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Warner Bros. Games anuncia o Kampeonato Brasileiro de Mortal Kombat 1 com inscrições gratuitas

A Warner Bros. Games confirmou a criação do Kampeonato Brasileiro de Mortal Kombat 1 (KBMK), novo circuito oficial que passa a integrar o calendário competitivo nacional do jogo. Com inscrições gratuitas, o torneio começa ainda neste primeiro semestre e terá etapas online regulares, duas temporadas independentes ao longo do ano e uma Grande Final presencial, prevista para novembro.

A iniciativa marca o retorno da chamada Casa do Kombate e reforça a tentativa da Warner de estruturar, de forma contínua, a cena competitiva brasileira de Mortal Kombat 1, historicamente uma das mais ativas da franquia fora dos Estados Unidos.

Como funciona o KBMK

O campeonato será dividido em duas temporadas, uma em cada semestre. Cada uma delas contará com oito classificatórias online, um Last Chance Qualifier (LCQ) e uma Final de temporada, totalizando 20 etapas ao longo do ano.

As partidas acontecem sempre às terças-feiras, com início às 19h, e as transmissões a partir do Top 8 serão exibidas nos canais oficiais do Warner Play na Twitch, YouTube e TikTok. A narração fica por conta de Buiu, com convidados que variam a cada etapa.

As inscrições são gratuitas e permanecem abertas até o horário do check-in, realizado no mesmo dia do torneio.

Ranking anual e disputa por equipes

Além dos títulos semestrais, o KBMK também contará com um ranking geral anual. Ao final da Temporada 2, os oito jogadores mais bem colocados no acumulado garantem vaga na Grande Final presencial, que encerra oficialmente o circuito.

Outra novidade é o Ranking de Equipes. Os dois melhores jogadores de cada organização somam pontos para seus times, criando uma disputa paralela entre equipes ao longo do ano. A organização com melhor desempenho será coroada campeã do ranking coletivo.

Premiação total de R$ 20 mil

O KBMK distribuirá R$ 20.000 em prêmios ao longo de 2026. Cada temporada terá uma premiação de R$ 5.000, enquanto a Grande Final concentrará R$ 10.000.

Na final presencial, o campeão brasileiro levará R$ 4.000, com o restante do valor sendo distribuído entre os outros sete finalistas.

Datas já definidas

Temporada 1
Classificatórias: 27/01, 10/02, 24/02, 10/03, 24/03, 28/04, 05/05 e 19/05
LCQ: 02/06
Final: 09/06

Temporada 2
Classificatórias: 21/07, 04/08, 18/08, 01/09, 15/09, 29/09, 13/10 e 27/10
LCQ: 03/11
Final: 10/11

A data e o local da Grande Final presencial ainda serão anunciados.

Um passo para organizar a cena

Segundo a Warner, o KBMK nasce com a proposta de criar um calendário estável e acessível, algo que historicamente sempre foi uma demanda da comunidade brasileira de Mortal Kombat. Desenvolvido pela NetherRealm Studios, o jogo segue como um dos pilares do cenário de fighting games no país, agora com um circuito oficial que conecta jogadores casuais, competidores recorrentes e organizações.

Com etapas regulares, premiação consistente e uma final presencial, o KBMK tenta dar forma a algo que a cena brasileira sempre teve em abundância: talento, rivalidade e público.

Kauan Okamoto estreia em português e conecta Brasil e Japão no single “Vai Dar Bom”

Depois de construir carreira no Japão, Kauan Okamoto dá um passo decisivo em sua trajetória e lança seu primeiro single cantado em português. A música “Vai Dar Bom” chega a todas as plataformas digitais no dia 19 de janeiro e marca oficialmente o início de uma nova fase artística, agora com o Brasil no centro do radar.

A faixa nasce como uma ponte cultural clara: de um lado, a energia do pop asiático e do J-pop dançante; do outro, a musicalidade brasileira, presente tanto na melodia quanto na intenção da letra. O resultado é um som leve, positivo e contemporâneo, que dialoga com diferentes públicos sem perder identidade.

