Início Site Página 1257

Kurosagi (2022) | Dorama chega à Netflix com história de vingança e mistério

A Netflix traz para seu catálogo “Kurosagi” (2022), uma releitura mais recente em dorama que já havia ganhado uma versão exibida originalmente em 2006 e também estreia no Brasil na mesma data. Baseado no mangá de Takeshi Natsuhara e Kuromaru, o drama combina ação, suspense e mistério, enquanto revisita a complexa jornada de Koshiro Kurosaki, um jovem marcado por uma tragédia familiar que moldou sua vida.

Enredo e Personagens

A trama acompanha Koshiro Kurosaki (interpretado por Sho Hirano), que aos 15 anos sofreu a perda de sua família após seu pai ser vítima de um esquema de fraude. Consumido pela dor e pela solidão, Kurosaki encontra propósito em sua vida ao buscar vingança contra golpistas. Seu estilo de vida é envolto em mistério, marcado por desconfiança em relação às pessoas, com a única companhia de seu gato preto, Kuro.

Ao longo dos episódios, Koshiro cruza caminhos com diversas figuras que desafiam sua visão do mundo, incluindo Yoshikawa Tsurara (vivida por Kuroshima Yuina), cuja relação com ele traz camadas emocionais para a história.

Produção e Detalhes Técnicos

Dirigido por Kenta Tanaka, Yasuharu Ishii e Shunichi Hirano, “Kurosagi” foi exibido originalmente na TBS, entre 21 de outubro e 23 de dezembro de 2022, em dez episódios de 54 minutos cada. A adaptação atual conta com retorno da roteirista Eriko Shinozaki que participou da versão de 2006.

Recepção e Expectativas

Apesar de uma audiência moderada de 7,4% na TV japonesa, “Kurosagi” promete atrair um público global com sua chegada à Netflix. A combinação de um protagonista carismático, um enredo cativante e a direção de cineastas experientes torna o dorama uma adição relevante para fãs de histórias densas e emocionantes.

Impacto Cultural e Reconhecimentos

O mangá original de Kurosagi alcançou mais de 8,5 milhões de cópias em circulação e foi vencedor do 53º Shogakukan Manga Award na categoria geral. A série também gerou spin-offs e continuações, como Shin Kurosagi, que expandiram o universo de Kurosaki.

Por Que Assistir

Se você gosta de narrativas que exploram vingança, dilemas éticos e mistérios complexos, “Kurosagi” é uma escolha certeira. O dorama une tensão e emoção em uma história que mergulha nas consequências dos atos humanos e na resiliência diante das adversidades.

A estreia de “Kurosagi” na Netflix reforça o compromisso da plataforma em trazer produções japonesas de qualidade para o público mundial.

Kurosagi (2006) | Com Tomohisa Yamashita e Maki Horikita, dorama clássico estreia em janeiro na Netflix

A Netflix adicionará ao seu catálogo no dia 1º de janeiro o dorama Kurosagi (2006), estrelado por Tomohisa Yamashita e Maki Horikita, também conhecido internacionalmente como The Black Swindler. Baseado no mangá de mesmo nome escrito por Takeshi Natsuhara e ilustrado por Kuromaru, o drama é um suspense cheio de reviravoltas que explora os temas de vingança e justiça.

No streaming, Kurosagi já recebeu descrição, página e trailer em português, dentro da plataforma.

A História de Kurosagi

A trama acompanha Kurosaki, um jovem que, após perder sua família em um trágico golpe aplicado por um “shirosagi” (vigarista branco), decide dedicar sua vida a caçar vigaristas. Agora um “kurosagi” (vigarista negro), Kurosaki utiliza suas habilidades para enganar golpistas e devolver dinheiro às vítimas. Sua trajetória se complica ao conhecer Tsurara Yoshikawa, uma estudante de direito que acredita firmemente na lei e questiona seus métodos.

Além disso, o dorama apresenta um universo complexo de vigaristas, incluindo os “akasagi” (vigaristas vermelhos), que manipulam emoções, e os próprios “shirosagi”, que aplicam golpes financeiros.

O Elenco

O elenco de Kurosagi é liderado por Tomohisa Yamashita, que interpreta Kurosaki, o protagonista marcado pela tragédia e pela busca de vingança. Yamashita dá vida a um personagem complexo, que equilibra sua sede de justiça com as consequências de seus próprios atos.

Ao lado dele está Maki Horikita, que interpreta Tsurara Yoshikawa, uma estudante de direito com fortes convicções éticas. Sua presença na trama cria um interessante contraponto à abordagem de Kurosaki, questionando o uso da vingança como forma de justiça.

O elenco também conta com Koji Kato no papel de Yoichi Shiraishi, uma figura que adiciona camadas à trama com suas motivações e ações. Yui Ichikawa interpreta Yukari Mishima, contribuindo para o desenvolvimento emocional e narrativo da história. Por fim, Reina traz profundidade ao elenco como Yuuko Osawa, ajudando a explorar diferentes aspectos do universo dos golpistas.

