A franquia Resident Evil vai ganhar uma nova forma de sobrevivência. A Aniplex Inc. confirmou que Resident Evil Survival Unit chega oficialmente em 17 de novembro de 2025 para Android e iOS, com suporte total ao português e distribuição em 151 países, incluindo o Brasil. O título foi co-desenvolvido com a JOYCITY Corporation, conhecida por produções mobile de estratégia em tempo real.
Estratégia no mundo do horror
Diferente dos tradicionais jogos de ação e tiro da franquia, Resident Evil Survival Unit aposta em uma abordagem estratégica, adaptada para telas de toque. A proposta mistura elementos de sobrevivência e gerenciamento tático, convidando os jogadores a formar unidades, planejar defesas e lutar pela sobrevivência em um mundo infestado por zumbis.
O game promete oferecer profundidade de estratégia em tempo real, com a familiar atmosfera sombria e tensão que definem a série da Capcom. A ideia é que o jogo seja acessível para novos jogadores, mas mantenha o DNA tático e desafiador que os fãs da franquia esperam.
Sucesso antes da estreia
Mesmo antes do lançamento, Resident Evil Survival Unit já demonstra força: o título ultrapassou 2 milhões de pré-registros globais, mostrando o apetite dos fãs por uma nova experiência dentro do universo da série.
Quem fizer o pré-registro ainda garante itens bônus exclusivos, que ajudarão nas fases iniciais e no desenvolvimento dos personagens — recompensas que poderão ser resgatadas diretamente na caixa de mensagens dentro do jogo após o lançamento.
Os interessados podem se inscrever tanto na App Store quanto na Google Play, e ainda dá tempo de garantir o pacote de bônus.
Uma expansão global
Além do lançamento mundial, algumas regiões da Ásia — como Coreia do Sul, Taiwan, Vietnã e Indonésia — receberão o jogo no início de 2026. A Aniplex também confirmou que novas localidades serão adicionadas gradualmente, ampliando o alcance do título nos meses seguintes.
Com essa estratégia, Resident Evil Survival Unit promete consolidar a presença da franquia em dispositivos móveis, mantendo viva a tradição da série de se reinventar em novos formatos e plataformas.
Ficha técnica
Título: Resident Evil Survival Unit Publicadora: Aniplex Inc. Desenvolvedora: JOYCITY Corporation Plataformas:Android e iOS (iPhone, iPad) Preço: Grátis para jogar (com compras internas) Lançamento: 17 de novembro de 2025 Regiões: 151 países (mais territórios em 2026) Site oficial:residentevil-survivalunit.com
A Brasil Game Show 2025 não foi apenas palco de anúncios e jogos inéditos, também serviu como vitrine para inovações em tecnologia e engajamento. A startup brasileira IOXtream, especializada em experiências interativas e soluções gamificadas para eventos, apresentou uma ação ao lado da ExitLag que virou destaque na feira.
Com 8.400 leads qualificados, o resultado ultrapassou em 320% a meta inicial da startup. O feito foi alcançado através de uma roleta digital exibida no telão do estande, que atraiu o público com uma proposta simples, rápida e totalmente integrada ao ambiente da BGS.
A roleta que virou sucesso na BGS
A roleta digital da IOXtream chamou atenção não apenas pela interatividade, mas pela fluidez do processo. O cadastro era feito diretamente pelo celular, via QR Code, e validado em tempo real pela equipe da ExitLag. Em seu pico de uso, a ativação registrou mais de 750 cadastros em apenas uma hora.
Sem filas extensas ou fichas físicas, a experiência manteve o fluxo de visitantes constante, mesmo durante os horários de maior movimento. A operação foi tão eficiente que os brindes da marca, incluindo camisetas exclusivas da ExitLag, esgotaram ainda no terceiro dia de evento.
Dados em tempo real e engajamento mensurável
Durante os quatro dias de feira, todas as participações foram registradas automaticamente na plataforma da IOXtream. Isso permitiu um acompanhamento em tempo real do desempenho e a coleta de dados detalhados sobre o público, possibilitando o uso em futuras ativações e estratégias de marketing.
Segundo Lucas Longhi, CEO da IOXtream, o resultado prova o potencial da tecnologia para transformar o modo como marcas interagem com seus públicos:
“Conseguimos provar que o futuro dos eventos pertence às marcas que unem dados, emoção e velocidade. Quando a tecnologia entende verdadeiramente o público, cada segundo vira um ponto de conexão mágico com uma experiência inesquecível.”
IOXtream, tecnologia brasileira a serviço da experiência gamer
Fundada com o objetivo de conectar marcas e pessoas por meio de experiências digitais, a IOXtream aposta na combinação entre tecnologia, gamificação e dados para criar ativações mais imersivas e mensuráveis. Suas soluções transformam interações em métricas de engajamento, oferecendo às empresas uma nova forma de entender e ampliar sua presença em eventos.
Este ano tivemos o lançamento de Two Point Museum em março para PCs e consoles. Aqui no JWave, jogamos a versão de PC no Steam Deck, e desde então ficou aquela curiosidade de como seria experimentar o jogo em um console da Nintendo. A franquia, conhecida por Two Point Hospital e Two Point Campus, chega agora ao seu terceiro título, colocando o jogador no comando de um museu cheio de possibilidades.