Uma nova fase, agora falando direto com o Brasil

Kauan Okamoto:Covers Tokyo

“Vai Dar Bom” representa mais do que um novo lançamento. É a primeira vez que Kauan encara o desafio de cantar em português em estúdio, explorando suas raízes brasileiras de forma direta. A música traz versos de impulso e liberdade, como “eu quero me jogar, eu quero flutuar, nessa vibe vê aonde isso vai dar”, sintetizando bem o espírito desse recomeço.

Mesmo estreando no idioma, Kauan não abandona o DNA que construiu sua carreira no Japão. O single mantém a estética pop asiática, mas abre espaço para referências brasileiras que vão de Djavan e Thiaguinho a Ludmilla, Ferrugem e Luan Santana.

Do Japão para o pop brasileiro

Nascido na província de Aichi, no Japão, Kauan Okamoto integrou a tradicional agência Johnny’s Jr., onde fez parte do grupo Sexy Boyz. Além da música, também atuou em produções audiovisuais, como o dorama GTO (2014), e participou de edições do programa japonês de lutas Breaking Down.

Agora, ao cantar em português, o artista reorganiza sua trajetória internacional em direção a um projeto mais pessoal, que dialoga com suas origens e com o público brasileiro.

Um movimento maior dentro da indústria

O lançamento também marca uma aposta inédita do selo Vilarejo Records, em parceria com a Universal Music Brasil, ao investir em larga escala na fusão entre pop asiático e música brasileira. A produção de “Vai Dar Bom” é assinada por Max Viana, ao lado de Renato Iwai, produtor brasileiro radicado em Tóquio, numa colaboração que reflete exatamente essa conexão cultural entre os dois países.

Mais do que um single de estreia em português, “Vai Dar Bom” funciona como manifesto: de que há espaço para novas misturas, novas narrativas e novos artistas transitando entre culturas.

Assista o clipe

Lançamento

“Vai Dar Bom”, de Kauan Okamoto, estreia em todas as plataformas digitais no dia 19 de janeiro, marcando oficialmente a chegada do artista ao pop brasileiro em português e abrindo um novo capítulo nessa ponte sonora entre Brasil e Japão.

Ficha Técnica de “Vai Dar Bom”

Equipe selo Vilarejo Records:

Direção Musical: Max Viana @maxviana | Renato Iwai @iwairenato

Produção executiva: Camila Caruso @_camilacaruso

Jurídico: Matheus Omena

Backoffice: Lilian Kerbel @liakerbel

Gravadora: Universal Music Brasil

Foto de divulgação crédito:

COVERS TOKYO

Capa:

Kentaro Kimura

O Menino e o Panda | O filme que apostou em pandas reais e quase não saiu do papel

Durante anos, o panda simplesmente desapareceu do cinema. Não por falta de apelo, mas porque filmá-lo é mais um problema diplomático do que técnico. O Menino e o Panda existe porque, desta vez, uma combinação improvável de timing político, confiança institucional e acaso permitiu que isso acontecesse.

Nada de CGI. Nada de correção digital. Os pandas que aparecem em cena são reais, imprevisíveis e completamente fora de controle.

Por que o panda virou um risco de produção

O panda não é treinável como um lobo nem “administrável” como um felino criado desde filhote. Ele é considerado tesouro nacional da China, vive sob protocolos rígidos e só pode ser filmado em ambientes naturais, com autorização direta do governo. Resultado: quase ninguém tenta.

Segundo o diretor Gilles de Maistre, não se fazia um longa de ficção com pandas reais há pelo menos vinte anos. Não porque seja impossível. Mas porque o filme pode morrer antes mesmo de começar.

Um projeto destravado por política, não por dinheiro

O sinal verde só veio durante as celebrações dos 60 anos das relações diplomáticas entre França e China, em 2024. A abertura para coproduções culturais, somada ao histórico do diretor com filmes envolvendo animais, ajudou a convencer as autoridades de que o projeto não era oportunista nem exploratório.

Ainda assim, até a véspera das filmagens, nada era garantido. O acesso aos pandas podia ser cancelado a qualquer momento.

O maior risco não estava no animal

O filme depende da relação entre um garoto de 12 anos e dois pandas, um filhote e um adulto. Não houve ensaio, nem treinamento especial. Se não funcionasse, não havia plano B.

