Cavaleiros do Zodíaco Bravos Soldados (Saint Seiya Brave Soldiers no original) foi anunciado semana passada pela mídia japonesa e essa semana a Bandai Namco confirmou lançamento no Brasil. O novo jogo seguindo a exemplo de Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário (de 2011) também será lançada com legendas em português.
Produzido pelo estúdio Dimps, de Osaka, o novo jogo da série Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya) terá personagens das sagas: Santuário (12 casas), Poseidon e Hades. O jogo será focado em lutas um-contra-um, e seguiram a história da série animada.
“O universo Saint Seiya possui uma mitologia rica, um estilo singular no mundo das animações, e desfruta do entusiasmo de seus seguidores” comentou Chris Gilbert, Vice Presidente Sênior de Vendas e Marketing da NAMCO BANDAI Games America Inc. “Saint Seiya Brave Soldiers levará os fãs de Cavaleiros do Zodíaco e de jogos de luta em uma jornada replete de batalhas ferozes, encontros épicos com chefões, e partidas multiplayer excitantes, que certamente deixarão dedos calejados em toda América Latina neste fim de ano.”
Cavaleiros do Zodíaco Bravos Soldados será lançado dia 3 de novembro na América Latina, se tornando o segundo jogo da série para Playstation 3.
Olá pessoal, tudo bem com vocês? Estão gostando da JMangá? Eu estou gostando de faze-la. Para essa edição, uma análise mais que especial para uma edição especial. Irei analisar a tão falada Black Edition de Death Note lançada pela Editora JBC. A edição ainda não está à venda, eu comprei no evento Henshin+. Já se encontra a venda na Saraiva. Agora chega de falação e vamos ao que interessa.
Formato
Para esse edição foi adotado o formato 13,5 x 20,5 cm, que é o atual tamanho padrão da editora. Para efeito de comparação, é o mesmo utilizado em Card Captor Sakura e Freezing. O papel escolhido para a edição é o Lux Cream, “um papel de luxo para publicação de livros com baixa reflexibilidade” (palavras do Cassius). Devo dizer que a escolha do Lux Cream foi perfeita, realmente ajudou a valorizar a edição. A edição tem cerca de 400 páginas sendo 8 delas coloridas.
Tradução/Adaptação
A tradução é a mesma utilizada na versão anterior feita pela Rica Sakata e eu não notei nenhuma grande diferença. Não tem os famigerados honoríficos, o que EU acho bacana pois combina com o teor da obra. Uma questão que pode voltar a ser polemica é a escolha por Light e não Raito e Ryuk e não Ryuuku. Pessoal, a romanização dos nomes foram escolhas dos autores então xinguem eles e não a JBC.
Outras considerações
A capa tem impressão fosca mas tem impressão brilhante nas partes brancas da capa. Não entendeu? Simples, veja o vídeo abaixo. Outra coisa que eu gostaria de ressaltar é a qualidade da impressão. É muito superior comparada as publicações normais e até as republicações. Isso fica muito claro nas páginas coloridas. Acho que a qualidade só poderá ser admirada com o mangá em mãos.
Quando a Editora JBC anunciou que lançaria essa edição de luxo de Death Note eu fiquei com uma pulga atras da orelha. Eu realmente não sabia como ela iria sair e eu não me baseei pela edição americana porque são realidades diferentes. E eu fui surpreendido.
A capa está simplesmente maravilhosa, o papel é de extrema qualidade e a impressão está primorosa. É uma edição a altura de Death Note. Dito isso, a nota para a edição não podia ser outra a não ser…
Cinco JW’s
Não podia dar outra nota para a Black Edition. Foi feito um trabalho realmente para colecionador, para você colocar na estante para ser admirado. Um trabalho de altíssima qualidade da Editora JBC. Podia ser melhor? Podia, poderia ter as bordas pintadas de preto mas o custo aumentaria e muito como foi explicado pela própria editora. Eu preferiria orelha nas capas. Enfim, espero que a edição venda bem e que venham mais publicações no mesmo formato.
Para quem gosta de videogame, deve estar de olho nas novidades da Electronic Entertainment Expo (E3) que está acontecendo essa semana em Los Angeles. Sendo a maior exposição de videogames do planeta, seguida da Tokyo Game Show, na E3 as grandes empresas de jogos anunciam as novidades para seus consoles de mesa e portáteis.
