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JWave #116 | Pânico

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Bem vindo ao JWave e ao seu segundo ano de mês das bruxas!

Chegamos ao último tema do nosso especial mês das bruxas e não poderia ser menos do que o filme que trouxe o sinônimo do terror nos anos 90. Estamos falando de Pânico produzido em 1996 por Wes Craven e que acabou se tornando uma quadrilogia que deve ser visitada sempre que sentir saudades.

Vamos visitar Sidney Prescott e a cidade do interior da California, aonde uma série de assassinatos começam, após a morte de Casey e seu namorado.

Juba, Calliban, FatFrog (Pó de Cash)e Luigi (Luigi Talk Show) se reúnem pra concluir o especial de mês das bruxas.

PARTICIPANTES


(Pó de Cash)
(Luigi Talk Show)

TEMA
Terror nos anos 70 e 80
Wes Craven
Curiosidades de Produção de Pânico
Drew Barrymore
Neve Campbell
Courtney Cox
Pânico
Conclusão

INDICAÇÃO

Pânico – Coleção Com 4 Discos – Blu-ray
Pânico – Coleção Com 4 DVDs – Dvd4
Pânico 1 – Blu-ray
Pânico – Dvd4
Pânico 4 – Dvd4
Pânico 4 – Blu-ray
Todo Mundo em Pânico – DVD4
Máscara Rosto do Pânico

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Ron Wasserman regrava as músicas de Power Rangers!


Power Rangers comemoram 20 anos em 2013 e Saban Brands está preparando uma série de homenagens em Power Rangers Megaforce, porém uma das melhores surpresas não veio de lá e sim do compositor, produtor e cantor Ron Wasserman.

Intitulado Power Rangers Redux, Ron Wasserman regravou os sucessos “5-4-1”, “Combat”, “Cross My Line”, “Fight”, “Go Go Power Rangers”, “Go Green Ranger Go”, “Hope For The World”, “I Will Win”, “Lord Zedd”, “Unite” e “We Need A Hero.”.

Produzindo as músicas das 4 primeiras temporadas de Power Rangers, Ron Wasserman volta indiretamente a franquia ao regravar esses sucessos. Se na época, ele gravou rapidamente seguindo cronograma apertado, agora Ron mostra como essas músicas ficam com a tecnologia de hoje em dia, além de uma experiência de mais de 20 anos, como produtor.

O álbum Power Rangers Redux pode ser ouvido e também adquirido pelo site do Ron Wasserman.

Agradecimentos ao Marcus “Marvin” Maretti

Japan Experience 2012 – Aproximando o público da cultura japonesa

Neste último final de semana (20 e 21/10) foi realizada a sétima edição do Japan Experience, no complexo cultural da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa (Bunkyo), localizado no bairro da Liberdade, região central de São Paulo.
Diferente de outros eventos, o Japan Experience traz uma proposta bastante interessante: aproximar o público da cultura japonesa, independente de raça, idade ou origem.
Esta aproximação é realizada por meio de diversas atividades, realizadas ao longo do evento, que permitem que o público interaja com diversos segmentos e elementos da cultura japonesa.


E foi o que se viu durante os dois dias do evento. Diversas atividades foram disponibilizadas para o público, por meio de workshops, onde o público presente teve a oportunidade de aprender mais sobre a cultura japonesa.
Ao todo, dois espaços abrigavam os workshops: no hall principal, atividades como shodô, origami, furoshiki, kirigami, mangá e até maquiagem para orientais, chamaram a atenção do público.

Workshop de Shodô

 

Workshop de Origami

Esculturas em origami expostas no evento

No ginásio, atividades esportivas, como beisebol e tênis de mesa, e artes marciais, como judô e karatê, ficaram à disposição do público.
Além destas, também foi possível aprender sobre danças tradicionais (Yosakoi Soran) e contemporâneas (Matsuri Dance).

Tênis de Mesa

 

Workshop de Judô

 

Karatê/Kobudo

 

Yosakoi Soran

 

Matsuri Dance

Além destes espaços, o evento teve uma área especialmente destinada às crianças, inclusive com exibição de filmes.

Os mascotes do centenário, Keika e Tikara, no espaço destinado às crianças

A gastronomia também foi uma atração à parte – além de diversos pratos típicos, o público também teve a oportunidade de experimentar o famoso Pastel da Maria, eleito por duas vezes o melhor pastel de São Paulo.

O Pastel da Maria foi uma das atrações gastronômicas do evento

E claro, não faltaram apresentações artísticas. No palco do Japan Experience, passaram diversas atrações, como a pequena e talentosa cantora Karen Taira, que, a exemplo de Melissa Kuniyoshi, também está ganhando lugar de destaque no programa de Raul Gil, do SBT.

A cantora mirim Karen Taira

Grupos de dança também se apresentaram no palco do evento, se alternando entre o tradicional e o moderno.
Destaque para o Yosakoi Soran, representado por grupos como o Ishin, e o street dance, trazido pelo Soul Base/Ghetto Jam/The Face.

Biritiba Mirim Yosakoi Soran

 

Ishin Yosakoi Soran

 

Soul Base/Ghetto Jam/The Face - Street Dance

Grupos de taiko também animaram o público presente no evento. Quem marcou presença no palco do grande auditório do Bunkyo foram os grupos Yuushin, Shinkyo Daiko, Kien Daiko e o Ryukyu Koku Matsuri Daiko – que encerrou o evento no domingo com chave de ouro, em uma apresentação conjunta com grupos de Yosakoi Soran.