Produção e Direção

Dirigido por Yasuharu Ishii, Shunichi Hirano e Jun Muto, Kurosagi foi originalmente exibido pela emissora TBS entre abril e junho de 2006, somando 11 episódios com uma audiência média de 15,6%. O roteiro é assinado por Eriko Shinozaki, com base no mangá publicado entre 2003 e 2013.

Continuação no Cinema

O sucesso do dorama resultou em uma adaptação cinematográfica lançada em 2008. O filme manteve o tom da série e trouxe Kurosaki em novas situações que aprofundam sua jornada de vingança e enfrentamento a outros golpistas.

Nova Adaptação em 2022

Em 2022, a história ganhou uma nova versão televisiva, também exibida pela TBS. A adaptação atualizou a narrativa, explorando os impactos dos golpes em um mundo cada vez mais digital e conectado. Essa versão também irá estrear na Netflix no dia primeiro de janeiro.

Impacto Cultural e Reconhecimentos

O mangá original de Kurosagi alcançou mais de 8,5 milhões de cópias em circulação e foi vencedor do 53º Shogakukan Manga Award na categoria geral. A série também gerou spin-offs e continuações, como Shin Kurosagi, que expandiram o universo de Kurosaki.

Por que assistir?

Kurosagi é uma obra que mistura drama, suspense e ação em um enredo complexo e emocionalmente impactante. Com uma história que questiona a moralidade da vingança e os limites entre justiça e crime, o dorama promete conquistar tanto fãs de narrativas longas quanto os que apreciam tramas cheias de tensão e reviravoltas.

O lançamento na Netflix é uma excelente oportunidade para conhecer ou revisitar essa história cheia de camadas.

Invisível para Si | Drama está disponível na Rakuten Viki

Invisível para Si é um drama que mergulha nas lutas internas de Kevin, um cantor e compositor em crise criativa. Vivendo um momento de estagnação antes do lançamento de sua nova música, ele busca inspiração enquanto reflete sobre os laços que moldaram sua vida e carreira.

A Jornada de Kevin

Kevin (Han Seung Yun) sente o peso da falta de criatividade e decide sair para recuperar o celular que esqueceu após uma sessão de fotos. Durante o passeio de bicicleta, ele é tomado por lembranças de pessoas importantes que conheceu ao longo de sua trajetória, revisitadas em meio aos desafios atuais.

Sua jornada o leva a um antigo salão de concertos prestes a ser fechado. Nesse lugar especial, ele reencontra simbolicamente Sang-wook, seu melhor amigo e colega que morreu em um acidente de carro. Com a ajuda dessa presença marcante, Kevin encontra forças para compor sua nova música, transformando dor e saudade em inspiração.

Direção, Produção e Elenco

Com direção e roteiro de Cheon Se-hwan, o filme conta com a produção de Hong Kyung-in e é resultado da parceria entre as empresas Outrunbrotherspictures Co., Ltd. e Funi Films.

O elenco inclui Park Ho-san, Shin Ae-ra, Baek Su-ryun, Lee Noh-ah, Lee Yong-nyeo, Oh Jee-hye, Lee Shin-seong e Jung Hyung-suk. Nos bastidores, destacam-se Chu Ji Young no figurino, Jung Ik-jung na iluminação e Kim Sung-hoon no som.

Reflexões Sobre Vida e Conexões

“Invisível para Si” explora como as conexões humanas moldam nossas escolhas e inspiram a seguir em frente, mesmo nos momentos mais difíceis. A história de Kevin nos lembra que a criatividade e a força muitas vezes surgem ao revisitar memórias e valorizar os laços do passado.

O drama já está disponível na Rakuten Viki.

Direção e RoteiroCheon Se-hwan

ElencoHan Seung Yun, Park Ho-san, Shin Ae-ra, Baek Su-ryun, Lee Noh-ah, Lee Yong-nyeo, Oh Jee-hye, Lee Shin-seong, Jung Hyung-suk

ProduçãoHong Kyung-in

Produção ExecutivaOutrunbrotherspictures Co., Ltd. e Funi Films

Mais informações

Invisível para Si

Estou Aqui | Mistério sul-coreano chega no streaming

O thriller sul-coreano Estou Aqui (I Am Here, no original) já está disponível no streaming Rakuten Viki, trazendo uma narrativa que mistura suspense, drama e um toque de ficção científica. Dirigido por Lee Jung-ho, o filme conta a história de Seon Du (Jo Han Sun), um detetive que, após sobreviver a uma grave lesão pulmonar, descobre uma ligação inesperada com o assassino que está perseguindo.

Tudo começa anos antes, quando Seon Du quase perde a vida durante um confronto com um criminoso. Graças a um transplante de órgão, ele consegue se recuperar e retomar seu trabalho como detetive. Porém, durante a investigação do assassino em série Gyu Jong (Jeong Jin Woon), uma revelação desconcertante emerge: ambos receberam órgãos do mesmo doador – o assassino que quase tirou a vida de Seon Du.

Conexão Além da Vida

O filme explora um conceito inquietante: a possibilidade de que características do doador de órgãos possam ser transmitidas aos receptores. Tanto Seon Du quanto Gyu Jong começam a apresentar traços e comportamentos semelhantes ao do assassino original, criando uma tensão crescente à medida que a trama avança. Essa ligação celular entre os dois personagens coloca o detetive e o assassino em rota de colisão, enquanto tentam desvendar os segredos por trás de suas conexões.