Na época, jogar Two Point Museum no Steam Deck já entregava uma boa experiência portátil, mas dava pra sentir que o jogo pedia um espaço na biblioteca da Nintendo. Agora, com sua chegada ao Nintendo Switch 2, a sensação é de que finalmente o título encontrou o console ideal para brilhar.
O jogo vem acompanhado de uma DLC do Sonic, totalmente localizado em português, e traz cinco tipos de museus temáticos e cinco mapas de expedição, somando mais de 100 locais inusitados para explorar.
A história por trás da Two Point Studios
Fundada em 2016 por Ben Hymers, Mark Webley e Gary Carr, a britânica Two Point Studios carrega uma herança importante no gênero de simulação. Seus fundadores trabalharam em clássicos como Theme Hospital, e Two Point Hospital é considerado uma continuação espiritual direta desse legado.
Desde a aquisição pela SEGA, em 2019, o estúdio tem se consolidado como referência nesse tipo de experiência. Two Point Hospital (2018) e Two Point Campus (2022) mostraram que há espaço para jogos de gestão cheios de humor e identidade própria, e Two Point Museum chega como o passo natural dessa evolução.
Administrando o museu dos seus sonhos
Em Two Point Museum, você assume a direção de um museu, gerenciando desde a disposição das salas até o bem-estar dos funcionários. A estrutura segue o modelo dos modos Campanha e Sandbox. O segundo se destaca pelos museus gigantescos e pela liberdade total que oferece ao jogador.
O início é simples: montar salas de exposição, instalar bilheterias, organizar o fluxo de visitantes e contratar funcionários. Mas logo o jogo mostra sua profundidade. Cada decisão financeira, contratação e investimento em pesquisa influencia diretamente a reputação e o sucesso do museu.
As conquistas abrem novas funcionalidades e tornam a administração mais complexa, mas também mais gratificante. Depois de dominar o gerenciamento básico, o jogo libera o heliponto, que permite viajar e buscar itens inéditos para o acervo, expandindo ainda mais as possibilidades de curadoria.
Uma das grandes sacadas é a possibilidade de criar museus temáticos. São cinco áreas principais: Pré-História, Vida Marinha, Sobrenatural, Ciência e Espaço, e Botânica. Essa variedade estimula a criatividade do jogador, que pode combinar exposições improváveis e criar verdadeiras experiências imersivas.
Além disso, há cinco mapas de expedição, permitindo explorar mais de 100 locais para coletar itens únicos e montar coleções cada vez mais raras.
Jogabilidade no Switch 2
Giuliano Peccilli
Aqui está o grande diferencial da versão para o Nintendo Switch 2. No Steam Deck, o jogo já funcionava bem, permitindo jogar com controle físico, teclado, mouse ou até com a tela de toque. No Switch 2, a experiência se mantém portátil, mas com ajustes específicos que valorizam o hardware do console.
O que me surpreendeu foi como o jogo roda de forma mais fluida e estável no Switch 2. Tudo foi otimizado, desde os menus até a movimentação da câmera. O Pro Controller funciona muito bem, e os comandos foram reorganizados para que a navegação entre os menus e as salas seja natural.
É preciso mencionar, no entanto, que o suporte ao touch não está presente aqui. E sim, confesso que toquei na tela algumas vezes até entender que ele realmente não estava ativo. A ausência do toque não chega a comprometer, mas causa estranhamento para quem jogou no Steam Deck.
Mesmo assim, o desempenho compensa. O jogo está mais maduro, mais leve e com uma fluidez que faz diferença nas longas sessões de jogo. No modo portátil, recomendo ajustar o tamanho das legendas e textos nas configurações, pois essa simples alteração deixa a leitura mais confortável.
No modo TV, o controle se mostra ágil e preciso, mantendo o mesmo ritmo e sem engasgos. E o principal: a experiência geral é mais agradável que no Steam Deck, o que mostra o cuidado da SEGA e da Two Point Studios em adaptar o título ao novo console da Nintendo.
Localização que faz diferença
Se tem uma coisa que a SEGA sempre faz bem é a localização em português. E Two Point Museum não é exceção. O jogo chega totalmente legendado, com menus, textos e descrições adaptados ao nosso idioma. Ainda é possível alterar o idioma das vozes para várias opções, incluindo japonês.
A tradução é leve e divertida, com o humor característico da série. Mesmo sem o nível de refinamento dos textos de Like a Dragon ou Yakuza, a adaptação é competente e mantém a essência da experiência. É aquele tipo de cuidado que torna o jogo mais acessível e agradável de jogar no dia a dia.
Uma experiência quase perfeita
Two Point Museum no Nintendo Switch 2 é, literalmente, uma experiência “quase completa”. Continua sendo um dos simuladores mais divertidos e relaxantes disponíveis, mas agora em uma versão que realmente se encaixa na proposta portátil.
Comparado à versão de PC no Steam Deck, prefiro esta versão pela fluidez e pelo desempenho. A jogabilidade com o Pro Controller é excelente, e o modo portátil se adapta bem a diferentes estilos de jogo. A falta do toque ainda incomoda um pouco, mas é um detalhe diante da qualidade geral da adaptação.
