O Museu da Imagem e do Som recebe mais uma edição do Ciclo de Cinema e Psicanálise com a exibição de A única saída, novo longa de Park Chan-wook. A sessão acontece no dia 5 de maio, às 19h, com entrada gratuita.
A programação inclui debate após o filme, mantendo o formato tradicional do projeto que cruza cinema com análise de comportamento e sociedade.
Filme aborda queda social com humor ácido
A história acompanha Man-su, personagem de Lee Byung-hun, um trabalhador experiente que vê sua vida desmoronar após perder o emprego.
O que começa como uma busca por recolocação vira um retrato mais duro sobre mercado de trabalho, pressão social e perda de identidade. O tom mistura sátira e drama, acompanhando o personagem em decisões cada vez mais extremas.
Sessão será seguida de debate com especialistas
Depois da exibição, o público participa de uma conversa com a psicanalista Adriana Rapeli e a jornalista Alessandra Monterastelli, com mediação de Luciana Saddi.
A proposta é expandir a leitura do filme, conectando a narrativa com temas como competitividade, ansiedade e relações sociais no mundo atual.
Evento reforça proposta do ciclo do MIS
O Ciclo de Cinema e Psicanálise é realizado pelo Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo em parceria com a Folha de S.Paulo, sempre com um filme seguido de debate.
Aqui, o foco recai sobre como o cinema traduz conflitos contemporâneos. No caso de “A única saída”, a discussão passa direto por trabalho, dignidade e sobrevivência.
A sessão de **A única saída acontece no dia 5 de maio de 2026, às 19h, no Museu da Imagem e do Som, com entrada gratuita e retirada de ingressos uma hora antes.