Elenco e Produção

Com uma duração enxuta de 1 hora e 22 minutos, Estou Aqui é um filme direto e intenso, que prende o espectador do início ao fim. Jo Han Sun traz profundidade emocional ao papel de Seon Du, enquanto Jeong Jin Woon entrega uma performance inquietante como o assassino Gyu Jong.

Lançado na Coreia do Sul em abril de 2023, o filme rapidamente chamou atenção por sua abordagem única e reviravoltas imprevisíveis. Agora, disponível no Rakuten Viki, permite que um público ainda maior mergulhe em sua trama intrigante e cheia de mistério.

Se você gosta de mistérios psicológicos e histórias que desafiam a lógica, Estou Aqui é uma adição obrigatória à sua lista de filmes.

DiretorLee Jung-ho

Elenco PrincipalJo Han Sun (Seon Du), Jeong Jin Woon (Gyu Jong)

GêneroThriller, Suspense, Drama

Duração1h22min

Lançamento Original12 de abril de 2023 (Coreia do Sul)

Mais informações

Estou Aqui

Disponível em: Rakuten Viki

Título Original: 나는 여기에 있다 (Naneun Yeogie Issda)

Título Internacional: I Am Here

Kamijo | Vocalista do Versailles, traz show no Brasil em 2025

Kamijo, icônico vocalista das bandas Versailles e Lareine, confirmou que sua nova turnê “KAMIJO THE AMERICAS TOUR 2025 – MASTERPIECE” terá início no Brasil. O show acontece no dia 24 de maio de 2025, no Hangar 110, em São Paulo, e promete agradar em cheio os fãs de de Jrock com a sua música.

Uma Carreira de Destaque

Kamijo começou sua trajetória musical nos anos 1990, trabalhando como roadie para a lendária banda visual kei Malice Mizer. Foi nesse ambiente que ele conheceu Mayu, com quem fundou a banda Lareine. O projeto, inicialmente chamado Laliene, ganhou destaque pela combinação de influências como Paul Mauriat e X Japan, além de uma estética marcante.

Após encerrar as atividades do Lareine em 2006, Kamijo cofundou o Versailles em 2007. A banda se tornou um dos maiores nomes do visual kei, misturando elementos de metal sinfônico e inspirações barrocas. Mesmo durante a pausa do Versailles em 2012, Kamijo seguiu em frente com uma carreira solo que ampliou sua influência na música. A banda retornou às atividades em 2016 e segue conquistando fãs ao redor do mundo.

Reconhecimento na Cena Musical

Figura essencial do visual kei, Kamijo também é conhecido por sua atuação nos bastidores. Ele fundou os selos Applause Records e Chateau Agency, que ajudaram a moldar a cena musical japonesa. Seu álbum solo “Sang”, lançado em 2018, destacou sua versatilidade como artista. Além disso, ele foi ranqueado como um dos principais nomes do visual kei pela J-Rock News, alcançando posições de destaque em 2018 e 2019.

O Que Esperar do Show

A apresentação no Hangar 110 será uma chance especial para os fãs brasileiros de Jrock acompanhar uma apresentação única do Kamijo ao vivo. Com uma carreira marcada por performances épicas e uma base de fãs fiel, o show promete ser memorável.

Mais detalhes sobre ingressos e o evento serão divulgados em breve. Fique ligado para não perder a oportunidade de assistir a um dos maiores nomes do visual kei em ação!

Kamijo – “KAMIJO THE AMERICAS TOUR 2025 – MASTERPIECE”

Data: 24 de maio de 2025
Local: Hangar 110, São Paulo – SP
Endereço: Rua Rodolfo Miranda, 110, Bom Retiro, São Paulo – SP
Horário: A ser confirmado

Ingressos: Informações em breve
Classificação: Livre

Redes Sociais do cantor:

Instagram Kamijo

X/Twitter Kamijo

Com informações do On Pop Life

Coffee Prince | K-Drama clássico poderá estrear na Netflix em 2025

Ganhando descrição em português (de Portugal), mas sem página acessível, o K-drama lançado em 2007, “Coffee Prince” pode estar chegando na Netflix. Se tornando um dos K-dramas mais icônicos de todos os tempos, e não é por acaso, Coffee Prince é uma das produções ao lado de Full House (também na Netflix) e Goong (Rakuten Viki) que popularizaram as produções coreanas em meados de 2000 por aqui.

A trama gira em torno de Eun Chan (Yoon Eun-hye), uma garota que se disfarça de homem para conseguir trabalho. A coisa fica ainda mais louca quando ela conhece Han Gyeol (Gong Yoo), o herdeiro de um império alimentício que, sem saber, a contrata para trabalhar em seu café. O problema? Han Gyeol começa a se apaixonar por ela, mas não sabe que Eun Chan é, na verdade, uma mulher. E isso é só o começo.

