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13º Festival do Japão – ingressos antecipados já estão à venda


Nos próximos dias 16, 17 e 18 de julho será realizado o Festival do Japão, o maior e mais tradicional festival de cultura japonesa do Brasil. E os ingressos antecipados do evento já estão à venda.
O preço do ingresso é de R$ 7,00 (para crianças de até 8 anos e idosos a partir de 65 anos, a entrada é gratuita).

Nos dias do evento, os ingressos serão vendidos nas bilheterias pelo mesmo preço. Mas, se você quiser evitar filas, a organização do evento recomenda a compra antecipada nos postos de venda credenciados.
A lista dos endereços está disponível no site: www.festivaldojapao.com
(também é possível comprar ingressos online, através do mesmo site)

O tema do Festival neste ano será a Arte das Províncias, com uma homenagem especial à província de Nara, que completará 1.300 anos de existência neste ano.
Vale lembrar que, além das atrações tradicionais, o evento este ano também abrigará a final do WCS Brasil, que definirá o representante brasileiro na competição internacional de cosplay.

O evento será realizado no Centro de Exposições Imigrantes, com condução gratuita partindo do metrô Jabaquara até o local.

(Agradecimentos: Érika Yamauti – Coordenadora de imprensa do Festival)

Máquina de Banana? Novidade chega em Shibuya no Japão


No Brasil não é muito comum ter máquinas para varias coisas, como comprar leite, camiseta, sorvete entre tantas coisas básicas que aqui a gente está acostumado a comprar com pessoas e não máquinas.

Agora no Japão, a novidade é uma máquina de bananas. Bizarro? Talvez, mas a empresa Dole, justifica que a novidade é voltada para executivos e estudantes que não vão muito ao supermercado.

Instalada em Shibuya, a máquina deixa as bananas na temperatura de 13ºC, que é considerada a temperatura ideal para se manter esse tipo de fruta. A Dole também garante que a maquina não machuca a fruta, usando um mecanismo por correia para levar a fruta intacta até o consumidor.

Mesmo que bizarro, seria bacana, ter máquinas assim aqui no Brasil.

Fonte: Shibuya Keizai Shinbun e tokyohive

45º Gueinosai – Festival de Música e Dança Folclórica Japonesa encanta o público em SP

Um grande evento foi realizado neste último final de semana (26 e 27/06), como parte das comemorações dos 102 anos da Imigração Japonesa no Brasil. Trata-se do 45º Gueinosai – Festival de Música e Dança Folclórica Japonesa – que teve como palco o grande auditório do Bunkyo, no bairro da Liberdade, em São Paulo. Neste evento, foram apresentadas várias facetas da cultura e do folclore japonês, que o público teve oportunidade de conferir em dois dias.


O evento contou com a presença de vários grupos de música, dança, teatro, taiko, cantores e outros diversos artistas da comunidade nipo-brasileira, que se encarregaram de apresentar as mais diversas manifestações culturais japonesas, fazendo um espetáculo de encher os olhos do público.
Alguns políticos também estiveram presentes, como o vereador Jooji Hato (PMDB-SP), que fez um discurso na abertura do evento no sábado, onde disse que “toda a arte apresentada representa o sofrimento dos primeiros imigrantes, quando da chegada deles ao Brasil, e através do qual eles nos ensinam que, com trabalho, esforço e honestidade, é possível superar as dificuldades e prosperar.”

O vereador Jooji Hato (à esq) discursando ao lado do presidente
da comissão organizadora do evento, André Korosue


Nos dois dias do evento, muitos dançarinos se alternaram no palco, exibindo as mais diversas formas do buyo – a dança tradicional japonesa – encantando o público com belíssimas performances.

O dançarino Yusuke Iwamoto foi o primeiro a se apresentar
no palco do Gueinosai, com a coreografia “Takasago”


União Cultural Guinken Shibu do Brasil

Kasa odori – a “dança dos guarda-chuvas”,
típica
da província de Tottori

Júlia Otani, da Associação Cultural Esportiva de Pompéia,
com a coreografia “Ame”

Setsuko Tangue, apresentando “Kanagawa Suikoden”

A pequena Mei Iguti, do Hanayagui-ryu Nadeshikokai,
fez uma apresentação de gente grande

Bunomai: um estilo de Okinawa que mistura a dança com
técnicas de luta

Saito Satoru Ryubu Dojo: um dos grupos que representou o
Ryukyu Buyo (odori de Okinawa)

A dançarina Mayumi Aguena, do Saito Satoru Ryubu Dojo

Além disso, grupos de taiko como o Mika Youtien, composto apenas por crianças, o Tangue Setsuko Taiko Dojo, que fez uma apresentação empolgante, enchendo os olhos da platéia, e o Ryukyu Koku Matsuri Daiko, que trouxe para o evento a alegria dos tambores de Okinawa, também impressionaram o público.