A Microsoft que já havia anunciado o Xbox One há algumas semanas atrás, agora chegou a vez dela mostrar todo potencial do console com jogos exclusivos, apoio de outras produtoras e o preço final.
A Microsoft revelou Ryse, um jogo que se passa na Roma Antiga e produzido pela Crytek. Trazendo combates intensos, vOcê está na pele de um capitão de uma tropa romana. O jogo será lançado em novembro com a chegada do Xbox One no mercado.
Entre velhas conhecidas, a Rare (que já pertenceu a Nintendo) anunciou o retorno de Killer Instinct que estava sumido desde os anos 90 para Nintendo 64. A franquia está de volta e agora é um jogo “free-to-play”, podendo ser baixado de graça com um personagem e você comprar os demais personagens pelas DLCs. O jogo que lembra visualmente o Street Fighter IV será lançado em novembro também.
Um dos destaques do evento foi o Metal Gear Solid 5 que abriu a conferência da Microsoft, revelando o primeiro jogo da série para o novo console da empresa.
Entre outros destaques da conferência, tivemos o jogo de corrida Forza 5, além de Dead Rising 3, jogo da Capcom que traz zumbis com bom humor do protagonista.
Entre os ícones do Xbox está a série Halo e aqui no Xbox One não foi diferente, sendo anunciado Halo 5.
Xbox One será lançado com HD de 500 gigas, Wi-fi, além de trazer um drive de Blu-ray, um Kinect mais preciso ao preço de 499 dólares. O console será lançado simultaneamente em 21 países, Brasil incluso a um preço de R$ 2.200.
O JWave prometeu que nunca falaria desse filme, mas comemorando 20 anos e contradizendo o nosso próprio podcast, iremos comemorar essa data comemorativa.
Produzido no longínquo ano de 1993, Super Mario Bros – O filme foi o primeiro longa metragem em live action baseado em videogame. Trazendo o universo do Miyamoto para telas, o diretor quis uma “pegada” estilo Tron com Blade Runner no reino dos cogumelos, trazendo terra paralela e dinossauros.
Juba, Calliban, Marvin, Sasuke RK e Stunts se reúnem para comemorar os 20 anos de Super Mario Bros – filme.
A Namco Bandai anunciou que Tekken Revolution será lançado no dia 11 de junho para Playstation 3, mas pegou de surpresa ao anunciar que será de graça.
Anunciado pelo preview da E3, pelo site americano GameSpot, o novo Tekken pegou todo mundo de surpresa ao ser anunciado como free-to-play para Playstation 3. O que significa? Significa que o jogo será de graça, mas terão itens, personagens e alguns extras que estão à disposição do jogador que queira comprar por eles.
Novidade no gênero, esse pode se tornar o caminho para os jogos de luta? Descobriremos amanhã com o lançamento de Tekken Revolution.
Na última semana, a revista Shonen Jump divulgou algumas novidades em relação ao novo crossover para Playstation 3 e PS Vita, J-Stars Victory, e surpreendendo de forma positiva a chegada de novas duas séries ao jogo, Bleach e Rurouni Kenshin.
J-Stars Victory é o novo jogo de luta com os personagens da revista Shonen Jump e que tinha confirmado a presença dos personagens da série: Naruto, Dragon Ball, One Piece e Toriko. Agora temos a confirmação dos personagens: Ichigo (de Bleach) e Kenshin (de Rurouni Kenshin / Samurai X).
O jogo está sendo produzido para comemorar 45 anos da publicação japonesa responsável por séries, como: Dragon Ball, Cavaleiros do Zodiaco, One Piece, Naruto, Kochikame, Toriko, Sket Dance, Hikaru no Go, Death Note, Bakuman, Gntama, Shaman King, City Hunter, Yu Yu Hakusho, Hunter X Hunter entre tantas outras séries famosas no mundo inteiro.
J-Stars Victory ainda não tem previsão para ser lançado no Japão.
A E3 está chegando e o JWave aliado do Projeto X se uniram pra produzir o podcast especial sobre a Nintendo para a revista oficial da Big N no Brasil, a Nintendo World.
A E3 2013 está muito próxima e, assim como a Big N, que resolveu inovar em sua apresentação, nós resolvemos trazer algo novo e, por isso, decidimos fazer um podcast numa parceria muito especial com o Projeto X Podcast e com o J-Wave.
