De 6 a 10 de outubro de 2025, acontece a quinta edição do Seminário de Cinema e Educação, realizado pela Ecofalante em parceria com o Sesc-SP, a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, a SPCine e a Prefeitura de São Paulo. O evento gratuito se consolidou como uma das principais referências nacionais no debate sobre a presença do cinema no ambiente escolar e suas implicações culturais, pedagógicas e políticas.
As inscrições podem ser feitas a partir de 25 de setembro no site do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc-SP (https://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br/). O público-alvo inclui educadores, gestores, pesquisadores, cineastas, produtores culturais e profissionais ligados à educação formal e não formal.
Cinema como direito
O tema deste ano é “O direito ao cinema na escola: estética, ética e política em diálogo”, destacando a importância de garantir a exibição de produções brasileiras no espaço escolar, conforme previsto na Lei 13.006/14. Apesar de vigente há mais de uma década, a legislação ainda enfrenta dificuldades para ser plenamente implementada.
O Seminário propõe aprofundar o debate sobre sua regulamentação e discutir a construção de um Programa Nacional de Cinema na Escola, elaborado em 2024 pela Rede Kino, com participação de educadores e especialistas de todo o país.
Estrutura e eixos de debate
A programação se organiza em quatro frentes: Formação Docente, Condições de Exibição e Produção, Acervos e Curadorias e Pedagogias do Audiovisual. Esses eixos orientam as mesas de discussão, que vão além do aspecto legal e buscam inserir o cinema como experiência estética, crítica e transformadora no cotidiano escolar.
Programação
Masterclass de abertura – Educação, Cinema e o Reencantamento do Mundo (06/10, 19h) Com Rosália Duarte (UFMT), a atividade inaugura o evento refletindo sobre o audiovisual como ferramenta de transformação cultural e comunitária.
Mesa 1 – O que diz a lei? O cinema na escola como política pública (07/10, 19h) Debate sobre a implementação da Lei 13.006/14 e sua relação com outras políticas educacionais.
Mesa 2 – Cinema na Escola: práticas transformadoras em educação (08/10, 19h) Apresentação de experiências que já incorporam o cinema no cotidiano escolar, mesmo em contextos de limitação estrutural.
Mesa 3 – Ver, criar e aprender: o cinema como prática pedagógica (09/10, 19h) Reflexão sobre metodologias formativas que tratam o cinema como linguagem estética e política.
Mesa 4 – Acervos e curadorias: quais imagens queremos nas escolas? (10/10, 19h) Discussão sobre curadoria, diversidade cultural e o papel de estudantes e professores como criadores.
Além das atividades online, nos dias 11, 18 e 25 de outubro serão realizadas oficinas presenciais para educadores da rede municipal de São Paulo, intituladas “Ver e Fazer Cinema na Escola”, com foco em fundamentos da linguagem audiovisual, cineclubismo, curadoria pedagógica e práticas criativas.
Uma pauta em construção
Segundo Liciane Mamede, produtora da Ecofalante, o evento amadureceu ao longo de cinco edições e hoje se afirma como espaço central no diálogo entre cinema e educação:
“Desde 2018, o Seminário tem sido um fórum essencial para refletir sobre como inserir o cinema na escola. Hoje, avançamos também na esfera das políticas públicas, reafirmando a continuidade de um debate que precisa estar no centro das agendas culturais e educacionais.”
Para Felipe Barquete, coordenador do seminário, a edição acontece em um momento crucial:
“A regulamentação da Lei 13.006/14 está em pauta. O desafio é transformar esse direito em práticas permanentes, que ampliem o repertório cultural e ofereçam experiências mais inclusivas e significativas aos estudantes.”
Serviço
5º Seminário de Cinema e Educação – Ecofalante 📅 6 a 10 de outubro de 2025 📍 Evento online (com atividades presenciais em São Paulo para educadores da rede pública) 💻 Participação gratuita 🔗 Mais informações: ecofalante.org.br | play.ecofalante.org.br
Desde as primeiras imagens de Towa and the Guardians of the Sacred Tree, os personagens mostravam um carisma que me fazia querer ver um animê baseado em sua história. Com a divulgação da animação próxima ao lançamento, foi amor à primeira vista. Agora, estou aqui para falar do novo roguelite da Bandai Namco.
Produzido pela Brownies Inc., o jogo apresenta um mundo místico que lembra, à primeira vista, títulos como Hades, mas com uma identidade própria. Com cenários desenhados à mão e uma delicadeza que fascina, Towa and the Guardians of the Sacred Tree combina a leveza dos personagens com uma visão isométrica do mundo.
Você assume o papel de Towa, sacerdotisa da Vila Shinju, responsável por unir oito guardiões para enfrentar o maligno Magatsu. Cada guardião tem personalidade, estilo de luta e golpes únicos, fundamentais para que o jogador aproveite todo o potencial da equipe.
Mas você está preparado para esta jornada?
