Black Edition em 6 volumes. O animê foi exibido pela extinta Animax, e recentemente voltou às telas no canal Play TV. O musical estreará em abril de 2015 no Nissay Theatre. Em julho do mesmo ano a peça chega à Coreia.
As músicas serão composições de Frank Wildhorn, conhecido mundialmente pela trilha do musical Jekyll & Hyde. Será a primeira vez que escreve para uma obra japonesa.

A direção fica a cargo de Tamiya Kuriyama, que criou grandes sucessos como Marie Antoinette, Thrill Me. A equipe de primeira-linha ambiciona alcançar o nível de produções mundial.

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Death Note – O Musical
Organização: Horipro/musicalheaven Estreia: Abril de 2015 no Japão, Nissay Theatre (Tokyo)
Julho, Agosto de 2015 na Coreia, LG Art Center(Seoul)
Compositor: Frank Wildhorn
Roteiro: Ivan Menchell
Letras: Jack Murphy Produção: Tamiya Kuriyama Elenco
Light Yagami: Kenji Urai/Hayato Kakizawa
L: Teppei Koike
(C)DEATHNOTEthemusical《animeanime》
《animeanime》

Dos parceiros Anime Anime.jp

Tradução: Rafael Martins

Edição: Giuliano Peccilli

JWave #195 | O Mágico de Oz

JWave Capa 195 Post site
[powerpress]

E começa mais um mês das bruxas no JWave com diversos temas sobre terror, bruxas e sobrenatural.

Para abrir o mês das bruxas o JWave começa um especial de 75 anos de O Mágico de Oz, também iniciando podcasts com filmes clássicos.

O Mágico de Oz foi lançado nos cinemas em 1939 e desde então mudou a história com técnicas inovadores, musical inesquecível e adaptação que surpreendeu e deixou sua marca.

Juba, Calliban e Camis se reúnem para falar de Mágico de Oz contando tudo sobre a produção do filme, livro original e suas continuações.

PARTICIPANTES


No JWave #195: O Mágico de Oz
L. Frank Baum
Victor Fleming
Judy Garland
Frank Morgan
Ray Bolger
Jack Haley
Bert Lahr
Cantando na Chuva
E o Vento Levou
Tin Man
Oz – O Mágico e Poderoso
Branca de Neve e os sete anões
Peter Pan
Alice no país das maravilhas
MGM
Fox
Shirley Temple
Clark Gable

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O Mágico de Oz – 70º Aniversário – Edição de Colecionador Definitiva – Blu-ray
O Mágico de Oz – Blu-ray 3D + Blu-ray
O Mágico de Oz
Oz: Mágico e Poderoso – Blu-ray 3D + Blu-ray
Mágico de Oz – Premium Edition – 2 DVDs
O Maravilhoso Mágico de Oz

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Cavaleiros do Zodíaco: Série Clássica chega ao Crunchyroll!

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Cavaleiros do Zodíaco comemora 20 anos no Brasil esse ano e se o animê fez história na televisão brasileira, acaba fazendo história também por streaming no Brasil.

O serviço de streaming Crunchyroll lançou os 114 episódios da série clássica em seu catálogo essa semana. Um dos pontos positivos do lançamento da série por streaming é que ela vem com a dublagem que o publicou cresceu assistindo pela televisão.

E lembrando que os 15 primeiros capítulos estão disponíveis gratuitamente no site. Os demais episódios estão disponíveis para os assinantes do serviço.

A sinopse no site da empresa:

Os 88 Cavaleiros de Atena trajam desde os tempos mitológicos armaduras protegidas pelas constelações do céu para, assim, servir sua deusa e preservar a paz e o amor na Terra. Agora, nos tempos modernos, nasce uma nova Atena e, para que ela não seja assassinada ainda bebê por aqueles que estão ofuscados pelo poder e pela ganância, ela é levada para longe, onde cresce como Saori Kido. Muitos anos depois a vida da jovem Saori Kido cruza com a dos novos Cavaleiros, os meninos órfãs que, à duras penas, conquistaram o direito de trajar as Armaduras de Bronze: Seiya, Shiryu, Hyoga, Shun e Ikki. Uma nova batalha santa está para começar! Vão, jovens Cavaleiros, protejam sua Atena!