O grupo Mika Youtien: crianças que não deixam nada a dever
para os adultos no taiko




Alguns momentos do Tangue Setsuko Taiko Dojo: grupo
mostrou muita energia e vibração no palco

Ryukyu Koku Matsuri Daiko

O Yosakoi Soran também foi bem representado, sendo apresentado pelos grupos Ishin (sábado) e Shinsei ACAL (domingo).

Ishin Yosakoi Soran

Grupo Shinsei – ACAL

Além deles, os cantores também marcaram presença. Vários nomes consagrados dos taikais passaram pelo palco do Bunkyo nos dois dias do evento, além de atrações trazidas direto do Japão, como Mariko Nakahira.
Um dos grandes destaques neste segmento foi Jane Ashihara, irmã de Joe Hirata, que se apresentou no domingo juntamente com a filha Pâmela.

Da esq. p/a dir: as cantoras Kamilla Tamura, Jane Ashihara e
Pâmela Ashihara

Jane e Pâmela Ashihara: mãe e filha dividiram o palco

Kamilla Tamura encantou com sua bela voz

Edson Saito também marcou presença no festival

Mariko Nakahira foi a atração internacional do evento

E os destaques no karaokê não param por aí. No sábado, o festival contou com a presença de um convidado muito especial: Roberto Casanova, o grande vencedor do NHK Nodojiman, o mais concorrido concurso do gênero no Japão. Acompanhado de sua esposa, Mika da Silva, ele fez uma performance que emocionou o público presente no dia.

Mika da Silva e Roberto Casanova encantaram
o público presente no sábado

Nosso colunista Daniel “Sheider” ao lado de Roberto,
Mika e a pequena Rina, filha do casal

No domingo, um dos pontos altos do evento foi a apresentação de kagura, um estilo que se originou no xintoísmo e mistura teatro, música e dança para contar lendas do folclore japonês. Contando a história do monstro Yamatano Orochi, o Grupo Kagura do Brasil simplesmente encantou o público.













Os músicos também deixaram sua marca no Gueinosai. Destaque para os shamisens do Nihon Minyo Kyokai, que esteve presente nos dois dias, e o Nihon Ongaku Kyokai, que mostrou ao público o belíssimo som do koto.


Dois momentos do Nihon Minyo Kyokai

Nihon Ongaku Kyokai e sua apresentação de koto

O grupo Hanayagui-ryu Kinryukai tratou de fechar o evento com chave de ouro, fazendo, além de belas e engraçadas performances, uma homenagem especial a seus mestres.


O gran finale do Hanayagui-ryu Kinryukai

Seja na batida forte do taiko, nos passos marcados da dança, na música do shamisen e do koto… o que se viu neste final de semana foi um espetáculo sem igual, e que, através das diversas formas de manifestação cultural trazidas do Japão pelos imigrantes e cultivadas por seus descendentes, mexeu com os olhos e o coração do público que compareceu nos dois dias do festival. Para o presidente da comissão organizadora do evento, o sr. André Korosue, o saldo dos dois dias do Gueinosai foi bastante positivo: “Não apenas aqueles que se apresentaram no palco saíram satisfeitos… o público também saiu, por presenciar um grande espetáculo.”

Korosue ainda destaca a importância do festival: “É a divulgação da nossa cultura, em especial da arte de palco japonesa. ‘Gueino’ significa ‘arte de palco’, e aqui apresentamos as mais diversas modalidades desta arte, ajudando a divulgar a cultura japonesa para todos, descendentes ou não. Vivemos em um país multicultural, e é importante que todos aprendam um pouco sobre cada cultura. Nosso papel aqui, com este evento, é divulgar a cultura japonesa para os brasileiros.”

Missão muito bem cumprida, por sinal. Foram dois dias inesquecíveis, com belíssimas apresentações e performances de encher os olhos.

Crítica | Sunao ni Narenakute

Essa foi uma série que acompanhei cada anúncio da televisão japonesa, seja do elenco, da roteirista, e talvez o motivo que tenha tornado ela mais conhecido foi ela abordar o Twitter.

Particularmente como fã de doramas, Sunao ni Narenakute tinha algumas coisas que se destacava de outras séries da mesma temporada, que foi ter os mesmos produtores de Last Friends, uma série que marcou muito, e outra coisa ter os mesmos atores de Last Friends, que foi o Eita e a Juri Ueno. Porém, outro detalhe pouco divulgado, e fundamental pra mim foi o retorno da Kitagawa Eriko aos doramas, sua última série tinha sido Tatta Hitotsu no Koi em 2006. E o que tem de especial da Kitagawa Eriko? Bom, ela assinou a maioria dos doramas que estão na minha Top List de favoritos como: Asunaro Hakusho, Long Vacation, Beautiful Life, Sora Kara Furu Ichioku no Hoshi, Orange Days e o próprio Tatta Hitotsu no Koi, portanto quem é fã dela, esperava esse retorno há muito tempo.