Durante essa gravação, Igor Andrade, editor da Nintendo World, Giuliano Pecilli, o Juba, e Flavio Ferreira, o Kiba, comentaram um pouco sobre tudo aquilo que a Nintendo deve mostrar nessa edição da feira, além de falar de vários dos jogos que merecem nossa atenção. Escute já!
Um trailer do novo Tekken surgiu no GameSpot’s E3 2013 preview (aos 19:30 min do video) essa manha. Tekken Revolution, é um free-to-play game feito exclusivamente para o PlayStation 3 e estará na PSN dia 11 de Junho.Não é o primeiro jogo de luta F2P anunciado para consoles(tivemos o anuncio de DoA 5U, essa semana) porem novamente é exclusivo pra PS3.
Será F2P o futuro pra os jogos de luta ? Será a Sony a lider desse novo mercado ? Como será esse sistema de f2p do Tekken ? Só o tempo era responderá isso.
Sejam bem vindos a mais um JWave Mail com novidades da semana! Essa semana começamos com a chegada de Buffy no Netflix. Famosa caçadora de vampiros que trouxe o formato Scooby gang pra séries e filmes, a cria é do famoso Joss Whedon.
Entre outras novidades, o JWave comenta a adaptação nos cinemas de Fábulas, além de comentar do final da série Gantz. Indo para os quadrinhos, a DC Comics irá fazer reboot de Batman e também está trazendo a linha de quadrinhos com finais alternativos para mercado digital.
Semana que vem ocorre o maior evento de games, a E3 e o JWave está a postos pra ver as novidades no mundo dos games.
Além disso, Juba e Calliban leem os comentários referentes ao JWave Mail #14 e sobre JWavecast #138 Xbox One e suas polêmicas.
Olá pessoal, aqui estou mais uma vez para falar de mangás. Você que esta acessando esta coluna pela primeira vez, acesse o JMangá #1 para mais detalhes. Para mais esta análise eu trago o mais recente lançamento da Editora JBC: The Innocent.
Formato
The Innocent tem o mesmo formatinho de Soul Eater, ou seja, suas dimensões são 12 x 18 cm. Por ser um lançamento comum, ele é impresso no pisa-brite porem conta com impressão colorida na contra-capa. Não preciso dizer que é no formato tankobon né?!
Tradução/Adaptação
Eu não tenho nada pra falar sobre a tradução, foi feito um ótimo trabalho. Na verdade até tenho, eu não sei se foi um problema da tradução ou da história em si mas eu achei a leitura meio arrastada porem como não sei se esse é um problema da tradução, não vou criticar. The Innocent também não tem honoríficos mas acho que não é uma escolha do editor e sim do texto original. Por se passar nos Estados Unidos é claro que não teria.
Outras considerações
Desde que a JBC mudou a gramatura da folha a transparência diminuiu mas o que mais me chama atenção é a cor da pagina. Ela não é tão cinza quanto antes. Inclusive, ela é mais clara que a da concorrente. Por que eu estou falando disso? Simples, porque The Innocent está com uma impressão muito boa e as paginas mais claras proporcionam uma melhor visualização dos desenhos. O preço de Rs10,90 esta bem justo.
Capa
Lombada
Capa de trás
Impressão na contra-capa
Impressão na contra-capa
Comparação de tamanhos
Páginas internas
Páginas internas
Páginas internas
Considerações finais
Eu adoro esse formatinho, é muito bom pra transportar na bolsa/mochila, sem contar que combinou com o título. Eu achei estranho um mangá one-shot não ter paginas coloridas, sem contar que na contra-capa tem uma imagem que é colorida e é uma das primeiras páginas do mangá. Pesquisando na internet eu achei essa imagem que dá inicio ao post e ela é a abertura do primeiro capítulo. Se a edição tinha paginas coloridas, porque elas não foram incluídas?
Então The Innocent merece a nota…
Quatro JW’s!
Por ser um mangá de volume único, eu esperava que The Innocent fosse impresso em papel off-set mas acho que a Burn Up Excess & W, que era assim, não deve ter vendido bem. Acho que se fosse cobrado R$12,90 estaria bem pago. Mas mesmo assim, o mangá é bem bacana e algumas vezes me lembrou um pouquinho de Yu Yu Hakusho.