A história
Em um reino envolto em névoa e mistério, a Vila Shinju vive sob a sombra de Magatsu, uma força ancestral que corrompe a terra e desperta criaturas esquecidas. Towa, jovem sacerdotisa da aldeia, assume o fardo de proteger a árvore sagrada e liderar os oito guardiões, cada um com habilidades únicas e segredos do próprio passado. Entre batalhas intensas e momentos de ternura, seus laços serão testados enquanto lutam para impedir que a escuridão consuma tudo o que conhecem.
À medida que atravessam terras corrompidas e belezas traiçoeiras, Towa e seus guardiões descobrem que a coragem sozinha não basta. A verdadeira força vem da união e da confiança mútua. Cada confronto, cada escolha e cada descoberta molda não apenas o destino da vila, mas também os corações de seus habitantes. Em um mundo onde a beleza esconde perigo e cada sombra guarda segredos, a jornada para restaurar a paz se transforma em uma epopeia de bravura, sacrifício e esperança.
Divulgação – Giuliano Peccilli
Mesmo apresentada com animações, a história continua por meio dos NPCs, sendo fundamental conversar e explorar para conhecer melhor a vila e seu inimigo.
Jogabilidade
Divulgação – Giuliano Peccilli
Towa and the Guardians of the Sacred Tree traz cenários compactos, ideais para embates com chefes. Towa, acompanhada de seus guardiões, precisa derrotar os inimigos para avançar em cada área.
A temática oriental lembra Kunitsu-Gami: Path of the Goddess, mas aqui você não comanda um exército. São oito personagens com características próprias, e cada partida exige que você use suas habilidades estratégicas para vencer.
O combate é ágil e responsivo. Como roguelite, exige atenção à equipe para avançar na história.
Divulgação – Giuliano Peccilli
A Vila Shinju funciona como ponto inicial e base. É onde você aprimora habilidades, coleta informações e planeja os próximos passos da aventura.
O sistema de combate gira em torno de duplas de guardiões. Um empunha a espada sagrada Tsurugi, causando dano físico direto, enquanto o outro controla o cajado Kagura, oferecendo suporte e magias. Combinando os oito personagens, você cria estilos de luta variados, adaptando-se a diferentes desafios.
No modo cooperativo, dividir os papéis pode gerar disputa — espada e cajado têm funções distintas, e a espada geralmente se destaca.
Trilha Sonora
Um dos pontos altos aqui de Towa and the Guardians of the Sacred Tree está em sua trilha sonora assinada Hitoshi Sakimoto que também assina trilha sonoras de jogos, como Final Fantasy Tactics e Final Fantasy XII.
YOSOABI
A dupla musical japonesa, criada em 2019 e conhecida por animês como Oshi no Ko, Mobile Suit Gundam THE WITCH FROM MERCURY e Frieren, também participou do lançamento do jogo.
Com um trailer especial da história, YOSOABI reforça o tom místico de Towa, combinando perfeitamente com o universo do jogo. Para mim, isso confirma que a narrativa é cativante e mereceria, em algum momento, se tornar um animê.
É mais estratégico do que frenético, exigindo atenção e paciência. Cada decisão importa, e o progresso recompensa quem explora com calma.
O ponto negativo fica por conta da falta de legendas em português, algo raro em um lançamento da Bandai Namco. O jogo oferece inglês, espanhol e francês, e a dublagem em japonês é excelente, reforçando ainda mais a atmosfera oriental.
O destaque visual fica para os cenários desenhados à mão, que se sobressaem na nova geração de jogos. Recentemente joguei Shinobi: Art of Vengeance, e percebo como o 2D bem feito ainda impressiona. Em Towa, o cuidado com o desenho e a animação tornam a experiência memorável.
Divertido, carismático e viciante, Towa and the Guardians of the Sacred Tree é um roguelite que tem tudo para agradar fãs do gênero.
Nota– 4 (de 5)
Towa and the Guardians of the Sacred Tree
Título: Towa and the Guardians of the Sacred Tree Gênero: Roguelite de ação e aventura Data de lançamento: 18 de setembro de 2025 Desenvolvedor: Brownies Inc. Distribuidora: Bandai Namco Entertainment Inc. Plataformas: Nintendo Switch, PlayStation 5, Xbox Series X/S, Windows
Agradecimentos a Bandai Namco pela oportunidade de criar este conteúdo
Sonic está de volta e agora com Sonic Racing: CrossWorlds, novo jogo da franquia que viaja entre diferentes mundos. Ecoando jogos da própria franquia como Sonic & All-Stars Racing Transformed e Team Sonic Racing, tudo que foi feito de melhor foi reunido num único jogo com elenco e modos bem únicos.
Chegando para consoles e PC, Sonic Racing: CrossWorlds traz convidados ilustres da própria SEGA, como Hatsune Miku, Joker e Kasuga Ichiban, sendo lançado no mesmo ano que Mario Kart World, o que ecoa a boa e velha briga entre os dois personagens pra quem cresceu nos anos 90.