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Nas semanas perto da estréia, veio as notícias como a participação do membro do Tohoshinki, Hero JaeJoong, como também que a banda WEAVER cantaria a música tema da série. Será que a série seria boa mesmo?

A história

Sunao ni Narenakute começa já numa correria, aonde conhecemos Nakajima Keisuke correndo desesperado atrás de alguém e depara com uma porta trancada e ensangüentada. Logo somos informados que essa é uma cena no futuro e que estamos voltando para o começo da história.

Recebemos um breve resumo sobre o que é Twitter, uma mídia social que virou a moda do mundo inteiro, inclusive no Japão.

Assim começa o dorama que apresenta quatro amigos que se conheceram via Twitter e que marcaram de se conhecer em um pequeno bar em Tóquio.

No caminho do encontro no bar, Nakaji acaba se esbarrando com a Haru, uma professora substituta e insegura, que ao se esbarrar com ele, acaba gerando uma cena engraçada, sendo chamada de tarada por ele.

Chega à hora de se conhecerem, Haru insegura acaba levando a amiga Hikari por insegurança. Assim, Haru e Hikari conhecem o jornalista Linda e o coreano DOCTOR. Lembrando que todos estão usando seus Nicks de twitter, com a exceção da Hikari que não usava Twitter, mas decide começar a usar a partir desse encontro.

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Haru e Nakaji acabam indo embora juntos por morarem perto, enquanto DOCTOR, Hikari e o Linda acabam saindo para beber em outro local. DOCTOR vai embora esperando que Nakaji e Haru sejam só amigos, enquanto Hikari seduz Linda para dormirem juntos.

Conhecemos a mãe de Haru, a Sachiko e o pai de Nakaji, Takashi que tem uma estranha amizade e também conhecemos o irmão da Haru, o Shu que é um jovem não consegue achar emprego e acaba virando drogado dentro de casa, escondendo isso da irmã e da mãe.

E assim também somos apresentados a estranha relação de Nakaji com uma mulher casada, a Kiriko, um amor do passado que se casou para ajudar a família, porém ama Nakaji, mesmo ele sendo um fotografo não bem sucedido.

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Enquanto isso, Hikari descobre que está grávida e o suposto pai rejeita a criança, achando que ela é uma garota fácil e poderia não ser dele o filho. Ela decide na dor renascer como uma pessoa melhor, pedindo que todos a chamem de Peach, mesmo apelido que ela usa no Twitter.

Haru e Nakaji por morarem próximos sempre se encontram numa loja de conveniência e tem uma amizade que gera ciúmes da Kiriko que não aceita que Nakaji namore outra pessoa. O que faz Nakaji acreditar numa chantagem da Kiriko que corta seu braço com um pedaço de vidro, acusando a Haru.

DOCTOR acredita que fez seus primeiros amigos no Japão, trabalhando numa empresa que produz aparelhos para hospitais, vive o preconceito e o não reconhecimento na empresa que trabalha. Ele também tem uma irmã mais nova, a Minha que estuda na mesma escola que a Haru da aula.

Assim Linda decide ajudar DOCTOR a fazer um folder para a empresa em que trabalha, como também decide falar com seu pai que é dono de um hospital para ajudar seu amigo. O folder que tem a ajuda do Nakaji nas fotos, redação da Haru, acaba sendo roubado por outro funcionário da empresa, porém Linda consegue fazer seu pai fechar negócio com a empresa que o DOCTOR trabalha.

Enquanto isso, conhecemos o aluno Kenta que é um dos mais espertos da sala que a Haru da aula, sempre corrigindo ela. Isso acaba gerando um mal-estar entre ela e o diretor da escola. Kenta também descobre o twitter da Haru e quer se vingar dela, além de vender drogas pro irmão dela, o Shu.

Haru não desconfia de nada, porém decidi vigiar Kenta e acabando descobrindo no topo de um prédio, aonde ele reúne seu bando e vende drogas. Os amigos de Kenta tentam molestar a Haru que usa o celular para twittar um pedido de socorro.

Nakaji e o DOCTOR tentam rastrear onde a Haru está, indo atrás dela, porém a Peach também pede socorro, o que faz DOCTOR ir sozinho para encontrar a Haru.

Batendo e apanhando também, DOCTOR acaba salvando Haru, que ao segurar ele, recebe um pedido de namoro dele.

