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Rafael V. Martins, do JWave, apresenta Estudo de Light Novel no Japão!

O nosso colaborador, Rafael V. Martins, que escreve sobre sua vida lá no Japão, acabou dando uma passada no Brasil para falar como estava seus estudos por lá.

A convite do próprio Rafael, estive na USP para assistir a palestra realizada na Faculdade de Letras. A palestra foi realizada pelo Rafael a convite do Departamento de Letras Orientais, do Programa de Pós-Graduação em Língua, Literatura e Cultura Japonesa e do Curso de Graduação em Letras Japonês.

Rafael está atualmente mestrando em Literatura Japonesa Moderna e Contemporânea e Literatura Comparada pela Graduate School of Integrated Sciences for Global Society da Universidade de Kyushu.

Ele é um exemplo a ser seguido e uma inspiração para diversas pessoas aqui no JWave e conhecidos em geral.

Fiquem com a palestra e vídeo.

Agradecemos também a USP e ao Rafael por ter nos cedido o vídeo de sua palestra para uso aqui no JWave.

Juba e Rafael na palestra na USP

Vídeo da palestra – Parte 1

Vídeo da palestra – Parte 2

Vídeo da palestra – Parte 3

JWave participa do 88Bits de Redeemed, Splatoon 2 e Rise of the Tomb Raider


Participamos do novo 88 Bits para falar de games atuais e antigos. Os destaques dessa edição são Redeemed, Splatoon 2 e Rise of the Tomb Raider.

Prestigie o podcast do 88 Milhas e escute nossa participação.

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Olá Viajantes do Tempo! O segundo 88bits está no ar! Bora ouvir?

Dessa vez comentamos os lançamentos Redeemed, da Gambitious Entertainment, Splatoon 2; os betas aberto e fechado de Destiny 2; Rise of the Tomb Raider de PS4, jogos trocados na PS Plus, Waku Waku 7, Sonic Mania e muito mais!

O 88bits é composto de 3 blocos: o que estamos jogando, novidades (e bizarrices) no mundo dos games e indicações de jogos para os ouvintes.

Participantes

Mais uma vez participaram o Lucas Almeida, nosso redator, youtuber do canal Dublado Coisas e dublador profissional!

E Juba-kun, podcaster do site JWave – Cultura Pop, Nerd e Japonesa

JWave participa do primeiro 88Bits de Crash, Uncharted e Horizon Zero Dawn!

O JWave foi convidado pra inaugurar o novo projeto do 88 milhas, o podcast 88 Bits, assim nos reunimos com Sérgio e participamos de um podcast sobre Crash, Uncharted e Horizon Zero Dawn.

Passe no 88 milhas e escute o 88 Bits.
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Olá Viajantes do Tempo! Estamos voltando com nossos podcasts e hoje estreamos o 88bits, nosso podcast voltado para games!

Ele será composto de 3 blocos: O que estamos jogando, novidades no mundo dos games e indicações de jogos para os ouvintes.

Participantes

Para voltar com os podcasts, nessa edição participaram o Lucas Almeida, nosso redator e também YouTuber e dublador!

E Juba-kun, podcaster do site JWave – Cultura Pop, Nerd e Japonesa

Escute no http://www.88milhas.com.br/88bits-01-crash-uncharted-e-horizon-zero-dawn

JWave participa do 88 milhas de Space Squad – Gyaban vs. Dekaranger!

Ainda não foi a vez do JWave gravar um podcast de Gyaban VS Dekaranger, mas estivemos lá no 88 milhas para falar tudo do novo filme de Tokusatsu que reunificou todos gêneros e trouxe um estilo “Vingadores” da Marvel de contar história.

Visite o 88 milhas e escute o podcast.

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Diretamente do Planeta de Edin, resolvemos falar sobre a nova série de filmes Space Squad que a Toei está criando com seus heróis de Tokusatsu.

Baseando-se no sucesso Universo Compartilhado dos filmes da Marvel no cinema, a Toei resolveu reunir seus personagens dentro de histórias coesas, diferente dos péssimos filmes Super Hero Taisen (que eram apenas desculpas para juntar 200 heróis na pedreira).

