O thriller Caso 137 continua em cartaz nos cinemas brasileiros, entrando em sua terceira semana de exibição. Com distribuição da Autoral Filmes, o longa pode ser visto em dez cidades do país.
Dirigido por Dominik Moll, o filme parte de uma investigação policial para discutir temas mais amplos, como responsabilidade institucional e conflitos internos.
Investigação vira conflito pessoal
A trama acompanha Stéphanie, personagem de Léa Drucker, uma agente da corregedoria encarregada de investigar um caso envolvendo um jovem ferido durante um protesto em Paris.
O que começa como um procedimento técnico muda de tom quando ela descobre uma ligação pessoal com a vítima. A partir daí, o filme deixa de ser apenas um policial e passa a explorar o impacto emocional da investigação.
Filme equilibra rigor técnico e tensão humana
O diferencial está na abordagem. Em vez de apostar só na tensão do caso, o roteiro trabalha o desconforto de investigar colegas de profissão e a pressão que vem de todos os lados.
Essa dualidade entre método e emoção é o que sustenta a narrativa, evitando respostas fáceis e mantendo o foco nas ambiguidades.
Reconhecimento em festivais e premiações
O longa teve estreia na competição principal do Festival de Cannes, onde disputou a Palma de Ouro, e também ganhou destaque no Prêmio César, com vitória de Léa Drucker como melhor atriz.
Na França, o filme também teve bom desempenho de público, ultrapassando 750 mil ingressos vendidos.
Exibição segue em circuito limitado
“Caso 137” está disponível em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre, mantendo o padrão de circulação mais restrita comum a produções europeias.
O filme Caso 137 está em cartaz no Brasil desde 16 de abril de 2026 e segue em exibição em salas selecionadas.


