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Beleza Oriental #13

Salve galera!!

E não é que a nossa coreana perdeu? Também, com a apelação que foi a Rie Tanaka, ficou complicado para a Ryu Ji Hye.

Hoje, Rie Tanaka volta, mas teremos uma competidora do Vietnã para desafiá-la…

E aí, quem vence??

Rie Tanaka (Japão)*

Jeong Da Hui (Coreia)

Phuong Mai (Vietnã)

Lembrando sempre que só valem os votos NESTA página!

E aí, quem venceu nessa semana?

D no Brasil

No dia 19 de Maio, ocorreu no Espaço Victory em São Paulo a apresentação da banda de rock japonesa “D“, no mesmo local onde ano passado tivemos a apresentação do Versailles.

É a primeira vez que a banda vem ao país, o show no Brasil fez parte da turnê pela América Latina, o grupo composto por ASAGI, Ruiza, HIDE-ZOU, Tsunehito e HIROKI aproveitou e apresentou um dos singles mais recentes “Dying Message” para o público brasileiro.

O JWave esteve presente novamente e registrou os melhores momentos da apresentação.

Setlist do show:

    1. Intro
    2. Der König der Dunkelheit
    3. In the name of justice
    4. Huang di ~Yami ni umareta mukui~
    5. Yami Yori Kurai Doukoku no A CAPELLA
    6. Hana madoi
    7. Solo de bateria
    8. Desert Warrior
    9. Night-ship “D”
    10. Sleeper
    11. Yami no kuni no Alice
    12. Dying Message
    13. Torikago goten ~L’Oiseau bleu~
    14. 7th Rose
    15. Guardian
      Encore
    16. EDEN

GALERIA
[galeria]
Fotos por Ronnie Pedra(@RonniePedra)

JArte #7: Referência Fotográfica

Usar fotografias como referência pra composição, pose ou complementos de um desenho é bastante normal, principalmente para pessoas que querem evitar a estilização e buscam o aperfeiçoamento e o realismo. É um processo comum desde a invenção da fotografia, e antes disso o uso de modelos que posavam durante horas ou mesmo dias também era a base do processo das pinturas e retratos.

Quando um desenhista nunca usa fotos durante o seu processo de esboço ou aprendizado, ele perde a oportunidade de ganhar repertório e naturalidade nas poses dos seus personagens.

Porém, quando não se trata somente de um estudo, e sim de uma ilustração a ser publicada, você deve tomar cuidado. A melhor alternativa é usar suas próprias fotos, caso você tenha muitas dúvidas sobre uma pose, composição ou ângulo de camera específico.  Isso porque ao usar a foto de um fotógrafo profissional você pode passar por problemas.

Legalmente, o uso literal de referências fotográficas não pode ser considerado plágio, mas é bastante polêmico de qualquer forma. Takehiko Inoue, um dos maiores mestres do mangá atual, passou por apuros quando foi confirmado que, paras as capas de Slum Dunk, ele usou como base fotos do album oficial da NBA. Ai Yazawa, aparentemente, também usou fotos para algumas ilustrações de Nana (fonte: Comipress).

Pessoalmente, não vejo problema nenhum nesse uso. Inoue é um artista muito competente e achar que ele ao usar fotos ele está “trapaceando” é bastante infundado. Ao usar a referência, Inoue pôde captar certas sutilezas e naturalidades da pose que são imensamente difíceis de se perceber, ainda mais em um traço mais realista, como o dele.

Isso não é plágio.

Plágio é o que alguns outros artistas fazem: copiar o trabalho de outros e publicar como se fosse o deles. Isso, sim é ilegal e anti-ético. É o que Nick Simmons, filho de Gene Simmons, fez na publicação Incarnate (fonte: Bleachness), e o que alguns “artistas” chineses da editora Joustar fazem com o trabalho das meninas do Clamp (fonte: Comipress).