Quantidade não é qualidade!

Começando com poucos heróis, os episódios 1 e 2 de Space Squad, Girls in Trouble e Gyaban vs. Dekaranger, são ótimos filmes que dão início a uma grande saga que continuará em filmes futuros.

No podcast comentamos sobre esses dois episódios que foram lançados em meados deste ano, 2017. Escute agora mesmo!

No link: http://www.88milhas.com.br/podcast-042-space-squad-gyaban-vs-dekaranger

Review | Rock Lee e a Primavera da Juventude #1

Mais um lançamento da Panini, dessa vez para os fãs de Naruto. O primeiro volume do divertido Rock Lee – A Primavera da Juventude chegou às bancas e é uma boa opção para quem é fã de histórias divertidas e descompromissadas. Confira um pouco da obra neste JMangá.

A história

O mangá consiste em historinhas cuja trama é resolvida no mesmo capítulo, tendo o ninja Rock Lee e sua equipe como protagonistas.

Praticamente em todos os capítulos, o personagem reforça sua incapacidade de utilizar ninjutsu (técnicas ninja que envolvem heranças sanguíneas ou algum tipo de poder), mas que irá tornar-se um ninja tão poderoso quanto seu mestre, Might Guy, usando somente o taijutsu (técnicas que envolvem apenas habilidades com o corpo, como as artes marciais).

Para compensar a falta de ninjutsu, Lee cria as técnicas mais idiotas possíveis ligeiramente inspiradas nas técnicas dos inimigos ou dos aliados e, na maioria das vezes, consegue convencer e resolver os problemas.

O mangá tem uma pegada um pouco mais infantil; os personagens estão retratados quase em forma SD (super deformed – quando os personagens são retratados como crianças, mas com uma proporção bem achatada) e os capítulos trazem histórias que, em sua maioria, descambam para piadas no estilo Yo-Kai Watch.

Adoraria desver os quadrinhos onde o Lee aparece com esse… saiote…

Mesmo assim, é possível matar as saudades dos personagens da fase Shippuden e ver facetas desconhecidas de personagens como Neji Hyuga, por exemplo.

Byakugan by Rock Lee

A edição brasileira

Assim como praticamente todos os shonen da editora, Rock Lee foi publicado em papel pisa brite.

A tradução ficou a cargo de Felipe Monte e a edicão sob a batuta de Diógenes “Dih” Diogo, que também fez um trabalho bem bacana com a adaptação do mangá.

Opinião

Se você está esperando algo igual à Naruto, pode esquecer. Rock Lee traz muitos personagens da obra principal, mas a semelhança acaba aí.

Você não vai se emocionar com a busca de Lee pela superação nem nada do tipo. O mangá foi feito para ser engraçado e é isso que você vai ver: histórias construídas para fazer rir sem ter muita coerência com a personalidade de alguns personagens (Neji e Kakashi são os maiores exemplos).

Lee usando Kakashi sensei como inspiração

No mais, é um título bem divertido e que cumpre a função de entretenimento. Vale a pena dar uma olhada, especialmente se você é bem fã da história principal e não imagina alguns personagens em certas situações.

Agradecemos ao pessoal da Panini por ter encaminhado o exemplar para análise.

Review | Opus #1

Se você gosta de histórias cheias de metalinguagem, este lançamento da Panini vai te deixar feliz: Opus, de Satoshi Kon, tema deste JMangá.

A história

Chikara Nagai é o autor de Resonance, uma obra cheia de gente paranormal que luta para derrotar o vilão que controla a mente das pessoas e é chamado apenas de Máscara.

Em vias de terminar o mangá, decide pela morte de Lin, parceiro da protagonista Satoko, em uma cena épica: ao morrer, Lin leva Máscara consigo e a trama se encaminha para o final perfeito.

Ao terminar de desenhar a cena, Nagai está exausto e começa a se lamentar por ter saído para beber, achando que só ele estava passando por uma situação difícil, quando ouve uma voz estranha. Quando olha novamente para o desenho, vê que no lugar da cena está um buraco por onde ninguém menos do que Lin fugiu, levando a folha onde está desenhada sua morte.