Gerenciar um museu, contratar funcionários, reformar áreas, comprar novas coleções e até colocar estátuas do Sonic e do Shadow deveria ser estressante, mas o jogo consegue transformar tudo isso em algo relaxante e até terapêutico.
O modo portátil é um dos maiores atrativos. Dá pra jogar no intervalo do trabalho, no metrô ou em viagens, sem perder o ritmo. E com o ajuste de tamanho de texto, o conforto visual é garantido.
Por não depender de teclado e mouse, o Switch 2 oferece uma experiência mais direta e natural. Diferente do Steam Deck, onde o jogo ainda carrega a sensação de ser uma adaptação de PC, aqui ele parece ter sido feito sob medida para o console.
No fim das contas, Two Point Museum é uma das melhores surpresas do gênero de simulação nos últimos anos. Criativo, viciante e bem-humorado, ele mostra que o estúdio segue evoluindo sem perder sua identidade. No Switch 2, o jogo atinge o equilíbrio ideal entre acessibilidade e profundidade, e chega com a sensação de estar, finalmente, quase completo.
Nota: 4 (de 5)
Two Point Museum
Datas de Lançamento e Plataformas
Lançamento oficial: 4 de março de 2025
Lançamento no Nintendo Switch 2: 28 de outubro de 2025
Plataformas: PC, PS5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2
Compatibilidade com Steam Deck desde o lançamento
Idiomas Disponíveis
Legendas: Francês, Italiano, Espanhol, Polonês, Turco, Coreano, Português Brasileiro
Dublagem: Inglês, Alemão, Chinês, Japonês
Agradecimentos a SEGA que nos forneceu o jogo para Nintendo Switch 2 para análise deste conteúdo.
Produção belga-holandesa, Corações Jovens finalmente está chegando ao Brasil. Indicado ao 74º Festival Internacional de Cinema de Berlim, a produção LGBTQIA+ traz o amor sincero entre os jovens Elias Montero (Lou Goossens) e Alexander (Marius De Saeger).
É fato que o cinema já nos entregou boas histórias de primeiro amor, como Com Amor, Simon ou, aqui no nosso país, Hoje Eu Quero Voltar Sozinho. Mas o que Corações Jovens faz é justamente saber contar a sua história com um elenco carismático, trazendo um pouco de esperança sobre o mundo em que vivemos.
Com lançamento marcado para o dia 13 de novembro e distribuição da Mares Filmes, Corações Jovens marca a estreia de Anthony Schatteman como roteirista e diretor da produção.
Mas o que torna Corações Jovens tão especial? Vamos descobrir.
A História
No interior da Bélgica, conhecemos o jovem Elias Montero (Lou Goossens), um garoto de 14 anos que tem uma vida relativamente comum. Ele tem uma amiga/namorada chamada Valerie (Saar Rogiers), seu grupo de amigos que vai pra lá e pra cá, enquanto em casa, o pai, Luk Montero (Geert Van Rampelberg), é um cantor com bastante prestígio na região.
A bola da vez estava na nova música que Luk Montero estava lançando, o que fazia a família estar sempre presente nas apresentações para apoiá-lo.
Tudo ia como sempre foi, até que na casa em frente à família de Elias chegam novos moradores. Entre eles está um garoto da mesma idade, chamado Alexander (Marius De Saeger), que acaba de se mudar e passa a estudar na mesma escola e até na mesma classe que Elias.
É aqui que o vizinho que vira amigo, Alex, vai contando um pouco sobre como era sua vida antes de vir para a Bélgica. Morando em Bruxelas, ele havia namorado um outro rapaz, o que deixa Elias confuso em um primeiro momento.
Uma linda amizade nasce, e Elias fica muito feliz por cada dia estar mais próximo de Alex. Seja tomando banho de rio, indo à fazenda do avô Fred (Dirk Van Dijck), cada momento do interior é compartilhado entre eles, sem que Elias perceba que aquilo já era mais do que uma amizade.
Enquanto isso, o namoro juvenil com Valerie beirava uma amizade inocente. A cada dia, Elias olhava mais para Alex do que para ela. Mesmo quando Valerie queria fazer uma festa à fantasia ou uma festa do pijama em casa, ficava claro que Elias, mesmo sem entender, estava se desinteressando por ela.
E é aqui que os limites são testados, porque não era só Elias que sentia algo. Alex também sentia. E é assim que um beijo roubado torna as coisas ainda mais nebulosas.
Um dia, Valerie vê Elias deitado no ombro de Alex e pede distância, enquanto Elias começa a se sentir mais seguro para descobrir seus sentimentos por seu vizinho.
Um amor em Bruxelas
O amor precisa de rótulos ou definições? No começo, nem tanto. E é assim que Alex convida Elias para irem juntos a Bruxelas. Passeando por antigos lugares que frequentou, Alex apresenta alguns conhecidos em um show da drag queen La Diva (LaDiva ao vivo).
Por lá, Alex apresenta Elias como namorado. Mesmo que dito em outro idioma, Elias entende perfeitamente o que está acontecendo ali.