Fonte: Crunchyroll e Gyabbo!

Crítica | Stars Wars Rebels: A Fagulha da Rebelião

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No dia primeiro de outubro, a Disney reuniu a imprensa brasileira para assistir o filme que daria inicio a primeira série animada, depois que Star Wars foi adquirido pela empresa do Mickey Mouse.

Tendo um novo episódio em breve, a Disney está trabalhando com relançamento da marca aos poucos e essa nova série é o primeiro produto que devemos ficar de olho. Ela se passa entre o Episódio III: A Vingança dos Sith e Episódio IV: Uma Nova Esperança (entre a trilogia nova e a clássica).

Trazendo Simon Kinberg (X-Men: Primeira Classe), como produtor-executivo, Star Wars Rebels ainda tem Dave Filoni e Greg Weisman (Justiça Jovem e O Espetacular Homem-Aranha), como produtores-executivos. E a parte boa é que o próprio Simon Kinberg ainda assina o primeiro episódio.

Star Wars Rebels estréia dia 7 de outubro às 18 horas no Disney XD, sendo reprisado no dia 11 de outubro às 21hs no Disney Channel.

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A série

Inicialmente, o que somos apresentados ao planeta Lothal no qual as forças imperiais utilizam sua influência e domínio, se fazendo melhor que todos. Trazendo ares meio árabes, conhecemos mercadores locais e como os soldados da força não são nada simpáticos com eles.

Somos apresentados a Ezra Bridger, que é quase como o Aladim aqui. Pobre e órfão, ele ajuda aos outros, porém tudo tem um preço e ele não se arrisca à toa. Garoto de 14 anos, Ezra pode ser definido como um ladrãozinho barato.

A questão é que um grupo de mercenários está de olho numa carga que está sendo carregada pelo império. Somos apresentados a Kanan Jarrus, que está disposto a pegar aquela misteriosa carga, porém um ladrão passou na frente dele. Sim, estamos falando de Ezra que ao ver a confusão, acaba pegando a carga e fugindo com ela.

Sendo perseguido e tendo sua mota destruída, Ezra não tem muito o que fazer, Kanan aparece e oferece abrigo em sua nave em troca da carga. Sem ter muito o que pensar, Ezra aceita e acaba conhecendo o grupo formado por Kanan.

Na nave, ele acaba conhecendo Zeb Orrelios, um alienígena de personalidade bem difícil que deseja a todo custo deixar Ezra na primeira oportunidade. Além dele, tem a Hera Syndulla (pilota da nave), Sabine (especialista em armas e explosivos) e C1-10P.

Qual a intenção deles? E o que tem dentro da mercadoria roubada do Imperio? São algumas perguntas que te fazem ficar atento sobre o que esperar do filme e da série.

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Opinião

Tendo 42 minutos, difícil não pensar que o filme não seja dois episódios compilados da série de televisão. Trazendo um clima frenético, o filme apresenta os personagens e toda mitologia do Star Wars em poucos minutos, mostrando muito potencial.

Abusando de conceitos e clichês, a série ao tornar Erza protagonista, difícil não comparar com Aladim ou esperar que a jornada de herói se construa em torno dele. Até porque, numa parte do filme, descobriremos que Erza consegue utilizar uma sabre de luz, alem de ativar um holograma do Obi-Wan o que dá entender que veremos um jedi surgindo, sendo treinado pelo Kanan.

Outro personagem que difícil não gostar é o Zeb Orrelios que teve seu visual inspirado nos rascunhos do Ralph Mc´Quarrie de Chewbacca. Esquentado, o personagem se contrapõe ao protagonista e você logo se afeiçoa a briga dos dois.

Ainda temos C1-10P que teve seu visual inspirado na arte conceitual do que seria R2-D2 pelo Ralph McQuarrie. A diferença aqui é que o C1-10P não é tão simpático como o R2-D2 e está ali bem esquentado também.

Cada personagem tem seu peso e sua medida, funcionando muito bem no universo do Star Wars. É muito fácil ver o papel de cada um na equipe, como também sua semelhança com os personagens da trilogia clássica.

Mesmo que o filme não demonstre, a série se passa 5 anos antes do episódio IV: Uma Nova Esperança. Podemos esperar personagens da trilogia clássica na série? Sim, e confesso que estou curioso quanto a isso.