47º Gueinosai – O espetáculo do folclore japonês

Neste último final de semana (23 e 24/06) foi realizada a 47ª edição do tradicional Gueinosai – Festival de Música e Dança Folclórica Japonesa, no Grande Auditório do Bunkyo, em São Paulo.
O evento faz parte das comemorações do 104º aniversário da Imigração Japonesa no Brasil, e reúne as mais diversas formas de manifestação artística tradicionais do arquipélago, trazidas ao nosso país pelos imigrantes e preservadas ao longo das gerações.

Ao longo dos dois dias de evento, vários artistas se revezaram no palco do Bunkyo, mostrando do que são capazes e encantando os olhos do público.
A dança foi muito bem representada por vários grupos, como o Tamagusuku-ryu Kotarokai, da mestra Hatsue Omine, e o Saito Satoru Ryubu Dojo, do mestre Satoru Saito, entre outros.

Yumi Namihira, aluna da mestra Hatsue Omine
Hamakko Soran - Bunkyo de Ribeirão Preto
Zenidaiko - Assoc. Tottori Kenjin
Nagauta - Yoshio Fujima
Grupo Minbu de Ribeirão Pires
Shinsei ACAL

A mistura da dança com as artes marciais também marcou presença, com os membros da Associação Okinawa Kobudo Jinbukai – Filial do Brasil, do sensei Flavio Vicente de Souza.

Grupo de Bunomai - Associação Okinawa Kobudo Jinbukai do Brasil
Goshinomai - Sensei Flavio Vicente

Grupos musicais também deram o ar de sua graça, levando a beleza da música folclórica japonesa por meio de instrumentos tradicionais como o koto e o shamisen.

Associação Kyodo Minyo do Brasil
Kaito Shamisen Kyoshitsu
Koto - Associação Brasileira de Música Clássica Japonesa

A batida forte do taiko também não podia faltar. Grupos como o Mika Youtien e o Tangue Setsuko Taiko Dojo  mostraram a sua energia no palco.

As crianças do Mika Youtien

Os dois grupos de taiko de Okinawa fizeram apresentações que empolgaram o público. Destaque para o Ryukyu Koku Matsuri Daiko, que, no sábado, fez uma surpresa: incluiu em sua apresentação uma performance de dança do leão (shishimai).
O leão (ou shisá, como os okinawanos chamam) é um símbolo de proteção e de boa sorte em Okinawa, e é muito visto ornando a entrada das residências dos habitantes da ilha.

O Ryukyu Koku Matsuri Daiko levou um leão ao palco no sábado
Os membros do RKMD
As responsáveis pela performance de Shishimai do RKMD
Requios Gueinou Doukoukai - grupo se apresentou no domingo

O evento contou ainda com performances de karaokê e de teatro.
Cantores soltaram a voz no palco, e grupos de atores apresentaram diversas formas de teatro tradicional, como o Noh.

Cantores, como Emi Fujino, soltaram a voz no Gueinosai
Melissa Kuniyoshi, do Programa Raul Gil, não cantou, mas prestigiou o evento
Gekidan Aranami - grupo apresentou performance teatral

Ao final do evento, o grupo de dança Kyofujima Ryu mostrou toda sua arte no palco, e ainda chamou a platéia para dançar, transformando o auditório do Bunkyo em uma imensa roda de bon odori.

Durante os dois dias de evento, houve também um sorteio de aparelhos de videokê para o público presente.
Alimentos também foram arrecadados, para serem doados para instituições assistenciais mantidas pela comunidade nipo-brasileira, como a Kodomo no Sono e Kibô no Ie.

Ambos os dias contaram com uma grande presença do público, e no domingo, o auditório lotou.
O presidente da comissão organizadora, sr. André Korosue, fez um balanço positivo do evento: “Como em todos os anos, o Gueinosai correspondeu às nossas expectativas. Atingimos nosso objetivo principal, que é divulgar aos brasileiros a arte e a cultura do Japão”, disse Korosue ao JWave.