Mas ser jovem e amar alguém nem sempre é algo tão simples. Elias se sente incomodado quando Alex o abraça demais na escola, com medo de chamar atenção dos colegas e sofrer preconceito.
Alex, que já teve um relacionamento antes, não aceita isso bem e decide se afastar, o que deixa Elias deprimido. O avô percebe o que está acontecendo e o leva para viajar, tentando ajudá-lo a entender seus sentimentos.
O apoio da família (spoiler)
Corações Jovens mostra que os jovens de 2025 vivem uma realidade muito mais aberta. Em uma das cenas mais tocantes, o avô conta como conheceu a avó de Elias e diz que torce para que o amor do neto por Alex seja tão especial quanto o dele. É uma cena tocante, que mostra que estamos nos tornando muito melhores hoje do que já fomos.
Essa não é a única cena forte. Quando a mãe de Elias, Nathalie (Emilie De Roo), vai buscar o filho e o avô na estação, Elias pede para parar o carro e conta que está apaixonado por Alex. Nathalie sai do carro e o abraça, dando seu total apoio, mostrando que muitas vezes temos medo do desconhecido.
Mas será que Alex perdoaria Elias? Agora que Elias entendeu o que realmente sentia, será que ele pode ser feliz com quem realmente ama?
O sucesso e a colheita
Durante uma festa tradicional da região, Elias volta e vai atrás de Alex, enquanto o pai lança sua nova música. É fato que há um ruído ali, já que Luk não dá a atenção que o filho precisa, vivendo em seu próprio mundo.
E é nesse momento que Elias encontra Alex na festa e o beija no bar, próximo ao palco onde o pai está se apresentando. O que deixa Luk surpreso acaba se tornando inspiração para uma nova canção, mostrando que Elias finalmente está seguro com a aceitação de toda a sua família.
Opinião
Corações Jovens é um filme que faz chorar diversas vezes, não só pela aceitação, mas pelos personagens carismáticos por quem você torce o tempo todo.
Mesmo sendo mais velho e identificando muitos daqueles sentimentos e batalhas, a história de Elias e Alex mostra que muitas vezes fazemos uma tempestade quando as coisas poderiam ser mais simples e leves. A forma como o relacionamento entre Elias e Alex evolui acontece de maneira tão natural que é difícil não torcer e não querer o bem deles.
Quando o assunto são filmes LGBTQIA+, por muito tempo ficamos presos em tragédias de amores impossíveis. Mas histórias de amadurecimento como a de Elias e Alex têm ganhado mais espaço e evoluído nos cinemas.
Devo confessar que, quando Elias confessa seus sentimentos à família, senti uma vibe de Com Amor, Simon, mas gostei ainda mais daqui, que soa mais natural do que na produção americana.
No elenco, Lou Goossens, como Elias, consegue representar muito bem a confusão e a insegurança de um jovem que ainda não entende o que sente. Uma atuação belíssima que faz toda a diferença.
Mas quem realmente rouba a cena é Marius De Saeger, como Alex. Com um tom misterioso no início e, em alguns momentos, lembrando fisicamente o Patrick, personagem de Ezra Miller em As Vantagens de Ser Invisível, Marius entrega um personagem rico e mais maduro que Elias, tornando sua história ainda mais interessante.
Mesmo que o primeiro amor às vezes pareça piegas e já tenha sido mostrado inúmeras vezes no cinema, o amadurecimento de Corações Jovens, aliado à boa atuação, ao carisma e à trilha sonora, entrega um filme lindo, sincero e que emociona. Sabemos que o amor pode ser previsível, mas Corações Jovens nos oferece muito mais do que esperávamos.
Nota: 5 (de 5)
Corações Jovens
Direção e Roteiro: Anthony Schatteman Produção: Xavier Rombaut, Piso Onrust, Annabella Nezri
Elenco principal:
Lou Goossens como Elias Montero
Marius De Saeger como Alexander
Cinematografia: Pieter Van Campe Montagem: Emiel Nuninga Trilha sonora: Ruben De Gheselle
Empresas de produção: Polar Bear, Family Affairs Films, Kwassa Films
A Crunchyroll lançou uma entrevista exclusiva com Yuki Tsunoda, piloto da Red Bull Racing e único asiático no grid da Fórmula 1 em 2025. Gravada em São Paulo, na semana do Grande Prêmio de Interlagos, a conversa mostra um lado mais pessoal do japonês e sua relação profunda com os animes — uma paixão que o acompanha desde a infância e até influencia seus momentos de concentração antes das corridas.
Durante a temporada atual, Tsunoda estreou um novo capacete com o logo da Crunchyroll, um detalhe que simboliza bem essa união entre velocidade e cultura pop japonesa. Para o piloto, o anime vai muito além do entretenimento: é uma fonte de inspiração e foco.
Brasil, emoção e cultura pop
Na entrevista, Tsunoda também fala sobre o público brasileiro, conhecido por sua energia e amor pelo automobilismo — e, segundo ele, por compartilhar o mesmo entusiasmo pelos animes. O piloto comenta como se sente em correr diante de fãs tão intensos e o quanto o carinho recebido no Brasil o motiva dentro das pistas.