Em termos de animação, CG é competente e o character design é bonito, porém tecnicamente não tem nada de muito inovador, porém funciona.

O ponto forte está na história, trazendo boa trama, bons personagens e uma mitologia que você já conhece, mas de outra ótica e com outra roupagem, mas sempre te remetendo a citações que você conhece.

Assistimos ao filme dublado e a versão brasileira está bem bacana, convencendo e mantendo o padrão que já conhecemos da Disney em nosso país.

Se vale a pena assistir? Vale. Uma série de 15 episódios com carisma assim, ainda aliado a 2015 ser o ano do Star Wars com diversos lançamentos, essa produção não só pode ser a porta inicial de um novo público, como também traga boas surpresas sobre o episódio VII.

Nota

nota 3,5

 

3,5 JWs

Mais informações: http://disneyxd.disney.com.br/star-wars-rebels

Crítica | Hercules (2014)

JWave Cine Capa 42 Post 1

Estamos aqui falando de Hércules em pleno 2014. Sabe o que mais? Foram produzidos dois novos filmes do personagem, um produzido pela Paramount Pictures com a MGM e outro produzido pela Summit Entertainment.

Aqui no JWave, falaremos da versão que está no cinemas, portanto da Paramount Pictures com a MGM que trouxe Dwayne Johnson (antigamente conhecido como The Rock) no seu papel título.

O que pouca gente sabe é que essa versão é baseada em quadrinhos, produzido pela Radical Comics, batizada de Hercules: The Thracian Wars (Hércules: As Guerras Trácias). Inédito no Brasil, pelo pouco que pudermos avaliar, o filme conseguiu ser extremamente fiel a sua versão original.

Agora, o filme é bom ou não é? As cenas de luta são boas? Essas são algumas perguntas que tentaremos responder.

HERCULES

O Filme

Temos início com a lenda que Hércules se tornou. Filho de Zeus, aquele é um semi-deus na Terra, teve uma vida trágica e tem seu nome conhecido por todos os reinos, devido aos doze trabalhos.

Mas essa história de sucesso não foi construída sozinha, Hércules tem guerreiros ao seu lado que tiveram vidas tão trágicas como as dele. Estamos falando de Autólico (Rufus Sewell), Tideu (Aksel Hennie), a amazona Atalanta (Ingrid Bolso Berdal) e Iolaus (Reece Ritchie).

A história tem seu início, quando Ergenia, acaba pedindo a ajuda do famoso Hércules. Ela representa o rei de Trácias, que está disposto a pagar o peso do Hércules em ouro por proteção e ensinar sua tropa a se tornar tão forte quanto a ele.

HERCULES

Opinião

O filme tem um visual fidelíssimo aos quadrinhos, trazendo uma boa fotografia e boas cenas de ação, utilizando o 3D ao seu favor.

Dirigido por Brett Ratner, a primeira coisa que passa na sua cabeça é X-Men: O Confronto Final. Por mais que seja o mesmo diretor da trilogia A Hora do Rush, a imagem do diretor ainda fica meio manchada, quando pensamos nele em uma grande produção.

Um dos pontos altos do filme está na equipe do Hércules que funciona de apoio ao protagonista e acaba emprestando a mesma carisma e dinâmica em casos, como Thor. Alias, eu diria que a dinâmica de Hércules e seus amigos é a mesma de Thor, porém um pouco mais aprofundada.

Comparada com outra série baseada em quadrinhos, podemos dizer que as cenas de luta de Hércules são bem mais agradáveis do que as de 300, por exemplo. Outro fator interessante é o quanto didáticas as cenas, ao trazer Hércules ensinando técnicas de guerra para os soldados do rei de Trácias. Isso não só engrandece o filme, como do treino até as cenas de luta, você fica vendo em cena.

Mas como tentar explicar a mitologia de Hércules de uma forma mais humana? Seguindo a mesma de Tróia (2006), Hércules explica o tempo os seres fantásticos do filme. Se você gosta dessa abordagem, não tem defeito algum, porém isso acaba tirando todo endeusamento que o Hércules sempre teve.