Enquanto eles enfrentam a tensão de manter o segredo de Eun Chan, o drama vai ficando mais intenso, com Han Gyeol se questionando sobre sua sexualidade e os personagens secundários, como o primo de Han Gyeol, Han Sung (Lee Sun-kyun), e sua ex-namorada Yoo Joo (Chae Jung-an), adicionando ainda mais reviravoltas à trama.

Por Que ‘Coffee Prince’ É Um Clássico?

Com 17 episódios e uma audiência de 27,8%, “Coffee Prince” virou uma referência no K-drama. A série não só foi um sucesso de público, mas também recebeu uma avalanche de críticas positivas. Ela conseguiu tocar em temas sensíveis, como identidade e aceitação, de uma forma leve e cativante. A química entre Gong Yoo e Yoon Eun-hye foi outra grande sacada, e sua interpretação imersiva de seus personagens fez o público torcer pelo casal até o fim.

Além disso, “Coffee Prince” foi um divisor de águas para a indústria, abordando questões como a identidade de gênero de maneira delicada, mas sem perder o tom romântico e cômico que conquistou fãs do mundo todo. E claro, o sucesso foi tanto que a série gerou versões: tailandesa, filipina, malasiana e até chinesa.

O Retorno de ‘Coffee Prince’: ‘Minha Querida Juventude – Coffee Prince’

Após 13 anos, os fãs de “Coffee Prince” finalmente receberam uma grande surpresa: um especial que reuniu o elenco original, no melhor estilo “Friends: The Reunion”. Nesse evento, os atores voltaram aos locais onde a série foi gravada, como o café em Seogyo-dong e Buam-dong, e compartilharam histórias e memórias dos bastidores, deixando os fãs ainda mais nostálgicos.

Estreia na Netflix em 2025

Resumo da série fornecido pela Netflix em português (de Portugal)

Para quem nunca assistiu a série ou para quem é fã de carteirinha, a novidade é que “Coffee Prince” provavelmente irá estrear na Netflix em algum momento. Logicamente que pode ser um engano da plataforma, mas como muitas produções japonesas e sul-coreanas estreiam sem alarde, existe a possibilidade em 2025.

Além da estreia na Netflix, a série e o especial recente estão disponíveis na Rakuten Viki, então os fãs terão mais de uma forma de acompanhar este K-drama clássico.

“Coffee Prince” não é só mais um K-drama clássico que merece ser revisitado, mas com a sua estreia na Netflix, a oportunidade de assistir ou reassistir uma das produções que influenciaram o boom dos títulos sul-coreanos no Brasil e no mundo.

Via Portal Netflix BR | Fan Account

Minha Princesa Ousada: Bela Adormecida | Completando a releitura dos contos de fadas da Tailândia, série estreia na Rakuten Viki

A série de releituras modernas de contos de fadas ganhou mais um capítulo com a estreia de Minha Princesa Ousada: Bela Adormecida no Rakuten Viki. Depois de apresentar versões contemporâneas de Branca de Neve e Cinderela, a produção tailandesa traz uma história cheia de romance, desafios e autodescoberta.

Liberdade, skate e escolhas difíceis

Minha Princesa Ousada: Bela Adormecida

Sangnuea (Kimmy Chermarin Cole) é uma estudante do ensino médio que vive cercada por cuidados excessivos dos pais, preocupados com sua saúde frágil por conta de alergias e asma. Mas, cansada de tanta proteção, ela encontra no skate uma forma de fugir da rotina. Em escapadas noturnas, Sangnuea se junta a um grupo liderado por Ken (Pepo Nutchapan Paramacharenroj), um veterano rebelde que domina as pistas e desperta nela um novo senso de liberdade.

Só que essa aventura tem um preço. Sangnuea começa a se machucar com frequência e acaba recorrendo a Khai (Lee Thanat Lowkhunsombat), um médico e inquilino de sua casa, que a ajuda a contragosto. A relação entre os dois se complica quando ela descobre um segredo que Khai preferia manter escondido.

As coisas ficam ainda mais intensas quando um acidente coloca tudo em xeque. Sangnuea precisa decidir: seguir o caminho rebelde de Ken ou confiar nos conselhos e cuidados de Khai.

Um elenco de peso e direção experiente

Com direção e roteiro de Chatkaew Susiwa, conhecido pelo trabalho em Meu Querido Perdedor: Felizes Para Sempre, o drama tailandês tem sete episódios, cada um com cerca de 60 minutos. O elenco principal conta com Kimmy Chermarin Cole, Lee Thanat Lowkhunsombat e Pepo Nutchapan Paramacharenroj, entregando atuações que dão vida a essa releitura ousada do conto da Bela Adormecida.

Uma história que mistura tradição e modernidade

Minha Princesa Ousada: Bela Adormecida atualiza o clássico conto de fadas com um toque contemporâneo, explorando temas como independência, coragem e romance. A produção, exibida originalmente na Tailândia entre dezembro de 2022 e fevereiro de 2023, chega ao Brasil pelo Rakuten Viki, pronta para conquistar quem gosta de dramas cheios de emoção e intensidade.