Além disso, ele reflete sobre os paralelos entre o esporte e os animes: disciplina, estratégia e emoção. Para Tsunoda, cada corrida é uma narrativa cheia de desafios, rivalidades e superação, como nos melhores arcos shonen.
Entre rivais de anime e senseis lendários
Em um tom mais descontraído, a entrevista ainda brinca com o imaginário otaku. Tsunoda imagina qual personagem de anime seria seu rival ideal nas pistas, que tipo de história ele protagonizaria se sua carreira virasse uma série e até qual “sensei” lendário gostaria de ouvir no rádio em uma corrida decisiva.
Esses momentos mostram o quanto o piloto está à vontade com o tema, revelando um fã genuíno e bem-humorado, que não se distancia de suas referências nem diante da pressão das pistas.
O Top 3 de Yuki Tsunoda
O ponto alto da conversa é quando o piloto revela seus três animes favoritos de todos os tempos. A lista reflete tanto seu gosto pessoal quanto os valores que o inspiram: histórias sobre amizade, superação e coragem. É nesse equilíbrio entre paixão e determinação que Tsunoda encontra combustível para continuar acelerando, dentro e fora dos circuitos.
A entrevista completa já está disponível nas redes sociais da Crunchyroll Brasil.
A Netflix confirmou o nome que vai incendiar os mares de One Piece: A Série: Xolo Maridueña, conhecido por Besouro Azul e Cobra Kai, foi escalado como Portgas D. Ace na terceira temporada do live-action. A notícia agitou a comunidade de fãs e marca a chegada de um dos personagens mais aguardados da franquia.
Além de Maridueña, a produção já havia anunciado Cole Escola como Bon Clay, e outros nomes do elenco devem ser revelados em breve. A terceira temporada ainda não tem data de estreia confirmada, mas as gravações começam ainda este ano na Cidade do Cabo, África do Sul.
O caminho até a Grand Line
Antes da chegada de Ace, os fãs terão uma nova parada: One Piece: A Série – Temporada 2 | Rumo à Grand Line estreia em 10 de março de 2026, exclusivamente na Netflix. A série continua a jornada de Monkey D. Luffy e sua tripulação dos Chapéus de Palha em busca do lendário tesouro One Piece.
Produzida pela Tomorrow Studios em parceria com a Shueisha e a Netflix, a adaptação se consolidou como um dos maiores sucessos recentes do streaming. Desde sua estreia em 2023, o live-action ficou oito semanas no Top 10 Global, alcançou o primeiro lugar em mais de 75 países e quebrou recordes ao ser a primeira série em língua inglesa da Netflix a liderar o ranking no Japão.
Bastidores e equipe criativa
A terceira temporada contará com Joe Tracz e Ian Stokes como co-showrunners, roteiristas e produtores executivos. Entre os nomes de peso na produção estão Eiichiro Oda, criador do mangá original, além de Marty Adelstein e Becky Clements pela Tomorrow Studios. O time também traz Tetsu Fujimura, Chris Symes, Christoph Schrewe e Steven Maeda, reforçando o cuidado da Netflix em manter o espírito da obra original.
Um fenômeno global
Baseada no mangá de Eiichiro Oda, o mais vendido da história do Japão com mais de 500 milhões de cópias distribuídas, One Piece é um verdadeiro marco cultural. A série da Netflix conquistou novos públicos e reforçou a força da franquia em escala mundial, somando quase 100 milhões de visualizações e 11 indicações no Children’s & Family Emmy Awards, incluindo a categoria de Outstanding Young Teen Series.
Enquanto a segunda temporada promete levar os fãs cada vez mais fundo na Grand Line, a confirmação da terceira e a chegada de Xolo Maridueña como Ace indicam que a jornada dos Chapéus de Palha está longe de terminar. O Rei dos Piratas ainda não foi coroado — mas o mundo de One Piece continua crescendo com toda a força dos mares.
O fenômeno Harry Potter voltou a movimentar os cinemas brasileiros. Em comemoração aos 20 anos de “Harry Potter e o Cálice de Fogo”, a Warner Bros. Pictures trará o longa de volta às telonas em uma exibição especial no dia 15 de novembro. O sucesso é tamanho que a pré-venda já ultrapassou 139 mil ingressos, e as últimas sessões disponíveis estão se esgotando rapidamente.
A fase em que o mundo bruxo amadureceu
Lançado originalmente em 2005, “O Cálice de Fogo” marcou uma transição importante na jornada do jovem bruxo vivido por Daniel Radcliffe. Neste capítulo, Harry é surpreendido ao ter seu nome sorteado para participar do perigoso Torneio Tribruxo, uma competição entre escolas de magia. Entre dragões, desafios e mistérios, o filme trouxe um tom mais sombrio à série, mostrando que a ameaça de Lord Voldemort estava mais próxima do que nunca.
Uma celebração nostálgica nas telonas
O retorno do longa faz parte de uma celebração global dos 20 anos do quarto filme da franquia, que segue entre as mais queridas do cinema moderno. Para muitos fãs, é a chance de reviver — ou experimentar pela primeira vez — a emoção de ver o mundo bruxo em tela grande.