Está longe de ter alguma carisma, o Hércules de Dwayne Johnson, porém ele foge das abordagens tradicionais em outros filmes e séries. Segue a risca sua vida trágica e fisicamente, o treino de 8 meses do ator é visível em cena. Só que se esse Hércules é mais marrudo e um tanto vazio, deixando os amigos dele preencherem a lacuna de carisma.

O filme tem uma boa reviravolta e quem rouba a cena em alguns momentos é o John Hurt, como rei de Trácias. Outro personagem que cresce com público é o “narrador” Iolaus, o sobrinho de Hércules , interpretado pelo Reece Ritchie.

Hércules não chega a ser excelente, mas funciona em cena. Não nego que fico curioso se teremos uma continuação, baseada no arco “The Knives of Kush”, publicado em 2011.

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Nota

nota 3,5
3,5

Crítica | Magia ao Luar

JWave Cine Capa 41 Post 1

Trazendo todo glamour da década de 20, Magia ao Luar é uma boa surpresa no cinema. Talvez nem tanta surpresa assim, por ser um filme do Woody Allen, mas mesmo assim uma boa surpresa entre os filmes que se encontram no cinema.

No elenco, temos a lindíssima Emma Stone, junto com Colin Firth, Hamish Linklater, Marcia Gay Harden e tantos outros nomes.

Trazendo toda a magia de filme antigo, difícil não se apaixonar pela história sincera de Stanley (Colin Firth) e sua busca em descobrir a verdade sobre a clarividente, Sophie (Emma Stone).

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O Filme

Estamos em 1928, época que um ilusionista chinês, chamado Wei Ling Soo, faz uma grande turnê pela Europa, sendo aplaudido de pé pelo público por onde passa. Na verdade não existe chinês nenhum, estamos falando de Stanley, que é britânico e sem ascendência nenhuma asiática, disfarçando e se passando pela figura ilusionista do todo poderoso Wei Ling Soo.

A questão é que seu velho amigo de infância, Howard Burkan (Simon McBurney), pede para Stanley dar uma olhada numa família rica americana, chamada Os Catledges. Howard havia tentado desmascarar uma jovem clarividente que ganhou a paixão e aceitação da família americana. Sem sucesso, Howard pede para que Stanley desmascare a bela Sophie (Emma Stone), principalmente por sua fama.

Chegando na Riviera Francesa, Stanley logo é apresentado a Sophie que de alguma forma, acaba perplexa com o que sentia dele. Lembranças e visões de chineses, ricos, como trabalhos na Ásia eram algumas pistas que Sophie sentiu do Stanley, mas ele estava disposto a fugir dela.

A questão é que Stanley tem certeza que irá desmascarar Sophie, mas os dias vão passando e ele acaba ficando impaciente de não pegar nenhum erro dela. Não só isso, mas cada dia, Stanley começa a duvidar da sua própria crença, quando não percebe nenhuma falcatrua dela.

Indo para a casa da tia Vanessa (Eileen Atkins), Stanley acaba levando Sofie, apostando que pegaria ela no fraga. A questão é que tia Vanessa está disposta a saber se Sofie tem realmente poderes e empresta seu colar de perolas, acabando ouvindo toda sua história de amor na boca daquela garota.

Stanley fica perplexo ao ver a cena e começa a acreditar piamente que Sofie tem poderes. Seguido disso, temos um acidente da tia Vanessa, onde Stanley reza, coisa que nunca faria. Será que Sofie é tão poderosa a ponto de tantos questionamentos por parte do Stanley?

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Opinião

Fazia tempo que um filme não me conquistava com tamanha simplicidade e ao mesmo tempo, diria que charme. E o mais estranho é falar isso de uma produção do Woody Allen, que acaba sempre sendo uma surpresa, como Ponto Final – Match Point, ou Vicky Cristina Barcelona e até mesmo Para Roma com Amor.

Um ponto negativo esta na escolha do elenco, ou talvez na direção escolhida, por Sofie parecer uma garota muito a frente do seu tempo. Emma Stone tenta, mas sua personagem não parece ser uma garota da década de 20, porém se tratando de misticismo, dependendo da interpretação, acaba se tornando um bônus e não uma queixa da sua atuação.

Colin Firth está impressionante, roubando a cena o tempo todo. Seja na atuação de um ilusionista chinês ou no Stanley que é apático pela vida. Colin demonstra domínio total em seu personagem e acreditamos nele, desejando que ele encontre respostas para a sua busca.