Shinkyo Daiko e Kien Daiko em apresentação conjunta

 

Ryukyu Koku Matsuri Daiko

 

Encerramento - RKMD + Yosakoi Soran

E assim foi o Japan Experience 2012. Um evento com uma proposta diferente e inovadora, buscando aproximar de forma mais direta o público da cultura japonesa.
E que venham mais edições nos próximos anos!

Por enquanto é só, pessoal. Até a próxima!

JWave #115 | Sakura Card Captors – Parte 2

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Bem vindo ao JWave e ao seu segundo ano de mês das bruxas!

Continuando nosso mês temático, o JWave retorna com Sakura Card Captors nesse mês das bruxas! Bastante pedido pelos ouvintes, Sakura retorna e dessa vez precisa transformar as cartas Clow em cartas Sakura.

Depois de se provar digna de sucessora do mago Clow, agora Sakura tem um novo perigo a enfrentar em Tomoeda. Além disso, temos a chegada de Eriol, um aluno novo que veio da Inglaterra e que a Sakura acha que conhece há muito tempo.

Juba, Calliban, Stunts e Daigo se reúnem pra falar da segunda fase da Sakura. Preparados para transformar as cartas em cartas Sakura?

Não lembra da parte 1? Ouça também clicando aqui!

PARTICIPANTES

TEMA
Clamp
Curiosidades de produção do animê
Curiosidades de produção do mangá
Sakura Card Captors
Ovas de Sakura Card Captors

INDICAÇÃO
Mangá Sakura Card Captors

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Jbook Review #6: Ruas Estranhas – 16 contos de horror e mistério, selecionados por George R. R. Martin


Você não vai encontrar ficção escrita por George R. R. Martin nesse livro. Ruas Estranhas não é um romance, caso tenha passado batido pela informação na capa. É uma antologia, uma coletânea de vários contos com um mesmo tema.

Foi publicada esse ano em português pela Fantasy – Casa da Palavra, novo selo do grupo Leya, editora responsável por trazer as Crônicas de Gelo e Fogo para o Brasil.

Martin e seu parceiro Gardner Dozois convidaram para participar desse trabalho a nata dos escritores gringos de fantasia urbana. Mas o que eles entendem por fantasia urbana não é simplesmente colocar duendes saltitando através das ruas de uma cidade. É uma proposta bastante específica, explicada na introdução que Martin escreveu, intitulada O Bastardo.

A fantasia urbana de hoje é entendida pelo autor como a filha de dois outros gêneros mais antigos. A “mãe” são as história de horror (Para empregar o mesmo termo, mas poderíamos tranquilamente dizer terror. Acho aquela diferenciação técnica entre os dois um porre. )

O “pai” são as histórias policiais e de mistério. Não quaisquer histórias de mistério. A vertente literária americana, mais visceral, mais centrada na figura do detetive durão e na vida das personagens, defendida pelo escritor Raymond Chandler.

Cada autor da antologia tinha como missão criar uma história mesclando esses doisfilões. Ruas Estranhas é um livro que imagina como é ser um policial ou detetive (profissional ou amador, homem ou mulher, humano ou não…) em uma cidade onde vampiros, lobisomens, demônios e outras coisas piores existem.

Existem mesmo?

Aí que está a graça da coisa. A história pode tanto possuir elementos sobrenaturais verdadeiros ou tudo pode ser um crime comum, com uma explicação perfeitamente racional no melhor estilo Scooby-Doo. Essa é uma grande sacada, pois torna a leitura muito mais imprevisível.

Não entregarei grandes spoilers justamente para não estragar a diversão, mas, ao contrário do que fiz com “Branca dos Mortos e os 7 Zumbis”(onde revelar a trama realmente matava a surpresa de muitas histórias) você encontra a seguir  uma pequena sinopse e avaliação de cada um dos 16 contos da antologia.

Assim pode colocar tudo na balança e determinar você mesmo se vale a pena comprá-la ou não.

“Não quero ler isso tudo aí não tio! Resume: Vale ou não vale?” – Tirando três histórias que achei bem dispensáveis, é “da boa”. Se a proposta te atraiu, pode arriscar.

 

   Morte por Dahlia – de Charlaine Harris

Quem é? – A referência mais direta para o público brasileiro é: a autora dos livros nos quais foi baseada a série True Blood da HBO

Sinopse do conto – Vampiros, Lobisomens e Demônios saíram do armário e convivem pacificamente com a sociedade humana nessa realidade. Dahlia é uma vampira muito antiga e poderosa. Ela acaba sendo encarregada de investigar um crime em uma mansão que serve de ninho para os de sua espécie.

O pano de fundo para essa história é um clássico “crime do quarto fechado”.  Um dos participantes da reunião dos vampiros é o culpado pelo crime. Mas quem?

O que achei – Gostei da versão da sociedade vampírica de Harris. É verossímil. (chega ao ponto de incluir detalhes como o fato de Dahlia ser “baixinha”. A imortal nasce numa época que a estatura média das pessoas era bem menor que hoje em dia.) O conto se desenvolve como uma espécie de CSI sobrenaturalonde os sentidos aguçados das criaturas são usados a favor da investigação.

O único porém é que o mistério é um tanto previsível.

   A sombra que sangra – de Joe R. Lansdale

Quem é? – Escritor texano vencedor de uma cacetada de prêmios Stoker e de uma porrada de histórias de western, terror e suspense. Já escreveu para HQs e o desenho animado Batman: The Animated Series.

Sinopse do conto – História de terror no melhor estilo H.P Lovecraft, misturada à mitologia musical do Blues. Um detetive particular vai atrás do irmão de sua ex, um artista doidão que parece ter composto sua música definitiva. Infelizmente, definitiva aqui pode ter mais de um sentido, porque a canção tem o poder de trazer uma entidade maligna para nossa realidade.