Enquanto isso, Peach está tendo um aborto natural e Nakaji a leva para o hospital, porém é tarde demais. Os sonhos da Peach em se tornar uma mãe solteira se desmancham, numa mistura de dor e decepção, porém ela tira a conclusão que talvez seja melhor assim.

O namoro com DOCTOR

DOCTOR acaba quebrando a cara, ao pedir Haru em namoro num dos encontros do grupo. Assim, discretamente, ele acaba pedindo numa outra situação e Haru aceita meio tímida e relutante.

Nakaji decide comprar um anel para Kiriko, porém ela não aceita, como também revela que seu marido contratou um detetive que tirou fotos dela com ele. Não querendo perder o casamento, Kiriko não só não aceita o anel, mas pede para nunca mais se verem, contando que era mentira o lance da Haru ter a machucado.

DOCTOR decide levar Haru para a casa dele, o que faz Minha reconhecer a Haru, além da Haru descobrir um pouco da cultura coreana ao lado do DOCTOR e da Minha.

Haru e Nakaji mesmo sendo só amigos acabam gerando ciúmes do DOCTOR que não entende como ela não se abre com ele, porém com Nakaji, ela está sempre sorrindo.

Linda consegue fazer Nakaji virar fotógrafo da revista em que trabalha, fazendo Nakaji largar ensaios pornográficos e sensuais que tirava foto antes, agora sendo reconhecido como fotógrafo de verdade.

A última viagem de nossas vidas

Para comemorar, Linda sugere uma viagem à praia com direito a churrasco e muitos fogos de artifício. É uma festa que o telespectador sabe que são as últimas deles todos juntos, porém não sabemos o motivo que vai gerar essa separação.

Spoiler

Obs: Se você não deseja saber a reta final da série pule até o final da parte Spoiler

Minha pede para o DOCTOR ler a carta da mãe deles, mesmo mandando várias, DOCTOR nunca quis ler, porém dessa vez, a mãe deles diz que o pai deles está doente e que eles precisão voltar, para ele assumir a empresa do pai.

Assim, DOCTOR pede para Haru largar tudo e ir com ele para a Coréia conhecer seus pais. Porém a Haru não está tão convicta, recebendo a recomendação do diretor em tentar um emprego em outra escola, ela está estudando para passar no exame da outra escola.

Enquanto isso, Takashi vai para o hospital com a ajuda da Sachiko e Nakaji acaba descobrindo que seu pai está com câncer. Sachiko revela que Takashi foi um amor da vida dela quando era solteira e um dia eles se encontraram na rua, desde então viraram amigos e conversam sobre suas vidas.

Um dos encontros no bar, Haru vai embora mais cedo, DOCTOR decide fazer Nakaji ficar longe dos dois, contando a mentira que o relacionamento dele com Haru esta bem séria, dando a entender que os dois já tinham ido para a cama. Nakaji não só acredita como bebe acima da conta.

Peach leva Nakaji para casa, porém Peach carente pede que o Nakaji fique com ela, dando entender que os dois dormiram juntos. No dia seguinte, Haru vai à casa de Nakaji e encontra o brinco da Peach, que logo encontra os dois, e pede desculpas pra Haru, dizendo que não aconteceu nada.

Haru acaba não passando no exame e decide ir pra Coréia conhecendo os pais do DOCTOR, enquanto isso Nakaji dorme de cansaço no apartamento do Linda, que beija o pescoço do Nakaji, revelando pro público que é gay e que é apaixonado pelo Nakaji.

Nakaji acorda assustado e Linda foge de tentar contar a verdade pra ele, como também não vai trabalhar, preocupando a todos.

Um dia fotografando, Nakaji recebe uma ligação estranha do Linda que pede desculpas e fala a verdade sobre a atração dele. Nakaji que ao desligar fica desconfiado que tem algo errado e corre desesperado até o apartamento de Linda.

Somos apresentados a mesma cena que abriu a série, uma porta cheia de sangue, porém dessa vez, sabemos que Linda tentou se suicidar cortando seu pescoço.

No hospital, todos vão para apoiar o Linda e a mãe dele revela que ele sempre guardou seus problemas pra ele. Percebemos que enquanto Linda tentou ajudar todos, a verdade é que ele nunca revelou seus problemas, para que seus amigos o ajudassem.

Nakaji revela as fotos da festa na praia e tenta animar o Linda, porém ao chegar no hospital, ele está passando mal e é levado para a mesa de cirurgia. Ele não resiste e morre, porém a mãe dele entrega seu celular para Nakaji, dizendo que Linda havia deixado recado para todos os seus amigos, ali.

Linda mesmo amando Nakaji sabia que ele tinha que ser feliz com a pessoa que ele achasse certo, assim Nakaji corre para o aeroporto para tentar impedir o embarque da Haru com DOCTOR para Coréia.