Sem parar para entender o que está acontecendo, Nagai entra no buraco atrás de Lin e cai em cima do Máscara, salvando Satoko por acaso e ajudando-a a fugir.

Nagai tenta explicar à Satoko que estão dentro da história que ele criou, mas a garota reage bem mal, afinal, complicado descobrir que sua vida toda foi do jeito que foi porque alguém quis assim (Fushigi Yuugi feelings). Quanto mais Satoko se aprofunda no assunto, mais percebe que é verdade e fica cheia de dúvidas.

Lin, por outro lado, está revoltado por “ter que morrer” e tenta proteger o desenho a todo custo, se afastando até de Satoko. Ele chega até a provocar Máscara com essa revelação, que se mostra apenas levemente intrigado e continua a exercer seu papel de vilão dentro da trama.

Quando finalmente alcança Lin e tenta reaver o desenho, Nagai cai de volta no mundo real e acha que tudo não passou de um sonho. O único problema é que se esqueceu de como desenhar Lin e, como a obra terminaria com a morte dele, fica impossibilitado de encontrar um final coerente para a trama e é ameaçado de cancelamento.

Enquanto sofre diante das folhas em branco, Nagai vê Satoko em apuros e a traz para o mundo real. A garota percebe que não é a única sofredora do universo e passa a apoiar Nagai para terminar a obra e vai tentar ajudá-lo a encontrar Lin, selando assim o destino da obra. O único problema é que não será tão fácil…

A edição brasileira

Para minha surpresa, Opus (uma obra completa em dois volumes), foi publicada em papel pisa brite, apenas com as primeiras páginas coloridas.

Talvez pelo clima da obra, não foi incluído nada nas contracapas, mantendo a sobriedade da edição.

A tradução foi feita por Dirce Miyamura e a edição por Beatriz Bevilacqua.

Opinião

O traço de Opus me lembrou algumas obras, como Akira (Satoko é uma versão feminina de Kaneda, na minha opinião) e Legend of Mother Sarah. Algo legal foi a homenagem que o autor fez ao mestre Osamu Tezuka, ao nomear os cães de estimação de Lin como Atom e Uran (personagens de Astro Boy – Tetsuwan Atom). Também achei bem interessante o primeiro capítulo, onde parece que estamos mesmo lendo o mangá Resonance.

A ideia não preza pela originalidade e não acho Satoko carismática. Ela só fica interessante na parte final, quando vem para o mundo real e para um pouco de reclamar de tudo. Claro que é compreensível a confusão de todos os envolvidos (inclusive do próprio Nagai), mas a postura inicial dela é bem irritante.

No que diz respeito à Lin, devo dizer que não o culpo por querer sobreviver e, nesse ponto, ele supera autor e protagonista. Não desiste do que acredita, nem que para isso cause um colapso em ambos os universos.

No mais, a história entretém e deixa uma ponta de curiosidade. Se Nagai vai conseguir terminar seu mangá como queria ou se a felicidade de seus personagens será a premissa da sua obra; espero que isso seja realmente decidido a contento no segundo e último volume.

Agradecemos ao pessoal da editora Panini por ter encaminhado o exemplar para análise.

Cobertura Brasil Game Show 2017

Esse ano o Brasil Game Show comemorou 10 anos e com ele, temos uma história de sucesso que nasceu no Rio de Janeiro e se encontrou em São Paulo. Seguindo a formula de eventos como Rock in Rio, Brasil Game Show tem um histórico de eventos bem diferente daqueles que nasceram na cidade de São Paulo.

Depois de uma edição no São Paulo Expo, Brasil Game Show, o evento retorno ao Expo Center Norte. E a primeira conclusão que tiramos é que nunca foi uma escolha tão bem acertada. Se a maioria dos eventos acontecem no São Paulo Expo, Brasil Game Show funciona muito bem do outro lado da cidade, não devendo nada ao seu “irmão” mais famoso.

Do lado do maior shopping da América Latina, Expo Center Norte, lembra vagamente o espaço de maior evento de games do planeta a E3, além disso o evento tem uma enorme equipe para assessorar jogadores e jornalistas.

