A fase pós-Poder Absoluto continua rendendo histórias menos sobre salvar o dia e mais sobre lidar com as consequências. Em Liga da Justiça: O Projeto Átomo, a DC Comics basicamente pergunta: o que acontece quando o mundo “normaliza” depois de perder e recuperar superpoderes? A resposta passa longe do óbvio.
Com roteiro de John Ridley e Ryan Parrott, e arte de Mike D. Perkins, a história coloca Ray Palmer e Ryan Choi no centro da solução mais “científica” possível: criar um sistema que armazena e redistribui poderes. Sim, quase como se superpoder virasse recurso controlado.
Na prática, começa a desandar justamente porque nem todo mundo quer voltar a ser quem era. O melhor exemplo é o Capitão Átomo, que assume uma posição quase oposta ao resto do universo: ele não quer seus poderes de volta. E não é birra. É peso. É trauma. É entender que algumas habilidades custam mais do que entregam.
Em vez de escalar ameaça atrás de ameaça, ela trabalha em cima de escolha. Ter poder deixa de ser automaticamente algo positivo e vira uma decisão. Algo que pode ser recusado.
Não é uma história sobre a Liga salvando o mundo. É sobre tentar reorganizar um mundo que já foi quebrado.
A edição reúne Justice League: The Atom Project #1–6 em 144 páginas, formato 17 x 26 cm e capa cartão. Chega em pré-venda pela Panini Comics por R$ 47,90, com envio previsto para a segunda quinzena de maio de 2026.
Ficha técnica

Título: Liga da Justiça: O Projeto Átomo
Editora: Panini Comics
Publicação original: DC Comics
Roteiro: John Ridley, Ryan Parrott
Arte: Mike D. Perkins
Material original: Justice League: The Atom Project #1–6
Formato: 17 x 26 cm
Páginas: 144
Acabamento: Capa cartão
Classificação indicativa: 12 anos
Preço: R$ 47,90
Lançamento: Maio de 2026
Status: Pré-venda