Outra personagem que rouba a cena é a Tia Vanessa, interpretada por Eileen Atkins. Trazendo bom humor e sabedoria, Vanessa sabe como aconselhar Stanley e pautar os pensamento e angustias dele.

Magia ao luar é uma comédia romântica deliciosa de assistir, sendo descompromissada e se focando em contar uma boa história. Sofie e Stanley estão sendo testados o tempo todo e Woody Allen, mesmo se recorrendo a uma história que acaba sendo piegas nos dias atuais, ela te conquista a tal forma em que você torce que ambos fiquem juntos.

O filme recorre a viagens com belíssimos carros e mansões, conquistando e mostrando 1928 bem diferente do que você esperaria de outros filmes. As tomadas de carro são belíssimas, revelando personalidade dos personagens em seus carros.
Outro ponto forte é a trilha sonora do filme que grande parte é orquestrada. Ela dá o tom a obra e complementa ao filme, transformando ele em um filme clássico.

Magia ao luar tem qualidades e defeitos, mas sua simplicidade é o ponto forte em querer ver e rever esse filme tantas e tantas vezes.

Nota

nota

 

JWave #194 | Sailor Moon S – Parte 3

JWave Capa Post 194
[powerpress]

Chega a terceira parte de Sailor Moon aqui no JWave junto com a equipe do SOS Sailor Moon .

Estamos falando da chegada de Haruka e a Michiru, respectivamente Sailor Uranos e Sailor Netuno.

Criado em 1992, Sailor Moon nasceu com animê em produção e é uma criação da Naoko Takeuchi, produzida para revista Nakayoshi, tendo uma versão de animê pela Toei Animation. Sua terceira fase estreou em 1994 com nome de “Sailor Moon S”.

Juba, Calliban, Haroldo Lima e Lê Bortot (do SOS Sailor Moon)se reúnem para falar da terceira fase de Sailor Moon.

Podcast realizado em parceria com site SOS Sailor Moon.

PARTICIPANTES




No JWave #194: Sailor Moon S – Parte 3
Naoko Takeuchi
Kunihiko Ikuhara
Katsuyuki Sumisawa
Megumi Sugihara
Shigeru Yanagawa
Sukehiro Tomita
Yoji Enokido
Sailor Moon
Sailor Moon R
Sailor Moon S
Sailor Moon S Movie: Hearts in Ice
Versão em mangá
Versão em animê
Inuyasha
Ranma ½
Gatchaman
Sayuki
Mospeada
Wedding Peach
Utena
Digimon Frontier
Power Stone
Kimagure Orange Road
Rahxephon
PreCure
Mahou Tsukai Tai
Rave Master
Agatha Christie no Meitantei Poirot to Marple

JWCast 168 Post 2
JWave Capa Post SM

Ouça também
JWave #168: Sailor Moon – Parte 1
JWave #177: Sailor Moon R – Parte 2

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Sailor Moon – Vol. 1
Sailor Moon – Vol. 2
Sailor Moon Vol. 03
Sailor Moon Vol. 04
Sailor Moon – Vol. 05
Sailor Moon – Vol. 06

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JWave #193 | Será que?

JWave Capa Post 193
[powerpress]

O JWave dessa semana falaremos do filme “Será que?” que é o novo filme do diretor Michael Dowse com Daniel Radcliffe e Zoe Kazan.

Assistimos o filme a convite da Diamond Films e achamos que uma comédia romântica canadense, merecia um espaço aqui no JWave.

Já achou que não poderia esquecer um amor? E se seu grande amor namorasse outra pessoa? Respeitaria e seria amigo ou será que faria as coisas diferentes? E é exatamente disso que falaremos essa semana.

Juba e Sasuke RK comentam tudo do novo filme do Daniel Radcliffe. E sim, existe vida depois de Harry Potter pro ator.

