Durante a conferência de imprensa da D&D GenCon, realizada em 30 de julho, em Indianapolis (EUA), a Wizards of the Coast oficializou uma importante mudança para os fãs brasileiros de RPG: a Galápagos (asmodee) será a nova distribuidora oficial de Dungeons & Dragons no Brasil.
O anúncio marca uma nova fase para o RPG mais famoso do mundo, com a promessa de levar versões localizadas para o público brasileiro com mais regularidade. A Wizards destacou que o trabalho com parceiros ao redor do mundo é essencial para ampliar o acesso ao jogo, especialmente em idiomas locais — algo que muitos jogadores brasileiros vinham aguardando há anos.
“Ter o conteúdo no seu próprio idioma faz toda a diferença”, afirma o comunicado da empresa. “D&D é um nome reconhecido mundialmente, e queremos compartilhá-lo com o maior número de fãs possível.”
Localização e acessibilidade
A Galápagos (asmodee) reforçou que toda a equipe está comprometida em tornar o conteúdo de Dungeons & Dragons mais acessível em português, e que esse será apenas o começo de uma série de novos lançamentos e projetos de localização. Embora ainda não tenham sido anunciadas datas específicas, a expectativa é de que livros, suplementos e materiais de apoio comecem a chegar em versões traduzidas nos próximos meses.
Quem é a Galápagos (asmodee)?
Fundada em 2009, a Galápagos é uma referência nacional no mercado de jogos de mesa. Desde 2018, integra o grupo francês Asmodee, considerado o maior conglomerado global do setor. A editora é conhecida por trazer ao país grandes títulos de board games, card games e RPG, consolidando seu nome entre fãs e colecionadores. A nova aliança com a Wizards apenas reforça sua posição de liderança na distribuição de jogos licenciados no Brasil.
Um passo importante para a comunidade
Para jogadores veteranos e novos aventureiros, essa parceria representa mais do que uma distribuição: é a chance de ver o universo de Dungeons & Dragons crescer em solo brasileiro de forma mais estruturada, acessível e com suporte contínuo. A comunidade nacional ganha fôlego, e o idioma deixa de ser uma barreira para explorar mundos de fantasia, combate tático e narrativa colaborativa.