Com um elenco rico e até inusitado, Sonic Racing: CrossWorlds viaja entre 24 pistas em diferentes mundos do Sonic, indo para outros títulos da SEGA e até além dela, trazendo personagens como PAC-MAN, além de convidados via DLC como Minecraft, Tartarugas Ninja e Bob Esponja.
E ainda falando do elenco do jogo, em especial os personagens do Sonic, temos personagens de todas as fases do personagem, sendo uma enorme homenagem. De Sonic Riders, passando por personagens do Knuckles’ Chaotix, Zavok de Sonic Lost World, até mesmo Nine, Ferrugem e Rose Ferrugem (variações do Tails, Knuckles e Amy) de Sonic Prime, entre tantos outros que montam um elenco invejável aqui. Com 23 personagens iniciais, resta o papel do jogador em liberar os personagens para chegar em outros mundos.
Atravessando terra, mar e espaço, tudo ao mesmo tempo, Sonic Racing: CrossWorlds herda algumas marcas conhecidas da série, como seu carro ir se adaptando aos cenários, igual ao Sonic & All-Stars Racing Transformed, mostrando inicialmente um caos, mas que logo você se acha dentro dele.
Mas vamos falar do jogo em si?
Divulgação – Giuliano Peccilli
Você pode jogar pelo Grand Prix, Parque de Corrida e Prova de Tempo. Sendo Grand Prix a corrida que conhecemos, enquanto Parque de Corrida leva o desafio para 7 tipos de modalidades (Coleta de Rings, Tiroteio – 2 Equipes, Partida Rápida, Turbo de Toque, Plataforma de Arranque, Partida Extrema, Partida Personalizada) e por fim a Prova de Tempo garante aquele espaço para quem gosta de competir contra seus próprios recordes.
E é aqui que o jogo realmente brilha com modos como Velocidade Normal, Velocidade Alta, Velocidade Sonic, Velocidade Super Sonic e Velocidade Sonic Espelhada. Trazendo modos de dificuldade que vão do normal até o surreal de hard com Velocidade Super Sonic.
Dentro do Grand Prix, temos as corridas organizadas por Grand Prix Donpa (E-Stadium, Rainbow Garden e Water Palace), Grand Prix Wisp (Metal Harbor, Sand Road, Colorful Mall), Grand Prix Boom Boo (Mystic Jungle, Apotos e Wonder Museum), Grand Prix Pumpkin (Crystal Mine, Ocean View e Pumpkin Mansion), Grand Prix Coral (Urban Canyon, Market Street, Coral Town), Grand Prix Crystal (Blizzard Valley, Rical Highway, Chao Park), Grand Prix Egg (Donpa Factory, Aqua Forest, Eggman Expo), Grand Prix Secreto (Kronos Island, Northstar Islands e Espaço Branco), Grand Prix Crossover (Minecraft World, Fenda do Biquíni entre outros). Sim, é corrida que não falta mais, com em torno de 24 pistas abertas inicialmente e as demais dependendo de você ir desbravando no jogo.
Seleção de personagens – Divulgação – Giuliano Peccilli
Uma coisa muito importante aqui é que independente do modo de corrida, você sempre terá um rival. Enquanto no Grand Prix você terá um único rival que precisa vencer de qualquer jeito, no Parque de Corrida você terá uma equipe e enfrentará uma equipe rival, mas sempre terá um rival para ser derrotado aqui, independente de como você vence as corridas. O que importa é vencer o rival, assim você vai abrindo novos carros, personagens e até mesmo peças para customizar o seu carro.
Tudo no jogo é um enorme desafio, assim, mesmo no Parque de Corrida, você terá missões como vencer inimigos algumas vezes para liberar itens que vão te ajudar a avançar na corrida.
O trunfo do Sonic Racing: CrossWorlds
Como falamos mais cedo, a rivalidade com Mario está de volta com o Sonic Racing: CrossWorlds chegando no mesmo ano que Mario Kart World. E enquanto lá o jogo segue com mundo aberto, aqui temos corridas pelos universos, usando os Rings de Travessia, conhecidos dos filmes do Sonic, aqui abrindo portais no meio das pistas, podendo levar os personagens para a era dos dinossauros até cenários mais clássicos do Sonic como Cassino Night Zone de Sonic 2. Por mais que sejam 24 pistas bem próprias, elas ecoam todo o legado do personagem, sempre trazendo alguma homenagem que traz a sensação de que você está jogando um jogo do Sonic mesmo.
E é aqui que os jogos seguem caminhos totalmente distintos e, na minha opinião, Sonic Racing: CrossWorlds traz um jogo mais rico, tanto em elenco, pistas e modos. Trazendo o enorme diferencial que é o multiplayer entre plataformas, sendo o único jogo de kart com cross-platform.