O que achei – Em uma palavra? Foda. Esse conto é um excelente exemplo de como empregar bem elementos étnicos numa história. O detetive é negro não só na pele, mas faz parte de um universo cultural que é usado para a ambientação. O conto é impactante e consegue fazer uma leitura nova de uma história já conhecida pelos amantes da música.

   Coração faminto – de Simon R. Green

Quem é? – Escritor britânico da série Nightside e que fez a romantização do filme Robin Hood: O Príncipe dos Ladrões, de 1991. (Que, diga-se de passagem, é um filminho bem mais ou menos, mas parece que o livro vendeu bem!)

Sinopse do conto – Uma bruxa contrata um detetive com poderes sobrenaturais para recuperar seu coração, literalmenteroubado por seu ex-amante.

O que achei – Direto ao ponto e divertido. Um conto estruturado em cima de vários personagens, com interesses conflitantes, que disputam um mesmo objeto. É uma homenagem muito legal ao Falcão Maltês história policial clássica do autor Dashiell Hammett.

   Estige e pedras – de Steven Saylor

Quem é? – Autor conhecido lá fora pela série Roma Sub Rosa que traz o personagem Gordianus, um investigador que soluciona crimes nos tempos de César e Cleópatra, o fim da república romana.

Sinopse do conto – Gordianus e seu amigo Antípatro viajam para a Babilônia, esperando ver algumas antigas maravilhas do mundo, mas tudo que encontram são ruínas. Sua excursão “turística”, porém, toma outro rumo quando ouvem falar de um antigo templo assombrado.

O que achei – É muito interessante como o autor conduz a história mostrando as ruínas de uma civilização antiga para homens de uma civilização que nós mesmos já consideramos antiga (os romanos). Ele parte de uma prática religiosa que realmente existiu na Babilônia para criar uma boa história investigativa.

   Dor e sofrimento – de S.M Stirling

Quem é? – Autor franco-canadense de história alternativa, mais conhecido pela sua série Draka.

Sinopse do conto – Acompanhamos o policial latino Salvador, um veterano da guerra no Afeganistão, trabalhando em um estranho caso de incêndio criminoso na cidade de Santa Fe, no Novo México.

O que achei – Ruim. De longe o mais fraco do livro. Pior que esse conto até começa bem: uma ambientação legal, um recurso narrativo interessante (que são monólogos internos, mostrando para o leitor o que Salvador está pensando) e um clima moderno, com policiais usando a internet pra encontrar dados e cruzar referências.

Mas o final é horrível.

Fica a sensação que o personagem foi completamente inútil na trama, algo paralelo a uma história principal que não aparece em momento algum. É uma tentativa falha de narrar a iniciação de um mortal, como ele “conheceu coisas que não deveria conhecer”. Se encerra com um diálogo tosco fazendo referência ao filme Matrix.

É um excelente exemplo de como NÃO fazer um final aberto (o tipo de final onde virou chavão dizer que “não é preciso explicar tudo”.)

   Sempre a mesma velha história – de Carrie Vaughn

Quem é? – Autora americana da série Kitty Norville, onde a protagonista homônima é uma lobisomem (lobismulher?) que possui uma programa de rádio onde fala sobre criaturas sobrenaturais.

Sinopse do conto – O vampiro Rick, habitante antigo da cidade de Denver, encontra uma velha amiga assassinada. Ele começa a lembrar de quando a conheceu pela primeira vez, trabalhando como barman. No passado está a resposta para o crime.

O que achei – Bom conto. Não é um dos mais empolgantes da antologia, mas é uma história bem conduzida.  Apesar de relatar o relacionamento entre um vampiro e uma mortal não cai na melosidade excessiva. Presta também uma homenagem ao clássico filme Casablanca. (o que é evidenciado nas referências presentes no título, no nome do protagonista e em sua profissão.)

   A dama grita – de Conn Iggulden

Quem é? – Autor britânico de ficção histórica famoso pelas séries O Imperador, baseada na vida de Júlio César, e O Conquistador, centrada na vida Gêngis Khan.

Sinopse do conto – O conto se passa nos E.U.A durante os dias de hoje e é narrado em primeira pessoa. Acompanhamos a vida de um charlatão que diz ser capaz de se comunicar com os mortos. O homem coloca seus serviços ao dispor de pessoas que gostariam de falar com seu entes queridos mais uma vez.

Seu jeito de ganhar a vida muda drasticamente quando ele parece encontrar um espírito de verdade, no porão de uma casa.

O que achei – Iggulden se sai bem com a narrativa em primeira pessoa, faz a gente se identificar com o protagonista (mesmo o cara sendo um escroto) e descreve ao longo das páginas uma profissão com situações bem insólitas. O final da história é um chute no saco. Foi o conto que mais gostei no livro todo.

   Hellbender – Laurie R. King

Quem é? – Autora conhecida por sua série de romances Marry Russell, nos quais uma jovem de origem judaica conhece Sherlock Holmes já aposentado, vivendo como apicultor, e torna-se sua aprendiz.

Sinopse do conto – Um grupo de criaturas denominadas “Salaman” foi revelada recentemente aos olhos da sociedade. São fruto de experiências ilegais de laboratório misturando DNA humano e de salamandras. Esses mutantes foram reconhecidos como cidadãos pelo governo e tentam levar uma existência discreta entre as pessoas. Um detetive Salaman é contratado para investigar um assassinato e descobre que alguém está perseguindo os de sua espécie.