Funcionou.

“Tivemos um milagre adicional”, resume De Maistre. O garoto se conectou imediatamente com os animais, algo que nem a produção esperava. A naturalidade foi tamanha que parte do público internacional achou que os pandas fossem digitais.

Quando o cinema abre mão do controle

Ao escolher um panda como coprotagonista, o diretor aceitou perder algo que o cinema moderno adora: previsibilidade. O animal não repete ações, não responde a comandos e impõe o ritmo da cena.

Isso muda o tom do filme. Em vez de espetáculo calculado, surge uma sensação de presença. Algo mais próximo de observação do que de encenação.

Trailer

Ficha técnica

O Menino e o Panda
Título original: Moon the Panda
Direção: Gilles de Maistre
Roteiro: Prune de Maistre
Elenco: Noé Liu Martane, Sylvia Chang, Yé Liu, Nina Liu Martane, Alexandra Lamy
Duração: 100 minutos
Países: França e Bélgica
Gênero: Aventura, Família
Classificação indicativa: 6 anos
Distribuição no Brasil: A2 Filmes

Quando assistir

O Menino e o Panda estreia nos cinemas brasileiros em 29 de janeiro, apostando em algo raro no cinema atual: deixar que um animal real conduza a cena e aceite o risco de que nem tudo saia como o planejado.

EP Games encerra edição histórica e volta em 2027

Guilherme Briggs, voz de personagens como Buzz Lightyear e Optimus Prime, e Fernando Mendonça, conhecido pela dublagem de Homer Simpson, durante participação no EP Games - Crédito- Thito Strambi:Enerheat

O EP Games encerrou sua edição 2026 neste domingo, 18 de janeiro, com números que colocam o festival no radar nacional. Foram mais de 10 mil visitantes, oito torneios, painéis lotados e uma programação que misturou e-sports, dublagem, cosplay e carreira na indústria de games. Realizado no Shopping Iguatemi Campinas, o evento já tem edição 2027 confirmada, agora sob o nome EP Games Vol.2.

A estreia do festival deixou claro o recado. O interior paulista quer e sustenta um grande evento gamer.

Dublagem, e-sports e bastidores da indústria

O último dia concentrou alguns dos momentos mais disputados do EP Games. O painel “O palco da voz: a interpretação na dublagem” reuniu Guilherme Briggs e Fernando Mendonça, que falaram sobre mercado, formação e persistência em uma área que segue atraindo novos fãs e aspirantes.

“É uma carreira possível para quem estuda e insiste”, reforçou Briggs diante de um público atento, formado por curiosos e futuros profissionais.

Valorant fecha o evento em clima de arena

Equipe USP Stars vence torneio nacional Rivvals Universus no EP Games – Crédito- Thito Strambi:Enerheat

Nos e-sports, a final do torneio Rivvals Universus de Valorant** foi o grande encerramento da programação. A decisão entre USP Stars e CAAP Hellhounds teve clima de arquibancada, partidas equilibradas e vitória da USP Stars, consolidando o campeonato como um dos pontos altos do evento.

Cosplay, painéis e experiências além da tela

Finalistas e jurados do campeonato de cosplay do EP Games no último dia do evento, que encerrou a edição 2026 – Crédito- Thito Strambi:Enerheat

O EP Games também apostou em conteúdo fora do competitivo. Painéis sobre carreira na indústria de games, experiências imersivas como escape rooms, podcasts sobre saúde mental no e-sports e encontros com criadores de conteúdo ocuparam o domingo.

O campeonato de cosplay fechou o evento com impacto visual. O cosplay vencedor, inspirado em Kratos, de God of War, chamou atenção pelo acabamento e performance, arrancando aplausos do público e dos jurados.

Um evento que já nasce grande

Ao longo de quatro dias, o EP Games promoveu torneios de Free Fire, EA FC, competições sul-americanas, meet & greet com criadores, free play e ativações de marcas. Times como MIBR, Vivo Keyd Stars, INTZ, Fluxo e W7M Esports passaram pelo evento, reforçando o peso competitivo da programação.