E, de fato, conseguiram. O Gueinosai é um espetáculo belíssimo de se ver, e em todos os anos, exibe com perfeição todas as diversas faces do folclore do arquipélago.
Parabéns à comissão organizadora e a todos que participaram do evento.

Por enquanto é só, pessoal. Até mais!

JWave #97 | Buzzer Beat

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JWave volta a falar de séries japonesas!

Trazendo o tema de basquete, o JWave falará de Buzzer Beat, uma série produzida pela Fuji TV que conta a história do jogador Naoki Kamiya e da vionista Riko Shirakawa. Tendo sonhos de crescer profissionalmente, ambos estão sofrendo com as dificuldades em suas carreiras e acabam se esbarrando no seu dia a dia.

Trazendo dessa vez um pentágono amoroso, a série é estrelada pelo Yamashita Tomohisa, também conhecido como Yamapi e da velha conhecida do JWave, a Keiko Kitagawa.

Juba e Sasukerk se reúnem para falar de Buzzer Beat!

PARTICIPANTES


Participação especial

CORREIOS
Pó de Cash 041 – Filosofias de Lugares Inusitados 2 a
SenpuuCast 80: Todo mundo AMA, mas eu ODEIO

TEMA
Yamashita Omohisa
Keiko Kitagawa
Mika Omori
Fuji TV
Buzzer Beat

ITUNES


Lembre de avaliar o JWave no iTunes

JWave participa do Senpuucast sobre: “Todo mundo AMA, mas eu ODEIO”

 Esse é um dos temas que o JWave sempre quis fazer, mas ainda não fez, então o Juba do JWave foi lá no Senpuucast pra falar de “Todo mundo AMA, mas eu ODEIO” sobre oriente.

Não gosta de Cavaleiros do Zodíaco? Changeman? Jaspion? Cybercops? Lionman Ghetto? Akira? Então se junte a conversa do Senpuucast e descubra o que cada um gosta e odeia.

Obrigado Fire, Mozenjaa e Patrine pelo convite no Senpuucast.

Vá ao site do Senpuu e baixe o cast.

Beleza Oriental #12

Salve galera!

Novamente a coreana ganhou… Já é a quarta vitória e eu vou inventar uma regra: 5 semanas é o máximo de vitórias (sacam, 5 estrelas e tal?). Senão fica repetitivo e tudo mais e o legal é conhecer novas garotas, concordam???

Quero a opinião de vocês se concordam com essa regra, porque se preferirem, a gente mantem a coreana aí até ela rodar 😉

Ah, e sobre as outras nacionalidades… Estamos trabalhando nisso, pode deixar galera!

Vamos as garotas dessa semana… Com a temática “maid” 😉

Coreia (Ryu Ji Hye)****
 

Japão (Rie Tanaka) *essa foi apelação em homenagem ao Call e o Mave*

China (Fei Yang)

JWave #96 | Prometheus


[powerpress]

Prometheus chegou nos cinemas nessa sexta feira.

O que tem de especial? O retorno de Ridley Scott a ficção cientifica. Criador de obras como Alien – 8º passageiro e Blade Runner, Ridley Scott se afastou do gênero e volta depois de 30 anos.

Além disso, Prometheus se passa no mesmo universo que Alien e pode ser interpretado como um prequel de Alien. Ficou interessado? Além disso, o filme conta a buscar da origem da vida e que está foi gerada por alienígenas. Será que o maior mistério da nossa vida será revelado?

Juba, Calliban, Mavericko, Di Benedetto e Ryoma se reúnem pra falar de Prometheus. Vale o ingresso? Assistiu o filme que quer discutir teorias? Esse é o JWave em seu podcast de segunda feira pra revelar tudo sobre o filme.