Com ingressos disputados e uma legião de fãs ansiosos, o relançamento reforça o poder da franquia em manter sua magia viva mesmo duas décadas depois. Quem quiser garantir o ingresso, é bom correr: restam poucas sessões disponíveis nos principais cinemas do país.
O indie A Pizza Delivery, desenvolvido pelo artista solo espanhol Eric Osuna e publicado pela Dolores Entertainment, chegou nesta quinta-feira (7) ao PC (Steam e Windows), PlayStation 5 e Xbox Series. O jogo mistura exploração narrativa e quebra-cabeças em um universo surreal, com foco em temas como solidão, empatia e conexão humana. O título custa R$ 39,99, com 20% de desconto nas duas primeiras semanas.
Um último pedido antes do silêncio
Em A Pizza Delivery, o jogador controla B, uma entregadora de pizza em sua última rota do dia. A premissa parece simples, mas rapidamente se transforma em uma jornada existencial: o mundo à sua frente é um reino liminar, um espaço mental habitado por pessoas presas entre o passado e o futuro.
A bordo de sua scooter, B percorre paisagens oníricas, atravessa cenários que mudam repentinamente e encontra personagens marcados por arrependimentos, sonhos e saudades. Ao dividir uma pizza com esses estranhos, o jogador desvenda não só as histórias deles, mas também fragmentos da própria protagonista.
Explorando o não-lugar
O gameplay aposta em um ritmo meditativo e contemplativo, evocando jogos como Journey e ICO. Em vez de combates ou desafios de tempo, a imersão vem da observação do ambiente, interação com objetos e da resolução de pequenos quebra-cabeças.
Entre alavancas, esteiras rolantes e peças de argila, o jogador decide o quanto quer se envolver com o mundo e seus habitantes. Cada escolha (até mesmo a de entregar ou não a pizza) contribui para o tom introspectivo da experiência.
Influências de Ghibli e Fumito Ueda
Eric Osuna, de apenas 25 anos, vem de Barcelona e cria sozinho seu primeiro jogo. Em entrevistas, o desenvolvedor cita Hayao Miyazaki como uma de suas maiores inspirações, especialmente por A Viagem de Chihiro, que influenciou o design dos ambientes e a melancolia dos personagens.
Outra grande referência é Fumito Ueda, criador de ICO e Shadow of the Colossus. O conceito de “design por subtração” — reduzir tudo ao essencial para provocar emoção — está presente em cada canto do jogo, que aposta na simplicidade, no silêncio e no poder do olhar.
A parceria com a Dolores Entertainment
Com mais de 14 anos de atuação, a Dolores Entertainment é conhecida por apoiar estúdios independentes e criadores solo, levando experiências criativas para múltiplas plataformas. A editora reforça que A Pizza Delivery simboliza o tipo de projeto que deseja promover: artístico, experimental e humano.
Trailer
Um indie para quem gosta de sentir o tempo passar
A Pizza Delivery não é um jogo sobre vencer e é sobre entender. É o tipo de experiência feita para quem gosta de observar o mundo, ouvir histórias e se perder em atmosferas. Se títulos como Gris, Abzû ou What Remains of Edith Finch te marcaram, há boas chances de que essa última entrega também te emocione.
A Pizza Delivery
Desenvolvedor: Eric Osuna
Publicadora: Dolores Entertainment
Plataformas: PC (Steam e Windows), PS5, Xbox Series
Preço: R$ 39,99 (com 20% de desconto no lançamento)
O Paramount+ anunciou a estreia mundial de “Vaga-Lumes”, nova série israelense produzida pela Ananey Studios, braço da Paramount em Israel. O drama chega à plataforma em 21 de novembro, com lançamento simultâneo em mais de dez países, incluindo o Brasil, e dublagens e legendas em seis idiomas — entre eles inglês, francês, italiano, espanhol e português.
Um vilarejo cercado de fogo e mistério
Criada por Shachar Magen e Tawfik Abu Wael — que também dirige a produção —, “Vaga-Lumes” traz uma narrativa intrigante centrada em duas amigas de infância que se tornam inimigas. A trama se passa em um pequeno vilarejo no deserto, onde moradores começam a sofrer combustões espontâneas sem explicação aparente.
A protagonista Mimi (interpretada por Dana Ivgy), instrutora em uma empresa de desativação de minas, suspeita que as mortes não têm origem explosiva, mas sim em um fenômeno misterioso ligado à solidão — algo que ela própria teria presenciado na infância. Ao lado de Dikla (Ninet Tayeb), sua antiga amiga e agora policial, Mimi mergulha em uma investigação que mistura o humano e o sobrenatural, em busca da verdade por trás da chama que ameaça consumir a comunidade.
O elenco também conta com Ben Sultan, Amir Khoury, Lia Elalouf, Sara Vino-Elad, Ala Dakka e Makram Khoury, reforçando o peso dramático da produção.
Drama, sobrenatural e a solidão como combustível
Com uma estética árida e poética, “Vaga-Lumes” combina mistério psicológico e drama existencial, explorando a forma como o isolamento e o trauma podem inflamar tanto o corpo quanto a alma. A série aposta em um tom inquietante, equilibrando o realismo das relações humanas com o fantástico que emerge do deserto — um cenário que se torna personagem tão poderoso quanto seus protagonistas.