Direção e RoteiroChatkaew Susiwa

Elenco PrincipalKimmy Chermarin Cole como Sangnuea, Lee Thanat Lowkhunsombat como Khai, Pepo Nutchapan Paramacharenroj como Ken

GêneroDrama, Romance, Releitura de Conto de Fadas

Duração60 minutos por episódio

PaísTailândia

Episódios7

Mais informações

Minha Princesa Ousada: Bela Adormecida

Título Original: My Sassy Princess: เจ้าหญิงนิทรา 2022

Exibição Original: 10 de dezembro de 2022 a 4 de fevereiro de 2023 (One 31)

Exibição Atual: Rakuten Viki

Crítica | Babygirl

Com sons de orgasmos (mesmo que falsos) logo nos primeiros segundos, Babygirl não pode nem deve ser reduzido a um suspense erótico. O filme se propõe a mudar percepções sobre as mulheres e seu papel na sociedade. Com um elenco estrelado, incluindo Harris Dickinson e Antonio Banderas, Nicole Kidman assume o protagonismo, trazendo nuances que questionam e desafiam a forma como as mulheres são vistas no mundo.

Antes de mergulharmos na obra, é preciso ser franco: seja na TV ou em conversas de escritório, a visão sobre o envelhecimento entre os gêneros impõe uma validade cruel às mulheres. Em qualquer nível hierárquico, elas costumam ser avaliadas por sua idade e beleza, raramente por sua competência. É com esse pano de fundo que Babygirl subverte expectativas e desconstrói paradigmas.

Com roteiro e direção de Halina Reijn, Babygirl é a nova produção da A24 que vem ganhando destaque internacional. Já indicada ao Globo de Ouro e com grandes chances de disputar o Oscar em 2025, a obra entrega uma narrativa envolvente, fugindo de estereótipos e abordando temas complexos com precisão cirúrgica.

O que torna Babygirl tão único? Vamos explicar.

A História

Babygirl
Nicole Kidman é a mulher de sucesso, Romy – Divulgação

Romy (Nicole Kidman) é uma CEO reconhecida globalmente, exemplo para milhares de mulheres. Casada há 19 anos com Jacob (Antonio Banderas), ela é mãe de duas filhas e nunca abriu mão de sua carreira, conquistando respeito em sua profissão.

Em um dia comum, Romy presencia um jovem (Harris Dickinson) domando um cachorro bravo na rua. Horas depois, ela descobre que o rapaz, Samuel, é um dos novos estagiários de sua empresa. Durante uma apresentação, Samuel faz uma pergunta que desafia Romy publicamente. Apesar de repreendido e retirado da sala, ele chama a atenção da CEO, que passa a ser sua mentora direta.

Paralelamente, o casamento de Romy e Jacob está em uma rotina fria. As relações íntimas são previsíveis, sem paixão, e ela recorre a filmes adultos amadores para despertar seus desejos. Mesmo tentando inovar, Jacob se mantém tímido e distante, agravando o distanciamento entre os dois.

A figura de Samuel, com sua postura desafiadora e indiferença às hierarquias, intriga Romy. O interesse dela começa a crescer quando, durante uma festa da empresa, uma gravata perdida do jovem desperta seus primeiros impulsos por ele.

Babygirl
Samuel e Romy – Divulgação

A questão que surge é: quanto tempo levará para ambos cederem à atração? Samuel, desrespeitando barreiras profissionais, deseja Romy tanto quanto ela o deseja. As reuniões semanais entre os dois tornam o desejo cada vez mais evidente, levando-os a ignorar valores morais em prol de uma relação movida pelo prazer.

Conforme o relacionamento avança, Romy descobre uma nova faceta de si mesma. A CEO poderosa se transforma em uma mulher vulnerável, submissa aos caprichos do jovem. Esse papel, que ela antes via apenas em conteúdos online, é agora vivido intensamente, longe do casamento tradicional e sem compartilhar essas descobertas com Jacob.

O enredo se complica quando Samuel inicia um relacionamento com Esme (Sophie Wilde), assistente de Romy, despertando ciúmes. A tensão cresce, e Samuel menciona a possibilidade de mudar de gestor, deixando Romy insegura quanto à exposição de seu segredo na empresa.

E para piorar ainda mais as coisas, Samuel aparece um dia na casa da Romy para levar o notebook que ela esqueceu na empresa. A ousadia de Samuel de adentrar e conhecer a família de Romy, torna ainda as coisas ainda mais tensas.

Enquanto isso, Jacob percebe mudanças no comportamento da esposa, sem compreender as razões. Problemas familiares e profissionais começam a pressionar Romy, que se vê em uma encruzilhada que é recuperar o controle de sua vida sem abrir mão de tudo o que conquistou.

Babygirl
Samuel e Romy – Divulgação

Opinião

Embora gemidos e sexo sejam elementos presentes em Babygirl, é a construção de Romy, uma mulher de sucesso que cede à submissão em busca de satisfação pessoal, que realmente prende a atenção.

Nicole Kidman brilha ao dar vida a uma CEO fria e imponente, mas também a uma mulher sensual aos 60 anos, quebrando estereótipos de Hollywood. Sua transição entre o papel de líder poderosa e alguém consumida por desejos secretos é um dos pontos altos do filme.