Jogabilidade
Sonic Racing: CrossWorlds flui muito bem nos controles, assim é um jogo que você pega com facilidade a jogabilidade. Joguei a versão de PlayStation 5, assim pra acelerar você aperta X, enquanto para curvas você usa o R2, e o L2 para soltar itens nos inimigos. É uma jogabilidade bastante simples e que o jogo mostra durante a corrida, o controle para você ir jogando com bastante rapidez.
E mesmo com o jogo com tantos modos, sua jogabilidade flui muito bem, sendo mais um acerto por aqui.
Mas agora falando da diversão, te falo que seja sozinho ou jogando com amigos, Sonic Racing: CrossWorlds é do tipo de jogo que vai trazer discórdia. Seja por tacar itens nos amigos, ou bater no amiguinho durante a corrida, você sabe que é um jogo que além de divertido pode dar briga (no bom sentido) entre os amigos.
E aqui falo que os níveis do jogo, mesmo começando no normal, trazem um nível elevado de dificuldade. Não sei se eu que sou ruim em corrida, mas assumo que mesmo colocando no nível mais baixo, eu me senti bem desafiado por aqui.
Customização
Divulgação – Giuliano Peccilli
Uma das grandes surpresas aqui é que você pode ir montando seu carro e salvar entre os disponíveis e utilizar com qualquer personagem. Assim, você pode ir conquistando peças-chave e melhorar o seu carro e customizar de acordo com seus personagens favoritos.
Além disso, herdando um pouco de RPG, você também irá conquistar gadgets que vão aprimorar diferentes pontos do seu carro. Assim, você é quem vai conduzir se seu carro terá maior equilíbrio ou maior velocidade, assim como trazer esses gadgets e também utilizar no seu carro.
Localização em português
Divulgação – Giuliano Peccilli
A SEGA atualmente é a melhor empresa quando o assunto é localização. Trazendo traduções que funcionam com o jogador, aqui não temos dublagens, apenas textos, mas que não deixam de estar absurdamente divertidos em sua localização.
Um exemplo bem claro disso é quando você começa uma corrida e vem escrito “Bora”, que é algo que normalmente falamos e faz muito sentido aqui na tradução.
No restante, o tom da tradução segue esse estilo de conversar com o jogador e é um grande acerto não só ter a tradução, mas conseguir trazer o jeito que falamos no nosso idioma. Uma surpresa muito boa e é o que se espera da empresa, considerando o mesmo tipo de acerto em outros jogos da SEGA e da ATLUS.
Música
Sonic sempre foi bem conectado à trilha sonora e aqui em Sonic Racing: CrossWorlds não é diferente. Trazendo Jun Senoue, Tomoya Ohtani e Tee Lopes, além de produtores de Vocaloid (não se esqueça que temos Hatsune Miku aqui), o jogo traz uma trilha sonora bem diversificada e divertida.
Alguns temas velhos conhecidos dos jogadores fãs do ouriço também ganham releituras bem próprias por aqui, mostrando uma versatilidade e, mais uma vez, que a SEGA sabe escolher trilha sonora de jogo do Sonic como ninguém.
Opinião
Divulgação – Giuliano Peccilli
Sonic Racing: CrossWorlds é a SEGA subindo a aposta quando o assunto são jogos de corrida. Entregando muito mais do que se espera de um jogo do gênero, Sonic Racing: CrossWorlds é um jogo com enorme fator replay e diversão, mostrando que a franquia encontrou uma ótima direção.
Misturando boas ideias de jogos anteriores, um elenco de fazer inveja a qualquer jogo do gênero, Sonic Racing: CrossWorlds tem luz própria e diria até que está fazendo sombra ao Mario Kart World, que pelo menos pra mim não trouxe a mesma emoção que foi jogar o Sonic Racing: CrossWorlds.
Em tempos de Multiverso, Sonic Racing: CrossWorlds soube extrair e se reinventar ao trazer Rings de Travessia no meio das pistas, permitindo as corridas irem para qualquer lugar ou tempo.
Definitivamente é um jogo que traz diversão na medida certa e que com certeza é um título para se jogar com os amigos nas horas livres.
Nota: 5 (de 5)
Sonic Racing: CrossWorlds
Modos de Jogo: Single-player, Multiplayer
Desenvolvedor: Sonic Team
Publisher: SEGA
Diretor: Masaru Kobayakawa
Produtores: Takashi Iizuka, Ryuichi Taki
Compositores: Jun Senoue, Tomoya Ohtani, Tee Lopes e outros
Série: Sonic the Hedgehog
Engine: Unreal Engine 5
Plataformas: Nintendo Switch, Nintendo Switch 2, PS4, PS5, Windows, Xbox One, Xbox Series X/S
Lançamento Mundial: 25 de setembro de 2025 (demais plataformas Switch 2 em 2025)
Gênero: Kart racing
Agradecimentos a SEGA pela oportunidade de criar este conteúdo
A Blizzard anunciou que World of Warcraft: Legion Remix chega em 7 de outubro, trazendo de volta uma das expansões mais queridas do MMORPG em um formato totalmente repaginado. O evento sazonal promete acelerar a jornada dos jogadores e revisitar os momentos mais marcantes de Legion com novos sistemas, recompensas e desafios.