No JWave #193:Será que?
Daniel Radcliffe
Zoe Kazan
Megan Park
Adam Driver
Mackenzie Davis
Rafe Spall
Michael Dowse
Cigars and Toothpaste

Participantes


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Guerra Civil
Os Novos Vingadores – Guerra Civil
X-men Trilogia – 3 Discos – Blu-ray + HQ
X-men – Primeira Classe – Blu-ray
X-men Primeira Classe – DVD
X-men Quadrilogia – 4 Discos – Blu-ray
X-men Trilogia – 3 DVDs
Marvel Anime – X-men – A Série Completa – 2 DVDs
X-men Noir – a Marca de Cain
Homem de Ferro 3 – Blu-ray
Homem de Ferro 3 – Blu-ray 3D + Blu-ray
Thor: o Mundo Sombrio – Blu-ray
Thor: o Mundo Sombrio – Blu-ray 3D + Blu-ray

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jwavecast@jwave.com.br

Review | Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm Revolution

JWave Cine Capa Naruto Post

E chega a hora de testar a versão final do novo Naruto,então sem mais e vamos ao que interessa:

O que é?

Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm Revolution é o quinto jogo da série Naruto Storm e ganhou o nome de “Revolution” por ter uma proposta de dar uma reviravolta no gameplay da franquia. Mas será que conseguiu? Ele realmente mudou muita coisa, mas nada muito dramático, além de trazer dois novos modos solos (Torneio Ninja e a Fuga Ninja). Ambos trazem histórias inéditas(algumas criadas apenas para o jogo e outras explicando coisa melhores, como no caso de Fuga Ninja).

Temos muito Fanservice que estava em falta na série ainda se comparado com o Naruto Hero de Playstation 2 e PSP. Um exemplo são os lindos especiais em dupla e a customização dos personagens.

Gráfico/Som

Aqui é o grande forte da série com gráfico e som de tirar o fôlego, principalmente o gráfico que melhor do qualquer filme ou animação do Naruto. O gráfico não mudou muito comparado com o último jogo, porém nem dá pra ficar mais que isso. Este é o jogo mais bonito de animê já feito. Outro grande ponto forte na parte gráfica são os especiais em duplas que são um show à parte.

A trilha sonora infelizmente não é a mesma da serie, porém combina perfeitamente com o jogo e cria um clima épico nas cenas de luta.

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Jogabilidade

Como já dito no meu preview do Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm Revolution. O jogo sofreu boas mudanças que refletiram num gameplay melhor, porém ainda não o suficiente para ser competitivo e continua com alguns exploits combo que chega a dar 100% de dano no inimigo. E estamos falando principalmente devido à mecânica do counter-attack, mas que exigem um bom conhecimento do jogo para serem efetivos então não chega a ser algo que diminuir a diversão dos jogadores mais casuais.

O modo torneio ninja é bem diferente do que estamos acostumados, pois aqui as lutas são em quatro personagens e baseado em orb, lembrando até um pouco jogos com Smash Bros e o novo Digimon All Star.

Parando pra pensar, o que depois de quase 10 jogos da série Naruto dá uma ótima variada(se bem que na versão de PSP já era de 4 players, mas sem mudança na jogabilidade). O único defeito que é não temos multiplayer neste modo.

E o Online? Está muito bom, com pouco lag ou quase nada, e agora temos como criar um lobby para oito pessoas. (O que eu sentia muita falta nos outros jogos)

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Outras Considerações

A versão física do jogo conta com uma pequena animação especial que tem 11 minutos de duração. A animação conta a vida caseira do Sasuke e do Itachi no maior estilo zuera, além de vir com um pacote de skin.

Falando em skin o jogo irá receber skins de biquíni para as meninas e de roupas estilo samurai. Vai rolar muito fanservice com as garotas de biquíni, isso eu garanto.

Naruto

Considerações Finais

Naruto realmente revolucionou (revolution) nesse novo jogo. Trouxe muitas novidades que dão um gás a série que se tornou anual praticamente. Além disso, fugiu do óbivo de atualizar rooster conforme o animê vai se desenvolvendo. Se você é fã do mangá/animê, o jogo vem com um pacote que está imperdível devido as cenas de anime especialmente criadas para o modo fuga ninja. Estas mesmo sendo curtas estão muito bem feitas e com um ótimo conteúdo, além de ser o jogo de Naruto mais completo até hoje para você reviver as lutas do animê(com uma qualidade gráfica melhor) e criar as suas próprias.

Nota

nota 3,5

 

3,5

Gostou?

Então corra para comprar o novo jogo Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm Revolution. Lembrando que o JWave tem uma parceria com Saraiva, então comprando no link abaixo, ganhamos uma pequena comissão do mesmo.