O que achei – Apesar da sinopse parecer meio idiota ou saída de um filme trash de ficção científica, esse conto é excelente. Pega um argumento bem criativo e consegue tratá-lo com realismo. O final também é bastante digno.

Acho que o nome “Salaman” não funciona muito bem em português (eu teria ficado com “Homens-Salamandra”. Embora não seja nem um pouco bonito, pelo menos não parece que se está falando de um super-herói bizarro.)

   Ladrões de sombra – Glen Cook

Quem é? – Autor americano conhecido principalmente pela série A Companhia Negra que fala sobre as aventuras de um exército mercenário. É também o autor da série Garrett Files que traz um detetive particular, vivendo e resolvendo crimes em TunFaire, metrópole de um mundo de fantasia medieval com elfos, anões e outros bichos.

Sinopse do conto – Essa história é ambientada no universo de TunFaire. Traz o detetive Garrett e seus amigos tentando encontrar a origem de uma caixa misteriosa, após serem atacados em sua própria casa por monstros

O que achei – Fraco. Já havia começado a leitura de A Companhia Negra e tinha uma expectativa muito boa quanto a esse autor. Fiquei perdido. Não conseguia entender quem era quem, porque a narrativa em primeira pessoa é intercalada por múltiplos diálogos e não muito descritiva em alguns momentos necessários. O final também não é dos mais satisfatórios.

O universo de TunFaire parece ter personagens interessantes (destaque para o “O Homem  Morto”, um morto-vivo não-humano dotado de poderes psíquicos que atua como parceiro de Garrett), mas esse conto isolado não foi uma boa apresentação.

   Sem mistério, sem milagre – de Melinda M. Snodgrass

Quem é? – Ex-produtora e roteirista de Jornada Nas Estrelas: A Nova Geração. Escreveu também mais uma cacetada de coisas para diversas mídias.

Sinopse do conto – Um homem chamado Cross viaja pelos E.U.A, durante a época da Grande Depressão, com a  missão de fechar uma passagem dimensional. As criaturas que vem para Terra através dessas passagens se alimentam do sofrimento humano, ficando mais poderosas, enquanto os poderes do protagonista vem de sentimentos positivos e raros atos de bondade que as pessoas tem umas com as outras.

O que achei – Boa narrativa aliada a uma mitologia própria muito bem construída. Esse conto é bom, mas fica melhor ainda quando você finalmente entende quem é o tal do Cross!

   A diferença entre um enigma e um mistério – M.L.N Hanover (Daniel Abraham)

Quem é? – Pseudônimo do autor Daniel Abraham. Escreve com esse nome a série Black sun’s daughter. Ganhador do prêmio International Horror Guild. 

Sinopse do conto – Uma mulher foi morta por um sujeito que afirma ter sido possuído por um demônio. O policial trabalhando no caso recebe ordens de seu chefe para deixar um “exorcista” ajudá-lo como a investigação.

O que achei – Muito bom. Personagens bastante humanas, bem construídas num espaço curto de tempo, principalmente o exorcista que foge completamente dos estereótipos usuais. Não sabemos se o personagem é um perdedor completamente amalucado ou alguém realmente muito, muito foda.

O diálogo que da o título ao conto é o ponto alto da história. O enigma é resolvido, mas não o mistério! (Não adianta. Você terá que ler para entender.)

Esse é um exemplo de um bom final aberto.

   O curioso caso do Deodand – de Lisa Tuttle

Quem é? – Co-autora com George R. R. Martin do romance Windhaven, venceu vários prêmios literários voltados para ficção científica como o John W. Campbell de melhor Novo Escritor do Ano (1974), o prêmio Nebula (1981) – que ela recusou devido a uma polêmica sobre o regulamento da premiação –, o British Science Fiction Award (1987) e o International Horror Guild Award (2007)

Sinopse do conto – O começo desse conto poderia ser descrito como uma resposta à pergunta “e se o Dr.Watson fosse mulher?”.Conhecemos Lane uma enfermeira que arranja um trabalho como assistente do detetive Jesperson (um rapaz tentando perseguir a carreira do próprio Sherlock Holmes.). Seu primeiro caso envolve Deodands, nome dado a objetos que causavam mortes acidentais de pessoas e costumavam ser entegues a igreja para serem purificados.

O que achei – Torci um pouco o nariz no começo desse conto. Não gostei muito do Jesperson, afinal ele é um Sherlock versão genérica. Faltou um background melhor para o personagem. De resto, é excelente. Após a introdução, a história é conduzida por Lane e o crime envolvendo os deodands é muito interessante.

   Lord John e a peste de zumbis – de Diana Gabaldon

Quem é? – Autora da série Outlander e diversos romances. Sucesso de vendas no New York Times.

Sinopse – Lorde John Grey é um militar enviado à Jamaica, durante o período colonial caribenho. Seu objetivo é investigar uma estranha revolta de escravos.

O que achei – Não me leve a mal. Esse conto na totalidade não é ruim. Lorde John é um bom personagem (o legal é que sua homossexualidade é abordada pala autora de maneira direta e natural). A ambientação histórica é interessante, o clima é visceral e a construção em cima do mito do zumbi é criativa.

O problema é o ritmo. Arrastado demais para um conto. O mesmo conteúdo, ou mais, poderia ter sido narrado com bem menos.  (Cacoete de romancista?)

   Cuidado com a cobra – de John Maddox Roberts

Quem é? – Autor da série SPQR sobre um membro da aristocracia investigando crimes e mistérios no submundo da Roma Antiga (Pois é. Mais mistério na Roma Antiga. Parece que esse lance é moda lá fora.). Já escreveu romances do personagem Conan, criação de Robert E. Howard.