Trailer
Distribuição global e aposta no conteúdo internacional
O lançamento de “Vaga-Lumes” reforça a estratégia do Paramount+ em valorizar produções originais fora do eixo hollywoodiano, ampliando sua presença internacional. O serviço de streaming tem expandido seu catálogo com conteúdos locais de impacto, ao lado de sucessos das marcas SHOWTIME, MTV, CBS, BET, Nickelodeon e Paramount Pictures.
Disponível em mais de 10 territórios, o Paramount+ segue consolidando sua “montanha de entretenimento” com produções que exploram novas vozes e narrativas culturais. E “Vaga-Lumes”, com sua mistura de drama humano, suspense e simbolismo, promete ser uma dessas histórias que deixam marcas — ou queimaduras — na memória do público.
A CCXP25 acaba de ganhar um novo aliado de peso: o TikTok. A Omelete Company anunciou que a plataforma será a parceira oficial de vídeos e uma das patrocinadoras do maior festival de cultura pop do mundo, que acontece entre os dias 4 e 7 de dezembro de 2025 no São Paulo Expo. Além de marcar presença com o Lounge Creators by TikTok, o aplicativo vai impulsionar a comunidade de criadores com ações exclusivas dentro e fora do evento.
O espaço funcionará como um ponto de encontro e produção de conteúdo para influenciadores convidados, reunindo quem vive e respira cultura pop no ambiente mais geek do planeta.
Workshops e conteúdo com curadoria do Omelete
A parceria entre o TikTok e a Omelete Company vai além da CCXP25. As empresas estão criando um programa de workshops presenciais, com curadoria da equipe editorial e criativa do Omelete. O foco é apoiar criadores de conteúdo na cobertura de eventos, no planejamento multiplataforma e nas boas práticas editoriais voltadas à cultura pop, de filmes e séries até games e animes.
O TikTok também marcará presença na programação oficial do evento, com painéis e participações nos Palcos Omelete by BB e Palco Creators, reforçando o papel da plataforma na creator economy e no engajamento de comunidades ligadas ao entretenimento.
A força da comunidade geek e o impacto do TikTok
Para o TikTok, a CCXP é mais do que um festival: é um ponto de convergência entre criadores e fãs. “De um lado, a CCXP, que é a principal referência de cultura pop no Brasil. Do outro, a força da comunidade TikTok, que cria e compartilha essa cultura como ninguém”, afirmou Eduardo Lorenzi, diretor-geral de Operações do TikTok para a América Latina. Segundo ele, só em 2024, os vídeos sobre a CCXP somaram mais de 200 milhões de visualizações na plataforma.
Cultura pop em alta e criadores no centro
A aliança reforça o peso do mercado geek no Brasil. De acordo com o estudo Geek Power 2024, realizado pela Omelete Company em parceria com a GoGamers, o consumo de produtos ligados à cultura pop, como filmes, séries, livros, animes e música, movimenta cerca de R$ 100 bilhões por ano no país. O levantamento mostra ainda que 61,9% dos entrevistados seguem criadores que produzem conteúdo sobre filmes e séries, número que chega a 74,7% entre a geração Z.
Para Pierre Mantovani, CEO da Omelete Company, essa parceria simboliza uma nova fase da creator economy:
“Mais do que criar espaços e ativações, queremos contribuir para um novo momento. O TikTok é uma das maiores vitrines da cultura pop, e o Omelete tem 25 anos de história cobrindo esse universo com credibilidade. Estamos unindo forças para inspirar e qualificar criadores de forma cada vez mais profissional.”
CCXP25, o universo geek em expansão
Desde sua primeira edição, a CCXP se consolidou como o maior festival de cultura pop do planeta, reunindo mais de 2 milhões de pessoas ao longo de suas edições presenciais no Brasil e no exterior. Além das versões digitais da CCXP Worlds, que alcançaram 7,5 milhões de usuários em 139 países, o evento também expandiu fronteiras com a CCXPMX, na Cidade do México, que reuniu mais de 71 mil fãs em 2025.
A edição deste ano promete repetir o sucesso, agora com o TikTok fortalecendo ainda mais a conexão entre público, artistas e criadores, tudo sob o selo da palavra que define o evento há mais de uma década: épico.
Serviço – CCXP25
📍 Local: São Paulo Expo, Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5, São Paulo/SP 📅 Data: 4 a 7 de dezembro de 2025 🕐 Horários: Spoiler Night (03/12): das 18h às 21h (Exclusivo Epic Pass, Unlock+CCXP, Imprensa e Convidados) Quinta (04/12): das 12h às 21h Sexta (05/12): das 12h às 21h Sábado (06/12): das 11h às 21h Domingo (07/12): das 11h às 20h
A PlayStation revelou a gameplay de Suri: The Seventh Note, um título indie desenvolvido na Índia que combina plataforma, ação e ritmo em uma experiência sensorial única. O jogo faz parte do India Hero Project, iniciativa que apoia novos estúdios indianos com mentoria e financiamento para alcançar o público global.