Naruto Shippuden – Ultimate Ninja Storm Revolution – X360

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Naruto Shippuden – Ultimate Ninja Storm Revolution – PS3

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Agradecemos a Namco Bandai por ter enviado o jogo para testarmos na sede do JWave.

Crítica | O Doador de Memórias

JWave Cine Capa 40 Post

Já imaginou viver numa sociedade perfeita? Numa sociedade que não se pode mentir, não se pode demonstrar amor, podemos até dizer que esse estranho mundo não tem nem ambição, porque tudo tem uma razão para existir.

Uma cidade sem memória

Nessa sociedade utópica, conhecemos Jonas (Brenton Thwaites) e seus amigos que estão se formando. A primeira pergunta que fazemos é que formação e como esta é escolhida, mas isso é respondido pela presença holográfica da Chefe Elder (Meryl Streep).

Num evento parecido com uma formatura, temos a Chefe Elder determinando o papel de cada um daquela sociedade. De piloto, jardineiro, enfermeiro, os jovens de 16 anos recebem suas atribuições, menos Jonas que sobra no palco, deixando todos perplexos.

A chefe Elder acaba revelando que Jonas não terá nenhum cargo normal, porque foi selecionado para se tornar o novo “Receptor de Memórias”. Mas o que seria isso? Para existir um receptor, deveria existir um emissor? E assim conhecemos aquele que empresta o nome para título do filme, o Doador de memórias (Jeff Bridges).
Jonas ao se tornar “Receptor”, ele ganha diferenciais que as pessoas daquela sociedade não tem. O primeiro deles é o poder de mentir e omitir o que sempre e demonstra e pensa.

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O Doador de Memórias

Jonas conhece “O Doador” e começa a ter acesso a memórias de outros tempos. O Doador explica para ele que nem sempre as memórias são boas, podendo mostrar erros da sociedade que viveu no passado.

Cada nova “aula”, Jonas descobre o porquê que a sociedade abriu mão de muitas coisas. E estamos falando de neve, cores, raiva e outras coisas que as lembranças que Jonas tem acesso e que de alguma forma, ele tenta compartilhar com seus amigos.

A Chefe Elder percebe que Jonas está demonstrando atitudes que não poderia ter e começa a pegar no pé dele e do “Doador”.
Ao mesmo tempo que outra trama se constrói sobre a “Receptora” que deu errado. Os mais velhos lembram da Rosemary, mas evitam falar da garota que deu errado no processo de aprendizagem com “Doador”. Será que o Jonas terá a mesma sina?

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Opinião

O que falta para o Jonas é entender o seu papel nessa sociedade. Ele não está sendo moldado para ser um salvador, porém o que deixa claro aqui, que seu cargo é mais do que ter acesso a tudo que deu errado, podendo aconselhar e intervir, caso essa sociedade caminhe para o mesmo rumo que as da sua lembrança.

Seguindo conceito do “mito da Caverna de Platão”, podemos dizer Jonas não só viu a luz e quis compartilhar com todos, mas também romper o sistema, algo meio 1984, trazendo a liberdade e a compreensão a todos ali presentes.

O filme te faz pensar sobre mil possibilidades da busca do Jonas em compreender aquele mundo. Jeff Bridges que lutou para a produção desse filme está de parabéns como um dos produtores em adaptar o livro de Lois Lowry. Talvez não seja o melhor filme para relaxar no cinema, mas será um filme que fará você e seus amigos ficarem horas e horas conversando sobre as possibilidades infinitas dele.

Nota

nota5
5 JWs

JWave Indica #3: O Cão Que Guarda As Estrelas

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O JWave dessa semana é sobre o mangá ” O Cão Que Guarda As Estrelas” de Takashi Murakami.

Grande sucesso por onde passa, a história te cativa sobre a história do cachorro e seu dono que são protagonistas da série.O sucesso foi tão grande que o filme foi adaptado em filme em 2011.

Juba e o Buga da publicação, da escolha de formato de publicação aqui no Brasil e da JBC.

PARTICIPANTES

TEMA

O Cão que Guarda as Estrelas
Takashi Murakami

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INDICAÇÃO – PARCERIA JBC E SARAIVA

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