Sinopse do conto – Uma serpente sagrada desapareceu de um templo na região de Angitia. O sacerdote responsável pelo animal tem uma visão mostrando que a serpente está em algum lugar de Roma. Daecius Caecilus, um brilhante “detetive” romano, recebe uma carta do próprio César pedindo que ajude a encontrá-la.

O que achei – Um conto simples e legal, mais tradicionalmente focado no crime. A resolução do caso lembra aquelas histórias do Sherlock onde você fica “Tá. OK. Como se um humano comum pudesse ter deduzido isso.” (Mas pior que eu QUASE adivinhei a resolução, pegando a pista num detalhe microscópico do texto. Se você for um freak por mitologia e tiver uma grande imaginação, talvez consiga adivinhar no chute.)

   De vermelho, com pérolas – de Patricia Briggs

Quem é? – Autora americana que também já frequentou as listas do New York Times. Escritora da série Mercy Thompson. (sobre uma mecânica que se transforma em coiote, aprontando altas confusões no mundo paranormal!)

Sinopse do conto – O detetive particular Warren Smith (um lobisomem) procura descobrir quem tentou assassinar seu namorado, um advogado com grande senso de justiça, e determinar se o mandante do crime é um antigo desafeto seu ou de seu parceiro.

O conto já vem incluído com zumbis e bruxas.

O que achei – Outro conto excelente. Embora a história envolva um casal de homossexuais, seu relacionamento não é de modo algum estereotipado. Smith pode ser considerado tudo menos “afeminado”. As motivações de todos os personagens são criveis, a tentativa de assassinato é criativa e Briggs sabe levar a narrativa.

   A águia de Adak – de Bradley Denton

Quem é? – Autor americano ganhador dos prêmios John W. Campbell Memorial pelo romance Buddy Holly is alive and well on Ganymede e o Theodore Sturgeon Memorial pela novela Sergeant chip.

Sinopse do conto – A história se passa nas frias ilhas Aleutas (próximas ao Alasca), na época da Segunda Guerra Mundial. Um soldado é enviado por seu superior para investigar a origem de um estranho ritual, feito usando o corpo de um águia.

O parceiro do soldado nessa investigação é o próprio Dashiell Hammett, autor clássico de livros policiais que serviu o exército e foi ele mesmo detetive particular na vida real.

(Sim, tecnicamente isso é um spoiler, mas o leitor teria que conhecer profundamente a biografia do cara para captar esse detalhe. A informação não estraga a diversão, só acrescenta.)

O que achei – O conto fecha a antologia com chave de ouro. É um mistério instigante, num cenário exótico. (Embora o autor force um pouco a barra na resolução). É também, é claro, outra grande homenagem à Hammett.

George R.R Martin. “Ruas Estranhas.” Fantasy – Casa da palavra – 496 páginas. R$ 31, 90.

RG Veda chega às bancas em outubro!

Fest Comix chegando e a JBC anunciou hoje a capa de RG Veda e seu lançamento no evento, seguido de todo país.

RG Veda é o primeiro grande trabalho do Clamp, depois uma série de fanzines baseados em séries, como Cavaleiros do Zodiaco, Shurato e Samurai Warriors. Clamp depois se tornaria conhecido por obras, como Tokyo Babylon, X, Sakura Card Captor, Guerreiras Mágicas de Rayearth, XXX Holic, Tsubasa, Chobits entre tantas outras obras conhecidas por fãs de animê e mangá.

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JBC lança RG Veda!

Trabalho inédito do Clamp sai agora em outubro no Brasil!

RG Veda foi o primeiro grande sucesso do CLAMP. Com belas, e rebuscadas, ilustrações, como é de praxe nos trabalhos do grupo. RG Veda surgiu em 1989 no Japão, e teve 10 volumes, terminando de ser publicado em 1996.

O mangá se utiliza de vários elementos da mitologia Hindu. O título, por exemplo, vem de Rig Veda (ou Rigveda) – o Livro dos Hinos – o documento mais antigo da literatura Hindu, escrito por volta de 1700-1100 a.C., que descreve vários rituais e oferendas às divindades.

A História

A história começa mostrando que 300 anos atrás, o Deus do Trovão, Taishakuten (Indra) se rebelou contra o Imperador dos Céus, matando tanto ele quanto seu guardião – Ashura-ô (Asura) – começando, então, seu reinado de terror e crueldade. Porém, a sacerdotisa Kuyou previu que ‘Seis Estrelas’ surgiriam e que, quando encontrassem a criança capaz de mudar o destino dos Céus, iriam desafiar o tirano Imperador.

Então, quando Samraat Yasha (Yaksa), um dos generais do novo imperador, encontra Ashura, criança herdeira de Ashura-ô (não se sabe se é um menino ou menina), que estava adormecida há 300 anos, as engrenagens da profecia começam a funcionar e um sangrento conflito de deuses parece ser inevitável.

Personagens

Ashura (Asura) – Filho de Samraat Ashura e último sobrevivente do seu clã. Ficou adormecido na Floresta Maya por 300 anos. Apesar de ser bem amigável, a princípio, rapidamente fica ciente de seu cruel destino.

Samraat Yasha – Líder do clã Yasha do norte e um dos guerreiros mais fortes do Tenkai. Um dia, Yasha acaba por libertar Ashura, filho de Samraat Ashura, e se torna seu protetor. Por ter abrigado Ashura, seu clã é declarado renegado, e é dizimado por Bishamonten.