Com apoio de marcas, organizações de e-sports e produtores locais, o festival mostrou que existe espaço para um evento gamer de grande porte fora do eixo capital.

EP Games Vol.2 vem aí

Durante o encerramento, a organização apresentou o visual oficial do EP Games Vol.2, confirmando a edição de 2027. Se 2026 serviu como cartão de visitas, o próximo capítulo promete vir maior, mais estruturado e ainda mais conectado com a comunidade.

Disney Twisted-Wonderland The Manga Anthology será lançado no Brasil em 2026

A Disney Twisted-Wonderland: The Manga – Anthology vai ser publicada no Brasil em 2026. O anúncio foi feito durante um evento especial da Universo dos Livros, que confirmou sete novos mangás no seu catálogo para o próximo ano.

A chegada da antologia amplia a presença da franquia no mercado brasileiro, que já conta com a publicação regular de Twisted-Wonderland Livro de Heartslabyul pela mesma editora.

Um outro lado de Twisted-Wonderland, contado por vários autores

Publicada originalmente no Japão entre 2020 e 2021, a antologia reúne histórias curtas ambientadas no universo de Twisted-Wonderland, explorando diferentes dormitórios, personagens e situações que não aparecem diretamente no jogo ou no mangá principal.

A coletânea conta com dois volumes encadernados, lançados pela Square Enix, e traz contribuições de dezenas de artistas convidados. Entre os nomes envolvidos estão Yana Toboso, criadora de Black Butler e responsável pelo design original de Twisted-Wonderland, além de Mosae Nohara, Haruto Shiota, Majiko! e outros autores ligados a mangá, anime e games.

O que é Twisted-Wonderland

Twisted-Wonderland nasceu como um jogo mobile desenvolvido pela f4samurai e distribuído pela Aniplex em parceria com a Disney. A proposta reimagina vilões clássicos da Disney como estudantes de um colégio mágico chamado Night Raven College, cada dormitório inspirado em um vilão icônico.

A franquia cresceu rapidamente e ganhou mangás, light novels e uma adaptação em anime, atualmente disponível no Disney+. Já o a mangá principal segue sendo publicado pela Universo dos Livros.

Diferente do mangá principal, que segue uma narrativa contínua com o protagonista Yuu, a antologia funciona como um material complementar, ideal para fãs que querem conhecer melhor o cotidiano dos personagens, seus conflitos internos e relações fora da história central.

É também uma porta de entrada interessante para leitores que já conhecem o anime ou o jogo, mas ainda não acompanham o mangá mensalmente.

Ficha técnica

Título: Disney Twisted-Wonderland The Manga Anthology
Formato: Mangá antológico
Volumes no Japão: 2
Publicação original: 2020 a 2021
Editora japonesa: Square Enix
Autores: Vários
Design original: Yana Toboso
Franquia original: Twisted-Wonderland
Editora no Brasil: Universo dos Livros
Lançamento no Brasil: previsto para 2026

Com informações da Crunchyroll

Mangá “Ore ga Sukitte Ittara Dou suru?” será lançado no Brasil em 2026

O mangá Ore ga Sukitte Ittara Dou suru?, conhecido internacionalmente como What If I Said, “I Love You”?, será lançado oficialmente no Brasil em 2026. O anúncio foi feito pela Universo dos Livros durante um evento especial realizado no dia 17, no qual a editora revelou sete novos mangás que passam a integrar seu catálogo no próximo ano.

Entre títulos de diferentes gêneros, o anúncio de Ore ga Sukitte Ittara Dou suru? chamou atenção por trazer ao público brasileiro um Boys Love focado em sentimentos contidos, silêncios e no impacto do primeiro amor.

Um romance sobre sentimentos que não cabem mais no silêncio

Publicado originalmente em 2024 na revista Honey Milk, da Kodansha, o mangá é escrito e ilustrado por Kumosoku e acompanha a história de dois amigos de infância que se afastaram sem nunca terem brigado.

Kazuho e Tokio cresceram juntos desde o primário, em uma relação tão próxima que parecia inabalável. Com o passar dos anos, porém, Kazuho percebe que seus sentimentos ultrapassam a amizade. Incapaz de lidar com isso, ele escolhe se afastar, transformando uma intimidade profunda em um constrangimento silencioso.