Harris Dickinson, por outro lado, interpreta Samuel sem explorar seu corpo como atrativo principal, permitindo que Nicole roube os holofotes. Sua atuação sustenta a dinâmica com Romy, sem desviar o foco da narrativa principal.

Já Antonio Banderas surpreende no papel de Jacob, um marido distante e frustrado. Mesmo com sua frieza, é difícil não sentir empatia por ele, que apenas reflete a normalidade de um casamento de décadas.

mais que sexo

Com cenas intensas, Babygirl explora as consequências de desejos reprimidos. Embora algumas cenas possam ser desconfortáveis, elas fazem sentido dentro da trama, mostrando como a excitação mútua se torna o motor da relação entre Romy e Samuel.

Ao final, a obra entrega reviravoltas que consolidam a força de Romy. Mais do que sobre suas escolhas ou segredos, Babygirl é uma narrativa sobre autoconhecimento e resiliência em meio a desafios profissionais e pessoais, que possam porventura chegar em um orgasmo.

Babygirl

DireçãoHalina Reijn

RoteiroHalina Reijn

ElencoNicole Kidman, Harris Dickinson, Antonio Banderas, Sophie Wilde

GêneroSuspense Erótico

DistribuiçãoDiamond Films

ProduçãoHalina Reijn, David Hinojosa, Julia Oh

Mais informações

Lançamento09 de janeiro

Babygirl

Estados Unidos | 2024 | Cor | 114 min

Avaliação
5,0/5
JWave

Agradecimentos a Diamond Films pelo convite para produção deste conteúdo.

Crítica | Senna traz um recorte emotivo e particular do passado

SENNA. Gabriel Leone as Ayrton Senna in Senna. Cr. Alan Roskyn/Netflix ©2024

Quando heróis morrem, entendemos os limites de nossas realidades, e Ayrton Senna foi um ídolo de muitas crianças na década de 1990. Agora revisitado pela Netflix, a produção, que levou quase dez anos para ser concluída e evoluiu de um filme para uma série, apresenta um recorte da trajetória daquele que foi o maior piloto brasileiro de todos os tempos.

Produzida pela Netflix, Senna Brands e Gullane Entretenimento, a minissérie de seis episódios narra uma história que começa em 1979 e segue até o fatídico acidente de 1994. Mostra a transformação de Ayrton da Silva em Ayrton Senna e sua luta para se tornar um piloto profissional, enfrentando inclusive as imposições de sua própria família.

A série não evita o inevitável: logo nos primeiros segundos, revivemos o acidente que marcou sua história, estabelecendo o tom da produção antes de retornar ao ano de 1979. Essa abordagem direta elimina dúvidas sobre o foco narrativo.

A história

SENNA. Gabriel Leone as Ayrton Senna in Senna. Cr. Guilherme Leporace/Netflix © 2024

Criado na zona norte de São Paulo, Ayrton (interpretado por Gabriel Leone) enfrentou grandes desafios para começar sua carreira na Fórmula Ford. Parte dessa resistência vinha da promessa de terminar a temporada e assumir os negócios da família, o que o levou a casar cedo com Lílian de Vasconcellos Souza (Alice Wegmann).

É evidente que Senna não desistiria de sua paixão. Após retornar ao Brasil, ele volta a correr no exterior, o que culmina em um divórcio. Sua ascensão foi impulsionada por vitórias que chamaram a atenção de grandes equipes, abrindo caminho para a Fórmula 1.

Por volta da metade da série, vemos o Senna que ficou conhecido pela geração que o acompanhou na TV nos anos 1990. Nesse período, figuras como Galvão Bueno (Gabriel Louchard) e Alain Prost (Matt Mella) entram em cena. Enquanto Galvão surge como amigo e narrador das conquistas do piloto, a rivalidade com Prost ganha destaque, reforçando o mito que Senna se tornou. Gabriel Louchard consegue emular Galvão com precisão, sem cair na caricatura. Já Matt Mella entrega um Prost convincente, com atuação e caracterização que enriquecem os embates entre os dois pilotos.

SENNA. (L to R) Pâmela Tomé as Xuxa Meneghel, Gabriel Leone as Ayrton Senna in Senna. Cr. Guilherme Leporace/Netflix © 2024

Para quem viveu os anos 1990, é impossível não lembrar da relação de Senna com Xuxa (Pâmela Tomé), retratada de forma marcante na série. Embora algumas críticas possam surgir quanto à relevância dos relacionamentos amorosos na narrativa, a inclusão de Xuxa funciona para mostrar um paralelo entre dois ícones daquela época. No entanto, a escolha de incluir a única cena de sexo da trama pode parecer destoante, considerando o foco na trajetória do piloto. Ainda assim, Pâmela Tomé surpreende ao capturar com precisão os trejeitos e a voz da apresentadora.

O problema da série começa a se intensificar nos episódios finais, quando os eventos são acelerados. Após Prost deixar a McLaren e a relação com Xuxa ser explorada, a narrativa se apressa em chegar ao trágico acidente de 1994. A troca de Senna para a Williams, crucial em sua história, é tratada superficialmente, e a transição para os últimos momentos do piloto parece apressada.