Haru diz que sente muito e entra no corredor para embarcar para a Coréia, porém na sala de embarque, DOCTOR e Haru conversam, e ele a libera de viajar com ele.

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Em casa, Naru conta para a mãe dela o que anda acontecendo, sendo que amar não é algo fácil de escolher e de saber.

Nakaji ao encontrar seu pai, recebe uma passagem para o Iraque, para ele tirar fotos que pudesse se orgulhar para o resto de sua vida. Ele sempre teve orgulho de seu pai por fotos tiradas em guerra, era hora de ele tirar suas próprias fotos.

Arrumando as coisas, Nakaji embarca para o Iraque, enquanto Haru corre atrás dele, mas agora é tarde demais, ela não consegue impedir o embarque dele.

A vida continua, DOCTOR volta para o Japão, comentando sobre a viagem e que vai ficar por lá na Coréia, para cuidar da empresa do seu pai.

Haru se esforça e estuda para passar de um novo exame em outra escola, sendo que dessa vez passa. Ela também descobre que seu irmão é drogado e leva para uma clínica antidrogas, depois de uma discussão da mãe dela com ele.

O tempo passa e um dia Haru encontra Nakaji na mesma ponte onde eles passaram alguns momentos juntos no passado. Será que agora Haru será feliz? Isso só telespectador vai saber.

Fim do SPOILER

Algumas considerações sobre a série (tem spoilers)

Mesmo trazendo todo enfoque que a série seria sobre Twitter, Sunao ni Narenakute trouxe uma história original de cinco amigos que são diferentes e aprenderam a se tornar um grupo pra toda vida.

Para quem esperava um foco maior no twitter, aqui trouxe o uso do cotidiano. Foi bem sacado, e como podíamos imaginar, Twitter acabou se tornando coadjuvante de uma série que ganhou alarde em torno disso.

Eu não vou negar que em Sunao ni Narenakute, eu torci para Haru ficar com DOCTOR, porém quando os dois começaram a namorar eu entendi que algo estava errado. Talvez esse seja o mesmo problema da série Hotaru no Hikari, você imagina que será feliz com uma pessoa o resto da sua vida sendo que quando a consegue, descobre que não é bem assim e que existe história depois do “felizes para sempre”.

Sobre a viagem do Nakaji, para mim foi a solução da autora dele ter sua redenção, como se “purificar” por todo mal que ele fez a Haru. Não queria que ele ficasse com ela, porém essa redenção me fez reavaliar o personagem, acreditando que a Haru sempre o amou e que agora ele está pronto para namorar com ela.

Uma das grandes surpresas foi o Linda ser gay, um amigo já tinha me avisado isso logo no terceiro episódio, porém eu não peguei, já que ele havia ficado com a Peach, depois havia ficado com a sua chefa. Também não esperava que ele fosse o personagem que iria morrer dos cinco amigos, o que acabou tornando trágica a história de amor dele por Nakaji.

A série Sunao ni Narenakute pode não ter sido excelente, e em muitas partes parece que teve seu roteiro alterado, deixando coisas pendentes para trás. O personagem Shu, irmão da Haru foi muito mal explorado na série, como também o arco que o amigo dele, que é aluno da Haru, acabou de forma brusca e não se citou mais o assunto, apenas uma ligação do personagem para ela num episódio mais a frente.

Outra mudança talvez no ponto de vista moral foi o lance da mãe de Haru e o pai de Nakaji se conhecerem e dar entender que eles tinham um caso. O pai de Haru nunca foi mostrado, se sabe apenas que ele trabalha em outra cidade, porém se a autora desejava que Haru e Nakaji ficassem juntos, não daria pra colocar a mãe dela tendo um caso com o pai dele. Pra mim não rolou no final, falar que ambos são só amigos, não depois de tantos momentos que eles tiveram durante a série.

Uma personagem incompreendida foi a Peach, explorando uma personagem que não teve um grande amor da sua vida. Ela acaba agindo de uma forma que soa promiscua, foi uma grande ousadia dessa série e mesmo com tudo isso, Peach ganhou uma legião de fãs. Peach mesmo traindo Haru e ficando com Nakaji nos episódios finais, ela continua sendo uma das personagens favoritas dessa série.

Essa foi mais uma série que fez sucesso no twitter, sendo muitas vezes virando Trending Topics, enquanto era exibida no Japão. Muitas vezes, usamos a hashtag #sunanare para comentar do dorama entre amigos no twitter, sendo uma experiência maravilhosa, de se assistir com amigos e comentar sobre ela por lá. Talvez essa seja uma das experiências que infelizmente quem vai assistir agora, nunca poderá vivenciar, que é debater sobre qual caminho essa série vai acabar.