Alias, vamos combinar que num quesito que o Brasil Game Show deixa no chinelo todos os eventos da cidade de São Paulo é em como eles cuidam dos jornalistas. Trazendo salas equipadas com baias de trabalho, telas com projeção, além de refeições à vontade, a novidade desse ano era até cadeiras de massagem. Um conforto que não estamos acostumado em outros eventos que acontecem na mesma época. Só que todo ponto positivo tem seu negativo, e quanto a isso, infelizmente temos amigos de profissão que abusam um pouco desse tratamento, o que nos desmerece como um todo. Esperamos que um dia que essas pessoas entendem que não prejudicam só a si mesmos, mas também todos nós, que reconhecemos o bom tratamento que o evento dá a nós, jornalistas.

Convidados internacionais

Brasil Game Show não é Brasil Game Show sem seus artistas convidados. Esse ano tivemos o grande Hideo Kojima, além dele tivemos o Phil Spencer, vice-presidente da Microsoft. Também tivemos o Nolan Bushnell, inventor do primeiro arcade, Computer Space, além de também ter criado Atari 2600.

Entre outros artistas, também tivemos Stephen Bliss, que desenvolve as artes da série Grand Trief Auto, além do jogo LA Noire.

Outro velho conhecido do público brasileiro, também retornou esse ano que é Ed Boon, o co-criador de Mortal Kombat. Desenvolvendo jogos como Injustice 2, ele também deu uma série de entrevistas para programas de televisão brasileiros, como The Noite do Danilo Gentili.

Para fechar, ainda tivemos a presença de David Crane, que foi o designer de Pitfall!, além de Hector Sanches que foi produtor de Injustice e Mortal Kombat X.

Atrações

As grandes atrações são as produtoras de jogos, porém existem espaço para tudo e todos ali dentro. Do PC Gamer, Sonysta ou Caixista, podendo testar e conhecer melhor os próximos jogos a serem lançados.

Um dos espaços mais nostálgicos foi a Arena Arcade Diverbras que trouxe diversos arcades de diferentes épocas. Além do Buscapé Evolução do Videogame que foi a maior exposição de consoles clássicos da história do evento.

No stand da Ubisoft, os destaques estavam para Just Dance 2018 que será lançado esse mês, além de South Park: A Fenda que Abunda Força que foi lançado essa semana e Assassin´s Creed Origins.

Já a Sony trouxe jogos como Gran Turismo Sport, Monster Hunter: World, além dos futuros lançamentos como Detroit: Become Human que tem toda uma pegada de Heavy Rain.

No stand do Xbox tivemos diversos jogos com destaque, como o famoso Cuphead, além de Sea of Thieves, que tinham espaço garantido.

Já os lançamentos da Capcom estavam no Stand da Warner Games que tem uma parceria no lançamento de jogos físicos no Brasil. Assim, podia se ver novos detalhes de Dead Rising 4 que finalmente é lançado para PS4, além do recente lançamento Marvel x Capcom: Infinite.

Entre os destaques da CD PROJEKT RED estava o jogo Gwent: The Witcher Card Game. Multiplayer muito interessante e que cada jogador poderá ter até 40 cards.

Dentro do Brasil Game Show, também tivemos toda uma área indie, em que jogos como Trajes Fatais trouxe novidades como port para Playstation 4. Também tivemos o jogo premiado internacionalmente, No Heroes Here que está chegando para PC e Playstation 4. Mas quanto a isso, o JWave está preparando uma série de vídeos com entrevistas com esses lançamentos indies aqui no mercado brasileiro. Visite o nosso canal de Youtube ou nossa fanpage no Facebook para assistir essas entrevistas.

Vale ainda parabenizar o evento pelo espaço de games produzido na China e Coreia do Sul. Em especial os jogos sul coreanos estavam ali com apoio do governo sul coreano, trazendo localizações em inglês, além de membros de cada jogo ali para apresentar os diferentes jogos.

O evento também marcou o lançamento de algumas empresas no Brasil, como Gamespot. Fortalecendo o mercado brasileiro com sites internacionais que ganham equipes e conteúdo produzido por aqui.