Olá pessoal, sejam bem-vindos a mais nova coluna do JWave, a JMangá. Obviamente a coluna falará sobre mangás e ela terá três vertentes: 1ª analise dos novos mangás, 2ª review de mangás e 3ª opinião sobre o mercado nacional de mangás ou algum fato relevante. A coluna não terá um periodicidade fixa, visto que eu não sou uma maquina de leitura fora que eu também tenho meus afazeres mas sempre que algum mangá for lançado terá analise assim que eu o tiver em mãos. A coluna sairá sempre as terças-feira.
E para a primeira analise, eu trouxe aqui um mangá que eu amo. Nada mais, nada menos que Love Hina a obra máxima de Ken Akamatsu. Lembrando que o que está sendo levado em conta é a edição em si e não a história, dito isso, de o play na musica e venha saber mais sobre a republicação de Love Hina.
Por se tratar de uma republicação, o mangá não tem o tratamento padrão da Editora JBC, por isso ela não tem o papel pisa-brite (o famoso papel jornal) e sim o off-set. Suas dimensões são 13,5 cm x 20,5 cm, o mesmo tamanho de Card Captor Sakura. A capa é cartonada o que eu acho que é muito melhor para ler porem ela não tem impressão na contra-capa.
Tradução/Adaptação
Agora vamos ao ponto mais polemico quando se trata de mangás. Uns preferem que tenham os famosos honoríficos japoneses, outros não fazem questão e preferem que eles sejam adaptados. A minha opinião é a seguinte: quando um mangá claramente se passa no Japão, fica legal ter os honoríficos para uma maior imersão, quando não fica claro o mundo onde se passa a historia ou é um mundo fantástico, fica melhor sem os honoríficos. Para essa nova edição, optou-se por adaptar os honoríficos. Tenho certeza que muitos irão surtar ao ler “veterano” no lugar de “senpai“, eu mesmo estranhei um pouco mas é por eu ter lido muitas vezes a edição anterior mas eu realmente não faço taaanta questão dos honoríficos. Um problema que ocorria antigamente com os mangás da JBC era a quantidade de gírias e em Love Hina não temos nenhuma gíria ou expressão regional. O que é bom, já que o mangá é vendido no Brasil todo.
Outras considerações
Agora vou falar um pouco sobre a edição do mangá. Devo dizer que a edição foi muito bem feita, todos os fundo foram muito bem refeitos. Alguns só são notados quando olhado atentamente e bem de perto. Eu adorei a ideia da edição ter um prefacio e devo dizer que me identifico muito com a opinião do Eduardo Nasi. Tem uma pagina em que passou em branco pela revisão, um resquício da edição antiga que tinha os honoríficos. Uma coisa que eu acho que é bem legal é a diferença entre as fontes em alguns diálogos e a utilização do negrito para dar enfase em algumas falas como pode ser visto a baixo.
Capa original
Homenagem a capa do 2º volume da primeira publicação
Pagina colorida
Palavra do Editor
Prefácio
Diferença na fonte dentro do balão
Errinho que passou despercebido pela revisão
Considerações finais
Quando a Editora JBC anunciou que relançaria Love Hina eu fiquei extremamente feliz, feliz por ver um mangá que eu amo tendo um tratamento digno e feliz pois uma nova geração de leitores de mangá poderia apreciar esta divertida obra. O papel off-set valoriza muito a edição, assim como a capa cartonada e envernizada. A meu ver muitos podem reclamar e discutir sobre a questão dos honoríficos mas não é algo que vá desvalorizar a obra. O meu único pesar é em relação as paginas coloridas que são um pouco desnecessárias, eu preferia que as imagens fossem utilizadas nas contra-capas. Valorizaria muito mais a edição e justificaria o preço de R$14,50.
Dito isso, a republicação de Love Hina merece ganhar a nota de….
Quatro JW’s e meio!
Acho que esta nota é justa para a edição, seria perfeita se não fossem as paginas coloridas. Acho que você deve dar uma chance para Love Hina, compre a 1ª edição e seja feliz. Você não vai se arrepender de adentrar a Pensão Hinata!
Agora é com vocês, queridos leitores. Eu estou pensando em fazer muitas coisas bacanas aqui na JMangá mas primeiro quero o feedback de vocês. Não tenham medo de criticar, estou sempre aberto a sugestões mas para isso vocês tem que comentar.