Uma viagem no tempo para os heróis de Azeroth
No Legion Remix, os jogadores criam um Trilha-tempo e percorrem toda a expansão Legion em ritmo acelerado, do nível 10 ao 80. É uma chance de revisitar a luta contra a Legião Ardente, agora com mecânicas atualizadas e surpresas inéditas. Eternus e a Revoada Dragônica Infinita retornam como parte da trama, reforçando a ligação com a narrativa atual de Dragonflight.
Armas-artefato reinventadas
Um dos símbolos de Legion está de volta: as armas-artefato. Mas desta vez, elas surgem em um sistema unificado, permitindo que os jogadores desbloqueiem especializações poderosas ao seguir um dos cinco caminhos disponíveis — natureza, vileza, arcano, tempestade ou sagrado. Essa abordagem dá liberdade para experimentar estilos de jogo antes impossíveis.
Desafios maiores, recompensas melhores
O evento também adiciona o modo Grau Mundial: Heroico, que aumenta a dificuldade de inimigos e missões do mundo, trazendo recompensas mais valiosas. Já para os fãs de Míticas+, as Pedras-chave Memoriais recriam as masmorras de Legion, com direito a afixos clássicos e inéditos, oferecendo uma progressão desafiadora para os mais hardcore.
Mais espaço para novos heróis
Para quem gosta de criar múltiplos personagens, o evento traz uma boa notícia: todos os jogadores de WoW moderno receberão cinco novos espaços de personagem, ideais para expandir as fileiras de Trilha-tempos. Além disso, diferente do Remix de Mists of Pandaria, os personagens criados poderão ser transferidos para The War Within a qualquer momento, sem necessidade de esperar o fim do evento.
Recompensas temáticas
Além das mudanças de jogabilidade, Legion Remix vai entregar uma enxurrada de recompensas: desde equipamentos inspirados na expansão, até mascotes, montarias e itens exclusivos do evento.
Quer revisitar a era que trouxe Illidan de volta e redefiniu as classes de WoW? O Legion Remix é a chance perfeita para fãs antigos e novos explorarem um dos capítulos mais lendários da história de Azeroth.
A Sony anunciou a abertura das inscrições para o Future Filmmaker Awards 2026, premiação internacional que aposta em talentos emergentes do cinema ao redor do mundo. Gratuito e acessível, o concurso fica aberto até 16 de dezembro de 2025, oferecendo aos vencedores US$ 5 mil, equipamentos da linha Sony Digital Imaging e uma imersão de quatro dias em Los Angeles, no coração da indústria cinematográfica.
Experiência no Sony Pictures Studios
Os finalistas não levam apenas prêmios em dinheiro e tecnologia. Eles também são convidados para um programa completo no Sony Pictures Studios, em Culver City, entre 8 e 11 de junho de 2026. A agenda inclui workshops e encontros com executivos, explorando áreas como produção, contratos, aquisição de filmes, animação e até a construção de trilhas sonoras — uma visão rara dos bastidores de Hollywood.
Categorias em disputa
A competição contempla cinco frentes principais:
Ficção: curtas de 5 a 20 minutos com narrativa original;
Não Ficção: obras documentais de 5 a 20 minutos;
Animação: produções entre 2 e 20 minutos em qualquer técnica;
Estudante: espaço para alunos de cursos de cinema, com filmes de 5 a 20 minutos;
Sustentabilidade: projetos que abordem meio ambiente, diversidade e inclusão, com prêmios em dinheiro e equipamentos.
O desafio do formato vertical
A edição de 2026 estreia a Competição Future Format: Vertical, voltada para curtas no formato 9:16. As obras devem ter entre 2 e 5 minutos e podem ser gravadas em qualquer dispositivo. O vencedor recebe US$ 2,5 mil, equipamentos Sony e também garante presença no programa em Los Angeles.
Hideaki Takatori atualizou seu canal no YouTube com uma surpresa de respeito: um dueto ao lado de Naoto Fuuga, cantor da abertura original de Denji Sentai Megaranger (1997). A série marcou uma geração no Japão, sendo adaptada no Ocidente e conhecida pelos brasileiros como Power Rangers no Espaço.
Assista
Hideaki Takatori
Takatori virou sinônimo de anison explosiva desde Ninpuu Sentai Hurricanger (2002). De lá pra cá, sua voz passou por Sonic X, Pretty Cure e dezenas de aberturas de Sentai como parte do grupo Project.R. No Brasil, Takatori já é quase de casa: veio pela primeira vez no Anime Friends de 2008, voltou em 2024 e até gravou covers em 2025 ao lado de Ricardo Cruz e da banda Zetki.