PARTICIPANTES




TEMA
Alien – 8º passageiro
Ridley Scott
Prometheus

INDICAÇÃO

Alien – O 8º Passageiro – Blu-ray
Aliens – O Resgate – Blu-ray
Alien 3 – Blu-ray
Alien – A Ressurreição – Blu-ray
Alien Anthology – Edição Limitada – 6 Discos – Blu-ray
Alien Vs. Predador – Blu-ray
Aliens Vs. Predador 2 – Blu-ray
Alien Vs. Predador – Coleção Com 2 Discos – Blu-ray
ITUNES


Lembre de avaliar o JWave no iTunes

Beleza Oriental #11

E ai galera, tudo bom??? 

Acreditem ou não, NOVAMENTE a Coréia venceu novamente e vai para a terceira semana aqui no Beleza Oriental… 

Como o Japão sempre tem um número bom de votos, nessa semana mudarei umas coisas.
Tirarei a chinesa e colocarei uma taiwanesa no lugar da Chinesa, beleza?

Então, vamos as garotas da semana:

Coréia (Ryu Ji Hye)***

coreia


Taiwan (Pace Wu)

pace_wu11_Taiwan
Japão (Yurika Aoi)

yurika Aoi yellow bikini01_japao

E aí, quem fica com a título da semana??

Coletiva JBC: Novas Informações sobre o relançamento de Card Captor Sakura!


Tendo um atraso de um ano, Card Captor Sakura foi planejado para ser lançado na comemoração de 10 anos de mangás pela editora JBC. Um dos atrasos do título foi a demora do próprio grupo Clamp para aprovar o título no Brasil, inclusive sendo responsável pelo logo utilizado na capa do mangá de Sakura (criticado pelo público brasileiro, mas que foi feito pelo próprio Clamp pra ser usado por aqui).

Entre as novidades de Card Captor Sakura é que teremos 16 páginas coloridas e 184 páginas em papel Off Set. Para quem não associou o tipo de papel, este papel era utilizado pelos mangás da Editora Conrad há dez anos atrás, quando Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco foram lançados pela primeira vez no Brasil. A escolha do papel, além do dobro de páginas coloridas (quando comparado aoFreezing), não só tornou a edição mais cara, mas também bem mais durável e especial. Esse não é o primeiro título em Off Set pela JBC, Neon Genesis Evangelion que foi continuado de onde a Conrad parou, também teve edições nesse papel.

A editora não só ressaltou o interesse da linha “Edição Especial” que poderá ter republicações de outros títulos nesse formato, como também que o próprio Card Captor Sakura que poderá ser relançado num futuro na versão luxuosa similar a americana (em capa dura e 4 volumes).

O mangá terá nova tradução? Não, Cassius Medauar confirmou que será utilizada a mesma tradução de 2001, porém sendo revisada por ele e pela equipe da JBC.

Card Captor Sakura já entrou em pré-venda em diversas lojas e tem lançamento marcado para dia 21 de junho, no valor de 14,90 reais.

Coletiva JBC: RG Veda é o novo mangá do Clamp no Brasil!

No dia 12 de junho, a editora JBC criou um bate-papo entre sites/blogs para apresentar o novo editor de conteúdo, Cassius Medauar e explicar algumas mudanças a editora JBC sofreu nesse último ano.

Entre as novidades, a JBC anunciou que a parceria Clamp e Editora JBC continua e que além de Card Captor Sakura – Edição especial, também trarão ao Brasil, o mangá RG Veda.

Primeira obra oficial do Clamp, RG Veda foi publicado em 1989 na revista Wings, tendo um total de 10 volumes. A obra conta a história do imperador dos Céus, Taishakuten, que junto de Shashi, esposa de Ashura-ou, não só mata Ashura-ou, além de governar seu reino. Protagonista da série é Ashura, uma criança “indefinida” que dormiu por 300 anos  e que pode ser a criança da profecia que pode derrotar Taishakuten.

RG Veda ainda teve dois episódios produzidos diretamente para vídeo, sendo também um trabalho formado por uma equipe de 11 pessoas. No decorrer da obra, o grupo acabou se reduzindo e ficando conhecido como ele é hoje com quatro mulheres.