Trilha sonora

Para a trilha sonora, a Fuji TV arrasou, trazendo uma trilha ocidental atual e que se encaixou perfeitamente a atmosfera criada na série. Começando por uma trilha instrumental de Hans Zimmer, que foi criada para o filme “O amor não tira férias” (The Holiday) que foi usada na série em momentos chaves.

Todo começo de episódio, também tínhamos a dupla inglesa The Ting Tings, seja tocando Great DJ, ou That´s Not My Name, a dupla se tornou a trilha oficial da série. Para complementar, ainda teve episódios que tocaram outros sucessos da dupla, como Keep Your Head e Be the one.

Muitos episódios tocaram a versão acústica de Great DJ, sendo linda essa versão da dupla, que também empresta a mesma música para o filme Scott Pilgrim Contra o mundo.

Como tema da série, o grupo WEAVER lançou o single Hard to say I Love you, o subtítulo do dorama. A música é linda e tocava sempre na prévia do próximo episódio, deixando um suspense pra próxima semana.

Como trilha de inserção, a cantora Sugawara Sayuri fez a música com mesmo nome da série, Sunao ni Narenakute, sempre usada em momentos românticos. Linda canção e balada romântica, também se tornou a marca registrada da série.

A trilha de Sunao ni Narenakute dá pra se falar muito, já que é maravilhosa como um todo. Quer trilha mais emblemática que o tema do Linda, Maybe Tomorrow? Cantada pelo Stereophonics, a música já havia tocado em séries como Smallville, porém pra quem sentiu a dor de Linda, não tem como não associar essa canção com ele.

Elenco

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Temos atuações brilhantes, num elenco muito bem escolhido, que faz nos sentir raiva e alegria ao mesmo.

Eita como Nakaji me fez sentir muita raiva como tratava a Haru, sendo um personagem difícil de lidar e de gostar.

Juri Ueno é um assombro em cada dorama que atua, sendo Last Friends, ou Nodame Cantabile, aqui Haru é doce, meio inocente, numa realidade dura e fria. Atuação belíssima e de longe uma das personagens mais carismáticas da série.

Para a Peach, tivemos um personagem difícil que ficou nas mãos da Seki Megumi. É uma personagem que poderíamos odiar e olha que ela se saiu muito bem. A atriz fez Dragon Ball Evolution, Liar Game: The Final Stage entre tantas outras produções, como doramas polêmicos como LIFE e aqui, trouxe uma mistura de amor e ódio, com a Peach.

Para o Linda, tivemos o Tamayama Tetsuji que é um grande ator, participando de doramas como BOSS. Ele fez o Gao Silver, no tokusatsu Hyakujuu Sentai Gaoranger lá em 2001 pra 2002. Um grande ator e talvez deveríamos prestar mais atenção nele, e nas outras séries que fez.

Para o DOCTOR, uma grande surpresa, foi a estréia em doramas japoneses, do ator e cantor coreano Hero JaeJoong. Sabíamos que ele pertence a boy band coreana Tohoshinki, sabíamos que ele já havia feito doramas coreanos, porém ainda era uma incerteza sobre ele num dorama japonês. Ele se saiu muito bem, fazendo o inseguro DOCTOR merecendo toda atenção que ganhou da mídia japonesa.

No elenco secundário, mesmo com participação bem reduzida, o ator Nakamura Yuichi foi uma aparição bem vinda. Direto de Kamen Rider Den-O, ele fez o Kamen Rider Zeronos e é bom ver que ele está fazendo outras séries de sucesso.

Gostou? Não gostou? Comentem o que achou de Sunao ni Narenakute.

Conheça a banda de j-rock FANTA

Uma das estratégias de marketing mais bacanas que existe é criar uma banda falsa pra divulgar seu produto. Já vimos isso, com celular da Samsung há alguns anos atrás, quando BoA veio filmar no Brasil, comerciais desse celular, aonde o destaque era a música libertar as pessoas.

Agora, a Coca Cola japonesa, desenvolveu a banda “FANTA” que é uma banda de jrock que faz os comerciais das bebidas da marca Fanta no Japão. Os membros da banda representam cada letra do nome da banda, então fica: F de Friedman Martin, A de Ayanokoji Sho (Kishidan), N de Nana Tanimura, T de Takamizawa Toshihiko (The alfee), e A de Akebono Taro.

No quinto comercial da campanha, eles farão um show de improviso para um fã num trem.

Os comerciais são engraçadíssimos, e vale a pena ver até alguns sabores estranhos de Fanta que existem no Japão, como leite.