Inspirado em clássicos da era de ouro dos games, Suri: The Seventh Note transporta o jogador para um mundo mágico onde cada movimento e melodia têm importância. O resultado é uma aventura que mistura mecânicas de ritmo, narrativa emocional e desafios de plataforma, tudo impulsionado pela imersão sonora e pelo controle DualSense do PS5.
A jornada de Ajira e o poder da música
A história acompanha Ajira, uma jovem determinada a salvar a vida da mãe. Sua missão a leva até a ilha mística de Suri, onde cresce uma fruta lendária capaz de curar qualquer doença. Mas o caminho está longe de ser simples: uma força sombria tomou conta do mundo, corrompendo as melodias e distorcendo o ritmo natural.
Nesse cenário, Ajira precisa dominar o poder do som e reagir ao ambiente que muda conforme o ritmo da trilha sonora. Cada salto, cada golpe e cada fuga seguem o compasso de uma batida épica, criando uma sinergia entre música e jogabilidade rara de se ver.
Uma experiência multissensorial com o DualSense
Um dos maiores destaques é o sistema Rhythm Haptics Engine, desenvolvido especialmente para o jogo. Ele transforma o som em três camadas de imersão:
É possível ouvir a batida, com uma trilha sonora que dita o ritmo das ações;
Ver a batida, com o ambiente reagindo às notas musicais;
E sentir a batida, graças à resposta tátil e aos gatilhos adaptáveis do controle DualSense.
A tecnologia promete uma experiência multissensorial que reforça a proposta de Suri: The Seventh Note — um jogo onde o ritmo é mais do que trilha sonora: é parte da própria jornada.
Indie com alma e ritmo
Ainda sem data de lançamento confirmada, o título já chama atenção pela direção artística e pela proposta emocional que mistura fantasia, som e desafio. O trailer de gameplay, disponível no canal oficial da PlayStation, revela um pouco da fluidez e da intensidade que o jogo promete entregar.
Jogos como Ori and the Blind Forest e Celeste abriram espaço para narrativas sensíveis dentro do gênero de plataforma — e Suri: The Seventh Note parece seguir essa linha, com o diferencial de fazer o ritmo literalmente guiar cada passo.
Para quem quiser acompanhar as novidades ou adicionar o game à lista de desejos, mais informações estão disponíveis no blog oficial da PlayStation.
L to R: Ariana Grande is Glinda and Cynthia Erivo is Elphaba in WICKED FOR GOOD, directed by Jon M. Chu.
Os fãs de “Wicked” já podem anotar na agenda: no dia 19 de novembro, a UCI Cinemas realiza um Fan Event exclusivo para marcar a pré-estreia de “Wicked: Parte II”. O evento celebra o retorno de Glinda e Elphaba às telonas com brindes colecionáveis e uma atmosfera digna do universo encantado de Oz.
Quem garantir ingresso para as sessões desse dia receberá um pôster exclusivo, enquanto os que assistirem ao filme nas salas IMAX ganharão também um ticket colecionável. Clientes do UCI Unique, o programa de relacionamento da rede, levam ainda uma cartela de adesivos temática, e quem comparecer caracterizado com fantasia completa será surpreendido com um presente especial.
Os ingressos já estão à venda no site oficial e nas bilheterias dos cinemas UCI em todo o país.
Sessões especiais de “Wicked: Parte I”
L to R: Cynthia Erivo is Elphaba and Ariana Granda is Glinda in WICKED, directed by Jon M. Chu
Antes de mergulhar na conclusão da história, os espectadores poderão reviver o início da jornada mágica com sessões de “Wicked: Parte I” nos dias 16 e 19 de novembro. As exibições acontecem em cinemas selecionados, permitindo ao público revistar a origem da amizade — e da rivalidade — entre as duas bruxas de Oz.
Um desfecho que promete emoção
“Wicked: Parte II” dá sequência direta aos eventos do primeiro filme. Após as revelações e tragédias anteriores, Elphaba, agora conhecida como a Bruxa Má do Oeste, vive isolada na floresta, enquanto Glinda, a Bruxa Boa do Sul, desfruta da fama e da devoção do povo. Mas a chegada inesperada de uma garota do Kansas pode mudar o destino das duas (e de Oz) para sempre.
Dirigido por Jon M. Chu, o primeiro capítulo foi um fenômeno de crítica e público, conquistando 10 indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, Melhor Atriz (Cynthia Erivo) e Melhor Atriz Coadjuvante (Ariana Grande). A produção ainda levou as estatuetas de Melhor Figurino e Melhor Design de Produção, consolidando o sucesso da adaptação do clássico musical da Broadway.
Benefícios para quem é UCI Unique
Além dos brindes especiais, os membros do UCI Unique continuam com o benefício de pagar meia-entrada em qualquer sessão e dia da semana. Para participar, basta ter mais de 18 anos, fazer o cadastro no site da UCI e adquirir o cartão do programa em qualquer cinema da rede. Novos associados ainda recebem um ingresso cortesia, válido de segunda a quinta-feira, inclusive feriados.
Mais informações sobre ingressos, valores e programação estão disponíveis no site oficial da UCI Cinemas.
“Wicked: Parte II” estreia oficialmente em novembro, e o Fan Event promete ser um encontro imperdível para quem quer viver e colecionar um pouco mais da magia de Oz antes de todo mundo.