Agora no ensino médio, os dois quase não se falam. O problema é que Kazuho já não consegue mais fingir que nada sente. A história gira em torno dessa pergunta simples e devastadora que dá nome à obra: o que acontece se eu disser que te amo?

Boys Love de gestos pequenos e emoções cruas

Diferente de romances mais explosivos, Ore ga Sukitte Ittara Dou suru? aposta em olhares, lembranças e diálogos mínimos, construindo tensão emocional a partir daquilo que não é dito. É um mangá sobre hesitação, medo de perder alguém e a fragilidade do primeiro amor quando ele surge no lugar errado.

A obra ganhou destaque no Japão justamente por tratar o romance juvenil com delicadeza e realismo, sem pressa para resolver conflitos e sem transformar sentimentos em espetáculo.

O que já se sabe sobre a edição brasileira

Até o momento, a Universo dos Livros confirmou o título como parte do seu line up de lançamentos de mangá para 2026, mas ainda não divulgou detalhes como formato, número de volumes ou mês exato de lançamento.

No Japão, a obra conta atualmente com três volumes encadernados publicados pela Kodansha.

Ficha técnica

Título original: Ore ga Sukitte Ittara Dou suru?
Título internacional: What If I Said, “I Love You”?
Autor e artista: Kumosoku
Gênero: Boys Love, Romance, Slice of Life
Publicação original: 2024
Serialização: Honey Milk
Editora no Japão: Kodansha
Status: Em publicação
Editora no Brasil: Universo dos Livros
Lançamento no Brasil: previsto para 2026

Com informações da Crunchyroll Brasil e Universo dos Livros

“O Íntimo de Mari” recebe volume 2 em janeiro

Outro lançamento de janeiro é o segundo volume de O Íntimo de Mari, que leva a narrativa ainda mais fundo em seu desconforto psicológico.

Enquanto o protagonista tenta sustentar uma vida que não é sua, a sensação de colapso cresce, tornando a leitura cada vez mais inquietante. O mangá segue fiel ao estilo provocador de Shuzo Oshimi.

Ficha técnica

Autor: Shuzo Oshimi
Formato: Mangá
Volume: 2
Lançamento: janeiro de 2026
Preço: R$ 39,90
Formato: 11,5 x 17,2 cm, capa cartonada
Páginas: 192
Classificação: Jovem adulto

Um Sinal de Afeto chega ao volume 6 em lançamento de janeiro

Em janeiro de 2026, Um Sinal de Afeto ganha seu sexto volume no Brasil. O título segue sendo lançado pela Editora NewPOP.

A história acompanha Yuki, uma universitária com deficiência auditiva, e seu relacionamento com Itsuomi, explorando o amor a partir de pequenos gestos, diálogos e cuidado mútuo. O novo volume mantém o ritmo delicado da série, sem apressar conflitos.

Ficha técnica

Autora: suu Morishita
Formato: Mangá
Volume: 6
Lançamento: janeiro de 2026
Preço: R$ 36,90
Formato: 13 x 18 cm, capa cartonada
Páginas: 160
Classificação: Livre

“Pássaros que cantam não podem voar” tem novo volume lançado em janeiro

Entre as continuações de janeiro, Pássaros que cantam não podem voar chega ao volume 3, avançando um dos Boys Love mais densos do catálogo.

A relação entre Yashiro e Doumeki entra em uma fase decisiva após eventos traumáticos, levando os personagens a confrontarem sentimentos que antes evitavam. O mangá mantém seu tom adulto, psicológico e sem concessões.

Ficha técnica

Autor: Kou Yoneda
Formato: Mangá
Volume: 3
Lançamento: janeiro de 2026
Preço: R$ 42,90
Formato: 13 x 18 cm, capa cartonada, páginas coloridas
Páginas: 208
Classificação: Proibido para menores de 18 anos

Da Kabi Nagata, Minha Existência de Guerreira Errante chega em janeiro

Lançado em janeiro, Minha Existência de Guerreira Errante amplia o espaço da NewPOP para obras confessionais e autobiográficas.