Se quiser ver os videos no canal deles é só clicar no http://www.youtube.com/user/fantajp

Fonte: tokyohive

Japão anuncia nova linha de Shinkansen, a série Hayabusa


Enquanto no Brasil, nosso projeto de trens de alta velocidade ainda está em licitação, no Japão hoje tivemos o anúncio de um novo modelo por lá, o Hayabusa.

No Japão, os trens bala são chamados de Shinkansen (alias, eles preferem que chamem assim) e de tempos em tempos são anunciados novas séries mais velozes por lá. A linha JR East Tohoku entre as estações Tokyo e Hachinohe poderá ir até a estação Shin-Aomori no tempo de 3 horas e 20 minutos, na velocidade máxima de 320Km/h.

Os novos modelos trazem uma velocidade de 20Km/h maiores que as linhas mais rápidas do Japão, sendo que sua primeira viagem aberta ao público será realizada no dia 4 de dezembro.

Fonte: Otaku PT

Assista agora Programa Login que o J-Wave participou aqui no Blog

A TV Cultura já disponibilizou, então quem não viu veja e desde já, mal por não ter falado muito no programa, realmente devia ter falado mais.

Bloco 1
http://www.tvcultura.com.br/login/videos/naintegra/2010-06-18/27594
Bloco 2
http://www.tvcultura.com.br/login/videos/naintegra/2010-06-18/27596
You log
http://www.tvcultura.com.br/login/videos/youlog/2010-06-18/27578

De qualquer maneira, está ai, e bom, comentem o que acharam do programa.

JCast Mark I #21

Como experts autoproclamados da cultura pop japonesa, é óbvio que já visitamos a terra do sol nascente e vimos em primeira mão toda aquela energia tradicional, tímida e sexualmente pervertida. Certo? Errado. A gente tem essa fama de ser bem informado mas na real chutamos e acertamos com frequência. É por isso que resolvemos trazer pessoas convidadas especialmente para falar de suas viagens reais à terrinha e compartilhar conosco suas reminiscências. Se ao final descobríssemos que o Japão de verdade é um saco, talvez até pararíamos com o podcast. Mas acalmem-se. É ainda mais divertido.

(00:00:23-00:08:39) Dificuldade de idioma, celulares e Osaka

Juba-Kun do Jwave e nosso já conhecido Yohan dão a largada no papo.

(00:08:48-00:17:09) Akihabara, animes e hypes

Você chega em Tóquio achando que está no paraíso. Mas espera. Tem prédios e pessoas. Pessoas apressadas. E prédios. Ah, tem pessoas né. E pombos. Isso aí, não é por estar lá que você chegou em Meca meu caro Otaku. Tóquio é só uma metrópole chata como qualquer outra. Você tem que fuçar os tesouros escondidos de Akihabara para realmente chegar nas pérolas de figures caríssimas e olhares desconfiados de homens trintões escondendo suas edições de Lolicon. Saiba aonde se esconde a verdadeira diversão daquela cidade.

(00:17:17-00:35:02) Pornografia e prostituição

Nenhum deles admitiu ter necessidades sexuais bizarras inclusas no pacote de viagem, mas ainda assim testamos seus limites. Não temos medo de perguntas desafiadoras. Mesmo porque se alguém tiver que ser preso, não seremos nós.

(00:35:15-00:50:33) Onsen, trem-bala e comidas

Quem vai ao Japão precisa fazer coisas que só se vê em anime. E não estou falando de expiar mulheres tomando banho, levar uma porrada e sair rodopiando até a lua.

(00:50:39-01:03:27) Compras, pontos turísticos e dicas de viagem

Eles trouxeram tranqueiras mas não muitas. Na verdade devem ter voltado com um carregamento de Tengas mas não podem admitir e são péssimos no improviso.

(01:03:35-01:13:38) Gente estranha, bêbados e tecnologia

Ou seja, Japão.

(01:13:46-01:20:30) Viagem, motivações e a organização japonesa

Depois do papo, fica a pergunta maior: porque diabos alguém iria querer ir para o Japão? O que tem de errado com Machu Pichu por exemplo? Não se meta em jornadas luxuriosas por paraísos do consumo moderno. Se volte para seu interior.
Obs: Isso é um raciocínio que você só consegue ter após ouvir nossos convidados contarem o valor de suas respectivas viagens.

(01:20:39-01:25:52) Término

E aqui ficamos nós. Se você quer se programar para uma ida básica ao outro lado do mundo, contacte o Yohan. Ele tá doido pra voltar e tem nos molestado para ir com ele. Ele pediu pra recomendar sua agência de viagens favorita: www.investur.com.br. Não é propaganda, fiquem calmos. Leitores de blogs costumam ficar meio revoltados quando descobrem que estamos ganhando dinheiro às suas custas.