Durante 5 dias, Brasil Game Show teve milhares de pessoas cruzando seus espaços e stands. E num balanço, o evento tinha muita coisa que não se aproveita num único dia, o que faz você dar uma olhada com outro ponto de vista em outros dias do evento.

Agradecemos a honra de trabalhar em mais um Game Show Brasil, sendo que ainda traremos outros conteúdos sobre painéis e palestras que aconteceram por lá. E com certeza nos vemos em 2018!

Crítica | Thor: Ragnarok

O novo filme da Marvel Studios foi exibido para alguns jornalistas essa semana e a quipe do JWave esteve presente. Terceiro e fechando a trilogia, Thor: Ragnarok tem um gosto totalmente oposto ao da trilogia do Homem de Ferro, sendo o melhor da trilogia.

O diretor Taika Waititi conhece o personagem nos quadrinhos, inserindo diversas coisas que ainda não tinham sido exploradas, além de trazendo camadas novas para uma história que tinha tudo para se tratar de apocalipse.

Vale sinalizar que a Marvel Studios está de parabéns em “enganar” o público com seus trailers. Numa época, que trailers contam mais do que deveriam, o trailer de Thor: Ragnarok tem ordem dos fatos totalmente diferentes, nos surpreendendo com sua história.

A história (Sem spoilers)

Evitando spoilers, aqui temos Thor em suas aventuras pelos reinos. Investigando, fingindo até ser um prisioneiro para evitar o Ragnarok de sua Asgard.

Retornando, ele ao se deparar com uma peça de teatro que evoca tanto as qualidades de Loki, acaba desconfiando que aquele não é o Odin. Isso acaba fazendo uma bela reviravolta, explorando a dupla Thor e Loki, da mesma maneira que Dean e Sam em Supernatural.

E é nesse momento que temos o primeiro encontro com Hela. Deusa nórdica, ela é muito mais próxima de Thor e Loki, do que ambos imaginavam, o que faz a primeira batalha entre os três.

O resultado disso é Thor virando um uma peça em um tabuleiro do Grão Mestre. Num planeta repleto de portais, Thor acaba descobrindo que pra voltar pra casa, terá que enfrentar seu velho amigo Hulk.

Grão Mestre ao lado da Hela, acabam sendo dois personagens que brilham por demais da conta em cena. Se Hela tem toda uma vilania justificada, querendo se vingar, Grão Mestre é leve e divertido, no que só importa são as lutas, as festas e as orgias (Sim… Isso mesmo!).

Paralelo a isso, ainda temos a relação de Thor e Hulk com Valquíria. Em que Thor reconhece o cargo dela em Asgard, porém ela não está disposta a relembrar seus dias de glória aonde ela mora agora.

Jogada as peças nesse tabuleiro, temos as vezes em que temos uma formação inusitada de “Os Vingadores”, no qual Thor convence Loki, Hulk e Valquíria a se unirem a ele. Nem sempre eles vão lutar em sintonia, mas vale a brincadeira e a zoeira que esse estranho grupo se forma.

Logicamente que é difícil falar de um filme sem dar spoilers, porém o que podemos dizer é que Thor: Ragnarok dá muitas pistas sobre em pé estão as coisas do universo Marvel até Vingadores: Guerra Infinita.

Se Capitão América: Primeiro Vingador foi o pontapé inicial para Vingadores, aqui Thor: Ragnarok é o pontapé de Vingadores 3: Guerra Infinita.

Taika Waititi está de parabéns pelo tom leve e divertido que trouxe a Thor, trazendo uma trilha sonora digna de 1980, além de lutas com rock que trazem uma certa nostalgia dos primeiros filmes do Homem de Ferro. Roteiro afiado, trazendo piadas e uma história concisa, em que tiro o chapéu por sua adaptação de Ragnarok com Planeta Hulk.

JWave #354 | Vampire Hunter D


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O JWave volta para falar de Vampire Hunter D de 1985 e de 2000.

Os dois animês são bem diferentes e podem ser interpretados como continuações, tendo livros, game, audio drama nesse universo que nasceu em forma de conto.

Juba, Sergio , Calliban e Dash falam da criação do personagem e dos dois filme.

Edição do podcast realizada pelo Juba.