RG Veda ainda não tem previsão de sair nas bancas.

JArte #6: Introdução à Colorização e Pintura

Depois de alguns posts sobre mercado, começo de carreira e profissionalização, vamos falar hoje sobre um assunto mais relacionado à produção: introdução à colorização e pintura!

A maioria dos desenhistas costuma, no começo, ser um pouco negligente na hora de colorir. Antes de aprender a teoria sobre balanceamento e composição de cores, a maioria costuma exagerar um pouco – seja usando a caixinha de lápis de cor ou, pior, o “color picker” do Photoshop. Quando estamos falando sobre uma boa colorização, menos é mais! Saber definir uma paleta reduzida é essencial para conseguir desenvolver uma boa “atmosfera” nos seus trabalhos.

Vamos deixar claro, primeiro, as diferenças: Uma pintura é, basicamente, a representação da realidade de forma gráfica somente com massas de cor, sem o uso de contornos (ou “lineart”). Uma colorização, porém, se constitui somente de preenchimento de cores em um desenho com contorno.

Nesse ultimo caso, o papel das cores é ajudar a definir as profundidades e planos da imagem, além de criar uma atmosfera no trabalho e, para isso, o melhor é ser mais “bem-resolvido” do que exagerado.

A melhor forma de começar é aprendendo um pouco sobre a Teoria da Cor. O melhor livro em português que existe sobre o assunto é o Guia Completo da Cor, da editora Senac. Ele é um pouco caro, mas é bom considerar um investimento em você mesmo e em sua carreira, não é?

O ponto mais importante é entender e saber usar o Círculo Cromático e as combinações complementares e análogas, além de entender o que são as escalas de saturação e claridade, e as distinções entre os sistemas RGB e CMYK. O assunto é bastante extenso e não caberia nessa coluna quinzenal, mas é importante que todo aspirante a ilustrador o entenda. Até porque, como eu sempre digo, quando você tiver alguma dúvida sobre como compôr as cores de um trabalho, se a inspiração não vier… você sempre poderá recorrer à teoria!

Outra dica importante que eu dou é buscar entender um pouco sobre a sinestesia e as sensações que as cores passam. Para isso, não é necessário ler a “Psicologia das Cores”, de Goethe (leitura pesada que eu nunca consegui avançar muito…), basta pesquisar um pouco. Uma ótima fonte está no site Colors in Motion, que coloca de uma forma bastante didática as relações que fazemos entre cores, sensações e conceitos. É um assunto imensamente interessante! O vermelho, por exemplo, é uma cor violenta, passional e agressiva, e deve ser evitado em um trabalho que deveria ser calmo, relaxante.

O site mostra até mesmo algumas relações culturais que fazemos. Pense, por exemplo, que cor-de-rosa era a cor da guerra na China Antiga, e até os 1800 sempre foi considerado uma cor dos meninos (por ser um tom claro do vermelho, que era antigamente uma cor relacionada ao universo masculino). A partir dos 1900 a publicidade inverteu esses valores completamente, e passamos a associar o cor-de-rosa com as garotas.

Um último ponto importante é recomendar àqueles que se interessam pelo uso mais complexo das cores em seus trabalhos fazer aulas do uso manual de tintas. Vejo muitos alunos e colegas usando o Photoshop e querendo realizar trabalhos de cor realista, mas sem entender nada sobre mistura e composição de cores. Meu trabalho de colorização e pintura digital melhorou consideravelmente depois que fiz dois anos de pintura à óleo, e comecei a entender melhor sobre tinta.

Vou estender esse assunto em breve, mas que, por enquanto, fique o incentivo àqueles que querem melhoras os seus trabalhos!

Você tem dúvidas sobre carreira, portifólio, profissão de ilustrador, ou mesmo sobre os seus desenhos? Mande um email para mim (caio.yo@gmail.com), e talvez suas dúvidas sejam respondidas aqui, em uma das próximas colunas!
Um abraço!