Kabi Nagata escreve sem filtros sobre sexualidade, solidão, fracassos afetivos e a dificuldade de lidar com expectativas sociais na vida adulta. A narrativa mistura humor desconfortável e vulnerabilidade, criando uma leitura curta, mas intensa, que dialoga diretamente com leitores que buscam identificação realista.

Ficha técnica

Autora: Kabi Nagata
Formato: Mangá autobiográfico
Lançamento: janeiro de 2026
Preço: R$ 42,00
Formato: 15 x 21 cm, capa cartonada
Páginas: 128 (impressão em 2 cores)
Classificação: Adulto


One Room Angel é lançamento de janeiro da NewPOP

Entre os lançamentos de janeiro de 2026, One Room Angel chega ao Brasil como volume único para quem busca BL menos performático e mais emocional. A edição nacional será publicada pela NewPOP Editora, dentro do Selo Pride.

A trama acompanha Kouki, um adulto solitário que, após quase morrer em um ataque violento, passa a dividir o apartamento com um anjo misterioso. Sem memória e incapaz de voar, essa presença deslocada altera a rotina do protagonista de forma silenciosa — sem grandes explicações sobrenaturais, sem regras explícitas. O foco está na intimidade cotidiana.

Assinada por Harada, a obra evita picos melodramáticos e prefere pequenos gestos. O anjo, dependente das emoções positivas de Kouki para recuperar as asas, ilumina partes da vida que o protagonista havia enterrado. É um BL sobre solidão, cura e afeto entre pessoas quebradas, que aprendem a continuar respirando juntas.

Adaptação em live action

Publicado originalmente entre 2017 e 2018 na revista On BLUE e reunido em volume único em 2019, One Room Angel ganhou série live action em 2023. No Brasil, está disponível pela Rakuten Viki com o título Anjo de um cômodo.

A adaptação aposta em direção minimalista, silêncios e simbolismos. As asas do anjo são adereços físicos, reforçando fragilidade e presença. Com apenas seis episódios, a série se destaca pela química contida e pelo cuidado em transformar rotina em emoção.

Elenco principal

  • Uesugi Shuhei como Kouki
  • Nishimura Takuya como Anjo / Takashina Takashi

Por que prestar atenção

One Room Angel é lembrado como um dos trabalhos mais sensíveis de Harada. Não precisa de exageros para machucar ou confortar. Trabalha traumas e reconciliação com honestidade, colocando o leitor dentro da cabeça de personagens que sobrevivem no detalhe. A edição brasileira reforça a proposta do Selo Pride de trazer títulos significativos e bem acabados.

Ficha técnica — mangá (Brasil)

Autor: Harada

Formato: volume único

Lançamento: janeiro de 2026

Preço: R$ 46,90

Dimensões: 13 x 18 cm

Acabamento: capa cartonada com cor especial

Páginas: 240

Classificação: Jovem adulto

Ficha técnica — live action

País: Japão

Formato: série dramática

Episódios: 6

Exibição original: 20/10 a 24/11/2023

O sonho de uma Apaixonada por Livros terá “lançamento triplo” com o Arco 1 pela NewPOP em janeiro

Em janeiro de 2026, a Editora NewPOP lança no Brasil a coleção completa do Arco 1 de O sonho de uma Apaixonada por Livros, reunindo os três primeiros volumes da light novel que conquistou leitores no mundo inteiro.

A obra acompanha uma jovem universitária que reencarna em um mundo com pouquíssimos livros e baixa alfabetização. Incapaz de aceitar viver sem leitura, ela decide criar seus próprios livros, transformando o conhecimento em ferramenta de sobrevivência e mudança social. O lançamento em janeiro permite que novos leitores acompanhem a história do começo ao fim, enquanto fãs do anime e do mangá mergulham mais fundo no universo original.

Ficha técnica
Autor: Miya Kazuki
Ilustrações: You Shiina
Formato: Light novel
Volumes lançados em janeiro: 3 (Arco 1 completo)
Preço: R$ 89,90 cada
Formato: 15 x 21 cm, capa cartonada com orelhas
Páginas: 248 a 344
Classificação: Livre