Muito se falou sobre a ausência de destaque para Adriane Galisteu (Julia Foti), última namorada de Senna. Sua participação é reduzida a uma breve cena em Interlagos e a uma ligação telefônica antes do acidente. Isso reflete o recorte narrativo escolhido, mas acaba deixando de lado momentos importantes de seus últimos anos, incluindo conflitos com a Williams que culminaram no GP de San Marino.

Opinião

SENNA. (L to R) Matt Mella as Alain Prost, Gabriel Leone as Ayrton Senna in Senna. Cr. Alan Roskyn/Netflix ©2024

A série “Senna” brilha ao recriar com maestria as corridas mais icônicas do piloto, utilizando diferentes técnicas para reproduzir pistas, carros e até mesmo rostos de pilotos. Isso traz uma camada extra que agrada os fãs do automobilismo e reforça o legado de Senna.

Condensar a vida de uma figura tão marcante em apenas seis episódios é um desafio, e a série cumpre bem o objetivo, embora os dois últimos episódios tenham corrido demais. Isso pode levar o espectador a pesquisar na internet para preencher lacunas, o que vai além da ausência de Galisteu, refletindo uma redução de eventos que enfraquece o desfecho.

Gabriel Leone merece destaque: ele não apenas interpretou, mas encarnou Ayrton Senna em cena. Sua entrega foi impecável, garantindo que sua atuação seja lembrada por muitos anos.

SENNA. (L to R) Gabriel Leone as Ayrton Senna in Senna. Cr. Alan Roskyn/Netflix ©2024

A série homenageia o piloto ao recriar cenas reais e até incluir elementos históricos, como o caminhão de bombeiro que transportou o corpo de Senna, utilizado na produção.

Embora polêmica em alguns aspectos, “Senna” consegue apresentar um herói do passado a uma nova geração. É importante lembrar que, apesar de baseada em fatos reais, a série é uma obra de ficção, e isso deve ser levado em conta ao assisti-la.

Se ainda não assistiu, prepare-se para se aprofundar na história de Senna por meio de entrevistas, documentários e materiais históricos. A produção reacende o interesse pelo piloto brasileiro, reforçando seu lugar eterno em nosso imaginário coletivo.

Senna

DireçãoVicente Amorim, Júlia Rezende

RoteiroÁlvaro Campos, Gustavo Bragança, Rafael Spínola, Thais Falcão, Álvaro Mamute

ElencoGabriel Leone, Alice Wegmann, Pâmela Tomé, Kaya Scodelario, Julia Foti, Camila Márdila, Susana Ribeiro, Marco Ricca

GêneroDrama biográfico

PaísBrasil

FormatoMinissérie

Mais informações

Episódios6

ProduçãoGullane Entretenimento, Postre (Argentina), Salado (Uruguai)

DistribuiçãoNetflix

Estreia29 de novembro de 2024

Senna

Criadores: Vicente Amorim

Avaliação
4,0/5
JWave

Crítica | Charlie em Ação

O elenco, apesar de contido, funciona muito bem. Há uma aparição surpresa que agradará e muito aos fãs de uma série de espionagem em particular, inclusive. Brosnan, em particular, está excelente no papel, munido de um forte sotaque sulista e com todo o charme pelo qual o ator é conhecido. Afinal, não foi por nada que ele encarnou James Bond. A química entre ele e Morena é ótima, sem deixar de tacar uma piadinha aqui e ali quando ambos têm uma oportunidade.

Nunca conte com Pierce Brosnan fora do baralho. O ator irlandês, de 71 anos, é a estrela de Charlie em Ação, longa que chega à plataforma de streaming Adrenalina Pura no dia 1o. Lançado originalmente em 2023, a produção conta com nomes conhecidos do cinema, como James Caan, em seu último papel antes de sua morte, e a brasileira Morena Baccarin.

No papel principal, Brosnan é um assassino da máfia local de Biloxi, no Mississippi, vivendo uma vida confortável às portas da terceira idade. Seu chefe e amigo, Stan, interpretado por Caan, sofre de Alzheimer e necessita de cuidados, e o resto da cambada já viu dias melhores. É aí que um novo criminoso vê a oportunidade de expandir seus negócios, mas ele não contava com a fúria irreverente de Charlie, que parte em uma jornada de vingança, deixando um rastro de destruição por onde passa.

No meio do caminho, o cara acaba conhecendo Marcie, uma taxidermista, ex-mulher de seu último alvo, a quem Baccarin dá vida, e quem, supostamente, sabe onde o imprestável do seu antigo relacionamento escondeu algo que todos estão alucinadamente atrás. Juntos, partem para Nova Orleans, e é lá que o grosso da ação do filme se dá.

As cenas de ação, mesmo que rápidas, são empolgantes, e Pierce, já passado dos 70, está bem convincente no papel de um profissional seguro de suas habilidades, mas mesmo assim humano, vencível. 

Charlie em Ação é um filme enxuto, resolvendo sua trama em 90 minutos redondos. Sem gastar tempo com enrolação e sem nada de gordura, é despretensioso e extremamente divertido, do tipo de coisa que você assiste e parte para outro, como bem diz o formato do canal onde está para estrear. 