Naoto Fuuga
Fuuga é lembrado pelo hino de Megaranger, mas seu currículo vai além. Além de backing vocals e dublagens, ele também é a voz do Vocaloid KAITO, lançado em 2006 e querido até hoje pela comunidade otaku.
Assim como Hironobu Kageyama foi a cara de Changeman, Fuuga marcou os anos 90 com um tema que ainda arrepia quando toca.
Megaranger, heróis digitais dos anos 90
Lançada em 1997, Megaranger foi a 21ª série de Super Sentai e abraçou de vez a febre da tecnologia e dos games. Os protagonistas eram estudantes que usavam aparelhos inspirados em celulares e jogos para se transformar. O visual lembrava controles de videogame, com direito a inimigos que pareciam sair direto de um computador infectado por vírus.
Não é à toa que a série se conectava tanto com a juventude da época: era o auge dos fliperamas, da internet discada e dos primeiros celulares no Japão.
Power Rangers no Espaço, o fim e o recomeço
No Ocidente, parte do material de Megaranger foi adaptado em Power Rangers no Espaço (1998), uma das temporadas mais lembradas da franquia. A história foi muito além da versão japonesa, trazendo um tom mais sério e marcando o fim da chamada “Era Zordon”.
Power Rangers no Espaço começa logo após os eventos de Power Rangers Turbo, com os Rangers sobreviventes indo para o espaço. Lá eles conhecem Andros, o Ranger Vermelho, que se junta à equipe. A temporada ficou famosa por introduzir a vilã Astronema e por finalmente resolver o arco do Zordon, iniciado lá atrás em Mighty Morphin.
O episódio final, Countdown to Destruction, é considerado até hoje um dos momentos mais épicos da franquia, com uma grande batalha espacial e a cena emocionante do sacrifício de Zordon para purificar o universo do mal.
Uma collab para guardar na playlist
Rever Fuuga cantando com Takatori é como juntar passado e presente em um só palco. Quem cresceu com Changeman na Manchete vai reconhecer o mesmo peso que Kushida trouxe aos anos 80, enquanto quem começou em Hurricanger vai se identificar com a pegada de Takatori.
No fim, é um vídeo que mostra a força do tokusatsu: séries mudam, heróis passam, mas a música continua sendo a chama que conecta fãs de todas as gerações.
A Netflix liberou um vídeo inédito que dá um gostinho da próxima aventura de Luffy e sua tripulação. O Bando dos Chapéus de Palha segue rumo à lendária Grand Line, um mar cheio de ilhas misteriosas, perigos inesperados e inimigos que prometem testar cada gota de coragem dos nakamas.
Quem acompanha a saga sabe: cada ilha traz desafios que vão muito além de uma simples batalha. A segunda temporada quer mostrar que ser pirata é mais que conquistar tesouros que é superar limites e fortalecer laços.
Uma jornada em live-action que honra o mangá
Baseada no mangá mais vendido da história, criado por Eiichiro Oda, a série acompanha Monkey D. Luffy, um jovem que sonha com liberdade e parte em busca do lendário One Piece. Para se tornar o rei dos piratas, ele precisa reunir sua tripulação, navegar mares traiçoeiros e enfrentar a Marinha e rivais formidáveis.
A série consegue capturar a essência das aventuras originais: humor, ação, emoção e aquela sensação de que qualquer coisa pode acontecer a cada virar de página… ou de cena.
Bastidores e equipe criativa
A produção é uma parceria entre Shueisha, Tomorrow Studios (em colaboração com a ITV Studios) e a Netflix. A segunda temporada tem Matt Owens e Joe Tracz como co-showrunners, roteiristas e produtores executivos, enquanto a terceira já tem Joe Tracz & Ian Stokes à frente. Entre os produtores executivos estão nomes como Eiichiro Oda, Marty Adelstein, Becky Clements, Tetsu Fujimura, Chris Symes, Christoph Schrewe e Steven Maeda, uma equipe que mistura experiência com fidelidade ao material original.
Trailer
O elenco dos nakamas
O Bando dos Chapéus de Palha ganha vida com:
Iñaki Godoy como Monkey D. Luffy
Mackenyu como Roronoa Zoro
Emily Rudd como Nami
Jacob Romero como Usopp
Taz Skylar como Sanji
E outros personagens do mundo de One Piece entram em cena com atores como Vincent Regan, Ilia Isorelýs Paulino, Morgan Davies, Aidan Scott, Langley Kirkwood, Jeff Ward, Celeste Loots, Alexander Maniatis, McKinley Belcher III, Craig Fairbrass, Steven Ward e Chioma Umeala.
O que esperar da segunda temporada
A estreia da segunda temporada está marcada para 2026, e já sabemos que a terceira está confirmada. O featurette divulgado revela ilhas incríveis, inimigos ainda mais poderosos e momentos que vão testar a lealdade e coragem de cada nakama. É a chance de se sentir parte da tripulação, acompanhando Luffy em cada onda, cada luta e cada risada no convés do Going Merry… ou do Thousand Sunny.