Samraat Ryu – Ryu é o líder do clã Ryu do leste. Relutantemente herdou o trono, depois que seu avô estava doente demais para continuar governando. Depois de aparecerem em seu reino, acompanha Samraat Yasha e Ashura em sua jornada para realizar a profecia, na esperança de lutar contra Yasha, um dia.


Samraajni Karura –
Líder da tribo Karura, está sempre acompanhada de uma ave chamada Garuda. Apoia a missão de Yasha desde o começo, mas não se junta a ele por preferir ficar junto de sua irmã.


Samraajni Kendappa –
Líder do clã Karura do oeste, é a melhor musicista de todo o Tenkai. Salvou Souma e a abrigou em sua casa.


Souma –
Sobrevivente da tribo Soma, viu seu povo ser massacrado com seus próprios olhos. Foi encontrata por Samraajni Kendappa, que a escondeu com Kisshouten. Se junta à Yasha, para vingar sua tribo.


Taishatsuken (Indra) –
é uma divindade que, em sânscrito, é conhecido como Indra. Um homem centrado e temível, que ganhou o título de “Deus do Trovão”. Rebelou-se contra o Imperador dos Céus, matando o próprio Imperador e o seu guardião.

As autoras

Com traços rebuscados e rico em detalhes, layout inovador e enredo envolvente, o CLAMP formou uma legião de fãs no mundo todo. Mais do que isso: apesar de fazer quadrinhos voltados para o público feminino, os mangás acabaram caindo também no gosto dos meninos. Como todo mangaká, o CLAMP começou seus trabalhos fazendo doujinshis(1) em 1984.

Há quem diga que, nessa época, o grupo era formado por 11 pessoas. O número de integrantes diminuiu com passar do tempo até ficar reduzido a um núcleo de quatro produtoras: Ageha Ohkawa(ex-Nanase Ohkawa), a líder do grupo, responsável pelo design, argumentos e roteiros; Mokona(ex-Mokona Apapa), a desenhista; Satsuki Igarashi, que cuida do design, desenvolvimento e, às vezes, faz ilustrações; e a também desenhista Tsubaki Nekoi (ex-Mick Nekoi). Os pseudônimos entre parênteses são os nomes pelos quais elas eram conhecidas até 2004, quando mudaram de pseudônimos.

O Quarteto de Osaka publicou em 1989 a história RG Veda na revista Wing Comics. Foi o primeiro trabalho profissional. E não parou mais! Depois de RG Veda vieram: Tokyo Babylon (1991), Clamp Campus Detective (1992), X (1992), Guerreiras Mágicas de Rayearth (1994), MiYuki-chan in Wonderland(1995), Wish (1996), Card Captor Sakura (1996), Clover (1997), Angelic Layer (1999), Chobits (2001),Tsubasa Reservoir Chronicle (2003), XXX Holic (2003) e Kobato (2005).
RG Veda terá formato 12 X 18, com 200 páginas, custando R$ 11,90, e será lançado nos eventos Fest Comix, em São Paulo, e Gibicon, em Curitiba, indo para as bancas no final de outubro.

(1) Doujinshis: mangás produzidos e distribuídos de forma independente;

Release enviado pela Editora JBC

JWave #114 | Abracadabra

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Bem vindo ao JWave e ao seu segundo ano de mês das bruxas!

Continuando nosso mês temático, o JWave agora vem com seu terceiro tema de mês das bruxas que é nada menos que Abracadabra.

Produzido por Kenny Ortega, mesmo diretor de High School Musical, Cheetah Girls, Dirty Dancing (2013), o filme Abracadabra é a nossa escolha da semana. Produzido em 1993, o filme conta a volta de três bruxas, por causa de um virgem que acendeu a vela.

Juba, Calliban e Camis Barbieri estão juntos novamente para falar desse filme dos anos 90 com gostinho de Sessão da Tarde.

PARTICIPANTES


TEMA
Curiosidades de produção
Kenny Ortega
Abracadabra
Opinião

INDICAÇÃO


Abracadabra – Bluray

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Crítica | Super Hero Taisen

Depois de um longo e tenebroso Inverno estou retomando a coluna JWave Cine aqui no JWave . E que jeito melhor de voltar do que com o review do aguardado Super Hero Taisen, Filme que junta as franquias Super Sentai e Kamen Rider? Então vamos em frente. e pode ler sem medo que não contém Spoilers.

A Toei está realmente decidida a unificar seu universo: Depois do filme Gokaiger Vs Gavan que trouxe o gênero Metal Hero de volta(Gavan vai ganhar inclusive uma nova série) chegou a vez da empresa se voltar para suas duas maiores franquias: Super Sentai e Kamen Rider . O responsável por unir os dois? O filme Super Hero Taisen. Lançado em Abril e finalmente lançado(lá no Japão é claro) em dvd/Blu-ray possibilitando que nós, pobres fãs ocidentais também possamos assistir.

A história,como seria de se esperar não é nada lá muito elaborada: “Marvelous(O Gokai Red) se tornou o Imperador do Império Zangyack ao mesmo tempo que o Tsukasa(Kamen Rider Decade) vira o grande lider do Dai Shocker. Em busca do Tesouro definitivo do Universo, os dois decidem que Kamen Riders e Super Sentai não podem coexistir no mesmo universo e ambos começam a caçar seus inimigos. Sem saber que raios está acontecendo com seu Capitão,os outros Gokaiger tentam deter essa loucura. O mesmo faz o Kamen Rider Diend para parar o Decade. A partir daí é um desfile de personagens de ambas franquias se degladiando.”