Fast Charlie

DireçãoPhillip Noyce

RoteiroRichard Wenk

ElencoPierce Brosnan, Morena Baccarin e James Caan

GêneroAção

Duração90 min

PaísEstados Unidos

Mais informações

Produção  Ryan Donnell Smith, Brent C. Johnson, Jeff Holland, Daniel Grodnik e Mitchell Welch

Direção de FotografiaWarwick Thornton

Ano2023

Trilha Sonora: Fil Eisler

Montagem: Lee Haugen e Jered Zalman

Avaliação
5,0/5
JWave

12.12: O Dia | Representante da Coreia no Oscar 2025 recebe trailer nacional

O filme “12.12: O Dia” chega aos cinemas em 9 de janeiro de 2025 e já é um dos lançamentos mais aguardados do ano, não apenas pela sua abordagem intensa sobre o golpe militar de 1979, mas também por ser o representante da Coreia no Oscar 2025. Estrelado por Jung Hae-in e dirigido por Kim Sung-soo, a produção se destaca por sua recriação precisa e dramática de um dos momentos mais críticos da história moderna da Coreia do Sul, e agora também carrega a responsabilidade de representar o país na maior premiação do cinema mundial.

Trailer Nacional e Expectativas para o Oscar

Recentemente, o trailer oficial nacional de “12.12: O Dia” foi lançado, e as cenas intensas e imersivas já chamam a atenção do público. O filme promete explorar não apenas a narrativa do golpe de 1979, mas também suas profundas repercussões no presente, estabelecendo uma conexão direta com a política atual da Coreia do Sul. Como representante do país no Oscar 2025, as expectativas são altas, especialmente após a grande bilheteira que o filme teve em 2023. A crítica especializada já está de olho no potencial da produção para conquistar uma indicação nas principais categorias.

Conexões Pessoais e Histórico de Sucesso

O diretor Kim Sung-soo, que viveu os eventos de 1979 de perto, traz uma carga emocional única para a direção, o que faz “12.12: O Dia” se destacar não apenas pela recriação histórica, mas também pela profundidade com que explora os dilemas políticos e pessoais dos envolvidos. A presença de Jung Hae-in, conhecido internacionalmente pela série “Love Next Door”, no elenco também deve atrair atenção global, especialmente à medida que o filme segue ganhando repercussão internacional.

O Impacto da Produção no Cenário Internacional

Com sua estreia marcada para 9 de janeiro de 2025, “12.12: O Dia” é aguardado por sua recriação meticulosa do golpe de 1979, com locações históricas e um design de produção que reflete as tensões daquele período. A escolha do filme como representante da Coreia no Oscar 2025 coloca o longa em um palco global, e é uma oportunidade para a Coreia do Sul mostrar novamente sua força no cenário cinematográfico mundial, como já fez com filmes como “Parasite”, vencedor do Oscar de Melhor Filme em 2020.

Sinopse

Após o assassinato do presidente Park, a Coreia do Sul enfrenta um golpe militar liderado pelo Comandante Chun Doo-gwang. Enquanto o exército toma o poder, o Comandante Lee Tae-shin resiste, acreditando que o exército não deve se envolver politicamente. Com o ministro da Defesa desaparecido e a liderança em crise, o destino da nação se torna imprevisível.

DireçãoKim Sung-soo

ElencoHwang Jung-min, Jung Woo-sung, Lee Sung-min, Park Hae-joon, Kim Sung-kyun

Duração141 minutos

ProduçãoHive Media Corp.

Direção de FotografiaLee Mo-gae

Mais informações

12.12: O Dia

Produtor: Kim Won-kuk

Design de Produção: Jang Geun-young

Design de Figurino: Kwak Jung-ae

Classificação Indicativa: 12 anos

Com “12.12: O Dia” não apenas marcando uma importante estreia, mas também sendo o representante da Coreia no Oscar 2025, o filme promete ser uma das produções mais impactantes do ano. O filme tem previsão de estreia em 9 de janeiro de 2025.

One Piece e Los Angeles Lakers | Colaboração leva os Chapéu de palha para a NBA

As novidades de One Piece continuam a surpreender e a obra criada por Eiichiro Oda, atraca na Crypto.com Arena, casa do Los Angeles Lakers. Com 27 anos desde sua criação, o mangá e animê acaba de fechar parceria com Los Angeles Lakers invadindo o basquete profissional, NBA.

Do Sofi Stadium à Crypto.com Arena

Essa não é a primeira vez que os Piratas do Chapéu de Palha invadem Los Angeles. No ano passado, eles marcaram presença em um jogo do Los Angeles Rams, da NFL, com exibições e produtos especiais. Desta vez, a colaboração acontece em 28 de fevereiro, durante o confronto entre os Lakers e os Clippers, uma rivalidade que há anos movimenta a NBA.

A colaboração que dá certo

Essa colaboração entre One Piece e os Lakers mostra como o anime pode se expandir para além dos limites do Japão, entrando no coração do entretenimento esportivo dos Estados Unidos. Misturando o espírito de aventura dos Piratas do Chapéu de Palha com a emoção das quadras da NBA.

Via SoraNews24