PARTICIPANTES



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Filme de 1985

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Cobertura do show ONE OK ROCK 2017!

Sexta-feira passada tivemos o show do ONE OK ROCK no Cine Joia e estivemos presentes no show.

Não estive na primeira passagem no Brasil, mas tenho uma sensação de nostalgia quando falo dessa banda. Escrevi sobre ela há mais de dez anos atrás na revista Neo Tokyo, sendo que eles estavam no começo de carreira, aonde se falava mais da vida deles antes da banda do que da sua própria trajetória.

Passado tantos anos, ONE OK ROCK construiu uma carreira consolidada, tocando em diversos países, agora retornando pela segunda vez ao país. Além disso, por mais que toquem na trilogia de Rurouni Kenshin, ONE OK ROCK não é uma banda de animesongs, sendo vista como uma banda de rock e é o que definitivamente ela deve ser vista e apreciada.

Cine Joia – Um lugar que respira cultura japonesa

Vamos começar falando do Cine Joia que fica entre a Liberdade e a Sé. Escondido atrás do prédio da Ikesaki, Cine Joia nasceu como cinema e foi um dos 4 cinemas que exibia filmes japoneses na cidade de São Paulo.

Numa época que preferimos esquecer, Cine Joia fechou as portas, devido a criação de leis que serviam para proteger o cinema nacional, mas esqueciam cinemas que tinham seu nicho.

Cine Joia ainda guarda resquícios de seu passado, tendo pôsteres de filmes japoneses antigos, porém ele se transformou numa casa de show. E se você olha para a casa identificando que ali foi um cinema, também verá equipamentos que transformam ali num palco que acabou se tornando a casa oficial da banda no Brasil.

As duas apresentações do ONE OK ROCK foram lá e pela casa cheia nesse show mais recente, podemos dizer que a casa está ficando pequena para eles. Além disso, era evidente a quantidade de japoneses que estão trabalhando no Brasil e vieram prestigiar o show, não se limitando a fãs de rock, aonde no seu público se ouvia tanto português como japonês.

Ambitions e uma viagem ao passado
O show começou pontualmente às 21 horas, sendo que eles não fizeram nenhuma parada, fazendo um show de uma hora e meia. Trazendo em especial um set baseado em seu recente álbum, também trouxe sucessos do passado, homenageando fãs de longa data.

Muitas músicas fizeram a casa ir abaixo, mas podemos destacar algumas em especial. Tivemos logo no começo a Clock Strikes lançada em 2013, sendo uma música que mexe com nosso coração.

Grande destaque veio com The Beginning, tema do primeiro filme de Rurouni Kenshin. E quando você pensava que teria acabado, acaba surpreendido com Mighty Long Fall, lançado em 2014 e tema do segundo filme de Rurouni Kenshin.

E se você acha que existe alguma barreira de idiomas, We Are veio na consagração da noite, mostrando que todos ali eram fãs da banda que surgiu em Tóquio.

Mesmo com as luzes apagadas, o show não tinha acabado, assim tivemos o retorno de Taka, Toru Ryota e Tomoya com as camisetas da seleção brasileira e com seus nomes escritos nas costas.

E foram com as camisetas do Brasil que ONE OK ROCK presenteou os fãs com American Girls e Wherever You Are. E o que falar de Wherever You Are? Público cantando e já com os olhos marejados, ONE OK ROCK deixava o palco e se encerrava mais uma turnê no Brasil. Mas o desejo era que eles não demorem tanto tempo para voltar em terras brasileiras.

You guys are AWESOME😂 Thank you soooooo much Brazil!!!!! Photo by @julenphoto #brazil #ユニフォーム嬉しい #🇧🇷

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We have arrived in Argentina😎 アルゼンチンに着きました😎 📸 @julenphoto 📸 #🐴 #🇦🇷

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Agradecemos a Yamato Music e Move Concerts Brasil pelo convite.

Agradecimentos ao Dennis Rodrigues de Souza pelas fotos do show.

Bunkyo Cinema: Cinema japonês está de volta ao bairro da Liberdade

Desde o dia 5 de outubro, o Bunkyo junto da Fundação Japão trouxeram os filmes japoneses de volta ao bairro da Liberdade em São Paulo. Sempre na primeira quinta-feira do mês, às 13h, acontecerá o Bunkyo Cinema.