Super Hero Taisen não é tão empolgante quanto o Filme Gokaiger X Goseiger ou até no já citado Gokaiger X Gavan .Talvez pelo fato de não apostarem na nostalgia que um filme assim pode proporcionar. Enquanto nos filmes citados chamaram vários dos atores que deram vida aos personagens, aqui eles se limitam a alguns atores de séries mais recentes. Até os personagens devidamente caracterizados passam a impressão de estarem só pra compor número. Tirando um ou outro grupo/Rider, os outros estão lá apenas pra aparecer na multidão.
Também o roteiro é meio confuso. Tudo bem que vi o filme sem legendas e meu Japonês está mais enferrujado que o Homem de Ferro depois do banho mas não lembro de ver alguma explicação de como os vilões antigos de algumas series Kamen Rider e Sentai voltaram à vida. Eles só tão por lá e já era.
Também senti falta de uma trilha sonora que marcasse mais. Nos dois filmes já exaustivamente citados, tínhamos uma trilha sonora que casava perfeitamente com as cenas. Aqui,senti que isso não aconteceu e as trilhas são muito genéricas.

Mas se desligar um pouco o senso crítico e deixar a nostalgia comandar,temos ótimos momentos no filme seja pra você que acompanha tudo quanto é série ou se apenas viu o que passava no Brasil e hoje se tornou um velho babão(Tenho um pouco dos dois). Um exemplo para nós brasileiros é a cena em que o Kamen Rider Black(Ou Black Kamen Rider, Ou Blackman, como preferirem) se une aos Maskman para enfrentar o ShadowMoon. A cena é rápida(como todas as outras) mas diga-me: Quando você imaginou ver esses personagens interagindo entre si? Pra ficar melhor só se fosse o Jaspion e os Changeman. Quem sabe num futuro?
E apesar do Marvelous, Joe e o Doc terem mais destaque,foi muito bom rever os personagens de Gokaiger novamente (Principalmente a Ahim). Espero que essa não tenha sido a última vez que os vimos e que continuem aparecendo esporadicamente.

No fim, como um filme Gokaiger X Goseiger funciona melhor. Super Hero Taisen ficou parecendo um grande videoclipe pra mostrar os personagens. Se você espera uma história mais elaborada pode se decepcionar. Agora se tudo que você quer é ver os personagens dessas duas franquias caírem na porrada,com certeza vai curtir Super Hero Taisen.É mais um bom produto envolvendo Gokaiger que, só não termina de modo “invicto” porque o filme do Navio Fantasma foi uma porcaria.
E agora que a Toei está, como dito, unificando seu Universo inclusive trazendo personagens antigos de volta,como fez com Gavan e vai fazer com a Patrine , lanço a campanha para trazerem o Homem-Aranha Japonês de volta também. Quem sabe um dia essa imagem não seja simples montagem?
Mas deixando as besteiras de lado, fiquem com o Trailer de Super Hero Taisen.

http://www.youtube.com/watch?v=alyQBFtGkZs

JWave #113 | The Rocky Horror Picture Show

[powerpress]

Segundo tema do mês das bruxas e é nada menos do que o musical polêmico e controverso Rocky Horror Picture Show.

Juba, Calliban, Leo Oliveira (Seriadores Anônimos) e Camis Barbieri se reúnem pra falar desse clássico de 1975.

Preparados? Então vem viajar com a gente pra uma Transilvânia bem diferente do que vocês conhecem…

PARTICIPANTES



TEMA
Curiosidades de produção
Homenagem de 35 anos
Especial em Glee
Rocky Horror Picture Show
Opinião

INDICAÇÃO

The Rocky Horror Picture Show – Aniversário De 35 Anos – Blu-ray
Cinemateca Saraiva – Rocky Horror Picture Show – DVD4
Glee – The Rocky Horror Show

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Equipe do JWave participa do UNITEDcast sobre Rede Manchete!

A equipe do JWave participou da edição 101 do UNITEDcast sobre a nostalgia da Rede Manchete. Lembra da febre dos Cavaleiros do Zodíaco? Changeman? Jaspion? Então vá lá ouvir a nostalgia sobre a Rede Manchete!

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Bem otakus quem não se lembra ou nunca ouviu falar da grande Rede Manchete e seus anos dorados? Uma emissora que introduziu muitos aos animes e tokusatsus, um cast de nostalgia muito merecido, por mais que muitos n tiveram a oportunidade de vela funcionado. Etão vamos deixar as lembranças voltarem com este cast de pura nostalgia!
Convidado Juba do Jwavecast

Link do UNITEDcast #101

JBook Review #5: O Iluminado e a sua sequência.

Você já deve ter ouvido falar de Stephen King, mesmo que não tenha lido um só livro do sujeito. Hoje ele é um autor consagrado e é aclamado como um “mestre do terror”.

Você também deve ter ouvido falar de O Iluminado, mesmo que não tenha lido esse best-seller ou assistido ao filme do diretor Stanley Kubrick, considerado por muitos um “clássico do cinema” (embora o próprio King não tenha gostado das mudanças trazidas pela adaptação.)

Se você não leu, esse já seria um excelente motivo pra adicionar esse item àquela sua lista infinita de coisas pra ler. (Mas leia só o que acha que deve. Não se sinta pressionado. Sermões sobre leitura são muito irritantes.)

Se você já leu, deveria considerar ler de novo.

O autor já anunciou uma sequência para essa obra que foi um marco do gênero, com o lançamento marcado, por enquanto, para setembro de 2013.

O Iluminado é um excelente exemplo de como um escritor pode incorporar sua vivência em uma história sem descambar para autobiografismo puro e usando isso a favor de um enredo onde o fantástico e sobrenatural estão presentes.