No OLA CUP – Wildcard: Road to DreamHack, os fãs não só torcem: eles decidem o rumo do jogo. Começado em 29 de agosto, o campeonato internacional traz equipes de peso do Brasil e do mundo, com partidas transmitidas ao vivo na Twitch e nas redes da OLA GG. Mas o verdadeiro diferencial está na comunidade: cada voto, cada palpite, cada escolha de MVP ou melhor clipe pode virar a maré a favor do seu time.
O torneio reúne oito equipes: Team Heretics (Espanha), Team Liquid, RED Canids, Wav3, W7M, Vasco Esports (Brasil), YGG Esports (Ásia/EUA) e OXEN (Argentina). No ranking de popularidade, o Team Heretics lidera, impulsionado por sua presença nas redes, seguido de perto pela RED Canids. Mas a disputa está longe de acabar: torcidas ativas, como a do Vasco Esports, podem virar o jogo até o último voto, mantendo a tensão lá no alto.
Prêmios que colocam a torcida no topo
A OLA CUP distribui mais de R$ 14 mil em prêmios ligados à participação da comunidade. O time mais popular leva R$ 5 mil, enquanto os fãs acumulam pontos toda semana – mais de R$ 500 para os destaques – e no fim do torneio, o torcedor com maior pontuação ganha mais de R$ 5 mil. E claro, a equipe campeã garante vaga na DreamHack Atlanta com todas as despesas pagas.
Nico del Pino, cofundador e CEO da OLA GG, destaca: “Aqui, a torcida não é apenas espectadora. Cada voto é um impacto real no campeonato, e cada fã engajado recebe reconhecimento e recompensas. É uma nova forma de jogar e torcer ao mesmo tempo.”
Web3, eSports e comunidade em sinergia
Com a tecnologia Web3 aproximando público e jogadores, o OLA CUP redefine a relação entre eSports e fãs. Torcedores não apenas acompanham o torneio: eles moldam sua história, impulsionam seus times e podem literalmente transformar cada partida em vitória. Para participar, votar e acompanhar os rankings, basta acessar o site oficial da OLA GG.
A edição de 2025 da Brasil Game Show segue quebrando recordes: os ingressos para sábado já estão esgotados, mas os demais dias ainda estão com vendas abertas e esquentam a expectativa de quem quer viver a experiência completa da feira.
Genshin Impact entra em nova era
A Hoyoverse confirma presença com um estande inspirado na Versão Luna I de Genshin Impact, prometendo uma imersão total para os fãs e novidades sobre o futuro do game.
Path of Exile 2 desafia os jogadores
Os visitantes poderão enfrentar o Desafio Boss Rush, em Path of Exile 2, com oportunidades de conquistar brindes e recompensas exclusivas.
Nintendo Switch 2 e experiências de teste
A Nintendo chega com o Nintendo Switch 2, trazendo jogos para testar e experiências inéditas para os gamers conhecerem de perto o novo console.
Lendas do game design e da música
A BGS 2025 também aposta em nomes icônicos da indústria:
Hideo Kojima, criador de DEATH STRANDING 2: ON THE BEACH, estará presente nos dias 11 e 12 de outubro.
Naoki Hamaguchi, diretor de FINAL FANTASY VII REMAKE, também confirma presença.
O concerto A New World: intimate music from FINAL FANTASY vai trazer o universo de Final Fantasy ao público brasileiro de forma inédita.
Yoko Shimomura, compositora de trilhas como Kingdom Hearts e Street Fighter II, estará entre os destaques musicais da feira.
PlayStation domina o palco principal
O PlayStation | The Concert transforma o palco principal da BGS em uma experiência sonora, apresentando as trilhas mais icônicas do universo PlayStation.
LCQ de Brawl Stars e arena gigante
Os fãs de competições poderão acompanhar o LCQ de Brawl Stars, que vai reunir times de todo o mundo em uma arena de mais de 5 mil m², prometendo batalhas eletrizantes.
A Brasil Game Show 2025 já está pronta para receber milhares de jogadores, fãs e curiosos em busca de experiências únicas com games, música e cultura pop. Os ingressos ainda disponíveis estão voando, então quem quer garantir sua entrada precisa se apressar.
Após 12 anos sem uma produção solo, o Homem de Aço retorna em Superman, dirigido por James Gunn e estrelado por David Corenswet. O filme estreia exclusivamente na HBO Max no dia 19 de setembro como parte do selo Do Cine pra HBO Max, que traz grandes lançamentos diretamente para o streaming. A programação linear da HBO exibe o título a partir do dia 20.
Clark Kent, interpretado por David Corenswet, encara o desafio de conciliar sua vida humana em Smallville, Kansas, com sua identidade kryptoniana. Em um mundo que questiona seus valores e encara a bondade como antiquada, Superman precisa enfrentar Lex Luthor (Nicholas Hoult) e lidar com os impactos de suas ações na sociedade.