Tendo entrada franca, Bunkyo Cinema terá 250 títulos japoneses legendados em português.

 

A origem
O Bunkyo Cinema iniciou em 2009, sob a coordenação da Comissão de Biblioteca e Filmes, com a exibição de filmes em japonês, sem legenda. Agora, retoma as atividades em novo formato com a Comissão de Incremento Social. As sessões estão programadas para a primeira quinta-feira útil do mês, com legendas em português.

“Queremos atender aos pedidos dos antigos frequentadores que, com a interrupção da programação em 2016, ficaram sem alternativas para assistir aos filmes japoneses” justifica Henrique Matsuo, presidente da Comissão de Incremento Social.

“Ao mesmo tempo, pretendemos atrair novos interessados”, continua o presidente, “não só os aficionados em cinema japonês, mas também aqueles que querem aprender a língua japonesa, pois é uma boa oportunidade para treinar os ouvidos”.

09/11 – As irmãs Makioka (Sasameyuki)
Direção: Ichikawa Kon
Roteiro: Hidaka Shin’ya / Ichikawa Kon
Baseado no romance: Jun’ichiro Tanizaki
Direção de Arte: Muraki Shinobu
Fotografia: Kiyoshi Hasegawa
Música: Shinnosuke Okawa
Ano de Produção: 1983
Duração: 140 minutos
Classificação: 14 anos

07/12 – Escola II (Gakko II)
Direção: Yoji Yamada
Roteiro: Yoji Yamada, Yoshitaka Asama
Produção Executiva: Shigehiro Nakagawa
Produção: Hiroshi Fukuzawa
Fotografia: Mutsuo Naganuma
Música: Isao Tomita
Ano de Produção: 1996
Duração: 122 minutos
Classificação: Livre

Bunkyo Cinema
Quando: primeira quinta-feira útil do mês, às 13h
Entrada Franca (por ordem de chegada)
Local: Pequeno Auditório do Bunkyo
Rua São Joaquim, 381 – Liberdade – São Paulo – SP (próx. ao Metrô São Joaquim / estacionamento terceirizado: Rua Galvão Bueno, 540)
Informações: (11) 3208-1755
www.bunkyo.org.br | www.fjsp.org.br
Realização: Comissão de Incremento Social do Bunkyo – Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social
Parceria: Fundação Japão São Paulo

via Bunkyo

Review | Gundam Versus

 

Há muito que quero falar dessa série, que além de ser número um nos fliperamas japoneses, é também baseado num famosíssimo anime. Eu estou falando de GUNDAM VERSUS, que talvez não seja muito conhecida aqui no Brasil devido a falta de divulgação do anime e de lançamento dessa franquia no ocidente.

História

Por ser um jogo de luta bem tipico de fliperama, não temos modo história ou qualquer história pra juntar todo os GUNDAM em um lugar só para dar porrada. Mas também não vejo necessidade de ter.

Gameplay

Depois do fator fan game, o gameplay é o que mais chama atenção por ser algo “novo” e diferente. Eu disse “novo” pois Arena fighter não são tanta novidade assim mas esse foi o primeiro grande sucesso do gênero. O core do jogo são comandos simples mas que situacionais dá um bom leque de opções. Nessa última versão da série Versus, tivemos algumas mudanças e balanceamentos, o que fez diminuir o número de GUNDAM, por outro lado, aumentou a competitividade dos que ficaram.

Gráficos/Som: Aqui se você é fã da série GUNDAM, é para pirar. Muitas musicas clássicas dos anime além de mais de 90 GUNDAM diferentes como personagens jogáveis e outros como auxiliares. O gráfico pode não ser o melhor do ps4 mas entrega bem o que esperamos para este tipo de jogo com framerate sólido e boas animações.

Consideração final

Um ótimo jogo para os fan e melhor ainda para os que querem se iniciar na franquia. Alguns fan das antigas podem reclamar que alguns GUNDAM , que estava em versões anteriores, ficaram de fora.

Nota

4,5/5