Após a publicação de seus sucessos anteriores, Carrie, a Estranha e A Hora do Vampiro, King procurava uma ambientação diferente para seu próximo livro. Essas duas histórias se passavam no Maine, estado no extremo nordeste dos E.UA, onde ele nasceu.

O autor resolveu que viajar seria uma boa forma de pesquisa. O cenário do novo romance acabou saindo de um albergue nas Montanhas Rochosas, onde ele e sua mulher passaram a noite, sendo praticamente os únicos hóspedes do lugar.

O Iluminado narra a vida de Danny Torrance, um garoto de cinco anos que vai passar uma temporada em um hotel nas montanhas, durante o inverno. Seu pai, um professor de inglês expulso da escola onde lecionava, devido a um sério caso de alcoolismo, aceita um trabalho temporário como zelador do lugar (Há equipamentos que precisam de manutenção constante durante o tempo que o prédio fica fora de uso.)

Danny possui uma rara habilidade psíquica, a tal “shining” que dá o título do livro em inglês. Ela lhe permite entrar em contato com pessoas mortas e, para azar do garoto, ele logo descobre que seu novo lar é povoado de assombrações, inclusive o fantasma de um zelador que sucumbiu à loucura do isolamento e matou sua própria família.

King também sofreu com alcoolismo durante as décadas de setenta e oitenta. Muitos dos temas presentes na narrativa vem de sua experiência. O personagem Danny foi inspirado no seu filho Joe, ainda criança na época que estava escrevendo o romance. A loucura que o pai do protagonista vai afundado vem muito da preocupação que o escritor sentia ao se suprender com pensamentos agressivos ao lidar no dia-a-dia com suas crianças.

King disse que O Iluminado, como muitos de seus outros livros, foi uma maneira de lidar com seus medos, colocando-os no papel. Acho que funcionou, porque esse sentimento fica presente na obra e ajudou a dar para ela um tom completamente imersivo.

Já li. E agora?!

Dr. Sleep a sequência que King anunciou, vai retomar a vida de Danny. O que aconteceria com uma criança que teve a infância que ele teve? O que ele estaria fazendo como adulto, vários anos depois?

A sinopse da história traz o personagem trabalhando em um asilo, ajudando a aliviar o sofrimento de pacientes em estado terminal com seus poderes (daí o título, referindo-se ao apelido que recebe dos internos.)

O livro também irá envolver um grupo de criaturas vampirescas chamadas The True Knot, que viajam pelos E.U.A torturando e se alimentando das energias de crianças com os mesmos dons psíquicos do protagonista.

Apesar de sua insegurança ao longo da vida, creio que Stephen King deve ter sido um excelente pai. Seu filho Joe, agora crescido, seguiu carreira como escritor e assina seus próprios livros de suspense e terror como Joe Hill.

King brincou numa entrevista com o autor inglês Neil Gaiman que caso morresse antes de completar Dr. Sleep, Joe poderia tranquilamente terminar o romance.

Essa é uma excelente notícia.

Stephen King. “O Iluminado”. Ponto de Leitura. 584 páginas. R$ 23, 90.

Podcast JWave #112 sobre o filme de Stanley Kubrick.(que eu não fazia a mínima ideia que sairia enquanto escrevia esse artigo!)

3º Edição do A-Party em São Paula nessa sexta feira!


Gosta de música japonesa? Coreana? Asiática em geral? Essa semana rola a 3º edição do A-Party e toca o melhor do que toca na Ásia.

Trazendo os DJs: Dênis Ferreira, Fábio Rodrigues, Gislaine Cristina, Guilherme Teruya, Junior Gray e Killian Nylander.
Quer ser DJ na A-Party? Fica de olho na página que logo menos vai rolar uma promoção pra você subir na pickup e tocar as suas músicas preferidas!

Está esperando o que? Confirmem presença, chamem os amigos e esperem o dia chegar pra cair na festa!

E pra quem ainda não conhece a A-party, garantimos que essa edição vai ser inesquecível, com um pocket show ANIMAL, feito pelo Renné Kim.
A-Party tocará os maiores Hits do J-POP, K-POP e C-POP. Koda Kumi, BoA, After School, B2ST, MBLAQ, GIRLS’ GENERATION, U-KISS, BIG BANG, 2NE1, MiCHi, Crystal Kay, 4Minute, Super Junior, TVXQ, EXO, B.A.P. entre outros…

Espera aí, acho que estamos nos esquecendo de algo. Mas é claro! Vai rolar PSY!!! Queremos ver todos vocês dançando ao som de Gangnam Style! O som é sucesso mundial, o vídeo com maior número de likes já registrado no Youtube, fenômeno absoluto, então venham conosco e vamos cantar juntos “HEYYYY SEXY LADY!!!” =D

E é claro peçam suas músicas! Aproveitem pois estaremos com nossa equipe de DJs renovada, eles vão adorar tocar suas músicas favoritas, lembrando que agora só vale música oriental!

Local
Hotel Cambridge – Espaço Salvador Dali
Rua João Adolfo, 126
(Do lado do metrô Anhangabaú)

Lista
Lista: $15 entrada OU $35 consumação
Porta: $20 entrada OU $45 consumação
Camarote: $30 entrada OU $60 consumação
* envie nomes para: AParty.lista@gmail.com
* a lista ficará disponível até 01H00 [Chegue cedo!]

Aniversariantes
Aniversariantes do mês de outubro que quiserem comemorar com a gente, entram VIP e seus amigos entram na lista de desconto. Tudo que os aniversariantes tem que fazer é mandar suas listas para Aparty.lista@gmail.com com ANIVERSARIANTE no assunto.

Apoio:
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Evento:
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