Universo DC em transformação
Com a direção de James Gunn, o filme combina ação, humor e emoção, renovando a abordagem clássica do herói. A narrativa ainda conta com personagens conhecidos do universo de Superman, incluindo Lois Lane (Rachel Brosnahan), Lanterna Verde (Nathan Fillion) e Mulher-Gavião (Isabela Merced), fortalecendo essa nova fase do cinema DC.
Do streaming para sua tela
Superman integra a franquia Do Cine pra HBO Max, que leva sucessos de bilheteria direto para o streaming, permitindo que o público acompanhe os lançamentos no conforto de casa, a qualquer hora.
L to R: Josh O'Connor is David and Paul Mescal is Lionel in THE HISTORY OF SOUND, directed by Oliver Hermanus.
A Universal Pictures liberou o primeiro trailer e o cartaz oficial de A História do Som (The History of Sound), dirigido por Oliver Hermanus. O filme estreou no Festival de Cannes em maio deste ano, recebendo elogios da crítica por sua sensibilidade na narrativa e pelas performances intensas do elenco.
No centro da história está Lionel (Paul Mescal), um estudante de música talentoso, que conhece David (Josh O’Connor) no Conservatório de Boston. A amizade entre eles floresce a partir de um amor compartilhado pela música folk, levando-os a uma jornada pelo interior do Maine para coletar e preservar canções tradicionais. Esse encontro improvável e o romance que surge moldam a vida de Lionel de maneiras inesperadas, explorando a conexão entre música e memória.
Elenco de peso e reconhecimento internacional
O longa reúne nomes renomados do cinema e da televisão: Paul Mescal, indicado ao Oscar de Melhor Ator em 2023 por Aftersun; Josh O’Connor, vencedor do Emmy 2021 de Melhor Ator em Série Dramática; e Chris Cooper, ganhador do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. A química entre Mescal e O’Connor é destacada no trailer, revelando a profundidade emocional da narrativa.
Trailer
Pôster
Estreia no Brasil
Distribuído pela Universal Pictures, A História do Som estreia nos cinemas brasileiros em 19 de fevereiro de 2026, prometendo emocionar fãs de dramas musicais e de histórias sobre amizade, amor e memória cultural.
A Team Liquid anuncia o R6 Liquid Arena Open, o maior torneio de comunidade de Rainbow Six Siege já realizado no país. A competição distribuirá R$ 20 mil em prêmios e terá sua final presencial na Brasil Game Show 2025, de 9 a 12 de outubro, no Anhembi, em São Paulo.
Eliminatórias abertas e gratuitas
As inscrições estão abertas e podem ser feitas nos dias 20 e 24 de setembro, sem custo, para jogadores acima de 16 anos que residam no Brasil e não sejam Tier 1. Cada data corresponde a uma eliminatória diferente:
R6 Liquid Arena Open 2 – 20 de setembro
R6 Liquid Arena Open 3 – 24 de setembro
A iniciativa é pensada para fortalecer a cena nacional e revelar novos talentos do eSport brasileiro.
Premiação e experiência presencial na BGS
O prêmio total é de R$ 20 mil:
Campeão: R$ 10 mil
Vice-campeão: R$ 5 mil
3º e 4º lugar: R$ 2.500 cada
Além do valor em dinheiro, os times classificados terão viagem custeada para São Paulo e disputarão a final no palco da Team Liquid na BGS, no dia 10 de outubro. A transmissão ficará por conta de RAZAH e outros community casters.
Leandro “Montoya” Estevam, diretor do cenário competitivo de Rainbow Six Siege no Brasil, destaca que “são torneios como o R6 Liquid Arena Open que revelam as estrelas do eSport de amanhã”.
Um torneio feito para a comunidade
Segundo Rafael Queiroz, General Manager da Team Liquid no Brasil, “o R6 Liquid Arena Open foi criado para abrir espaço para que jogadores da comunidade sintam a emoção de competir em alto nível”. A final na BGS reforça a conexão direta com fãs e jogadores, criando uma experiência única.
Sobre a Team Liquid
Fundada em 2000, na Holanda, a Team Liquid se consolidou como uma das maiores organizações internacionais de eSports, com centros de treinamento na Holanda, Brasil e Estados Unidos. Atualmente, conta com cerca de 100 atletas em 20 jogos diferentes, incluindo títulos como Valorant, Rocket League, Dota 2, League of Legends, CS: GO, Fortnite e Rainbow Six Siege.
Além dos times, a Liquid Enterprises opera unidades de negócios como o Liquid Media, a enciclopédia de eSports Liquipedia e o estúdio de produção 1UP Studios. Desde 2016, a liderança da Team Liquid está sob o grupo aXiomatic, composto por executivos de destaque nas áreas de esportes, tecnologia e entretenimento.