Até semana que vem e bom vôo. São vinte minutos para meia noite, eu não consegui bolar uma frase de efeito melhor. Mandem emails para alojcast@gmail.com e boa noite.

O JCast Mark I #21 foi embalado ao som de:

Crazy Ken Band – middle and mellow

Segundo o Yohan, Crazy Ken Band é a “versão masculina da Shiina Ringo”. Eu discordo, porque discordar dele é meu passatempo favorito, mas concordo que os caras são bons. E por causa disso e pra cumprir a promessa que fiz a ele um tempo atrás, Crazy Ken Band embala essa edição com todo o seu ritmo e groove, um termo musical que não faço idéia do que significa, mas que é muito legal. E eu prometo Yohan, até o fim do ano eu assisto o show que você me mandou.

Post original no Jcast

Primeiro Teaser do Filme dos Smurfs


Ontem o Juba postou a primeira imagem do filme dos Smurfs. Agora foi divulgado o primeiro Teaser.Não mostra muito mas dá pra ter uma idéia do que esperar.

Eu assistia ao desenho todas as manhãs nos longínquos anos 80 e Devo admitir que estou achando estranho a decisão de levar os Smurfs para a Cidade Grande..mas acho que vou esperar mais um pouco para formar uma opinião mais concreta.

Vejam o teaser e tirem suas próprias conclusões.

O filme estréia em Agosto do ano que vem

JWave #6 | Power Rangers – Parte 2

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[powerpress]

GO GO POWER RANGERS!

Depois de longas férias, nosso podcast volta com uma continuação bem esperada pelos ouvintes do J-Wave.

Eu (@juba_kun), Calliban (@calliban), Marvin (@depoisdocomeco), Thiago Siqueira (@thiagosiqueiraf) do Cinema com Rapadura, vamos falar de Power Rangers na fase Disney.

Preparados para passar por Animais, ninjas, policiais do futuro, feiticeiros, artes marciais e um futuro apocalipse? Num especial de quase 2 horas, vamos viajar por mais de 300 episódios produzidos pela casa do Mickey Mouse.

Essa é a postagem 1000 e tinha que ser comemorado com algo importante e não tem nada mais bacana do que comemorar com o retorno do nosso podcast.

O formato do podcast é quinzenal.

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Só no próximo podcast!

TEMAS ABORDADOS
Power Rangers Força Animal
Power Rangers Tempestade Ninja
Power Rangers Dino Thunder
Power Rangers SPD
Power Rangers Força Mística
Power Rangers Fúria Selvagem
Power Rangers RPM

VÍDEOS SOBRE O PODCAST

ABERTURAS
Power Rangers Força Animal
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Tempo de duração: 108 min

Mortal Kombat de volta às origens e..um novo filme?

A Warner Bros. principal acionista da Midway revelou detalhes do novo jogo da franquia Mortal Kombat que por enquanto está sendo chamado apenas de Mortal Kombat 9. A melhor notícia é que ,esqueçam os jogos em 3D, Esqueçam micos pagos com personagens da DC. o Jogo voltará às origens e será basicamente em 2D. Segundo Ed Boon, um dos co-criadores do Game original, será uma versão mais “madura” de 2D e trazendo personagens com seus visuais clássicos e,claro, os bons e velhos Fatalities. O jogo está previsto para ser lançado em 2011 para X-Box 360 e Ps3.

Eu gostei, já que para mim que jogo MK desde o primeiro Jogo, a série acabou no Mortal Kombat Trilogy. depois que passaram a inventar e jogos 3D sem graça, a série perdeu toda a graça.(Na minha opinião obviamente)

Já no início da semana, outro vídeo envolvendo Mortal Kombat foi divulgado. ainda sem muitas informações sobre o que se trata, boatos dão conta de que é o Trailer do anunciado reinício da franquia no Cinema. Ainda não sei muito o que pensar sobre isso . Apesar de nitidamente muitas alterações (Baraka humano?) vou esperar mais informações para formar uma opinião..mas podem ver o vídeo abaixo.
FATALITY!

O Japão é um país estranho?


Um vídeo que tem circulado pela internet, tem mostrado algumas excentricidades da população japonesa, produzido pelo Kenichi Tanaka (http://kenichi-design.com), foca em algumas peculiaridades do país.

Assista, porque tem muitas curiosidades bacanas, porém não se deixe levar que o Japão é um país estranho, justamente porque cada país pode ser estranho ao outro. Muitas culturas, podem ser interpretadas de forma errada, por outros povos, assim, o Brasil pode ser visto como um país estranho para o Japão.

Vale aqui citar que o Kenichi Tanaka já foi acusado de racista e é também bastante criticado, porém analisando o vídeo, achei bastante plausível, tudo ali que é mostrado.

Tirem suas conclusões.

Fonte: Otaku PT